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domingo, 28 de maio de 2017

Cinco celulares intermediários com leitor de impressões digitais


Galaxy, Motorola, Quantum, LG e Zenfone estão na lista; preços começam em R$ 999
O leitor de impressões digitais é um recurso que acrescenta mais uma camada de segurança ao smartphone, além de tornar mais prático o desbloqueio do celular. 

Os leitores biométricos estrearam no iPhone 5S, lançado em 2013, e logo se tornaram um item obrigatório na ficha técnica de telefones top de linha. Quatro anos depois, a função já aparece em diversos smartphones intermediários, como Moto G5 e Galaxy J7 Prime.

A lista a seguir traz cinco celulares intermediários com sensores de impressões digitais. Os preços variam entre R$ 999 e R$ 1.599, provando assim que não são apenas os aparelhos mais avançados do mercado que contam com tal função. Veja qual dos aparelhos se adequa melhor ao seu perfil e bolso.

Moto G5, da Motorola (R$ 999)

Moto G5 é o celular intermediário da Motorola (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)
Moto G5 é o celular intermediário da Motorola (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

O Moto G5, quinta geração do celular intermediário da Motorola, traz o leitor de impressões digitais na parte frontal, junto ao botão Home. Essa é a localização preferida da maioria dos usuários, por ser mais intuitiva.

Ele possui uma tela de 5 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), processador Snapdragon 430, memória RAM de 2 GB e armazenamento interno de 32 GB, que pode ser expandido para até 128 GB com um cartão microSD. Essa configuração de hardware entrega um desempenho de baixo para mediano, sendo suficiente para aqueles usuários que não exigem tanto de um smartphone.

Além disso, temos uma relativamente pequena bateria, com apenas 2.800 mAh. Como ponto positivo, o seu preço: R$ 999 no site da fabricante. Em algumas lojas do varejo, o aparelho já pode ser encontrado por cerca de R$ 850. Confira nossas impressões do aparelho no review.
Review do Moto G5: vídeo traz a análise completa do smartphone intermediário
Review do Moto G5: vídeo traz a análise completa do smartphone intermediário

Quantum MUV UP (R$ 999)

Quantum MUV UP é um smartphone brasileiríssimo (Foto: Ana Marques/TechTudo)
Quantum MUV UP é um smartphone brasileiríssimo (Foto: Ana Marques/TechTudo)

A empresa brasileira Quantum também possui um celular com sensor de impressões digitais, com preço abaixo de R$ 1 mil, o Quantum MUV UP. Ao contrário do concorrente Moto G5, o leitor biométrico deste modelo fica localizado na traseira, logo abaixo da câmera.

Ele traz um processador MediaTek MT6753 octa-core de 1,3 GHz, que trabalha em conjunto com memória RAM de 3 GB. Em relação ao armazenamento, o telefone traz 32 GB internos, expansíveis para até 128 GB via cartão microSD. A bateria também é um pouco maior, chegando a 3.000 mAh. A tela, por sua vez, é de 5,5 polegadas com resolução HD e tecnologia TruView II.

Apesar de ter melhor especificação técnica em alguns aspectos, o MUV UP deve ter desempenho similar ao Moto G5, devido ao processador de baixo desempenho da MediaTek.

LG K10 Pro (R$ 1.499)

LG K10 Pro 2017 tem como diferencial a caneta stylus (Foto: Ana Marques/TechTudo)
LG K10 Pro 2017 tem como diferencial a caneta stylus (Foto: Ana Marques/TechTudo)

Com um preço um pouco mais elevado, está o LG K10 Pro, versão mais potente do LG K10 Novo da LG. O leitor de impressões digitais do telefone também fica localizado na parte traseira, bem abaixo da câmera.

O smartphone traz um processador MediaTek MT6750 octa-core de 1,5 GHz. Além disso, ele oferece 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido para até 2 TB via cartão microSD. A tela, apesar de grande (5,7 polegadas), possui resolução baixa, HD (1280 x 720 pixels).

Um diferencial deste smartphone é que ele possui uma caneta stylus, chamada de Smart Pen Pro. O acessório pode ser usado para fazer anotações, desenhos e também para navegar pelo sistema. O preço sugerido deste aparelho é de R$ 1.499.

Zenfone 3, da Asus (R$ 1.499)

Zenfone 3 tem sensor de impressões digitais abaixo da câmera  (Foto: Ana Marques/TechTudo) 
Zenfone 3 tem sensor de impressões digitais abaixo da câmera (Foto: Ana Marques/TechTudo)

O Zenfone 3 é a alternativa da Asus, que oferece um hardware mais potente pelo mesmo preço de R$ 1.499. Seu leitor de impressões digitais também está localizado na parte traseira.

