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quinta-feira, 22 de abril de 2021

Endereço do Google Argentina ficou nas mãos de jovem por algumas horas, diz jornal

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Reportagem do 'Clarín' mostra que argentino Nicolás David Kuroña registrou o domínio 'google.com.ar' na noite de quarta-feira e foi dono do endereço por algum tempo.
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Por G1

Postado em 22 de abril de 2021 às 14h45m

  *.- Post.N. -\- 4.012 -.*  

Serviço do Google ficou fora do ar na Argentina. — Foto: Firmbee/Pixabay
Serviço do Google ficou fora do ar na Argentina. — Foto: Firmbee/Pixabay

O site do Google na Argentina ficou fora do ar na noite da última quarta-feira (22). O motivo, segundo o jornal "Clarín', foi uma troca no registro do domínio "google.com.ar".

Uma pesquisa no site do Nic Argentina, instituição responsável pelo registro de endereços de sites no país, mostrava que o link tinha mudado de dono e estava cadastrado no nome de Nicolás David Kuroña.

Veja abaixo:

Captura de tela do engenheiro de software @FainPablo no Twitter mostra registro do 'google.com.ar' em nome de Nicolás David Kuroña. — Foto: Reprodução/Pablo Alejandro Fain
Captura de tela do engenheiro de software @FainPablo no Twitter mostra registro do 'google.com.ar' em nome de Nicolás David Kuroña. — Foto: Reprodução/Pablo Alejandro Fain

Nas redes sociais, o Kuroña disse que "entrou no nic.ar, viu que o nome "google.com.ar" estava disponível" e que "comprou legalmente".

Diante de centenas de perguntas que recebeu no Twitter, o jovem disse que conseguiu comprar a URL do Google Argentina porque "o domínio tinha expirado".

Os jornais "Clarín" e "La Nacion" apontaram que o grupo Open Data Córdoba, dedicado ao monitoramento de domínios na Argentina, indicou que o endereço "google.com.ar" não expirou, mas mudou de mãos: primeiro do Google para Kuroña e depois de volta para o Google.

Site do grupo "Open Data Córdoba" mostra alteração de propriedade no domínio google.com.ar em 21 de abril de 2021. — Foto: Reprodução/Open Data Córdoba
Site do grupo "Open Data Córdoba" mostra alteração de propriedade no domínio google.com.ar em 21 de abril de 2021. — Foto: Reprodução/Open Data Córdoba

O site do Nic Argentina também ficou fora do ar entre quarta e quinta-feira (22), segundo o site "InfoBae".

Quando os serviços do Nic voltaram a funcionar, a busca pelo domínio "google.com.ar" mostrava a propriedade da gigante da tecnologia com data de expiração para 1º de novembro de 2021.

O Google na Argentina também voltou a funcionar nas primeiras horas de quinta.

Em comunicado à imprensa local, o Google se limitou a dizer que havia resolvido os problemas no acesso ao site, sem detalhar o caso.

"O problema que afetava o acesso ao 'google.com.ar' foi resolvido. Lamentamos os inconvenientes que essa situação possa ter gerado e estamos investigando as causas", disse um porta-voz.

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terça-feira, 20 de abril de 2021

Apple anuncia novos iPads Pro, iMacs e iPhone 12 na cor roxa; veja preços no Brasil Companhia também lançou nova Apple TV 4K e acessório para encontrar objetos.

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Companhia também lançou nova Apple TV 4K e acessório para encontrar objetos.
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Por Alessandro Feitosa Jr, G1

Postado em 20 de abril de 2021 às 14h30m

  *.- Post.N. -\- 4.011 -.*  

Novos iPads Pro, anunciados em evento em 20 de abril de 2021. — Foto: Reprodução/Apple
Novos iPads Pro, anunciados em evento em 20 de abril de 2021. — Foto: Reprodução/Apple

A Apple anunciou em um evento on-line nesta terça-feira (20) uma nova geração do iPad Pro e novos computadores iMac com processadores desenvolvidos pela própria empresa.

No Brasil, o tablet vai custar a partir de R$ 10.799, enquanto o computador parte de R$ 17.599 (veja os detalhes abaixo).

O iPhone 12 e o iPhone 12 mini também marcaram presença, com a chegada de uma nova cor: roxa.

O celular, à venda no Brasil desde novembro, custa a partir de R$ 6.999 – a empresa não confirmou quando a opção de visual chegará no país. Nos EUA, a novidade pode ser comprada a partir de sexta-feira (23).

iPhone 12 e iPhone 12 mini na cor roxa. — Foto: Divulgação/Apple
iPhone 12 e iPhone 12 mini na cor roxa. — Foto: Divulgação/Apple

Novo iPad Pro

A versão mais potente do tablet da Apple agora vem com o mesmo processador presente nos computadores da marca, o chip M1, que estreou nos laptops no final do ano passado.

