Total de visualizações de página

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Maior feira de tecnologia do mundo, CES 2021 começa nesta segunda em formato digital

=======.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____--------------______---------   -----------____---.=.=.=.= ====


Consumer Electronics Show costuma acontecer em Las Vegas, nos EUA, mas terá transmissões virtuais neste ano. Número de empresas participantes caiu.  
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por G1  
11/01/2021 06h00 Atualizado há 3 horas
Postado em 11 de janeiro de 2021 às 09h00m

  *.- Post.N. -\- 3.928 -.*  

Edição de 2020 da CES, a maior feira de tecnologia do mundo. Em 2021, evento será digital. — Foto: Steve Marcus/Reuters
Edição de 2020 da CES, a maior feira de tecnologia do mundo. Em 2021, evento será digital. — Foto: Steve Marcus/Reuters

A Consumer Electronics Show (CES), a maior feira de tecnologia do mundo, começa nesta segunda-feira (11). Pela primeira vez, o evento será totalmente virtual, devido à pandemia de Covid-19.

Com o formato digital, o número de empresas participantes diminuiu. A Consumer Technology Association (CTA), organizadora da feira, informa que cerca de 1.900 companhias farão exibições neste ano, menos da metade das 4.400 que participaram da edição de 2020.

Grandes empresas como Amazon e Google não estarão presentes oficialmente, ao contrário do que aconteceu em outras edições. Entre nomes de peso que foram confirmados estão Microsoft, Samsung, LG e Sony.

O que esperar do evento

A CES costuma dar uma amostra das tecnologias que devem aparecer durante o ano. Além de alguns lançamentos, a feira é uma oportunidade para as marcas apresentarem onde estão concentrados os seus esforços. Veja alguns itens que devem aparecer:

  • TVs gigantes: modelos de televisores enormes e com altíssima resolução são figurinhas carimbadas em toda a edição do evento. Neste ano, marcas como Samsung, LG, Sony e TCL devem exibir modelos com mais de 100 polegadas e resolução 8K. As marcas também devem mostrar avanços em tecnologias de painéis, como o microLED e miniLED – que prometem mais durabilidade e cores fieis.
  • Casa conectada: alto-falantes inteligentes, aspiradores robôs, sistemas de segurança, purificadores de ar, entre outros eletrodomésticos devem aparecer em peso durante o evento. Além de novidades de grandes marcas, startups costumam exibir aplicações diferentes, como comedouro inteligente para pets.
  • Saúde: por causa da pandemia, há expectativa para muitas exibições de projetos e lançamentos de produtos voltados ao cuidado pessoal e saúde, especialmente por dispositivos inteligentes de limpeza e soluções voltadas para a telemedicina.
  • 5G: a nova tecnologia de redes já chegou em países como EUA, Reino Unido e Alemanha, e os primeiros produtos compatíveis também estão à venda. Mais dispositivos com suporte ao 5G sejam mostrados na CES 2021.
Versão digital

Geralmente, a feira acontece em Las Vegas, nos EUA, e envolve multidões de participantes amontoados em salões de festas, salas de exposições, centros de conferências e ônibus durante o evento de vários dias.

A CTA afirmou que a edição digital de 2021 será baseada em 3 pilares, e que os conteúdos poderão ser acessados por meio do seu site:

  • Palestras e conferências: as pessoas poderão assistir de casa aos anúncios das empresas de tecnologia;
  • Vitrine de produtos: produtos não ficarão mais restritos aos pavilhões da CES. Segundo a organização, os visitantes virtuais poderão explorar produtos e serviços, com base em seus interesses e negócios, por meio de vitrines dinâmicas de produtos ou demonstrações ao vivo.
  • Reuniões e networking: a CES irá oferecer interações ao vivo, encontros e discussões em mesas redondas com executivos. Essa opção exige um registro.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------

sábado, 9 de janeiro de 2021

Redes sociais não se baseiam em nossos interesses, mas sim nos de anunciantes

=======.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____--------------______---------   -----------____---.=.=.=.= ====


À medida que as empresas competem por nossa atenção digitalmente, certas habilidades são prejudicadas — é o que o especialista Randy Fernando chama de 'degradação humana'. 
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
TOPO
Por Lucía Blasco, BBC  
09/01/2021 10h11 Atualizado há 1 horas
Postado em 09 de janeiro de 2021 às 11h15m

  *.- Post.N. -\- 3.927 -.*  

A tecnologia está nos tornando seres humanos piores? — Foto: SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images via BBC
A tecnologia está nos tornando seres humanos piores? — Foto: SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images via BBC

De tanto discutir sobre quando a tecnologia iria superar nossas habilidades, não percebemos que as máquinas estavam focando em conhecer nossos pontos fracos.

