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domingo, 13 de novembro de 2016

Web Summit | Drones são parte integrante do processo de digitalização das empresas


Mafalda Freire, 
2016/11/10, 07:15 
Postado em 13 de novembro de 2016 às 14h45m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Enterprises flying high foi o tema da segunda palestra em que John Chambers, Chairman da Cisco Systems, participou no Web Summit. Para falar de drones e empresas esteve também presente, no palco AutoTech – Talk Robot, Jonathan Downey, o fundador e CEO da Airware.

Os drones tem um enorme potencial para utilização comercial e foi nesse fato que se focaram os dois intervenientes. Jonathan Downey referiu que há alguns obstáculos nomeadamente em termos legislativos mas que espera que sejam rapidamente ultrapassados.

Vemos muitas empresas que usam drones em pequena escala há 2 ou 3 anos e que esperam que a legislação esteja pronta e que a tecnologia esteja pronta para conseguirem escalar sua utilização, indicou Downey. 

Falando de um tema que lhe é querido, a digitalização, John Chambers indicou que parte das razões pelas quais as empresas vão tropeçar no processo da digitalização é que fazem o erro de dar a tomada de decisão sobre os drones a executivos muito abaixo do CEO.

O CEO tem de ser  dono do processo de digitalização da empresa,  acrescentou.
O que a Airware aconselha é que as empresas estejam preparadas porque a implementação de um projecto de drones para utilização comercial num negócio pode levar entre 18 a 24 meses para ficar operacional.

Quando falamos de digitalização, e nomeadamente da tecnologia de drones com uso comercial, em grandes companhias quando daqui a 5 anos olharmos para 2016 vamos pensar como é fazíamos oosso trabalho sem essa tecnologia? , essa é a opinião de  Jonathan Downey que considera que, nessa altura, esta tecnologia terá uma adopção muito abrangente.

Chambers referiu, tal como já o tinha feito na sua primeira intervenção no Web Summit, que todos os países e todas as empresas vão ser digitais. Os drones são, provavelmente, a forma mais visível do que a digitalização significa porque são cloud, são robôs aeronauticos,  são vídeo e  segurança disse o executivo.

Se vocês acreditarem, como eu, que no final de 2020, todas as grandes companhias serão digitais, é fácil perceber que a digitalização já e parte dos planos dos CEOs. A digitalização através dos drones é um dos elementos desse processo e deve ser iniciada já finalizou o Chairman da Cisco.

One X: gadget que mede nível de saúde chega ao Brasil em 2017


Ana Rita Guerra, 
2016/11/11, 17:00
Postado em 13 de novembro de 2016 às 14h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

O bio sensor nutricional One X, que mede o nível de antioxidantes na pele em tempo real e visa auxiliar as pessoas a obter uma melhoria na qualidade de vida, está em pré-venda especial aos brasileiros. Além disso, o time de desenvolvimento do gadget conta com vários brasileiros.

Lançado em campanha de financiamento coletivo no Indiegogo, serviço de crowdfunding internacional, o One X poderá a partir de agora receber as contribuições dos usuários brasileiros via iFunding – plataforma nacional lançada em maio.

De acordo com Charles-Henry Calfat Salem, idealizador do iFunding, a parceria visa tornar o One X mais conhecido no país, uma vez que a startup conta com brasileiros no time de desenvolvedores e design do produto. Além disso, o próprio o CEO da startups, Anthony Weil, mora há sete anos no Brasil.

O sensor mede em tempo real o nível de antioxidantes na pele a partir da palma da mão e suporta multi-usuários, graças ao reconhecimento de impressões digitais. Após o cruzamento da informação do nível de antioxidantes juntamente com dados nutricionais e atividades do usuário, o gadget faz recomendações e alertas com o objetivo de melhorar a sua qualidade de vida. 

Segundo Anthony, os avanços na medição por meio sensores ópticos, mais especificamente espectroscopia por refletância, possibilitou que a correlação se tornasse eficaz para verificação da saúde do indivíduo. Após dois anos de pesquisas, tivemos a condição de criar um aparelho preciso e portátil, explica.

Com mais de US$ 80 mil arrecadados e 600 contribuintes, a campanha será finalizada em pouco mais de 10 dias. Tenho plena convicção de que a sinergia com o iFunding será importante para que a campanha alcance a arrecadação de 100 mil dólares, afirma. Pela plataforma, é possível comprar o produto por valores a partir de 129 dólares.

