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terça-feira, 28 de maio de 2019

Alibaba avalia fazer nova venda de ações para captar US$ 20 bi, diz agência

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Uma das maiores aberturas de capital dos Estados Unidos, varejista digital pode fazer nova listagem de ações
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Por Reuters 

Postado em 28 de maio de 2019 22h00m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

O executivo fundador do grupo Alibaba, Jack Ma, fala diante de plateia em festival global de compras em Shenzhen, na China — Foto: Bobby Yip/Reuters
A Alibaba está considerando levantar US$ 20 bilhões por meio de uma segunda listagem em Hong Kong, informou a agência "Bloomberg" nesta segunda-feira (27), citando fontes com conhecimento do assunto.
A empresa chinesa de comércio eletrônico está trabalhando com consultores financeiros na oferta planejada e pretende fazer a listagem em Hong Kong até o segundo semestre de 2019, de acordo com o reportagem da "Bloomberg".

Um porta-voz do Alibaba se recusou a comentar.
O Alibaba fez seu histórico IPO de US$ 25 bilhões em Nova York em 2014, depois que Hong Kong, seu local favorito, se recusou a aceitar sua estrutura de governança, em que um grupo de dirigentes controla a maioria das nomeações do conselho.

No início do ano passado, quando Hong Kong estava se preparando para permitir que empresas pudessem listar de ações em duas classes, o fundador da Alibaba, Jack Ma, disse que a empresa "consideraria seriamente" uma listagem na bolsa de lá.

Uma segunda listagem seria destinada a diversificar os canais de financiamento do Alibaba e aumentar a liquidez, de acordo com a reportagem da Bloomberg.
Alibaba bate recorde de vendas no Dia do Solteiro na China — Foto: Reuters 
Alibaba bate recorde de vendas no Dia do Solteiro na China — Foto: Reuters

Empresa dona do aplicativo TikTok vai fabricar seu próprio smartphone, diz jornal

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Chinesa ByteDance, conhecida pelo popular aplicativo de vídeos TikTok, irá vender aparelho com seus aplicativos instalados.
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Por G1 

Postado em 28 de maio de 2019 às 18h00m 
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Empresa por trás da rede social TikTok pode ter um smartphone de fabricação própria — Foto: BBC
A ByteDance, empresa chinesa por trás do popular aplicativo de vídeos curtos TikTok, irá fabricar seu próprio smartphone. A informação foi dada pelo jornal inglês Financial Times nesta segunda-feira (27).

Segundo a reportagem, o aparelho deve vir com o próprio TikTok já instalado, além do agregador de notícias Jinri Toutiao e um outro aplicativo de transmissão de músicas — como o Spotify — que a empresa ainda não lançou. A reportagem do "Financial Times" não esclareceu detalhes do aparelho ou em qual mercado ele será focado.

Outras gigantes da tecnologia já tentaram se aventurar no mercado de smartphones — como a Amazon, que chegou a fabricar o Fire Phone e interrompeu as vendas pelo pouco sucesso do aparelho. Apesar disso, o aplicativo de selfies Meitu, bastante popular na China, já firmou parcerias com a fabricante Xiaomi, também da China.

Em janeiro deste ano a empresa já havia comprado algumas patentes de uma outra companhia da China, chamada Smartisan, especializada em fabricação de smartphones. À época, a ByteDance justificou a aquisição das patentes afirmando que iria utilizar as tecnologias para investir no negócio de educação.

Anteriormente chamado de Musical.ly, o TikTok é um aplicativo que permite gravar vídeos curtos, geralmente com dublagens musicais, danças, clipes ou cenas de humor. O app já chegou à lista dos mais baixados nos Estados Unidos.

Avaliada no final do ano passado em cerca de US$ 75 bilhões, a Bytedance é uma das startups mais valiosas do mundo.

sábado, 25 de maio de 2019

Com alta do Bitcoin, criminosos colocam aplicativos falsos no Google Play

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Apps fingiam gerar chave criptográfica e usuário recebia endereço para depósitos que pertencia aos golpistas.
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Por Altieres Rohr 

Postado em 25 de maio de 2019 às 17h00m 

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
A fabricante de antivírus Eset divulgou um alerta sobre aplicativos falsos de Android que prometem criar carteiras digitais para criptomoedas. Os programas, que chegaram a ser cadastrados no Google Play, iludem os usuários e informam o endereço de uma carteira que na verdade pertence aos criminosos. Quando o usuário tentar abastecer a carteira com alguma criptomoeda, quem recebe os recursos é o criminoso.

Carteiras digitais de criptomoedas funcionam por meio de uma "chave privada" de criptografia. Para uma carteira ser criada, o programa deve gerar uma chave e, a partir dela, criar um endereço que servirá para os recebimentos da carteira. Os aplicativos falsos apenas fingem realizar esse procedimento e informam um endereço de outra carteira cuja chave privada está nas mãos dos criminosos.

De acordo com Lukas Stefanko, pesquisador da Eset, dois aplicativos falsos foram detectados no Google Play: Trezor e Coin Wallet. Os dois já foram removidos da loja oficial do Google.
Aplicativo falso 'Coin Wallet' tinha boa avaliação no Google Play. — Foto: Reprodução/ESET 
Aplicativo falso 'Coin Wallet' tinha boa avaliação no Google Play. — Foto: Reprodução/ESET

O Trezor é um aplicativo verdadeiro de carteiras para Android. Os criminosos cadastraram outro aplicativo com o mesmo nome para enganar quem procurava pelo software original. O Coin Wallet era idêntico ao Trezor falso porque os dois aplicativos fajutos foram criados a partir de um "modelo" idêntico, de acordo com Stefanko.

Após o aplicativo falso da Trezor ser instalado, ele colocava o ícone do "Coin Wallet" no celular — um indício da fraude e da semelhança entre os dois códigos. Uma vez iniciado, ele pode um login e uma senha, mas não especifica o serviço em que o usuário será logado. Qualquer informação é enviada para os criminosos e nenhum erro é apresentado.

No processo seguinte, o aplicativo fingia gerar a carteira para o usuário. Na verdade, ele informava uma das carteiras pré-programadas e controladas pelos golpistas.

Usuários do Trezor verdadeiro não tiveram seus dados roubados diretamente por esse aplicativo. Como o programa fraudulento apenas informava um endereço de carteira falso, quem já tinha uma carteira no Trezor verdadeiro não teria a carteira roubada com o uso da versão falsificada.

No entanto, qualquer senha informada nos aplicativos falsos deve ser trocada.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
Selo Altieres Rohr — Foto: Ilustração: G1 
Selo Altieres Rohr — Foto: Ilustração: G1