Esta é a base de um conceito que está na moda no Vale do Silício, conhecido como human downgrading (degradação humana).

A expressão foi cunhada pelo cientista da computação Tristan Harris e seu sócio Randima (Randy) Fernando, cofundadores do Center for Humane Technology (CHT), uma organização sem fins lucrativos cuja missão é "reverter a degradação humana" e "realinhar a tecnologia com a nossa humanidade".

No documentário O Dilema das Redes, Harris e Fernando expõem essa questão, profundamente ligada à chamada "economia da atenção"como as empresas monetizam nossa atenção por meio das redes sociais e outras tecnologias digitais. E nossa atenção, que é finita, acaba sendo sugada pelo excesso de informação disponível.

Fernando, diretor-executivo do CHT, acredita que a tecnologia deve ser "mais humana". Na entrevista a seguir, concedida à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, ele explica o motivo.

BBC News Mundo - Como surgiu o seu interesse pela economia da atenção e por que isso é importante?

Randima (Randy) Fernando - Meus pais me ensinaram mindfulness (meditação baseada na atenção plena) e tecnologia desde pequeno, então segui esse caminho. Eu me interessei muito por computação gráfica e trabalhei na Nvidia (multinacional do Vale do Silício) por sete anos. Depois, ajudei a fundar uma organização chamada Mindful Schools para ensinar mindfulness em escolas.Fiz isso por um tempo até esbarrar com Tristan [Harris].

Randy Fernando (à esquerda) fundou com Tristan Harris (à direita) o Center for Humane Technology — Foto: CHT via BBC
Randy Fernando (à esquerda) fundou com Tristan Harris (à direita) o Center for Humane Technology — Foto: CHT via BBC

Nós dois estávamos muito interessados ​​em mindfulness. Começamos a perceber que éramos contra a forma como a economia da atenção compete constantemente para treinar nossas mentes de maneira distinta.

A economia da atenção é uma adversária da atenção plena. É muito fácil para as empresas criarem perfis sobre nós com base nas informações que compartilhamos nas redes sociais, e elas compartilham essas informações com os anunciantes. Esse modelo de negócio torna a nossa atenção vital e, além disso, não se baseia nos nossos interesses, mas nos dos anunciantes.

Decidimos que o melhor era criar uma organização para gerenciar o crescente interesse pelo assunto (sobretudo desde que Harris falou sobre o tema em um programa nacional de televisão em 2017) e tentar resolver o problema. Três anos depois, ainda estamos trabalhando nisso.

BBC News Mundo - Para resolver o problema, vocês propõem "reverter a degradação humana". O que isso significa?

Fernando - Grande parte do trabalho que fazemos tem a ver com a mente, com o vício e como combatê-lo; com meditação e bem-estar emocional. Também com democracia e polarização, com a distorção da verdade. Todas essas questões estão inter-relacionadas e vinculadas à "degradação humana".

Nós a descrevemos como algo cíclico: à medida que progredimos e atualizamos nossas máquinas, temos degradado os seres humanos. E deveria ter sido o contrário. Isso é algo que se repete constantemente.

Durante muito tempo, nos entusiasmamos muito diante de todos os avanços tecnológicos, mas investimos tanto esforço e energia no avanço da tecnologia — que tanto nos beneficiou por décadas — que não prestamos atenção suficiente às mudanças que estavam provocando em nosso cérebro.

Num dado momento, ficamos vulneráveis ​​a ela porque a tecnologia pode ser usada para tirar proveito de nossas fraquezas.

BBC News Mundo - O que mudou nos últimos anos para essa questão ser colocada em debate dentro e fora do Vale do Silício?

Fernando - A "degradação humana" ultrapassou alguns limites importantes, por isso agora está começando a nos preocupar.

Vamos ficando cientes de como as notificações tentam "sequestrar" nossa atenção. Se os designers a usam a seu favor, podem nos fazer gastar mais tempo em seu produto, atrair nossa atenção para que nos fixemos em certos elementos por meio de aspectos como o brilho da tela e outros pequenos "truques".

E já não sabemos mais o que é real e o que não é. Os deepfakes (vídeos falsos baseados em um modelo real modificados com inteligência artificial) são um bom exemplo disso.

