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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Relógio Gear S3 da Samsung chega ao Brasil com GPS; veja o preço


Ana Marques
por
Da redação
07/12/2016 06h00 - Atualizado em 07/12/2016 16h25
Postado em 07 de dezembro de 2016 às 21h30m
Gipope-Marketing
O relógio inteligente Gear S3 da Samsung começa a ser vendido ao Brasil na próxima segunda-feira (12), pouco mais de três meses após seu lançamento em Berlim, durante a feira IFA 2016. Com preço sugerido de R$ 2.199, é possível encontrar o smartwatch nos modelos Classic, com pulseira de couro, e Frontier, com pulseira emborrachada e ranhuras na coroa. No país, ele concorre diretamente com o Apple Watch 2.

Alguns de seus grandes destaques é o GPS embutido, que não requer o uso de um smartphone para rastrear a localização do usuário, e a previsão de integração com o Samsung Pay. O Gear S3 funciona com qualquer celular que rode Android 4.4 KitKat ou superior e tenha, no mínimo, 1,5 GB de memória RAM, deixando de fora os telefones mais simples da fabricante.

Testamos o Galaxy Gear S3, relógio smart que não depende do celular

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A terceira geração do Gear S vem com a promessa de maior autonomiaf em relação ao Gear S2. Além do GPS, há também a possibilidade de escutar músicas e controlar o Spotify pelo próprio relógio. 

Porém, essa integração com o serviço de streaming ainda não permite importar os arquivos para a memória do smartwatch. O usuário que desejar ter suas músicas armazenadas no celular deverá transferi-las por meio do gerenciador de arquivos.

No entanto, é bom pensar duas vezes sobre a necessidade de salvar músicas no relógio, uma vez que o armazenamento de 4 GB tem, na prática, apenas 1,6 GB disponível para uso. O espaço restante é ocupado pelo sistema operacional.
Samsung Gear S3 chega ao Brasil por R$ 2.199 (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Samsung Gear S3 tem 1,6 GB de armazenamento disponível 
(Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

O design do Gear S3 tem algumas melhorias significativas, como o revestimento por Gorilla Glass para evitar riscos e arranhões. O smartwatch também tem certificação IP68, o que permite que o dispositivo fique submerso em até 1,5 m de profundidade por, no máximo, 30 minutos. Outra novidade é o microfone e o viva-voz.
Samsung Gear S3 vem com duas opções de pulseira e tem proteção contra água e poeira (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Samsung Gear S3 vem com duas opções de pulseira e tem 
proteção contra água e poeira (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

Apesar disso, o gerente de produto da Samsung, Renato Citrini, não recomenda que os usuários pratiquem natação com o relógio, devido à movimentação embaixo d'água. Quanto ao contato com água do mar, ele explica ao TechTudo: "A questão da água salgada não traz um problema para o funcionamento, mas sim para os materiais. 
Pode ter uma aceleração da oxidação. Se tiver contato com água salgada e depois lavar, está tudo bem. Ele fica livre de qualquer impureza." O bate-papo foi por telefone, acompanhado por assessores.
A capacidade de bateria no Samsung Gear S3 é aumentou em relação a de seu antecessor. A nova geração conta com 380 mAh (contra 250 mAh do Gear S2), o que deve proporcionar quatro dias de uso moderado sem a necessidade de recarrerga – esse tempo cai para cerca de dois a três dias com a função Always On ativada.

O tempo estimado de recarga é de aproximadamente duas horas, de zero a 100% de carga. Vale ressaltar que o GPS é um dos principais recursos que consomem bateria. Sendo assim, o ideal é mantê-lo desligado quando não estiver em uso.
Samsung Gear S3 (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)
Samsung Gear S3 tem funções para praticantes de atividades 
físicas (Foto: Thássius Veloso/TechTudo)

Para os praticantes de atividades físicas, o Gear S3 traz detecção automática de exercícios. O smartwatch pode identificar, pelo movimento, se o usuário está correndo ou andando, se está fazendo levantamento de peso ou abdominal. Inclusive, o dispositivo é capaz de contar quantas séries são feitas.

Por fim, o Gear S3 é compatível com o método de pagamento Samsung Pay, mas ainda não está com o recurso disponível. A fabricante ainda não tem uma previsão de data para que isso ocorra, mas confirma que o relógio fará a integração.

