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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Samsung anuncia chegada do Galaxy Note 20 ao Brasil; preços começam em R$ 6.499

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Smartphone tem tela maior do que antecessor e opção 'Ultra'. Empresa também lançou novo tablet, fone de ouvido sem fio e relógio inteligente.  
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Por G1 
02/09/2020 11h03 Atualizado há 3 horas
Postado em 02 de setembro de 2020 às 14h05m

  * Post.N. -\- 3.837 *  
Galaxy Note 20 Ultra (esquerda) e Galaxy Note 20 (direita) estreiam no Brasil — Foto: Reprodução/SamsungGalaxy Note 20 Ultra (esquerda) e Galaxy Note 20 (direita) estreiam no Brasil — Foto: Reprodução/Samsung

A Samsung anunciou nesta quarta-feira (2) a chegada dos novo Galaxy Note 20 ao Brasil, além dos seus fones de ouvido Galaxy Buds Live, do relógio Galaxy Watch 3 e dos tablets Galaxy Tab S7 e S7+.

Os novos smartphones são dois dos principais lançamentos da companhia no ano e chegam em duas versões: Galaxy Note 20 e Note 20 Ultra, com especificações ainda mais avançadas.

O período de pré-venda vai de 3 a 17 de setembro, com o varejo comercializando a partir do dia 18 de setembro. Veja os preços no Brasil:
  • Galaxy Note 20, com 8GB de RAM e 256GB de armazenamento: R$ 6.599;
  • Galaxy Note 20 Ultra, com 12GB de RAM e 256GB de armazenamento: R$ 7.999.

A versão padrão será vendida nas cores bronze, verde e cinza, enquanto o modelo Ultra será disponibilizado em bronze, preto e branco.

Modelo é evolução do Galaxy Note 10

Os novos smartphones são evoluções da linha Note, que geralmente é atualizada todos os anos e tem como aposta a produtividade e desempenho.

O Galaxy Note 10, lançado ano passado, estreou na linha duas medidas diferentes, com a versão padrão e a opção "plus". A ideia se repete esse ano com o modelo "Ultra".

O preço de lançamento do Note 20 subiu R$ 1.200 em comparação com o Note 10, que começava em R$ 5.299. A alta nos valores está relacionada com a subida do dólar.
Mesmo com a chegada dos novos celulares, o Note 10 continua sendo vendido.

As principais características dos smartphones da linha Galaxy Note são a tela grande e a caneta S Pen, que permite anotações à mão e conta com outras funcionalidades.

Detalhes do Galaxy Note 20 e 20 Ultra

Galaxy Note 20 tem tela grande e três câmeras na parte traseira — Foto: Reprodução/SamsungGalaxy Note 20 tem tela grande e três câmeras na parte traseira — Foto: Reprodução/Samsung

O Galaxy Note 20 tem painel de 6,7 polegadas com resolução Full HD+. A tela cresceu em relação ao Galaxy Note 10, que tinha display de 6,3 polegadas.

O smartphone conta com um conjunto de três câmeras, com lentes diferentes para tirar fotos tradicionais (64 MP), com ângulo aberto de 120º (12 MP) ou com zoom de 3x (12 MP). A câmera para selfies tem 10 MP.

Em termos de componentes, o processador tem oito núcleos e é da última geração de chips da Samsung. São 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.
Galaxy Note 20 Ultra é maior, mais potente e tem câmeras mais sofisticadas — Foto: Reprodução/SamsungGalaxy Note 20 Ultra é maior, mais potente e tem câmeras mais sofisticadas — Foto: Reprodução/Samsung

Já o Note 20 Ultra é ainda maior: 6,9 polegadas com resolução Full HD+. O modelo Note 10+ tinha 6,8 polegadas.

A opção Ultra é parecida com a versão padrão, mas conta câmeras mais poderosas e tem visual mais "quadrado". O sensor principal da câmera tem 108 MP, quase o dobro da resolução do Note 20.

Para as fotos com zoom, a resolução é a mesma (12MP), mas o sensor consegue aproximar objetos em 5x de forma óptica, sem perda de qualidade, além de um zoom digital de 50x. A câmera que tira fotos com ângulo de 120º é a mesma (12MP).

O processador é igual ao modelo padrão, mas o aparelho tem 12 GB de RAM.
Ambos são compatíveis com o 5G DSS, sistema que algumas operadoras brasileiras começaram a adotar. Os smartphones vão funcionar com o 5G tradicional posteriormente.

A caneta S Pen, característica da linha Note, ganhou melhorias na sensibilidade e seu tempo de resposta está mais ágil. A fabricante diz que o tempo entre tocar na tela e o traço ser registrado caiu em até 80%.

