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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Em busca de um ultratop? Conheça as melhores opções no Brasil


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
27/11/2016 06h00 - Atualizado em 27/11/2016 06h00
Postado em 01 de dezembro de 2016 às 23h15m
Gipope-Marketing
Computadores ultratops deixaram de ser uma curiosidade e passaram a ser uma alternativa válida para quem procura máquinas de bom desempenho em formatos extremamente compactos, ideais para instalar na sala.

No Brasil, existem opções de modelos das linhas famosas de ultratops da Intel, Gigabyte e MSI – e também é possível encontrar produtos de marcas menos votadas. Na lista a seguir você vai saber qual é a proposta de cada uma dessas linhas vendidas no Brasil no momento.

Computadores ultratops são vendidos, normalmente, no conceito barebone: o PC vem sem memória RAM, disco rígido, sistema operacional, mouse, teclado e monitor. Cabe ao consumidor suprir esses extras - por isso, fique atento a ofertas com preços muito baixos e procure anúncios em que o computador é vendido com alguns desses extras.

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Intel NUC – de R$ 900 a R$ 2.100
O Intel NUC é um ultratop de alta qualidade, independente da versão. No Brasil, consumidor precisa se contentar com versões mais simples e antigas (Foto: Divulgação/Intel)
O Intel NUC é um ultratop de alta qualidade, independente 
da versão. No Brasil, consumidor precisa se contentar com 
versões mais simples e antigas (Foto: Divulgação/Intel)

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O Intel NUC é o computador utratop mais fácil de encontrar no Brasil. Há várias versões do PC compacto da Intel, concentradas em unidades de entrada e edições um pouco mais antigas. Infelizmente, as edições mais recentes, com processadores Broadwell (quinta geração) e Skylake (sexta) são bem raras por aqui.

Entre o que está disponível por aqui há unidades com processadores Celeron e Pentium como as mais acessíveis, com opções saindo até por menos de R$ 1.000. Para quem precisa de capacidade de processamento um pouco maior, as melhores alternativas empregam os Corei3 e i5 de quarta geração (Haswell) em preços na casa dos R$ 2.000.

Para quem é o NUC: O Intel NUC é um computador de alta qualidade, independente da versão. Entretanto, o relativo descompasso do mercado brasileiro com as versões mais atualizadas do computador acabam fazendo do ultratop da Intel uma opção para quem precisa de um PC bem simples.

Gigabyte BRIX – de R$ 1.500 a R$ 2.500
O BRIX com i7 é ótima opção para quem quer um PC como central multimídia (Foto: Divulgação/Gigabyte)
O BRIX com i7 é ótima opção para quem quer um PC 
como central multimídia (Foto: Divulgação/Gigabyte)

Mais ou menos como o Intel NUC, o ultratop da Gigabyte apresenta versões mais econômicas no Brasil, distantes das unidades com placas de vídeo dedicadas e grande poderio de processamento, encontradas no exterior. No país, as versões mais econômicas do BRIX rodam com Pentium dual-core, enquanto que é possível encontrar o computador equipado com i7 da quinta geração por preço relativamente acessível.

A R$ 2.500, em média, o consumidor pode achar o BRIX com o i7 5500U. Esse processador é um dual-core da quinta geração, criado para notebooks, que apresenta perfil econômico. É uma solução de boa performance para quem quer o ultratop na sala como central de multimídia capaz de rodar vídeos em alta resolução (embora o processador possa rodar 4K, a saída HDMI do BRIX não dá conta dessa resolução) e até de aceitar jogos um pouco mais antigos.

Para quem é o BRIX: O ultratop da Gigabyte atende dois públicos no Brasil. Quem precisa de um computador bem mais simples, pode investir nas versões com Pentium (embora os Celeron dos NUC sejam mais baratos). Mas, quem quer um computador mais habilitado para uso cotidiano fica bem servido pela versão com o i7 5500U.

MSI Cubi – R$ 1.200 a R$ 2.600
Cubi da MSI apresenta portfólio com mais opções atualizadas no momento: há versões com Pentium, i5 e i7 de quinta geração (Foto: Divulgação/MSI)
Cubi da MSI apresenta portfólio com mais opções atualizadas 
no momento: há versões com Pentium, i5 e i7 de quinta 
geração (Foto: Divulgação/MSI)

O MSI Cubi é a série de ultratops com versões mais atualizadas no Brasil, já que é possível achar o computador da MSI em versões com i5 e i7 de quinta geração, além das obrigatórias edições de entrada com processadores Celeron e Pentium. No caso do i7, a versão é o mesmo 5500U da Gigabyte
 A comparação com o BRIX é inevitável, o consumidor deve ficar atento no preço e nas ofertas que oferecem o melhor pacote, se a o empate for entre unidades com i5 e i7 de quinta geração. Há opções que já chegam com memória RAM e disco rígido instalados, o que pode ser um bom negócio se a alternativa de outra marca levar o conceito de barebone bem a sério.

Para quem é o CUBI: quem procura uma boa opção de computador para HTPC encontra na versão da MSI uma ótima alternativa, assim como o BRIX com processador i7. No caso do perfil mais em conta de quem precisa de computador mais simples, o MSI Cubi fica no mesmo nível dos competidores da Intel e Gigabyte. Em resumo, o que decide é o preço.