O celular pode ser encontrado em duas variantes: uma com tela de 5,2 polegadas e outra com display de 5,5. Ambas possuem resolução Full HD (1920 x 1080 pixels)

Seu processador é um Snapdragon 625 e a quantidade de memória RAM varia de acordo com o modelo, podendo ter 3 GB ou 4 GB. No quesito armazenamento interno, estão disponíveis opções com 32 GB ou 64 GB, expansíveis via cartão microSD em até 2 TB.

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Galaxy J7 Prime, da Samsung (R$ 1.599)

Galaxy J7 Prime tem processador octa-core e 3 GB de memória RAM (Foto: Aline Batista/TechTudo)
Galaxy J7 Prime tem processador octa-core e 3 GB de memória RAM (Foto: Aline Batista/TechTudo)

O último aparelho da lista é o Galaxy J7 Prime, da Samsung. O sensor de impressões digitais deste intermediário está localizado na parte frontal, embutido no botão Home.

Lançado em 2016, o J7 Prime conta com uma tela de 5,5 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080 pixels) e proteção Gorilla Glass 3. O smartphone tem um processador Exynos 7870 octa-core de 1,6 GHz e 3 GB de RAM. Ele ainda possui 32 GB de armazenamento interno, expansíveis via cartão microSD para até 256 GB. Sua bateria é a maior dentre os aparelhos exibidos nesta lista, com 3.300 mAh.

O preço sugerido deste smartphone é de R$ 1.599, mas ele já é encontrado por R$ 1.200.

sábado, 27 de maio de 2017

Phantom 4 ou Phantom 3 Pro: qual drone da DJI tem o melhor custo-benefício


Gipope-Marketing

Drones da DJI têm câmera 4K e modos de voo para auxiliar novos pilotos.
Phantom 4 e Phantom 3 Professional são drones da DJI com câmeras embutidas para gravação em 4K, modos de voos para auxiliar novos pilotos e baterias inteligentes para maior segurança. Apesar de ambos terem configurações avançadas, alguns pontos como autonomia, funções extras e preços são essenciais para diferenciar os modelos.

Confira, a seguir, detalhes sobre bateria, alcance, câmera, conectividade e preço dos quadricópteros e veja qual aparelho tem o melhor custo-benefício e se encaixa no que está procurando. 

Vale lembrar que a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou uma regulamentação para usos de drones no Brasil. De acordo com as regras, o Phantom 4 e Phantom 3 Pro e outros modelos com mais de 250 g, precisam de seguro e cadastro no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas.
Phantom 4 ou Phantom 3 Pro? Veja qual drone da DJI é o melhor para você (Foto: (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo))
Phantom 4 ou Phantom 3 Pro? Veja qual drone da DJI é o 
melhor para você (Foto: (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo))

Autonomia de voo (bateria)
A capacidade da bateria de um drone é uma das especificações mais importantes do aparelho, já que define quanto tempo ele poderá ficar no ar. No caso do Phantom 4, a autonomia de voo é de até 28 minutos, enquanto o Phantom 3 Professional tem até 23 minutos de carga.

Alcance
Outra configuração importante, o alcance determina a distância máxima que o drone pode ficar do controle remoto. Neste caso, os dois quadricópteros analisados podem voar em um espaço de até 5 km do piloto.
Phantom 3 Professional tem autonomia de 23 minutos e alcance, assim como o Phantom 4, de até 5 km (Foto: Divulgação/DJI)
Phantom 3 Professional tem autonomia de 23 minutos e 
alcance, assim como o Phantom 4, de até 5 km (Foto: Divulgação/DJI)

Câmera
Um dos diferenciais em um drone é a capacidade de capturar imagens do alto, antes possíveis apenas com auxílio de helicópteros ou de prédios e torres com acesso liberado. Nos aparelhos da DJI, a câmera já vem embutida, em ambos, com sensor de 12 MP para fotos e gravação de vídeos em até Ultra HD 4K (4096 x 2160) com 30 fps.

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Tanto o Phantom 4 quanto o Phantom 3 Professional oferecem funções como slow motion e timelapse e configurações do ISO e da abertura, além de capacidade para cartão microSD de até 64 GB. A única diferença, neste quesito, entre os modelos está na tecnologia HDR no Phantom 4. A função trabalha o equilíbrio entre zonas claras e escuras da imagem ao ajustar a exposição da foto.
Drones da DJI têm câmeras 4K com gimbal para garantir estabilização dos vídeos (Foto: (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo))
Drones da DJI têm câmeras 4K com gimbal para garantir 
estabilização dos vídeos (Foto: (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo))

Outro detalhe importante nas câmeras embutidas dos aparelhos da DJI é o gimbal projetado para estabilizar vídeos e evitar que as gravações fiquem instáveis durante manobras e decolagens. O recurso está disponível nos dois modelos analisados.