O acessório também ganhou novos gestos que podem ser feitos no ar para executar funções como ir para a tela inicial, voltar, exibir o app mais recente, entre outros.

Ficha técnica

  • Tela: 6,7 e 6,9 polegadas;
  • Resolução da tela: Full HD+;
  • Câmera traseira: Tripla no Note 20 com 64, 12 e 12 megapixels; Tripla no Note 20 Ultra com 108, 12 e 12 megapixels;
  • Câmera frontal: 10 MP nos dois modelos;
  • Processador: Exynos 990 de oito núcleos;
  • RAM: 8 e 12 GB;
  • Armazenamento: 256 GB;
  • Capacidade da bateria: 4.300 e 4.500 mAh;
  • Sistema operacional: Android 10.
Galaxy Tab S7 e S7+

O principal tablet da companhia também recebeu atualizações e foi lançado no Brasil. São dois modelos: o Galaxy Tab S7, com tela de 11 polegadas, e Tab S7+, com painel de 12,4 polegadas.
Galaxy Tab S7 também é compatível com a S Pen, caneta stylus da marca — Foto: Reprodução/SamsungGalaxy Tab S7 também é compatível com a S Pen, caneta stylus da marca — Foto: Reprodução/Samsung

A marca aposta na produtividade com o tablet e inclui uma caneta S Pen na caixa.
Os modelos custarão R$ 6.599 e R$ 8.999, respectivamente. As vendas começam em 18 de setembro, com encomendas entre 3 a 17 de setembro.

Galaxy Buds Live

A companhia aproveitou o evento para anunciar a chegada dos seus novos fones de ouvido sem fio, que chegam para concorrer com os AirPods, da Apple.
Fones Galaxy Buds Live vêm com uma caixinha para transporte e recarga — Foto: Reprodução/SamsungFones Galaxy Buds Live vêm com uma caixinha para transporte e recarga — Foto: Reprodução/Samsung

Batizados de Galaxy Buds Live eles têm um formato curioso, que lembram um feijão. A principal característica é a tecnologia de cancelamento de ruído, que isola o som externo.

Os fones serão vendidos no Brasil por R$ 1.299, a partir do dia 18 de setembro. Há condições especiais para quem comprar antecipadamente. As cores disponíveis são bronze, preto e branco.

Galaxy Watch 3

Por fim, a marca trouxe um novo relógio inteligente, o Galaxy Watch 3.

O modelo será vendido em duas versões: a de 41mm sairá por R$ 2.799 nas cores bronze e prata, e a de 45mm custará R$ 2.999 somente na cor preta. O início das vendas no varejo também é no dia 18 de setembro, com promoções para compras antecipadas.
Galaxy Watch 3 tem sensores para a saúde, mas sem recomendação médica — Foto: Reprodução/SamsungGalaxy Watch 3 tem sensores para a saúde, mas sem recomendação médica — Foto: Reprodução/Samsung

Entre as características estão detector de quedas e sensor de saturação de oxigênio no sangue, também chamado de oxímetro – essa funcionalidade não tem recomendação médica e sua precisão não é suficiente para checar sintomas de doenças como a Covid-19.

Outra novidade do relógio é um leitor de pressão arterial, mas esse recurso só será disponibilizado no Brasil quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizar.

Smartphone dobrável terá produção nacional

A Samsung aproveitou o evento virtual para revelar que o seu smartphone dobrável, o Galaxy Z Fold 2, será produzido no Brasil. A companhia prevê que as vendas do modelo comecem no país em outubro, mas não anunciou o preço.

O aparelho teve seus detalhes divulgados na última terça-feira (1º), junto com a data de venda e preço para os Estados Unidos. Por lá, o modelo vai custar US$ 1.999, o equivalente a R$ 10.730 na cotação atual.

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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Samsung revela detalhes do dobrável Galaxy Z Fold 2, seu smartphone mais caro da história

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Modelo tem tela interna flexível e painel extra na parte de fora. Será vendido nos EUA ao equivalente a R$ 10.700, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.  
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Por G1  
01/09/2020 11h10 Atualizado há 4 horas
Postado em 01 de setembro de 2020 às 15h15m

  * Post.N. -\- 3.836 *  
Samsung Galaxy Z Fold 2 reduziu as bordas da tela em relação ao antecessor. — Foto: Reprodução/SamsungSamsung Galaxy Z Fold 2 reduziu as bordas da tela em relação ao antecessor. — Foto: Reprodução/Samsung

A Samsung revelou nesta terça-feira (1º) detalhes, preço e disponibilidade do Galaxy Z Fold 2, seu novo smartphone dobrável.

O aparelho será vendido inicialmente nos Estados Unidos, com pré-venda começando hoje e envios programados para 18 de setembro. O preço sugerido é de US$ 1.999 (R$ 10.755, na cotação atual). A marca ainda não divulgou preço e data de venda para o Brasil.

