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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Casa inteligente vale a pena? Veja prós e contras da Internet das Coisas


Isabela Giantomaso


por
Para o TechTudo
19/02/2017 06h00 - Atualizado em 19/02/2017 06h00
Postado em 19 de fevereiro de 2017 às 19h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
A Internet das Coisas (Internet of Things) ainda não faz parte dos conceitos mais populares no Brasil, mas já é realidade em aparelhos de fabricantes conhecidas, como a LG

A tecnologia une o mundo digital ao mundo real e permite conectar itens do dia a dia ao Wi-Fi para economizar tempo e controlar tarefas diárias. Entretanto, os gadgets feitos para tornar uma casa smart têm fatores a serem considerados e podem gerar perda de privacidade, por exemplo.

LG lança geladeira smart com Windows 10 e tela que fica transparente
Antes de investir em uma panela inteligente ou um espelho que reconhece sua agenda, confira quatro prós e quatro contras sobre os dispositivos baseados na Internet das Coisas. Os oito pontos positivos e negativos podem ajudar a decidir se vale a pena começar a construir sua casa conectada.
Pensando em montar uma casa smart? Veja prós e contras da tecnologia (Foto: Divulgação/SmartLock)
Pensando em montar uma casa smart? Veja prós e contras 
da tecnologia (Foto: Divulgação/SmartLock)

Prós
1) Gerencia tarefas
Um dos principais diferenciais dos gadgets baseados em Internet das Coisas é a possibilidade de conectar aparelhos comuns como geladeiras, lâmpadas e panelas ao Wi-Fi para facilitar a administração de obrigações do cotidiano. O espelho smart, por exemplo, mostra lembretes da agenda e notificações de redes sociais quando ativado.

2) Todos têm acesso aos dados
Em uma casa inteligente a conexão pode ser geral, ou seja, com todos os smartphones e tablets de cada morador acompanhando o funcionamento dos aparelhos da mesma forma. Assim, configurações permitem notificar todos sobre uma mudança na configuração de uma lâmpada smart sem precisar detalhar por mensagens.
Espelho smart notifica compromissos da agenda (Foto: Divulgação)
Espelho smart notifica compromissos da agenda 
(Foto: Divulgação)

3) Conforto
Com a Internet das Coisas a rotina do usuário pode ficar mais confortável e conveniente. Alguns aparelhos permitem, por exemplo, trancar portas via Wi-Fi, apagar as luzes, programar o aquecimento de uma panela e até mesmo conferir quantas calorias foram consumidas no dia com simples comandos de voz ou toques no smartphone.

4) Prevê necessidades
Outro ponto positivo da Internet das Coisas que faz valer a pena construir uma casa smart é o ensinamento de comandos diários para os sistemas inteligentes. Assistentes podem, por exemplo, aprender costumes, como perguntar todas as manhãs qual a previsão do tempo e quais as principais notícias do dia.

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Ao longo do uso o gadget passa a informar automaticamente as informações. Além disso, se a tecnologia for aplicada a uma geladeira é possível também ficar sabendo quais produtos estão faltando na sua casa quando for ao mercado, sem precisar checar um por um.
Panela pode ser controlada via celular para esquentar comida antes do jantar (Foto: Divulgação/Crock Pot)
Panela pode ser controlada via celular para esquentar 
comida antes do jantar (Foto: Divulgação/Crock Pot)

Contras
1) Preço
O conceito da Internet das Coisas está chegando aos poucos no Brasil e, por isso, montar uma casa inteligente com os aparelhos adequados pode significar um investimento caro. Kits básicos de gadgets costumam custar cerca de US$ 1 mil (mais de R$ 3 mil) dependendo do tamanho da residência que será equipada. Entretanto, para quem quer começar aos poucos há dispositivos revelados no Kickstarter e Indiegogo por até R$ 800 para instalar no quarto ou na sala. 

2) Idioma
Assim como já citado, os produtos baseados na Internet das Coisas ainda estão chegando ao país, portanto poucos oferecem configuração e interface em português. Para quem não domina outros idiomas, principalmente o inglês, o ponto negativo pode atrapalhar. Além disso, muitos aparelhos funcionam com comando de voz e precisam que o usuário saiba falar a língua.
Grandes marcas como a LG já oferecem produtos para Internet das Coisas (Foto: Fabricio Vitorino/TechTudo)
Grandes marcas como a LG já oferecem produtos para 
Internet das Coisas (Foto: Fabricio Vitorino/TechTudo)

3) Vulnerabilidade
Os gadgets projetados pensando na tecnologia da Internet das Coisas, como o próprio nome já diz, funcionam via Internet e, assim como em celulares e tablets, eles também estão suscetíveis a ataques hackers. 

