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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Ruckus Networks lança novos access points Wi-Fi cidades inteligentes


Henrique Candeias, 
2018/06/14, 09:34 
Postado em 15 de junho de 2018 às 11h45m 


A Ruckus Networks, uma empresa do grupo ARRIS, disponibiliza para o mercado dois novos access points (APs) 802.11ac Wave 2, projetados para fornecer cobertura Wi-Fi em locais com restrições de espaço e áreas de difícil acesso. O Ruckus E510 é o primeiro AP corporativo embarcável do setor, apresentando um design inovador de dois elementos que permite a implantação

A Ruckus Networks, uma empresa do grupo ARRIS, disponibiliza para o mercado dois novos access points (APs) 802.11ac Wave 2, projetados para fornecer cobertura Wi-Fi em locais com restrições de espaço e áreas de difícil acesso. O Ruckus E510 é o primeiro AP corporativo embarcável do setor, apresentando um design inovador de dois elementos que permite a implantação em locais com restrições estéticas ou de formato do dispositivo. Além disso, o Ruckus M510 é um AP Wi-Fi 802.11ac Wave 2 com backhaul no modo LTE UE, permitindo a colocação do dispositivo em locais onde a conectividade Ethernet representa um desafio ou em situações onde o backhaul redundante é necessário para atender aos acordos de nível de serviço (SLAs).
Ruckus E510Flexibilidade incorporada com o desempenho da tecnologia BeamFlex+
O Ruckus E510 foi projetado para minimizar o impacto estético ou físico nos locais de implantação, como sinalização digital externa, mobiliário urbano, quiosques, luminárias e assentos de estádios. O modelo E510 fornece:
  • Gerenciamento centralizado — o AP E510 pode ser gerenciado de forma centralizada junto com outros APs da Ruckus para simplificar as operações para cidades, autoridades de transporte, operadores de locais públicos e prestadores de serviços.
  • Módulo de rádio de baixo perfil — com medidas de apenas 21 x 14,2 x 3,3 cm, a unidade base do E510 pode ser embutida na maioria dos compartimentos — incluindo postes de luz cilíndricos — para expandir o alcance de qualquer rede Wi-Fi.
  • Módulo de antena a prova d’água BeamFlex+ — o pequeno módulo de antena, com medidas de 17,5 x 8,0 x 8,0 cm, foi construído para instalação discreta ao ar livre e pode ser posicionado em até 3 metros de distância do módulo de rádio. As antenas patenteadas BeamFlex+ maximizam a flexibilidade e ajudam a garantir o serviço de alta qualidade, independentemente do local de instalação.
  • 802.11ac Wave 2 — com 2 x 2:2 fluxos espaciais, suporte a MU-MIMO e taxa de transferência de dados de até 867 Mbps, o E510 fornece desempenho consistente para usuários e aplicativos exigentes. 
Ruckus M510: Wi-Fi móvel com backhaul LTE para maior cobertura e redundância
O Ruckus M510 foi projetado para uso onde o serviço a LTE estiver disponível. O M510 é ideal para instalação em ônibus, trens e locais temporários, onde a conectividade Ethernet não existe, é pouco confiável ou de custo proibitivo. Adicionalmente, o M510 pode ser usado em qualquer lugar onde uma redundância da rede WAN for desejada. O Ruckus M510 oferece:
  • Gerenciamento centralizado — O modelo M510 pode ser gerenciado de forma centralizada junto com outros APs da Ruckus, simplificando as operações e eliminando a necessidade de um sistema de gerenciamento de hotspot móvel separado.
  • Modem LTE integrado — o modem permite aos designers de rede criarem hotspots Wi-Fi à vontade e implementar um backhaul redundante para melhorar a confiabilidade do serviço Wi-Fi e/ou ajudar a garantir que os SLAs serão atendidos.
  • Antenas 802.11ac Wave 2 com BeamFlex — com 2 x 2:2 fluxos espaciais, suporte a MU-MIMO e antenas BeamFlex+ inclusas, o modelo M510 oferece alta eficiência na cobertura e taxa de transferência consistente de download de até 150 Mbps usando o backhaul LTE.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Banco Central desenvolve projeto de Blockchain com recursos do Microsoft Azure


Redação B!T, 
2018/06/13, 15:49 
Postado em 13 de junho de 2018 às 19h00m 


O Blockchain tem despertado o interesse de empresas em todo o mundo e em quase todas as indústrias, oferecendo um potencial tão ilimitado quanto o do começo da internet.