Segundo a companhia, essa mudança traz 50% mais velocidade de processamento e 40% mais desempenho gráfico em relação ao modelo anterior.

O iPad Pro agora tem suporte à tecnologia 5G, câmera melhorada e entrada Thunderbolt para se conectar a acessórios.

Novos iPad Pro são compatíveis com acessórios como teclados. — Foto: Divulgação/Apple
Novos iPad Pro são compatíveis com acessórios como teclados. — Foto: Divulgação/Apple

São duas opções de tela: 11 polegadas ou 12,9 polegadas – este com tecnologia miniLED, que promete mais brilho e contraste.

A versão menor será vendida por a partir de R$ 10.799, enquanto a maior parte de R$ 14.799 – os valores dependem do armazenamento escolhido.

A opção com tela de 12,9 polegadas, 5G e 2 TB de espaço, por exemplo, sai por R$ 29.999.

A companhia não divulgou quando as vendas começam no Brasil.

Novo iMac

Novas cores do iMac. — Foto: Divulgação/Apple
Novas cores do iMac. — Foto: Divulgação/Apple

O computador "tudo em um" da Apple não recebia atualizações no visual há anos.

Agora, estará disponível em 7 cores (verde, amarelo, laranja, rosa, roxo, azul e prata), com um design de linhas retas "50% menos volumoso", segundo a companhia.

O modelo também conta com o processador fabricado pela própria empresa, o M1.

Os preços variam entre R$ 17.599 e R$ 22.599, dependendo do processador, acessórios e armazenamento escolhidos.

Junto com o computador, a Apple lançou uma nova versão de seu mouse e de seu teclado, agora com um leitor de impressão digital para desbloquear o computador.

Teclado da Apple agora vem com TouchID, leitor de impressão digital. Modelo vem com iMac que custa a partir de R$ 20.099. — Foto: Divulgação/Apple
Teclado da Apple agora vem com TouchID, leitor de impressão digital. Modelo vem com iMac que custa a partir de R$ 20.099. — Foto: Divulgação/Apple

A empresa ainda não divulgou quando as vendas começam no país.

AirTags

A Apple também mostrou as AirTags, um pingente que pode ser colocado em objetos para encontrá-los com mais facilidade por meio do aplicativo "Buscar" no iPhone.

AirTag, acessório da Apple para encontrar objetos. — Foto: Divulgação/Apple
AirTag, acessório da Apple para encontrar objetos. — Foto: Divulgação/Apple

Conectadas por Bluetooth, as tags se comunicam entre si e com os celulares para mostrar a localização de objetos em um mapa ou emitir alertas sonoros.

A unidade será vendida por R$ 369, com um pacote com 4 tags por R$ 1.249. A data do início das vendas não foi revelada.

Em fevereiro, a Samsung lançou um produto similar no Brasil por a partir de R$ 199.

Nova Apple TV 4K

Nova Apple TV 4K, anunciada em 20 de abril de 2021. — Foto: Divulgação/Apple
Nova Apple TV 4K, anunciada em 20 de abril de 2021. — Foto: Divulgação/Apple

A companhia também anunciou uma nova geração da Apple TV, aparelho que adiciona funcionalidades de smart TV a televisores convencionais e promete mais integração com iPhones e iPads no televisor.

O produto possui compatibilidade com a resolução 4K e um novo controle remoto que pode receber comandos de voz por meio da Siri, assistente virtual da Apple.

A Apple TV 4K irá custar a partir de 2.399 – ainda sem data para a chegada no país.

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segunda-feira, 19 de abril de 2021

Por que gigantes de tecnologia agora rejeitam trabalho remoto em tempo integral

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Depois do entusiasmo com o trabalho de casa, algumas empresas do Vale do Silício estão apresentando seus planos de voltar ao escritório.
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TOPO
Por BBC

Postado em 19 de abril de 2021 às 12h55m

  *.- Post.N. -\- 4.010 -.*  

A partir de 1º de setembro, os funcionários do Google que desejam trabalhar em casa por mais de 14 dias terão que enviar um pedido formal — Foto: Getty Images via BBC

A partir de 1º de setembro, os funcionários do Google que desejam trabalhar em casa por mais de 14 dias terão que enviar um pedido formal — Foto: Getty Images via BBC

A chefe de recursos humanos do Google, Fiona Cicconi, escreveu aos funcionários da empresa há alguns dias anunciando que o calendário de retorno ao escritório estava sendo adiantado.

A partir de 1º de setembro, disse ela, aqueles que quiserem trabalhar em casa por mais de 14 dias terão que enviar um pedido formal à empresa.

Também se espera que os funcionários "vivam a uma distância que os permita se deslocar" até aos escritórios, acrescentou. Portanto, nada de coquetéis na praia com um laptop.

A mensagem era clara: pode haver mais flexibilidade do que antes, mas a maioria dos funcionários terá que ir para o escritório.