Com a chegada do Samsung Gear S3 às lojas brasileiras, o Gear S2, lançado em 2015, passa a custar R$ 1.699 e o Gear Fit 2 R$ 1.199.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

PCI Express 3.0 provoca melhora significativa no desempenho? Veja análise


Felipe Alencar
por
Para o TechTudo

19/11/2016 06h00 - Atualizado em 19/11/2016 06h00
Postado em 06 de dezembro de 2016 às 23h55m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
O PCI Express, ou PCIe, é um tipo de slot bastante comum nas placas-mãe e que servem para que o usuário instale os mais diversos tipos de placas de expansão no computador. O conector é muito usado, por exemplo, para a instalação de placas de vídeo dedicadas, devido à taxa de transmissão mais alta. Mas, nada impede que o usuário instale placas de rede, placas de som, placa de captura e outras num slot PCIe.

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Atualmente existem três versões, a 1.0; 2.0 e 3.0. A primeira já está obsoleta e só é encontrada em placas-mãe antigas. A mais comum é a 3.0, porém, algumas placas ainda usam a versão 2.0. Qual a diferença entre elas? Será que o slot PCI Express 3.0 provoca mesmo uma melhora tão significativa no desempenho? Confira a seguir.
Veja se a sua placa-mãe possui um slot PCIe (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)
Slot PCIe vale mesmo a pena? (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)

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O que é o PCI Express
Antes de mais nada, vamos explicar um pouco sobre o que é PCIe. É importante desfazer o mito de que o PCIe é similar ao PCI. A única coisa parecida é o nome. A tecnologia PCI diz respeito a um barramento, enquanto que a tecnologia PCI Express descreve uma conexão ponto a ponto entre dois dispositivos.

Isso significa que um slot PCI Express interliga apenas dois dispositivos em um canal exclusivo, enquanto que um slot PCI pode ser compartilhado com vários dispositivos ao mesmo tempo, o que reduz a velocidade de transferência de dados.

 A tecnologia PCI Express utiliza um sistema de comunicação em série de alta velocidade, enquanto que o PCI usa uma comunicação paralela. A comunicação em série já provou ser muito mais rápida e eficiente que a paralela, que está sujeita a muitas interferências, atrasos e perdas de bits.

Exemplos de outros padrões que fazem a comunicação em série é o USB e o SATA.
E é graças à sua comunicação em série que os slots PCIe são usados especialmente para a instalação de placas de vídeo, já que elas transmitem uma quantidade muito grande de dados.

Como funciona a tecnologia PCI Express?
O PCI Express trabalha com o conceito de pistas. A comunicação entre dois dispositivos, como uma placa de vídeo e o processador, se dá através destas pistas. Cada pista só pode transmitir um bit por pulso de clock. No PCIe, as pistas são full duplex, ou seja, possuem uma via para transmissão e outra para recepção de dados.

Quando um slot PCIe possui apenas uma pista de comunicação, ele é chamado de x1. Os tipos de slot PCie são x1, x4, x8 e x16. Assim, quanto maior o número de pistas, mais dados serão trocados entre os dispositivos por cada pulso de clock.
Placa-mãe GA-AM1M-S2P (Foto: Divulgação/ Gigabyte) (Foto: Placa-mãe GA-AM1M-S2P (Foto: Divulgação/ Gigabyte))
Slot é muito usado para colocar placa de vídeo dedicada 
(Foto: Divulgação/ Gigabyte)

Diferenças entre as versões do PCI Express
A versão 1.0 do PCI Express possui um clock de 2,5 GHz. Isso significa que ele tem uma taxa de transmissão de 2,5 Gbps, ou seja, 250 MB/s. Já a versão 2.0 dobra essa taxa, já que o clock é de 5 GHz. Portanto, a taxa de transmissão é de 5 Gbps (500 MB/s).

Já a versão 3.0 dobra a taxa de transferência mais uma vez, atingindo 8 Gbps, o que dá uma transmissão de 1 GB/s. Porém, o detalhe é que o clock não dobrou para isso ser possível. O clock utilizado pelo PCIe é de 8 GHz. Isso se deve ao tipo de codificação usado pelos padrões 2.0 e 3.0.