É o smartphone mais caro já lançado pela Samsung. O Galaxy Z Fold 2 tem especificações de última geração, incluindo suporte à tecnologia 5G, mas seu destaque é a tela flexível.

O modelo dobrável tem dois painéis, ambos com a tecnologia AMOLED.
Na parte de dentro há um display de 7,6 polegadas, com foco no uso multitarefas e que pode ser utilizado parcialmente dobrado. Uma de suas novidades em relação ao modelo anterior é a taxa de atualização de 120 Hz, que deixa as animações mais fluidas.

Por fora há uma tela de 6,2 polegadas, para visualizar notificações e responder mensagens sem precisar abrir o celular.

É possível tirar selfies de três maneiras: com uma das três câmeras traseiras, usando o aparelho aberto; com a câmera que fica na tela interna ou com o sensor que fica em cima da tela externa. Ou seja, no total são 5 câmeras.

O Galaxy Z Fold 2 é o terceiro dobrável da Samsung. O primeiro foi o Galaxy Fold, anunciado no começo de 2019 e que tinha um formato maior, parecido com um tablet.
Depois, em fevereiro de 2020, a marca lançou o Galaxy Z Flip, com formato menor e que lembrava os aparelhos flip de antigamente.
Galaxy Z Fold 2 dobrado — Foto: Reprodução/SamsungGalaxy Z Fold 2 dobrado — Foto: Reprodução/Samsung

O novo aparelho é uma evolução do Galaxy Fold, mas também pega emprestado algumas características do Galaxy Z Flip.

O modelo diminuiu as bordas ao redor das telas, tanto na parte interna quanto externa, e aprimorou sua dobradiça que pode ser posicionada em diferentes ângulos.

A promessa é que a tela não fique marcada após dobrá-la, graças a duas peças plásticas que evitam que as superfícies do display flexível entre em contato direto quando o celular fica fechado.

Não é um dispositivo tão leve e fino como smartphones tradicionais, além de ser mais pesado e grosso do que a geração anterior.
O Galaxy Z Fold 2 pesa 282 gramas (contra 263 gramas do Galaxy Fold) e pode chegar a 16,8mm de espessura quando dobrado (versus 15,5mm do Fold). Aberto ele é fininho: 6,9 mm.
Tela exterior do Galaxy Z Fold 2 — Foto: Reprodução/SamsungTela exterior do Galaxy Z Fold 2 — Foto: Reprodução/Samsung

A fabricante mudou parte do design em relação ao seu antecessor, que teve seu lançamento adiado por um problema de projeto – a tela poderia quebrar se uma película fosse removida.

A Samsung ainda não revelou previsão para a chegada do novo smartphone no Brasil. O Galaxy Fold foi lançado no país em janeiro de 2020 por R$ 12.999, enquanto o Galaxy Flip chegou no mês seguinte com preço sugerido de R$ 8.999.

As telas flexíveis são destaque do segmento dos celulares, que há alguns anos não apresenta grandes inovações de hardware.
Apesar do fator novidade, elas lembram muito a época dos modelos flip dos anos 2000 – tanto que a Motorola reviveu o Razr V3, sensação de 15 anos atrás, com um modelo dobrável.

Outras marcas como a Huawei e a Royole também lançaram smartphones com telas flexíveis, apostando no formato mais próximo do Galaxy Z Fold 2, que se transforma em uma espécie de tablet.

Ficha técnica
  • Tela interna: 7,6 polegadas;
  • Tela externa: 6,2 polegadas;
  • Câmera traseira: Tripla, todos os sensores com 12 MP. Uma lente ultra-angular, outra grande-angular e uma telefoto (com zoom óptico de 2x);
  • Câmera frontal da tela maior: 10 MP;
  • Câmera da tela menor: 10MP;
  • Processador: Snapdragon 865+ (nos EUA);
  • Memória RAM: 12 GB;
  • Armazenamento: 256 GB;
  • Capacidade da bateria: 4.500 mAh;
  • Sistema operacional: Android 10.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Elon Musk: bilionário divulga avanços em seu plano para conectar nossos cérebros a computadores

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Em apresentação na sexta, Musk disse que uma de suas empresas faz pesquisas para dar "superpoderes" aos seres humanos. 
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Por BBC  
30/08/2020 18h19 Atualizado há um dia
Postado em 31 de agosto de 2020 às 19h00m

  * Post.N. -\- 3.835 *  
Conectar o cérebro humano a uma máquina é uma meta muito ambiciosa — Foto: Getty Images/BBCConectar o cérebro humano a uma máquina é uma meta muito ambiciosa — Foto: Getty Images/BBC 

Imagine poder gravar suas recordações em um computador, diretamente de seu cérebro, e vê-las novamente quando quiser? Ou mesmo "baixá-las" para outro corpo?

