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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Banco Central cria grupo de estudo para propor modelo de moeda digital

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Grupo vai propor modelo e identificar riscos. Moeda digital faria parte da política monetária do país e não funcionaria como as criptomoedas, sem garantia, a exemplo da bitcoin.  
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Por Laís Lis, G1 — Brasília  
20/08/2020 19h25 Atualizado há 3 horas
Postado em 20 de agosto de 2020 às 22h30m

  * Post.N. -\- 3.828 *  
O Banco Central informou nesta quinta-feira (20) que criou um grupo de estudos para discutir a possível emissão de moeda digital no país.

Segundo o BC, o grupo vai propor um modelo de emissão de moeda digital e identificar riscos.

As moedas digitais não têm uma forma física e circulam somente no meio eletrônico.
Moeda digital: entenda como funciona Moeda digital: entenda como funciona

Em nota, o BC informou que a emissão de moeda digital por bancos centrais pode ser uma possibilidade para aprimorar o modelo vigente das transações comerciais entre as pessoas e mesmo entre países.

A iniciativa avaliará, também, como uma moeda eletrônica pode trazer benefícios complementares aos que estão sendo introduzidos com a implantação do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, que começa a funcionar em novembro, informou o BC.

De acordo com o BC, as moedas digitais emitidas por bancos centrais não funcionam como as bitcoins, por exemplo, que são criptomoedas sem garantia.

A moeda digital em estudo, se adotada, fará parte da política monetária do país.
Criptomoeda vai muito além de ser apenas uma moeda digital
Criptomoeda vai muito além de ser apenas uma moeda digital
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quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Chrome vai esconder endereço completo das páginas em experimento contra sites falsos

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Google anunciou que Chrome 86 testará recurso para facilitar identificação do endereço da página. 
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Por Altieres Rohr
É fundador de um site especializado na defesa contra ataques cibernéticos
19/08/2020 14h49 Atualizado há 5 horas
Postado em 19 de agosto de 2020 às 19h50m

  * Post.N. -\- 3.827 *  
Logo do navegador Chrome, do Google — Foto: ReproduçãoLogo do navegador Chrome, do Google — Foto: Reprodução

O Google anunciou que a versão 86 do Chrome, programada para lançamento no fim de agosto, realizará um experimento com alguns usuários e esconderá o endereço completo (chamado de "URL") das páginas, deixando apenas a parte principal (ou "domínio") do endereço. O intuito é facilitar a identificação de páginas falsas.

Em ataques de phishing, o golpista quase sempre precisa convencer a vítima a visitar uma página falsa localizada em um endereço diferente do que seria o correto. Essas páginas clonadas usam as partes menos importantes do endereço para incluir o nome da marca ou instituição financeira representada no golpe e confundir a vítima, evitando que o site falso seja identificado.

Por outro lado, os usuários não verão mais o link completo da página. Em um site como o G1, isso significa que a barra de endereço mostrará sempre "g1.globo.com", mesmo ao visualizar uma notícia e não apenas a página principal.

Para ver o link completo, o usuário poderá passar o mouse sobre a barra de endereços. Também haverá uma opção para desativar o recurso e exibir sempre toda a URL, como é hoje.
Google Chrome vai esconder parte do endereço das páginas até que usuário coloque o mouse sobre a barra de endereços — Foto: Divulgação/Google

Para justificar esse experimento, o Google citou um estudo segundo o qual 60% dos usuários confundem a legitimidade das páginas quando o nome da marca aparece nessas partes menos importantes do endereço, que serão ocultadas.

Os navegadores modernos já destacam a parte do domínio do site, normalmente com um contraste diferente na fonte. A eficácia da medida do Google também pode ser reduzida com o uso de endereços mais parecidos com o dos sites verdadeiros.

Caso o experimento seja bem-sucedido, é possível que a mudança apareça para todos os usuários em uma versão posterior do Chrome.

Páginas 'rápidas' e segurança inadequada

O Google também anunciou que o Chrome vai alertar o usuário quando a página visitada for considerada uma "página rápida". O Google vai utilizar dados coletados pelo Core Web Vitals, um método que avalia a qualidade do site com base nas velocidades de carregamento e interação de páginas web.

A mudança vai aparecer no Chrome 85 Beta para Android. A navegação em smartphones sofre mais do que a navegação em desktops com páginas lentas, tendo em vista que a qualidade das conexões com a rede celular nem sempre são totalmente estáveis.

Outro alerta deve aparecer em formulários de páginas seguras (HTTP) cujo conteúdo preenchido será enviado a uma página sem segurança.

Esses dois indicativos visuais servem como incentivo para que os responsáveis pelas páginas web adotem práticas melhores na construção dos sites.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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terça-feira, 18 de agosto de 2020

Volkswagen monta primeiras unidades de caminhão elétrico no Brasil

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Protótipos são produzidos em Resende, RJ, para validação e testes de homologação. Produção em série está confirmada para o primeiro semestre do ano que vem.  
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Por G1  
18/08/2020 17h13 Atualizado há 13 minutos
Postado em 18 de agosto de 2020 às 17h30m

  * Post.N. -\- 3.826 *  
G1 testa caminhão elétrico criado no Brasil G1 testa caminhão elétrico criado no Brasil


A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou nesta terça-feira (18) que iniciou a produção de forma experimental do e-Delivery, o primeiro caminhão elétrico criado no Brasil e com produção local confirmada. O G1 testou o modelo em 2018.

Por enquanto, a produção será em uma área da unidade de Resende (RJ) chamada de "fábrica laboratório". Essas unidades não serão comercializadas. O objetivo é realizar os ajustes necessários nos processos e na linha de produção definitiva do caminhão.
Fábrica da Volkswagen Caminhões e Ônibus se prepara para produzir o primeiro caminhão elétrico do Brasil — Foto: DivulgaçãoFábrica da Volkswagen Caminhões e Ônibus se prepara para produzir o primeiro caminhão elétrico do Brasil — Foto: Divulgação

O primeiro veículo que sair da fábrica laboratório será usado para treinamento dos operadores do consórcio modular, uma espécie de parque de fornecedores dentro da própria unidade de Resende.

Nesse sistema, cada fabricante será responsável por produzir sua parcela do e-Delivery. O formato de consórcio já existe na linha de caminhões a combustão na fábrica da Volkswagen do Sul do Rio.

"Tal como há 25 anos, quando amadurecemos nosso processo produtivo numa linha experimental em Resende, começamos a consolidar nosso know-how também na manufatura de veículos elétricos", disse, em nota, Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Por ser um veículo elétrico, o e-Delivery também exige um processo maior de treinamento de funcionários, operadores e concessionários. Até por isso, os testes vão continuar em laboratórios espalhados pelo país e também no campo de provas da Volkswagen.
Volkswagen e-Delivery — Foto: Marcelo Brandt/G1Volkswagen e-Delivery — Foto: Marcelo Brandt/G1

Os funcionários da produção, por exemplo, estão sendo treinados para as demandas específicas da propulsão elétrica, como montagem da bateria e o chamado comissionamento, quando o veículo elétrico é energizado pela primeira vez.

Nessa etapa, há procedimentos específicos para lidar com tensões superiores a 600V.
Segundo a Volkswagen, a produção em série do e-Delivery terá início no primeiro semestre do ano que vem. Atualmente, algumas unidades rodam em testes na distribuição de bebidas em São Paulo.

Conheça o Jac iEV 1200T, o primeiro caminhão elétrico à venda no Brasil Conheça o Jac iEV 1200T, o primeiro caminhão elétrico à venda no Brasil
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