O One X foi concebido a partir de uma inquietação de Anthony Weil com a difusão de vestíveis que prometem melhorar a saúde apenas contando passos e calorias. Após um período de imersão no Ames Research Center, centro de pesquisa e testes da NASA, o CEO decidiu apostar na criação de um novo tipo de aparelho, capaz de medir algo que realmente refletisse a saúde das pessoas, mas que ao mesmo tempo fosse barato e acessível.

Após dialogar com laboratórios nos Estados Unidos e Europa, finalmente encontrou a tecnologia necessária para medir algo realmente relevante do corpo humano. Os recentes avanços na medição por meio sensores ópticos, mais especificamente espectroscopia por refletância, finalmente criaram condições para um aparelho preciso e portátil. 

A correlação entre os níveis de antioxidantes na pele e hábitos saudáveis foi o ponto de partida para o desenvolvimento do aparelho. Foram necessários dois anos de pesquisa para chegar na concepção de um produto final, a partir de um protótipo de laboratório.

Enquanto um time na Alemanha trabalhava nos sensores do dispositivo, Anthony, já no Brasil, buscava pessoas para o desenvolverem a plataforma de software e o design do produto.

Foi neste momento que ele convidou o cientista da computação Gabriel Archanjo e os designers Danilo Saito e Robson Simon para fazerem parte do time. 

No país, está sendo desenvolvida toda a plataforma de software que acompanha o aparelho, incluindo os módulos de inteligência artificial, responsável pelas recomendações de saúde, e o módulo de reconhecimento de alimentos, responsável por mapear a dieta dos usuários por meio de fotografias de refeições. O time no Brasil também foi responsável pelo design externo do aparelho e da identidade visual do produto.

Já nos primeiros dias de campanha, mais de 700 dispositivos foram vendidos. Nesse momento, a equipe já trabalha no planejamento de fabricação e entrega dos dispositivos, que deve acontecer em maio de 2017.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

PC All in One ou Desktop? Descubra qual computador combina com você


Helito Bijora
por
Para o TechTudo

09/11/2016 06h15 - Atualizado em 09/11/2016 06h15
Postado em 11 de novembro de 2016 às 23h15m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Os computadores desktop já não são mais o único modelo de PC à venda. Para quem não tem interesse em comprar um notebook, há ainda os computadores all in one, que são também conhecidos como "tudo em um", justamente por reunirem todos os componentes de um PC desktop em um só dispositivo, com exceção de periféricos como teclado e mouse.

Alienware Aurora R4: veja se ainda vale a pena comprar o desktop gamer
Tanto um modelo quanto o outro (desktop e all in one) contam com certas vantagens e desvantagens. Muitas vezes, o que ocorre é uma questão de perfil do consumidor, ou seja, o que se adequa a uma pessoa nem sempre é o mesmo para outras. No artigo abaixo, confira os prós e contras de cada tipo de PC e decida qual modelo vale a pena comprar, de acordo com o uso que você pretende fazer. 
all-in-one-da-dell-bf (Foto: Divulgação/Dell)
PC All in One ou Desktop? Descubra qual computador 
combina com você (Foto: Divulgação/Dell)

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Desktop
O desktop é o modelo mais comum e tradicional de computador. Por isso, é o primeiro que vem à mente das pessoas quando pensam em computador. O modelo tem gabinete em formato de torre, que varia bastante de tamanho, largura e design. Dentro deles estão alocados todos os principais componentes de um PC, como processador, memória RAM, placa de vídeo, placa-mãe, HD e outros.
O Desktop é o modelo de computador que mais consome energia (Foto: Divulgação / HP)
Os gabinetes dos computadores desktops ocupam 
muito espaço na mesa (Foto: Divulgação / HP)

Periféricos como monitor, teclado, mouse, caixas de som, impressoras e outros se ligam a ele através de cabos externos. Uma das grandes desvantagens dos PCs desktops é o volume ocupado na mesa. Afinal de contas, o gabinete costuma ocupar bastante espaço. Assim, acaba sobrando menos para monitor, teclado, mouse e demais periféricos. Isso pede mais espaço para o usuário. Caso contrário, a acomodação do PC fica comprometida.

Outra desvantagem dos PCs desktops é o acúmulo de fios e poeira. Na pior das hipóteses, temos que conectar na traseira do gabinete o cabo de força do PC, o cabo de força do monitor, HDMI ou VGA, o cabo de rede, da caixa de som, USB do teclado e mouse e da impressora. Isso forma um emaranhado de fios que deixa o ambiente mais feio, desorganizado e que facilita o acúmulo de poeira.

