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sexta-feira, 27 de março de 2020

Vendas globais de smartphones têm queda de 14% em fevereiro, mostra pesquisa

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Impacto foi sentido principalmente por conta do fechamento de lojas na China, em decorrência do coronavírus.
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 Por Reuters  

 Postado em 27 de março de 2020 às 20h00m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
As vendas globais de smartphones caíram 14% em fevereiro, diante da disseminação do coronavírus na China e em outros países, informou a Counterpoint Research, empresa de análise de mercado, nesta quinta-feira (26). Os dados são o prenúncio de uma queda ainda maior nas vendas conforme a pandemia se intensifica em outras partes do mundo.

O vírus levou a Apple e outras fabricantes de smartphones a fechar lojas na China em fevereiro e dados do governo sugerem que a Apple vendeu menos de 500 mil smartphones no mercado chinês durante o mês.

As lojas no país foram reabertas em março, enquanto que a empresa ordenou o fechamento de unidades ao redor do mundo, em decorrência da doença.

A China, que teve queda de 38% nas vendas em fevereiro em relação ao ano anterior, agora está mostrando sinais de recuperação, com muitas lojas reabrindo em meados de março.

Também há sinais de recuperação na Coreia do Sul, mas para outras partes do mundo "o pior ainda está por vir", disse Jean Park, analista sênior da Counterpoint.

Os fabricantes de smartphones estão enfrentando novas interrupções na cadeia de fornecimento, à medida que mais países impõem paralisações. Na terça-feira (24), a Foxconn, uma das principais fornecedoras da Apple, disse que suspenderá as operações na Índia em conformidade com as ordens do governo local.

terça-feira, 24 de março de 2020

Microsoft alerta para nova vulnerabilidade no Windows que ainda não tem correção

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Hackers já utilizaram a falha em ataques 'limitados e direcionados', disse a empresa.
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 Por Altieres Rohr  

 Postado em 24 de março de 2020 às 17h35m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
 Prévia de visualização de documentos no Explorador de Arquivos abre caminho para exploração da brecha. Painel pode ser desativado para minimizar riscos, mas usar apenas documentos seguros, como o mostrado na imagem, também evita problemas. — Foto: Reprodução 
Prévia de visualização de documentos no Explorador de Arquivos abre caminho para exploração da brecha. Painel pode ser desativado para minimizar riscos, mas usar apenas documentos seguros, como o mostrado na imagem, também evita problemas. — Foto: Reprodução

A Microsoft publicou um alerta informando que hackers estão explorando uma falha de segurança inédita no Windows 10, Windows 8.1 e Windows 7, não havendo uma correção disponível para o problema ainda. Para ser atacado, basta abrir um documento ou clicar nele no Explorador de Arquivos com o painel de visualização aberto.

Embora a falha atinja o Windows 10, as funções de segurança presentes nessa versão do Windows minimizam o impacto da falha. De acordo com a Microsoft, não foram registrados ataques contra o Windows 10, o que significa que sistemas com Windows 7 e 8.1 são os mais vulneráveis.

Documentos normalmente são inofensivos e não conseguem instalar pragas digitais no computador. Mas, por conta dessas falhas, que se localizam em um método de processamento de fontes (estilos de texto), um documento pode ser criado para executar códigos como se fosse um programa – e com isso instalar o um software malicioso no sistema.

De acordo com a Microsoft, os ataques que se aproveitaram dessa brecha são "limitados e direcionados".
Na prática, isso indica que poucos hackers têm o domínio da técnica de exploração, diminuindo a probabilidade de ataques em larga escala.
A falha não tem relação com a vulnerabilidade "SMBGhost", que mereceu uma atualização emergencial da Microsoft, na semana passada. A SMBGhost pode ser explorada de forma automatizada, em que um programa consegue localizar outros sistemas vulneráveis e contaminá-los automaticamente.
Embora certas medidas possam reduzir os canais de exploração, ainda será necessário evitar a abertura de documentos de fontes não confiáveis.
Por enquanto, no entanto, não há registro de ataques em larga escala. Também não foi divulgado o teor dos documentos falsos que estão se aproveitando da falha.

