Total de visualizações de página

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Região do Hospital das Clínicas vai receber programa de segurança preventiva


Redação B!T, 
2018/09/03, 07:10 
Postado em 09 de outubro de 2018 às 21h00m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE anunciou um programa de segurança preventiva, o São Paulo Inteligente. Com uma área total de 600 mil m2, um fluxo diário de 45 mil pessoas, 8 institutos especializados, a região do Hospital das Clínicas, considerado um dos maiores complexos hospitalares da América Latina,

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE anunciou um programa de segurança preventiva, o São Paulo Inteligente. Com uma área total de 600 mil m2, um fluxo diário de 45 mil pessoas, 8 institutos especializados, a região do Hospital das Clínicas, considerado um dos maiores complexos hospitalares da América Latina, será o primeiro local da cidade a receber o projeto em função das demandas de segurança e mobilidade do local.
Será desenvolvido um trabalho com modelos eficientes de segurança em prol da segurança primária da população, integrando tecnologias de videomonitoramento, IOT, vigilância e as inteligências da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Consciente das necessidades do mercado, a associação, por meio da expertise dos especialistas que integram a Comissão de Segurança Inteligente – CSI, sela o compromisso com diversos atores da segurança pública e privada no projeto.
O O grande propósito da Comissão de Segurança Inteligente é o trabalho nos entornos dos grandes estabelecimentos, com objetivo de implantar tecnologias qualificadas para coleta de informações, que serão subsídio para os agentes da segurança pública no combate à violência. Com o alto número de pessoas que circulam diariamente no HC, seja para atendimentos de emergência, consultas, acompanhamento de parentes ou realização de exames, esse é o local ideal para o início do projeto São Paulo Inteligente, afirma Selma Migliori, presidente da Abese.
Esta é a primeira fase da iniciativa, que na sequência contemplará o entorno de shopping centers, sendo o Eldorado o próximo projeto a ser executado. Hoje, pela manhã, todos os agentes do comitê se reuniram para o lançamento do projeto e como marco foi inaugurada uma das câmeras do entorno do shopping integrada com os sistemas City Câmera, da Prefeitura de São Paulo, e o Detecta, da Polícia Militar.

De olho no crescimento do mercado de drones, Indra tem projeto para integrar o tráfego com aeronaves tripuladas


João Miguel Mesquita, 
2018/10/03, 08:04 
Postado em 09 de outubro de 2018 às 19h10m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Resolver este desafio é imprescindível para o desenvolvimento de um negócio, o da utilização dos drones com fins profissionais ou recreativos, que só na Europa moverá mais de 10 bilhões de euros por ano.

 O mercado de drones apresenta ascensão global – e, especialmente na área de serviços, são várias as projeções de bilhões de dólares relacionadas ao uso desses aparelhos. Com uma infinidade de serviços que serão prestados usando as aeronaves não tripuladas, será fundamental integrar esse tráfego aéreo ao tradicional de maneira eficiente a fim de garantir a ocupação do espaço aéreo de maneira saudável.
Resolver essa questão é um desafio e tanto. Como uma tentativa de solucioná-la, a Indra apresentou recentemente uma proposta em um simpósio realizado na China e o projeto foi escolhido pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) como uma das iniciativas com maior capacidade de responder a este problema a partir de uma ótica não convencional.
A base do projeto da companhia é que o crescente número de drones com usos profissionais ou recreativos fará com que, a curto prazo, seja imprescindível contar com sistemas de controle específicos para gerenciar o tráfego de drones, sistemas que, no setor, são conhecidos sob o nome de Unmanned Traffic Management (UTM).
Em seguida à instalação desses sistemas, será necessário integrar os sistemas UTM com os atualmente empregados para a gestão do tráfego aéreo convencional (sistemas ATM ou Air Traffic Management).
Ainda que, em uma primeira fase, ambos os sistemas se desenvolvam de forma independente, logo será necessário aumentar de forma gradual a troca de informação entre eles, até alcançar a integração completa. Conforme a visão proposta pela Indra, este será um processo dividido em quatro fases, que concluirá quando ambos os tipos de aeronaves operam sem restrições no mesmo espaço.
Aeroportos e cidades serão dois das zonas mais sensíveis para a convivência das aeronaves tripuladas e não tripuladas, dado seu caráter crítico para a segurança. As zonas afetadas por catástrofes ou emergências exigirão especial atenção, já que, nela, irão operar de forma indistinta um grande número de drones e aeronaves convencionais, realizando tarefas perigosas, às vezes em condições de baixa visibilidade, assim como ocorre, no caso da extinção de grandes incêndios ou resgates no mar.
Para assegurar a proteção de infraestruturas críticas, edifícios oficiais ou instalações militares será necessário dispor de avançados sistemas antidrones, capazes de detectar a presença de UAVs em zonas de voo restrito e tomar as medidas necessárias para combatê-los.
Para a Indra, assegurar a segurança das operações aéreas com drones é fundamental para poder aproveitar todo o potencial econômico e de criação de emprego que este setor desenvolverá.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Startup combate impunidade no meio digital dando rapidez ao registro de provas