Essa ideia parece contrariar muito do que ouvimos dos executivos do Vale do Silício no ano passado, quando eles defenderam as virtudes do trabalho remoto.

Por exemplo, Jack Dorsey, cofundador do Twitter, ganhou as manchetes em todo o mundo em maio passado, quando disse que os funcionários da rede social poderiam a partir de então "trabalhar de casa para sempre".

Especulou-se que, após a pandemia da Covid-19, o "novo normal" para as empresas do Vale do Silício seria uma força de trabalho altamente orientada para o remoto, com apenas uma equipe mínima no escritório.

Parece cada vez mais claro que isso não vai acontecer.

Se olharmos atentamente às declarações dos chefes das empresas de tecnologia, há nuances que a imprensa deixou passar.

Por exemplo, quando Dorsey disse que os funcionários do Twitter poderiam trabalhar de casa "para sempre", ele acrescentou: "Se nossos funcionários desempenharem um papel que possam desempenhar em casa e estiverem em uma situação que os permita fazê-lo."

É um condicionador muito importante.

E, de fato, o Twitter esclareceu que espera que a maioria de seus funcionários passe algum tempo trabalhando em casa e algum tempo no escritório.

Quase todas as empresas de tecnologia do Vale do Silício disseram que agora estão comprometidas com o trabalho "flexível" ou "híbrido".

O problema é que esses termos podem significar quase tudo.

Sexta-feira de folga? Ou uma relação de trabalho completamente diferente com um escritório físico?

A Microsoft prevê que "trabalhar em casa parte do tempo (menos de 50%) será o padrão para a maioria dos empregos" no futuro.

Existe muita margem de manobra nas palavras "menos de 50%".

Presença no escritório permite 'colaboração'

A Amazon também comunicou a seus funcionários: "Nosso plano é retornar a uma cultura centrada no escritório como padrão. Acreditamos que isso nos permite inventar, colaborar e aprender juntos de forma mais eficaz."

Não é exatamente um endosso retumbante à nova era do trabalho em casa.

Parte da questão é que, embora muitos funcionários desejem mais flexibilidade, ainda não está totalmente claro que tipo de modelo funciona para as empresas.

"Nenhum de nós foi capaz de descobrir", disse Carolyn Everson, vice-presidente global de vendas do Facebook, discutindo os acordos atuais de trabalho em casa.

"Estamos inventando à medida que avançamos."

O apelo do trabalho remoto

Prithwiraj Choudhury, professor da Harvard Business School e defensor do trabalho remoto, diz que as empresas de tecnologia estão há muito tempo na vanguarda desse modelo.

"Os pioneiros e as empresas que estão seguindo esse modelo de trabalho remoto e construindo a organização em torno dele terão uma grande vantagem na atração de talentos", diz ele.

Essa é certamente a esperança.

Nenhuma empresa de tecnologia deseja perder funcionários capazes para rivais que lhes permitem trabalhar com mais flexibilidade.

Empresas como o Spotify agora estão oferecendo práticas de trabalho mais "flexíveis" para seus funcionários.

"Nossos funcionários poderão trabalhar em tempo integral em casa, no escritório ou combinar os dois", disse a empresa em um comunicado recente.

"A combinação exata dos modos de trabalho em casa e no escritório. É uma decisão que cada funcionário e seu gerente tomam juntos."

Mas ele também acrescentou: "Provavelmente haverá alguns ajustes a serem feitos ao longo do caminho."

Portanto, a definição de trabalho flexível do Spotify é muito diferente da do Google, que por sua vez é muito diferente da Amazon.

Trabalhar em casa quando não há escritório aberto é uma coisa. Mas o trabalho remoto será realmente posto à prova quando os escritórios começarem a abrir com, digamos, 50% da capacidade.

Quando as reuniões forem realizadas parcialmente pessoalmente e parcialmente pelo Zoom, a dinâmica funcionará também?

E quando alguns membros da equipe lidarem com os gerentes cara a cara, os trabalhadores remotos se sentirão em desvantagem?

'Construir cultura'

Há algumas semanas, a IBM anunciou sua proposta de sistema de trabalho remoto, com 80% da força de trabalho trabalhando pelo menos três dias por semana no escritório.

"Quando as pessoas trabalham remotamente, fico preocupado com a trajetória de suas carreiras", disse o CEO da IBM, Arvind Krishna.

"Se eles querem se tornar gerentes, se eles querem ter mais e mais responsabilidades ou se eles querem construir uma cultura dentro de suas equipes, como faremos isso remotamente?"

Curiosamente, estamos prestes a descobrir o que funciona e o que não funciona, porque as empresas de tecnologia estão adotando muitas abordagens diferentes.

E como em grande parte da vida moderna, outras empresas estão olhando para a costa oeste dos Estados Unidos para ver esses resultados e, eventualmente, reproduzir.

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