 As versões 1.0 e 2.0 usam um padrão de codificação chamado de 8b/10b, o mesmo usado pelo Fast Ethernet. Essa codificação indica que para ele enviar 8 bits de dados, ele precisa mandar um pacote com 10 bits. Os 2 bits extras são puro desperdício e consomem 20% da largura de banda do canal PCIe.
O PCIe 3.0, por sua vez, usa uma codificação chamada de 128b/130b; que segue a mesma lógica. Ou seja, para enviar 128 bits, o canal PCIe envia na verdade 130 bits. Isso significa um desperdício muito menor.
Em outras palavras, para enviar 128 bits válidos, o PCIe 3.0 desperdiça apenas 2 bits. Já a versão anterior, para conseguir enviar 128 bits válidos, desperdiça 32 bits (dois a cada oito bits).

Por causa disso, o padrão 3.0 pode enviar o dobro de dados com um clock apenas um pouco maior que a versão 2.0. Isso representa uma economia de energia e de pulsos de clock. O PCIe 2.0 x16 consegue transmitir 8 GB/s. Já a versão 3.0 x16 transmite 16 GB/s. Ou seja, é 1 GB/s em cada pista.

Qual GPU é melhor para jogos atuais? Comente no Fórum do TechTudo.
 
Tal velocidade é essencial nas placas de vídeo, visto que elas processam e enviam milhões de informações por segundo. A diferença de desempenho de uma placa de vídeo ligada a um slot PCIe 2.0 para uma ligada a um slot PCIe 3.0 é realmente significativa e faz a diferença.

Porém, é importante ter em mente que a largura de banda também é limitada por outros fatores, como o processador utilizado ou da própria placa de vídeo.

Cloud funciona como servidor caseiro para salvar até 8 TB em arquivos


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

15/11/2016 06h00 - Atualizado em 15/11/2016 06h00
Postado em 06 de dezembro de2016 às 23h40m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
O Cloud, da Daplie, é um servidor pessoal para armazenamento de dados na nuvem, que apresenta como grandes vantagens a ausência de mensalidade e o controle total sobre o armazenamento, que fica nas mãos do próprio usuário. Outro aspecto que chama atenção sobre a ideia é que o Cloud tem formato modular, ou seja, é possível aumentar o espaço ao comprar mais de uma unidade, bastando encaixar novos discos.

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Com a personalização, é possível chegar a um armazenamento de até 8 TB. O Cloud se destaca porque permite que você mantenha seus dados no servidor em casa, sujeito às suas condições de acesso à rede, e não armazenado em algum serviço de terceiros, em que os arquivos ficam guardados em máquinas distantes de você.
Cloud tem design moderno e discreto (Foto: Divulgação/Daplie)
Cloud tem design moderno e discreto (Foto: Divulgação/Daplie)

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Essa característica fornece ao Cloud um nível de autonomia e de privacidade que não pode ser igualado por serviços de armazenamento convencionais, como Google Drive, Dropbox e OneDrive.

Fácil de usar, o Cloud apenas precisa ser conectado à internet. Para controlar o servidor e administrar os arquivos retidos nele, o usuário precisa do aplicativo para celular. O usuário também precisa criar um endereço para a nuvem pessoal, como nuvempessoal.com, para poder acessar remotamente o conteúdo do servidor em qualquer lugar do mundo.
Combinando vários Clouds, o usuário pode aumentar o espaço total de armazenamento até atingir o máximo de 8 TB (Foto: Divulgação/Daplie)
Combinando vários Clouds, o usuário pode aumentar 
o espaço total de armazenamento até atingir o máximo 
de 8 TB (Foto: Divulgação/Daplie)

A nuvem pessoal da Daplie foi anunciada no Indiegogo e atingiu a meta de arrecadação em pouco tempo. Se você está interessado na ideia, resta ainda um mês para contribuir. O pacote mais barato tem preço de US$ 200 (R$ 640, em conversão direta), mais frete para o Brasil de US$ 35 (R$ 112) – contudo, é válido lembrar que os valores não incluem taxas, caso essa seja a forma de pagamento escolhida. A entrega é prevista para junho de 2017.

Via Indiegogo