Até então, fazer a validação e aprovação de documentos e requisições exigia que as três autarquias recorressem a soluções como e-mail, telefonemas ou mesmo ofícios em papel. 
O resultado era um processo lento, que podia levar dias ou até semanas para ser concluído, já que, muitas vezes, impressos precisavam ser enviados e recebidos múltiplas vezes entre diferentes cidades e escritórios, gerando um vai e vem de documentos físicos. Era isso o que acontecia, por exemplo, com a aprovação de um novo dirigente para uma instituição financeira, uma tarefa que demanda análises e checagens profundas do candidato pelos três órgãos.
Hoje, a requisição é gravada diretamente no Blockchain do Pier, assim como as respostas de BC, Susep e CVM, podendo ser resolvida de forma quase instantânea. Isso acontece porque cada entidade tem um pedaço dessas informações e o conteúdo é compartilhado conforme o necessário, explica Marcelo Yared, CIO do Banco Central do Brasil. Além de uma maior agilidade, trocar papéis e e-mails por uma rede descentralizada e automatizada torna todo o processo mais seguro, auditável e menos sujeito a falhas de controle.
O projeto do Pier é baseado no Quorum, uma versão corporativa do Ethereum desenvolvida pelo J.P. Morgan, com o protocolo de blockchain sendo apenas um dos muitos recursos de Blockchain disponibilizados pelo Microsoft Azure. 
A Microsoft é uma habilitadora dentro do setor financeiro e oferece uma plataforma completamente agnóstica e aberta, que traz as principais soluções de Blockchain do mercado. Assim, estamos prontos para atender as necessidades de nossos clientes e parceiros de forma fácil, simples e rápida. Acreditamos que o blockchain será cada vez mais uma tecnologia fundamental no processo de transformação digital, afirma Ronan Damasco, Diretor Nacional de Tecnologia na Microsoft Brasil.
Esse universo de possibilidades do blockchain, aliás, pode permitir que o BC expanda a atuação do Pier para o restante do setor público brasileiro. Segundo Yared, depois da primeira fase de implementação do projeto – que deve ser concluída ao longo dos próximos meses junto à Susep e CVM –, a ideia é disponibilizar a ferramenta para outros órgãos do governo. 
Queremos oferecer à administração pública um instrumento que pode trazer mais agilidade ao Estado. Começamos com a proposta de resolver um desafio local e imediato, mas a ferramenta tem um potencial muito mais amplo, podendo trazer melhorias significativas de eficiência pública. Não há limites para essas oportunidades”, diz o CIO.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Thomson Reuters lança programa de aceleração de startups no Brasil


Redação B!T, 
2018/06/12, 15:34 
Postado em 12 de junho de 2018 às 22h15m 
 

Em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs), a companhia pretende acelerar três empresas que apresentem inovações para o mercado jurídico.

A Thomson Reuters, lançou da primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, programa de aceleração para startups, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs). As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de junho de 2018, através do link, e são válidas para startups que já tenham soluções de tecnologia focadas em apoiar a rotina dos profissionais jurídicos. Podem participar empresas de todas as regiões do Brasil. A apresentação dos finalistas e vencedores do programa acontece no dia 4 de julho, no escritório da Thomson Reuters, em Campinas, cidade do interior de São Paulo.
Com o objetivo de agregar ainda mais ecficiência ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters, nesta primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, a companhia pretende encontrar startups que exibam as melhores ferramentas tecnológicas para o mercado jurídico, e que sigam os pilares: Crawlers (robôs)Legal Trends e Algoritmos Preditivos.
Crawlers, também conhecidos por robôs, que tenham funções de automatizar processoscomo monitorar, consultar, capturar e armazenar informações de processos jurídicos nos portais dos Tribunais e nos Diários Oficiais. O Legal Trends, trata-se da capacidade de combinação de dados estatísticos e análises jurídicas, com por exemplo, a probabilidade de êxito e perda, contemplando diferentes critérios de filtros e suas combinações. Já os Algoritmos Preditivos são as ferramentas de leitura, que interpretam e analisam, de forma automática, os processos e as recomendações automáticas de conteúdos que direcionem a atuação do escritório ou departamento jurídico.
Após o período de inscrições, de 15 a 22 de junho, a Thomson Reuters selecionará nove startups, sendo três novatas para cada categoria (Crawlers, Legal Trends e Algoritmos Preditivos)Estes selecionados terão a chance de apresentar as suas inovações no dia 4 de julho, onde a comissão julgadora definirá as três vencedoras – uma por categoria.
As empresas consagradas terão, como incentivo de aceleração, a chance de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters, para assim testar as suas soluções de tecnologia no software Legal One. Caso essas soluções sejam integradas às da Thomson Reuters, a iniciativa pode ainda contribuir com o mercado jurídico brasileiro.