O próximo pacote de atualizações da Microsoft está previsto para o dia 14 de abril. No Windows 7, que é considerado obsoleto, a atualização só está garantida para empresas com contrato de suporte estendido.

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terça-feira, 17 de março de 2020

Microsoft libera atualização de emergência para falha que permite espalhar vírus em rede corporativa

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Erro foi comparado ao problema explorado pelo vírus WannaCry em 2017.
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 Por Altieres Rohr  

 Postado em 16 de março de 2020 às 21h50m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Brecha atinge recurso das versões mais recentes do Windows 10.  — Foto: Shannon Stapleton / Reuters 
Brecha atinge recurso das versões mais recentes do Windows 10. — Foto: Shannon Stapleton / Reuters


Microsoft liberou uma atualização emergencial para corrigir uma vulnerabilidade na tecnologia de compartilhamento de arquivos e impressoras em redes Windows.
A falha é considerada grave, por permitir que um vírus se espalhe de um computador para outro em uma rede corporativa.
Sistemas com Windows 10 devem receber a atualização automaticamente. Será preciso reiniciar o computador para concluir a instalação. Por isso, a maioria dos usuários não precisa tomar nenhuma atitude específica para se proteger.

O cronograma regular da Microsoft prevê a disponibilização de um pacote de atualização por mês, na segunda terça-feira.

Lançamentos em outros dias e distribuídos automaticamente para todos os usuários são consideradas "emergenciais". Essas atualizações normalmente tratam de vulnerabilidades críticas ou já conhecidas, que representam um risco imediato.

A brecha corrigida nessa atualização afeta o Server Message Block (SMB), o componente do Windows responsável pela interação do computador com outras máquinas em redes empresariais para o compartilhamento de recursos. O problema existe apenas nas versões 1903 e 1909 do Windows 10, já que as versões mais antigas não são compatíveis com o recurso específico que está vulnerável.

Por conta das circunstâncias estranhas que levaram a falha a ser conhecida antes da atualização ser disponibilizada, ela foi apelidada de "SMBGhost" ("Fantasma do SMB").
Em algumas situações, a falha pode ser explorada pela internet. Especialistas veem semelhanças entre esta falha e a EternalBlue, usada pelo vírus WannaCry em 2017 para contaminar mais de 300 mil computadores em quatro dias.
Contudo, a nova falha envolve o SMBv3, a versão mais recente da tecnologia, o que significa que um sistema não pode ser imunizado desativando o SMBv1, como acontecia com o EternalBlue.

Vazamento de informação
A vulnerabilidade não está sendo explorada por hackers, mas uma aparente falha de comunicação fez com que os detalhes do problema vazassem na web.

Companhias de segurança costumam publicar alertas para falhas no Windows depois que a Microsoft já lançou uma atualização para corrigi-las. Nesse caso, empresas de segurança publicaram boletins de alerta sobre a vulnerabilidade antes de uma correção ser disponibilizada.

Os boletins revelavam algumas "pistas" do problema, aumentando a chance de que um código de ataque seria desenvolvido e se tornasse uma ameaça para os usuários. Sem uma atualização disponível para fechar a brecha, muitos computadores estariam em risco, obrigando a Microsoft a lançar uma atualização emergencial.
É possível que a Microsoft estivesse planejando lançar a atualização no pacote mensal de março, que foi ao ar no dia 10, mas acabou adiando essa correção. Como a informação já tinha chegado aos parceiros, os dados da falha acabaram vazando e a atualização não foi possível esperar até abril.
Uma das empresas chegou a apagar o boletim publicado, mas já era tarde demais. Foi esse contexto de "desaparecimento" de informações que rendeu o apelido de "Fantasma" ("SMBGhost") para a falha.

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