Além disso, trocar o PC desktop de lugar não é uma das tarefas mais triviais. Afinal de contas, você precisará também mover a mesa e todos os demais acessórios que acompanham a máquina.
É muito fácil abrir o gabinete para fazer um upgrade ou manutenção (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)
É muito fácil abrir o gabinete para fazer um upgrade 
ou manutenção (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)

Noentanto, o aparelho tem suas vantagens. A facilidade de manutenção e upgrade é o que chama mais atenção. Se o usuário tiver conhecimento técnico básico de informática, ele pode facilmente abrir o gabinete e trocar qualquer componente, seja para aumentar o desempenho ou consertar algum problema.

Para os gamers, um computador desktop é quase ideal, pois ele tem espaço suficiente para acomodar duas ou mais placas de vídeo top de linha, como a GeForce GTX 1080. Em outras palavras, o usuário tem total liberdade de montar a configuração de um desktop.

Para aqueles que prezam pelo design, há inúmeros modelos de gabinete com designs arrojados, LEDs coloridos, refrigeração à água e muitos outros detalhes interessantes, em uma experiência quase modular.

All in One
Exemplo de computador tudo em um (Foto: Divulgação/Dell)
Exemplo de computador "tudo em um" (Foto: Divulgação/Dell)

Já os PCs all in one são o inverso dos desktops. As vantagens de um são as desvantagens de outro. Os tudo em um são muito mais compactos que os desktops. Ao optar por essa alternativa, o usuário dispensa a compra de um gabinete, de caixas de som externas e até mesmo de um monitor.

Todos os componentes do PC ficam conectados atrás do monitor, utilizando a mesma carcaça. Assim, quem tem pouco espaço em casa ou no escritório pode optar por uma máquina do tipo. 

Além disso, o design desse tipo de computador tende a ser mais elegante que o dos PCs. Assim, eles também acabam por serem ótimos para serem usados em escritórios, já que unem design sóbrio e elegante com o formato mais compacto.
O design dos computadores All in One deixa qualquer ambiente de trabalho mais bonito e apresentável (Foto: Divulgação/HP)
O design dos computadores All in One deixa 
qualquer ambiente de trabalho mais bonito e 
apresentável (Foto: Divulgação/HP)

Os usuários de PCs all in one também não lidam com a problemática dos fios. Ainda mais se utilizarem teclado, mouse e impressora wireless. Basicamente, o único cabo que necessário será o cabo de força, já que a grande maioria dos PCs all in one também suportam conexão Wi-Fi.

Há modelos de PCs all in one, por exemplo, com tela sensível ao toque. Isso adiciona uma camada a mais de praticidade na experiência de usuário. Nos desktops, esse detalhe é muito mais raro, quase inexistente. A mobilidade desse tipo de computador também é melhorada, visto que fica mais fácil transportá-lo de um cômodo para outro.

Ainda assim, usuários mais exigentes vão se sentir mais presos com esse tipo de PC. O upgrade de peças fica mais difícil com ele. Basicamente, ele só poderá aumentar a memória RAM e, em alguns modelos, trocar o HD ou SSD. Todos os outros componentes são impossíveis de trocar.
O iMac é o computador All in One mais bonito, mais caro e mais difícil de consertar (Foto: Divulgação/Apple)
O iMac é o computador All in One mais bonito, mais 
caro e mais difícil de consertar (Foto: Divulgação/Apple)

Em caso de erro ou falha no hardware, será necessário levar o PC para uma autorizada, visto que o acesso aos componentes internos fica muito mais difícil. Isso tira toda a liberdade dos técnicos e de usuários mais avançados e que sabem como fazer upgrade e manutenção nas máquinas.

No quesito preço, os PCs all in one costumam também ser mais caros, principalmente se tiverem configurações que rodem jogos mais pesados e tela sensível ao toque. Por exemplo, um iMac, que é um exemplo de computador tudo em um, tem preço de mais de R$ 8 mil, na versão mais barata. Além disso, eles são menos flexíveis e não permitem muitas adaptações quanto ao hardware.

Conclusão: qual vale mais a pena?
Os dois formatos têm seu público alvo. Para usuários gamers e que gostam de fazer por si próprios a manutenção e upgrade do PC, os desktops proporcionam mais flexibilidade e liberdade, tanto de configurações quanto de preço. É necessário, contudo, estar ciente dos problemas associados a esse tipo de aparelho, como o espaço físico necessário. 

Já os all in one são úteis para estudantes, profissionais e executivos que precisam de um PC mais enxuto, bonito, que não ocupe tanto espaço e, mesmo assim, tenha boas configurações. Com isso, veja qual o seu perfil de usuário e escolha o tipo que melhor atende às suas necessidades.