Os deepfakes são um exemplo de como a tecnologia pode nos degradar: não conseguimos diferenciar o que é real e o que não é — Foto: ROB LEVER/Getty Images via BBC
Os deepfakes são um exemplo de como a tecnologia pode nos degradar: não conseguimos diferenciar o que é real e o que não é — Foto: ROB LEVER/Getty Images via BBC

A mente humana é limitada. É maravilhosa em muitos aspectos, mas tem pontos fracos. Agora que sabemos que a tecnologia cruzou essa barreira, nosso entusiasmo diminuiu porque é algo que não podemos mais controlar.

No entanto, as forças de mercado continuam a usar novas tecnologias em seu benefício para aumentar as vendas. Os analistas ficam fascinados ao encontrar novas maneiras de usar a tecnologia a seu favor e transformar essas tendências em dinheiro. Mas quem pensa nos benefícios não está levando em conta as consequências.

Isso está acontecendo em todo o mundo e em todos os níveis. Analistas, designers de produtos e governos estão competindo entre si. E no final acaba sendo uma arma muito perigosa. Mas há cada vez mais reações contra. 

BBC News Mundo - Você descreve como um sistema perverso. Isso poderia ter sido previsto de alguma forma?

Fernando - Sim, claro que foi previsto. E não só isso: também se buscou isso por parte daqueles que querem explorá-lo a seu favor. Uma parte importante do problema é que aqueles que tentam encontrar soluções geralmente não costumam ser os mesmos que criam o problema.

Há pessoas muito competentes alertando sobre o uso da tecnologia há muito tempo, mas aqueles que trabalham nos avanços tecnológicos têm outros incentivos e não estão interessados ​​em desacelerar porque muitas vezes isso significa um prejuízo, do qual a concorrência pode se aproveitar.

É por isso que lidar com esse problema é tão complexo. Somado a isso, a "degradação humana" é cíclica.

A 'degradação humana' é cíclica, segundo Fernando — Foto: Getty Images via BBC
A 'degradação humana' é cíclica, segundo Fernando — Foto: Getty Images via BBC

BBC News Mundo - O que você quer dizer com cíclica?

Fernando - Quando nossa atenção é interrompida repetidamente, ficamos mais distraídos. Nos tornamos a pior versão de nós mesmos. A tecnologia muda a gente. E isso acontece constantemente e cada vez mais porque as redes sociais facilitam esse processo.

Quando competimos por atenção — curtidas, comentários, compartilhamentos — começamos a "dizer" coisas diferentes, a usar outra linguagem. Publicamos fotos que chamam mais atenção, somos mais radicais ao debater questões políticas... tudo isso beneficia os algoritmos.

Ao fim do ciclo, a tecnologia acaba nos mudando e, efetivamente, nos degradando. E quando nos degradamos, ficamos mais vulneráveis ​​no ciclo seguinte, porque quando estamos mais distraídos é mais fácil que aconteça um novo ciclo.

Acaba sendo uma corrida [de empresas] para chegar ao fundo do nosso tronco cerebral que revela o que há de pior em nós mesmos — e que cada vez mais inclui menos pausa, menos reflexão e menos meditação porque estamos ocupados reagindo o tempo todo.

BBC News Mundo - É fácil nos sentirmos impotentes diante desta situação... o que podemos fazer?

Fernando - Sem dúvida é! É uma parte tão importante da economia... movimenta trilhões de dólares! Mas podemos atuar em dois níveis: primeiro pessoal e, segundo, coletivo.

O primeiro passo realmente começa por nos educar a respeito. A nível pessoal, podemos fazer coisas vitais como limitar notificações, usar menos as plataformas digitais, mudar o que mostramos nelas e nossas interações online. Basicamente, entender como estamos sendo manipulados e agir de acordo.

Além disso, existe o plano coletivo. Portanto, estamos criando um espaço para permitir que as pessoas manifestem suas preocupações. Isoladamente não fazemos muito, mas em conjunto temos força. Quando nos unimos, podemos realizar uma mudança real. Isso é muito importante porque a "degradação humana" está nos mudando como sociedade.

A questão é: que mudanças queremos promover? Um elemento-chave é que o produto que usamos deve ser diferente, precisa ter uma codificação diferente. E essa mudança deve ser feita de dentro, mas a pressão de consumidores, investidores, políticos, educadores e tecnólogos pode ajudar.

Temos que mudar as condições do jogo. A tecnologia que divide a sociedade não é uma tecnologia "humana", porque é prejudicial aos seres humanos. 
BBC News Mundo - Até que ponto você diria que estamos abrindo caminho para uma tecnologia mais "humana"?

Fernando - Para ser honesto, eu me surpreendi positivamente com o quão longe chegamos, porque a certa altura pensei que ficaríamos eternamente presos na definição do problema.