Intel NUC Skull Canyon – a partir de R$ 3.000
Design invocado do Skull Canyon reforça a capacidade do computador para jogos (com alguns sacrifícios) e apela para o consumidor que quer um PC capaz de substituir um console (Foto: Divulgação/Intel)
Design invocado do Skull Canyon reforça a capacidade 
do computador para jogos (com alguns sacrifícios) e apela 
para o consumidor que quer um PC capaz de substituir um 
console (Foto: Divulgação/Intel)

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O Skull Canyon é um computador muito interessante da Intel. Trata-se de um NUC criado para exibir o que de melhor a fabricante pode fazer com seus processadores de sexta geração (Skylake). Ao contrário das econômicas unidades de dois núcleos, esse NUC dispõe de um quad-core de alta performance e ainda exibe a Iris Pro 580, de longe a melhor e mais poderosa placa gráfica já criada pela Intel.

Tudo isso, é claro, tem um preço e ele é salgado. No Brasil, por R$ 3.000 o consumidor leva para casa unidades do Skull Canyon sem memória, disco de armazenamento e sistema operacional. Cabe ao usuário prover esses extras. Como o Skull Canyon só funciona com DDR4 (So-Dimm) e SSDs tipo M.2 (o Skull Canyon não aceita HDs convencionais), o preço total para por um Skull Canyon pra funcionar pode ir fácil pra além dos R$ 4.000.

Para quem é o NUC Skull Canyon: Quem sonha em ter uma estação de trabalho que pode caber em qualquer lugar (até ser presa atrás da TV pelo suporte VESA), um PC que pode virar um console, ou uma central multimídia 4K, encontra tudo isso no Skull Canyon. O problema é o preço e, nesse sentido, a dica é encontrar anúncios com o computador vendido já com SSD e DDR4 no pacote.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fortinet lança serviço de segurança na nuvem FortiCare 360º


Ana Rita Guerra, 
2016/11/28, 17:00
Postado em 28 de novembro de 2016 às 22h45m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A especialista em soluções de cibersegurança Fortinet anunciou a disponibilidade de seu novo serviço de segurança na nuvem, o FortiCare 360°.

O serviço fornece ao setor de TI auditorias automatizadas do desempenho Security Fabric e avaliações dos equipamentos de segurança, de acordo com recomendações de engenheiros de segurança Fortinet.

Uma das características do FortiCare 360° é que analisa de maneira proativa e contínua os equipamentos FortiGate e FortiWiFi, identificando oportunidades de otimização e potenciais problemas para rápida resolução.

Essas avaliações automatizadas do desempenho da rede são depois reforçadas por auditorias mensais do ambiente de segurança, que incluem recomendações personalizadas dos especialistas da Fortinet.

Os serviços na nuvem desta solução também incluem suporte contínuo, que oferece assistência técnica ininterrupta e rápida substituição de itens de hardware no caso de alguma falha. A ideia é ajudar os clientes a projetar, a implementar e a operar a infraestrutura do Security Fabric com eficiência máxima.

O Fortinet Security Fabric mudou a forma de abordagem à segurança das empresas, usando comunicação inovadora entre os dispositivos de segurança, o que permite resposta automatizada e unificada às ameaças e ajuda a modernizar as operações de segurança do pessoal de TI, afirma a empresa.

O lançamento do produto é imediato para os clientes localizados na América do Norte e América Latina.

Check Point descobre ameaça que afeta imagens do Facebook e LinkedIn


Mafalda Freire, 
2016/11/28, 19:00
Postado em 28 de novembro de 2016 às 21h05m
 GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A Check Point alertou para uma nova forma de ataque que introduz malware em imagens e elementos gráficos: o ImageGate. O malware é executado pelos cibercriminosos dentro de imagens usando aplicativos de redes sociais, como o Facebook e o LinkedIn.

A investigação da especalista em cibersegurança apurou que os atacantes aproveitam uma falha de configuração na infraestrutura da rede social para forçar, deliberadamente, as vítimas a descarregarem o ficheiro de imagem que infecta o dispositivo de imediato.


Nos últimos três dias, o ransomware Locky teve uma difusão massiva via redes sociais, especialmente em campanhas baseadas no Facebook. Os analistas da Check Point acreditam que a técnica do ImageGate explica como foi possível esta campanha de ataques e já informaram as redes sociais sobre esse vetor de ataque.

O Locky é um perigosa ameaça pois encripta os ficheiros do dispositivo do usuário não sendo possível aceder à informação sem o pagamento de um regate. As estimativas do setor apontam para que esta campanha de ransomware continue a se intensificar e a somar novas vítimas todos os dias.

Cada vez passamos mais tempo nas redes sociais, o que tornou estas plataformas em alvos apetecíveis para os cibercriminosos, explica Oded Vanunu, responsável do departamento de investigação de vulnerabilidades da Check Point. 

Os cibercriminosos sabem que este tipo de website costuma estar classificado nas listas brancas dos sistemas de segurança.

Por isso, procuram continuamente novas técnicas para que os canais de redes sociais se tornem aliados involuntários de suas atividades criminosas. Para proteger os usuários das ameaças mais avançadas, a equipe de analistas está trabalhando incansavelmente para identificar os próximos alvos dos hackers.

Assista ao vídeo da Check Point que mostra como funciona a nova ameaça:

A Check Point recomenda uma série de medidas preventivas para se manter protegido do ImageGate:

1. Se clicou numa imagem em uma rede social e seu browser começa de imediato o seu download, não a abra. Qualquer rede social deveria deixar visualizar as imagens sem necessidade de as descarregar.

2. Não abra nenhum ficheiro com extensões pouco comuns (SVG, JS ou HTA, por exemplo).