Redação B!T, 
2018/10/03, 07:56 
Postado em 03 de outubro de 2018 às 22h30m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Como uma alternativa aos prints, a iVeris é uma ferramenta para a captura de provas digitais de ilícitos virtuais de forma válida e rápida.

O Brasil está entre os cinco países que mais sofrem com crimes cibernéticos, de acordo com o Norton Cyber Security Insights Report de 2017. Mais de 62 milhões de brasileiros foram vítimas de ilícitos virtuais como difamação, desrespeito a direitos autorais, injúrias ou prejuízos com serviços não prestados, descumprimento de acordos, fraudes em comércio online, entre outros.
Além dos danos sofridos, muitas vezes as vítimas ainda precisam lidar com outro problema: a dificuldade em comprovar que o crime ocorreu. Há o risco de desqualificação das provas digitais durante o processo e o valor para obter estas evidências de maneira confiável, por meio da ata notarial, pode ser inviável para muitos – em São Paulo, por exemplo, o gasto facilmente chega a mil reais.
O advogado Luiz Moreli é especialista em Direito Digital e diz que, ao contrário do que as pessoas pensam, a internet não é terra sem lei. Porém, exigir direitos em caso de ilícitos ou irregularidades pode ser complicado. A velocidade e a dinâmica do mundo virtual são muito superiores às da nossa legislação que, apesar do seu esforço – como podemos verificar no Novo Código de Processo Civil (2015) que trouxe diversas novidades sobre a integração e aceitação de algumas tecnologias no mundo jurídico, em comparação com o seu anterior (1973) –, ainda está muito distante do mundo real', afirma.
Uma startup de Maringá (PR) está tentando mudar essa realidade ao colocar a capacidade de um perito técnico nas mãos de uma pessoa leiga. Na plataforma da iVeris, a vítima pode registrar o ilícito em qualquer site disponível na internet, incluindo webmails, redes sociais (Twitter, Facebook, Linkedin, entre outras), e-commerces e até a versão web do WhatsApp. O objetivo é combater crimes virtuais antes que o autor apague as provas.
Moreli ressalta a importância de iniciativas como essa, lembrando que a demora no registro de provas digitais pode resultar em impunidade. Por se tratar de um canal extremamente dinâmico e mutável, conteúdos que poderiam ser utilizados como prova podem ser apagados, excluídos, alterados. Deste modo, a agilidade para o registro da prova é fundamental para que seja resguardado o direito.
O empresário e sócio fundador da iVeris, Alexandre Munhoz, conta que a motivação para criar a startup surgiu quando ele precisou registrar uma prova e se deparou com o alto custo e a demora do processo. Temos um escritório de Branding e Inovação em Tecnologia e um de nossos clientes teve a marca copiada. Procuramos formas de ajudá-lo a registrar provas para um processo judicial e foi difícil conseguir. Ao conversar com diversos profissionais do meio jurídico, descobrimos, em especial, as dificuldades relacionadas ao registro da ata notarial. Depois de muita pesquisa técnica, conseguimos criar a iVeris.
A um custo acessível, o usuário pode obter uma prova completa e válida, com resultados que permitem uma perícia técnica. Utilizamos técnicas para manter e verificar a integridade da gravação após a captura com um ambiente controlado que evita a contaminação da prova ou fraudes no conteúdo. Temos certificação com chaves públicas no laudo e um conjunto de metadados técnicos que permite a validação da veracidade da captura e outros recursos, explica Munhoz. A plataforma da iVeris também tem um ambiente com medidas antifraude, o que é essencial para evitar a falsificação das provas.
Além disso, a startup continua investindo em segurança para garantir a neutralidade do ambiente. Recentemente formamos uma parceria com uma empresa de Cyber Segurança que possui contratos com o governo brasileiro nesta área. Com este trabalho conjunto, reforçaremos a segurança da plataforma e ampliaremos a confiabilidade do serviço, diz Munhoz.