Mas agora, e em parte graças à repercussão do documentário O Dilema das Redes — que só no primeiro mês (setembro) foi visto por mais de 38 milhões de pessoas — muito mais gente entende isso.

Felizmente, cada vez mais pessoas estão percebendo como as informações que compartilham nas redes sociais favorecem a economia da atenção. Isto é muito importante.

Uma das coisas mais maravilhosas de que haja tanta gente preocupada a respeito do tema é que podemos realmente fazer força para enfrentá-lo. Cada vez mais empresas e países estão tomando medidas, e vejo oportunidades de mudança no curto e médio prazo.

Agora temos que continuar espalhando a mensagem para que a tecnologia seja cada vez mais humana e nos permita conectar melhor, propagar a verdade e trazer à tona a melhor versão de nós mesmos.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Especialista alerta sobre risco de privacidade na função 'pessoas próximas' do Telegram

=======.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____--------------______---------   -----------____---.=.=.=.= ====


Recurso permite calcular localização de usuários com precisão, alertou pesquisador.  
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por Altieres Rohr  
07/01/2021 16h29 Atualizado há 2 horas
Postado em 07 de janeiro de 2020 às 18h30m

  *.- Post.N. -\- 3.926 -.*  

Ativação do recurso 'Pessoas Próximas' no Telegram.  — Foto: Reprodução
Ativação do recurso 'Pessoas Próximas' no Telegram. — Foto: Reprodução

Um especialista publicou um alerta em seu blog pessoal desaconselhando o uso da função "pessoas próximas" no aplicativo de mensagem Telegram. Esse recurso – que vem desativado por padrão – serve para encontrar outros usuários do app nas proximidades e iniciar conversas. No entanto, as informações divulgadas no app permitem calcular a localização exata dos usuários.

Quando o Telegram está com o recurso de "pessoas próximas" ativo, a distância aproximada do usuário (em metros) é informada aos outros utilizadores do app. Uma pessoa mal-intencionada pode falsificar a localização de GPS no telefone para descobrir a distância de um usuário a partir de outros locais, viabilizando um cálculo matemático para determinar a localização.

O resultado do cálculo será a localização praticamente exata do usuário.

Ahmed Hassan, que redigiu o alerta, já comunicou o problema ao Telegram. Ele diz que os responsáveis pelo aplicativo não enxergam a possibilidade de calcular a localização exata como uma falha. Não se sabe, até o momento, se o Telegram será modificado de alguma forma para diminuir esse risco.

"É esperado que seja possível determinar a localização exata em certas condições", afirmou o Telegram, em sua resposta ao especialista. Na ativação do recurso dentro do app, contudo, o Telegram informa que ativar a exibição no "pessoas próximas" pode "chamar muita atenção", mas não diz que a localização exata do usuário poderá ser calculada por alguém determinado a isso.

Hassan conta que encontrou um problema idêntico no Line, um app comunicador popular no Japão, e recebeu uma recompensa de mil dólares pela contribuição. Segundo ele, os responsáveis pelo Line adicionaram informações levemente imprecisas a cada vez que a distância é mostrada, impossibilitando o cálculo correto.

O recurso "pessoas próximas" foi adicionado ao Telegram em junho de 2019.

Entenda o problema

A "trilateração" permite estimar a localização sempre que a distância até um ponto é conhecida a partir de três outros pontos. O raio em torno dos três pontos conhecidos permite encontrar um ponto de interseção onde o usuário estará localizado.

Esse cálculo é utilizado no próprio sistema de GPS, no qual são usadas as distâncias do receptor (que não sabe a própria localização) até os satélites, cuja localização é conhecida. A partir das distâncias até os três satélites, o receptor calcula sua localização atual.

Da mesma forma, se a distância de uma pessoa até três outros pontos quaisquer for conhecida, a trilateração permitirá determinar a localização exata dessa pessoa. Isso acontece no Telegram quando uma pessoa mal-intencionada manipula o GPS para fazer com que o app informa a distância até outros usuários a partir de qualquer ponto desejado.

Esse mesmo problema já foi demonstrado em vários apps de relacionamento, como Tinder, Bumble e OKCupid, obrigando os responsáveis por esses serviços a fazer ajustes. Qualquer app que mostre a distância entre usuários com alta precisão pode ser usado para determinar a localização exata dos seus usuários.

A única solução viável para o problema é arredondar a localização mostrada (para o quilômetro mais próximo, por exemplo) ou adicionar dados imprecisos e aleatórios.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------