Neste ponto vale ressaltar que uma residência conectada costuma ter fechaduras e iluminação controladas, o que pode tornar a ameaça ainda mais perigosa por conta do controle de dados da casa e da perda de privacidade.
Objetos para casa smart também são vulneráveis a ataques (Foto: Divulgação/Ring)
Objetos para casa smart também são vulneráveis a ataques 
(Foto: Divulgação/Ring)

4) Dependente de conexão
Sem Internet não existe Internet das Coisas. Caso o morador de uma casa smart tenha problemas com o Wi-Fi ou a conexão fique fora do ar os objetos passam a funcionar apenas com o propósito básico, como uma panela tradicional ou um simples controle remoto. 

Mas como provavelmente essa não é a ideia de quem faz o investimento, os locais onde ficarão as instalações e a instabilidade da Internet na região devem ser levadas em consideração.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Opinião: Micropagamentos são alternativa aos modelos de cobrança


Roberto Barberino - diretor executivo administrativo financeiro da Provider IT, 
2017/02/16, 10:00 
Postado às 23h45m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

O amadurecimento do uso da internet móvel e o início efetivo de infraestrutura que viabiliza pagamentos móveis estão levando o mercado financeiro e de telecomunicações, em primeira instância, a dar um enfoque reforçado nas operações conhecidas como micropagamentos.

Estes processos possibilitam o pagamento de pequenos valores com maior dinamismo, utilizando meios móveis ou ambientes nativos da internet para a sua execução.

Os grupos de compra via web, que vivem um boom, são um exemplo claro disto, uma vez que empregam o conceito da venda em quantidade para proporcionar melhores preços aos usuários. Neste momento, são predominantes os serviços de baixo ou médio custo, como refeições, tratamentos estéticos e outros, que se aproveitam da decisão impulsiva de compra.

Já os sites de compras coletivas são atores neste cenário no qual, o que importa, é o grande volume de transações de ticket médio a pequeno.


Fatores importantes no amadurecimento da internet comercial estão diretamente ligados à infraestrutura de telecom. O surgimento de serviços mais ágeis, com acesso de alta velocidade e sem fio à internet por meio de dispositivos portáteis móveis como os smartphones, pode estender estas oportunidades tanto a produtos pós como pré-pagos a preços mais acessíveis a fim de popularizar ainda mais a navegação fora do PC/notebook.

Estatísticas apontam um crescimento excepcional de mais de 300% em 3 anos, no número de pontos de acesso fixo e móvel.
O sistema bancário, sempre a frente no critério inovação, tem abordado este tema com muita ênfase em busca da evolução dos atuais ambientes e serviços através de novas interfaces para toda a cadeia do internet banking, mobile payment, entre outros.

Novas redes de adquirentes também têm procurado aproveitar-se deste bom momento buscando massificar baseadas no uso de tecnologias de pagamento como contact less ou aproximação como NFC – Near Field Communication, RFID – Radio-frequency identification, entre outros.

Novos modelos surgem a todo instante e a necessidade de se adaptar a eles é imperativa. É preciso estar alinhado às novas diretrizes do mercado e as soluções de mobile payment com foco em micropagamentos são peça fundamental dessa evolução, pois são capazes de integrar e melhorar esses novos ambientes convergentes, promovendo uma experiência única, personalizada, sustentável e com maior valor agregado.

Bitcoins negociados na bolsa poderá ser uma realidade em breve


Bit Magazine, 
2017/02/17, 18:00 
Postado em 17 de fevereiro de 2017 às 23h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

O Bitcoin é um dos assuntos mais comentados nos últimos anos. Especialistas de diferentes segmentos, sejam economistas, matemáticos ou sociólogos, começaram a prestar mais atenção na moeda digital.

Adquirir os primeiros bitcoins, ou frações da moeda, pode ser complicado para a maioria das pessoas. O processo envolve cadastrar-se em um site que faça a venda, o envio de reais por meio de transferência bancária, a compra efetiva e depois a guarda segura das moedas.

Para atender a esta demanda, três diferentes grupos empreendedores americanos estão solicitando à SEC (Security Exchange Comission), órgão que regula o mercado financeiro nos EUA, a permissão para tornar possível a negociação de bitcoins em bolsas como a NYSE e NASDAQ.

A negociação seria possível através de um produto chamado ETF, pelo qual vai permitir que bitcoins sejam negociados como se fossem empresas de capital aberto, como Apple e Google, por exemplo. A resposta da SEC ao primeiro pedido deve sair até o dia 11 de março e essa data não pode ser adiada.

Já era esperado que a moeda, criada para se contrapor ao sistema financeiro tradicional, ficasse nesse impasse, diz Rodrigo Batista, CEO do MercadoBitcoin.com.br, maior site brasileiro para negociação de bitcoins.

Agora é aguardar a decisão dos velhinhos reguladores americanos e continuar na expectativa em relação a essa decisão, completa Batista.