Esse é o futuro que o empresário bilionário Elon Musk imagina e que a tecnologia desenvolvida por sua startup de neurociência, a Neuralink, poderia ajudar a tornar realidade, segundo ele.

Musk divulgou uma prévia dos avanços feitos peça empresa na sexta-feira, e chamou a iniciativa de "jornada para capacitar humanos com superpoderes."
Os pesquisadores, diz Musk, conseguiram conectar um porco a um computador por dois meses implantando um chip do tamanho de uma moeda em seu cérebro.

A empresa diz que o objetivo final é implantar esse tipo de dispositivo no órgão mais complexo do ser humano para ajudar a curar doenças como o Alzheimer; ou permitir que pessoas com doenças neurológicas controlem telefones ou computadores com a mente.
Elon Musk  — Foto: Getty Images/G1Elon Musk — Foto: Getty Images/G1

No entanto, a maior ambição da empresa, cofundada por Musk em 2016 e com sede em San Francisco, nos Estados Unidos, concentra-se em abrir as portas para o que Musk chama de "cognição super-humana".

As pessoas precisam se fundir com a inteligência artificial (IA), argumenta o empresário, em parte para evitar um cenário em que a IA se torne tão poderosa que destrua a raça humana.

A apresentação

Na apresentação de sexta-feira (28), Musk descreveu o sensor Neuralink, com cerca de 8 milímetros de diâmetro (menor que a ponta de um dedo), como um "Fitbit em seu crânio, com pequenos fios".

O dispositivo desenvolvido pela empresa consiste em uma pequena sonda que contém mais de 3 mil eletrodos conectados a fios flexíveis e mais finos que um fio de cabelo humano. A sonda pode monitorar a atividade de mil neurônios cerebrais — o cérebro humano tem cerca de 86 bilhões de neurônios.

O empresário mostrou o robô que a empresa usa para introduzir esses fios nas áreas do cérebro responsáveis ​​pelas funções motoras e sensoriais enquanto o animal receptor está sob anestesia local.
Um dos objetivos da empresa é combater algumas doenças neuronais — Foto: Getty Images/BBCUm dos objetivos da empresa é combater algumas doenças neuronais — Foto: Getty Images/BBC

O empresário apresentou o que descreveu como "uma demonstração dos três porquinhos", entre eles Gertrude, o animal que durante dois meses recebeu o chip na parte do cérebro que controla o focinho.

Musk mostrou ao público como um computador exibia a atividade cerebral do animal ao se conectar com o dispositivo.

O dispositivo pode ser removido, disse Musk, citando como exemplo a outra porca, Dorothy, que recebeu o implante e depois teve o dispositivo retirado. Ele disse ainda ter implantado dois dispositivos em outros porcos.

"Todos estão saudáveis, felizes e sem diferenças em relação a um porco normal", afirmou.
Os testes mais recentes do dispositivo foram feitos em porcos — Foto: NeuralinkOs testes mais recentes do dispositivo foram feitos em porcos — Foto: Neuralink

O neurologista da Universidade de Stanford, Sergey Stavisky, considerou que a empresa alcançou "um progresso significativo e admirável" desde sua última apresentação, há um ano, e mostrou os benefícios de ter uma equipe multidisciplinar trabalhando para atingir esse objetivo, informou a agência Reuters.

No último avanço divulgado, a empresa afirmava que havia testado o dispositivo em um macaco, que era capaz de controlar um computador com seu cérebro.

Outros especialistas fora da empresa também elogiaram os avanços de Musk, embora tenham pedido cautela, considerando que estudos mais longos são necessários para determinar a durabilidade do dispositivo e suas consequências.

A professora associada de medicina física e reabilitação da Universidade de Pittsburgh, Jennifer Collinger, descreveu o projeto de Musk como "uma tecnologia verdadeiramente revolucionária no difícil espaço da tecnologia médica".

"O Neuralink tem recursos suficientes e, o mais importante, uma equipe de cientistas, engenheiros e médicos trabalhando em prol de um objetivo comum, o que dá (ao projeto) grandes chances de sucesso", disse ela em entrevista à BBC.
No entanto, ela fez ressalvas.

"Mesmo com esses recursos, o desenvolvimento de dispositivos médicos leva tempo e a segurança precisa ser uma das principais prioridades, então suspeito que esse processo levará mais tempo do que a meta que eles estabeleceram", afirma.

De fato, no relatório de sexta, Musk mostrou uma alteração no cronograma dos testes em humanos — que ele havia dito anteriormente que começariam este ano.

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