Conectividade
Praticamente todos os drones da DJI são compatíveis com o aplicativo DJI Go, disponível para aparelhos Android e iOS (iPhone e iPad). Ao serem conectados com o controle remoto do quadricóptero é possível conferir imagens ao vivo do que o Phantom 4 e Phantom 3 Pro estão gravando, além de configurar os modos de voo e a câmera. É mais um ponto em que os modelos não apresentam diferenças.
Aplicativo DJI Go, conectado ao controle remoto dos drones, permite configurar voos, câmera e ver imagens do alto ao vivo (Foto: (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo))
Aplicativo DJI Go, conectado ao controle remoto dos drones, 
permite configurar voos, câmera e ver imagens do alto ao 
vivo (Foto: (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo))

Funções extras
O que mais diferencia o Phantom 4 do Phantom 3 Professional são as funções extras que o drone oferece. Com o Tap to Fly é possível, entre os diversos recursos, fazer o aparelho decolar com apenas dois toques na tela. Há também o Sistema de Detecção de Obstáculos para que o quadricóptero desvie de objetos sozinho e evite acidentes e o Smart Return Home para que com ajuda do GPS a aeronave volte automaticamente para o ponto inicial.

Um modo esporte no Phantom 4 também permite acionar sistemas de posicionamento inteligentes para que a velocidade do drone seja aumentada em até 25%. Além disso, a ferramenta Active Track faz com que o aparelho siga uma pessoa sem precisar de ajuda do GPS ou de alguma pulseira de rastreamento, como é possível ver no vídeo abaixo.
Testa do drone Phantom 4 mostra recursos como o Active Track e detecção de obstáculos
Testa do drone Phantom 4 mostra recursos como o Active 
Track e detecção de obstáculos

Já o Phantom 3 Professional traz modos de voo mais simples, que permitem, também com ajuda do GPS, que o drone volte automaticamente ao local de origem ou fique parado no ar. O modelo faz o registro de voos no aplicativo e tem bateria inteligente para indicar a distância e quantidade de energia necessária para pouso.

Preço e disponibilidade
Os dois drones da DJI aqui analisados estão à venda no Brasil. No entanto, por ser mais recente e ter configurações um pouco mais avançadas que o anterior, o Phantom 4 é mais caro, com preço médio de R$ 5.379 nas principais lojas de varejo nacional. Já o 3 Pro está disponível em menos pontos de venda, mas o preço cai para cerca de R$ 4.249.
Phantom 3 Pro tem preço R$ 1 mil mais baixo, mas autonomia de bateria menor que Phantom 4 (Foto: Divulgação/DJI)
Phantom 3 Pro tem preço R$ 1 mil mais baixo, mas autonomia 
de bateria menor que Phantom 4 (Foto: Divulgação/DJI)

Conclusão
Quem procura um drone de qualidade com bom custo-benefício pode contar tanto com o Phantom 4 como com o Phantom 3 Professional, já que o preço mais alto de um inclui mais modos de voo e melhor autonomia da bateria. Dessa forma, o melhor quadricóptero vai depender do que o usuário está procurando.

Caso queira um modelo avançado e não se importe com o menor tempo de bateria ou menos modos de voo, o Phantom 3 Pro é uma boa opção por um preço mais baixo. No entanto, se tiver disposto a gastar cerca de R$ 1 mil a mais, o Phantom 4 promete ser mais inteligente para fazer imagens aéreas de qualidade.
Qual é o preço justo para um drone? Comente no fórum do TechTudo 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Hackers derrubam tecnologia de reconhecimento de íris do Galaxy S8


Tissiane Vicentin, 
2017/05/24, 11:33
Postado em 24 de maio de 2017 às 23h00m
Gipope-Marketing

Há cerca de um mês, a Samsung lançou oficialmente o Galaxy S8 e já teve uma das suas características de segurança burlada por hackers alemães: o sistema de escaneamento de íris. O grupo responsável pelo feito é conhecido como Chaos Computer Club.

De acordo com um vídeo postado pelo coletivo, é relativamente fácil enganar. Eles investiram um total de 725 dólares para burlar o sistema, montando um kit que incluía uma câmera digital, uma impressora à laser (ironicamente o teste provou que uma impressora de fabricação da Samsung fornecia o melhor resultado para o experimento), e uma lente de contato.
Basicamente, o hack consistia em tirar uma foto do rosto do dono do aparelho, imprimir a área em que aparecem os olhos, encaixar uma lente por cima e mostrar para a câmera.

Na teoria, de acordo com a empresa, a tecnologia para escaneamento de íris é 200 vezes mais segura que a impressão digital. Ou como a própria empresa afirma: uma das maneiras mais seguras de manter o seu smartphone bloqueado. Vale ressaltar, no entanto, que, apesar de burlado, o sistema precisou de algumas tentativas para ser, de fato, enganado.

O vídeo que demonstra o feito dos especialistas em segurança pode ser acessado neste link