Total de visualizações de página

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Oferta de fibra ótica chega a 91% dos provedores de internet no Brasil, diz pesquisa

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil aponta crescimento em relação a 2017. Enquanto isso, outras tecnologias perderam espaço entre provedores.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por Victor Hugo Silva, G1

Postado em 07 de julho de 2021 às 19h50m

  *.- Post.N. -\- 4.070 -.* 

Pesquisa do CGI.br indica que mais provedores oferecem fibra ótica no Brasil. — Foto:  Thomas Jensen/Unsplash
Pesquisa do CGI.br indica que mais provedores oferecem fibra ótica no Brasil. — Foto: Thomas Jensen/Unsplash

A disponibilidade da fibra ótica no Brasil cresceu e alcançou 91% dos provedores de acesso a internet no Brasil. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (7) pela TIC Provedores, pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Em sua edição anterior, realizada em 2017, o levantamento havia apontado que 78% dos provedores de internet ofereciam o serviço de fibra ótica.

A pesquisa não aponta quantos usuários, de fato, adotaram a tecnologia. No entanto, ela dá indícios da demanda esperada pelos provedores de internet.

De 2017 para 2020, outros tipos de tecnologia perderam espaço entre as empresas, que podem oferecer mais de um método de conexão para clientes.

A oferta de internet via cabo passou de 51% para 46%. A internet via rádio com frequência livre caiu de 84% para 73%, enquanto a internet via rádio com frequência licenciada, foi de 44% para 26%.

A pandemia de Covid-19 acelerou o crescimento da oferta de fibra ótica, disse Leonardo Melo, coordenador da pesquisa TIC Provedores no Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) e Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em entrevista ao G1.

O que impulsiona a oferta de fibra ótica?

"Com a pandemia, a gente vê um uso mais intensivo de streaming, videochamadas, e uso no teletrabalho e no ensino remoto. Muitas das atividades foram deslocadas para o domicílio e cada vez mais é importante essa banda larga estável", afirmou.

Por oferecer uma experiência melhor em aplicações como vídeos, a fibra ótica é priorizada pelas empresas em relação a outras tecnologias de acesso à internet.

Outro fator que levou ao crescimento de sua disponibilidade foi o surgimento de novos provedores de internet no Brasil. Mais da metade deles (54%) começou a prestar serviços entre 2014 e 2020.

Ainda de acordo com a pesquisa, a maior parte das empresas atende poucos municípios: 43% estavam presentes em somente uma cidade e 44%, em duas a cinco cidades.

Com mais provedores no mercado, aumenta a competição e, para muitos deles, a adoção da fibra ótica é um meio de atrair novos clientes.

"Aquele provedor que consegue entregar uma conectividade que garante internet que não cai e não demora para carregar o conteúdo que é mais acessado vai sair na frente dos demais", explicou Leonardo.

Ciberataques a provedores

O levantamento também indicou que, em 2020, 26% dos provedores de internet sofreram ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês).

O DDoS é um tipo de ciberataque em que criminosos usam várias máquinas para enviar solicitações a um servidor para sobrecarregá-lo e impedir que ele seja usado por usuários verdadeiros.

"Basicamente, usam isso para tirar vantagem dos provedores. Se a operação fica mais lenta ou se paralisa o serviço, a empresa que está sob a chantagem desses ataques vai ter que usar meios para se livrar isso", indicou Leonardo.

Os principais alvos dos ataques DDoS são os grandes provedores. De acordo com o levantamento, 52% deles afirmaram ter sofrido com a prática.

Entre todos os provedores que foram alvos de ataques, 35% tiveram os serviços interrompidos temporariamente e 51% seguiram operando com lentidão.

A pesquisa TIC Provedores foi realizada com 7.007 provedores, mas o CGI.br estima que o Brasil conte com 12.826 empresas neste ramo.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++----- 

terça-feira, 6 de julho de 2021

Facebook, Google e Twitter podem deixar Hong Kong por causa de novas leis de proteção de dados, diz jornal

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Regras podem tornar as empresas de tecnologia responsáveis ​​pelo compartilhamento de conteúdo considerado malicioso.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
TOPO
Por Reuters

Postado em 06 de julho de 2021 às 13h20m

  *.- Post.N. -\- 4.069 -.* 

Ícones dos aplicativos WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram e YouTube — Foto: Alessandro Feitosa Jr/G1
Ícones dos aplicativos WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram e YouTube — Foto: Alessandro Feitosa Jr/G1

Facebook, Twitter e Google podem deixar de atuar em Hong Kong por causa das novas leis de proteção de dados proposta pelas autoridades locais. A informação foi publicada pelo "Wall Street Journal" na última segunda-feira (5).

Os gigantes da tecnologia teriam alertado o governo local que interromperiam o fornecimento de seus serviços aos usuários do território caso as mudanças prosseguissem.

As leis podem tornar as empresas de tecnologia responsáveis ​​pelo compartilhamento de conteúdo considerado malicioso, acrescentou o jornal.

Uma carta enviada por um grupo da indústria de tecnologia que inclui empresas de internet disse que as companhias temem que as regras planejadas possam colocar seus funcionários em risco de investigações criminais ou processos relacionados ao que os usuários das plataformas publicam on-line, relatou o jornal.

Mudanças contra o 'doxing'

As alterações propostas pelo governo local teriam como objetivo combater a prática chamada de "doxing", que consiste em revelar informações pessoais de pessoas, como nome real, endereço residencial ou local de trabalho online, sem a permissão do usuário.

Essa prática se tornou comum em Hong Kong durante as manifestações pró-democracia em 2019, com a exposição de policiais e figuras da oposição.

A preocupação das plataformas de tecnologia é que, dependendo do texto da legislação, as companhias poderiam passar a ser responsabilizadas pelo que seus usuários postam.

O "WSJ" exemplifica que as novas regras poderiam sugerir que uma foto de uma pessoa tirada em público ou do rosto de um policial poderia constituir a exposição de dados pessoais e levar ao "doxing".

Facebook, Google e Twitter não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++----- 

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Aplicativo da empresa Didi, dona da 99, é suspenso na China por problemas sobre coleta de dados

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Órgão regulador da internet do país tem realizado 'cerco' a empresas chinesas que negociam ações na bolsa de valores de Nova York.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
TOPO
Por Reuters

Postado em 05 de julho de 2021 às 13h20m

  *.- Post.N. -\- 4.068 -.* 

Imagem de arquivo do logo da empresa Didi Chuxing em sua sede em Pequim, China — Foto: Reuters/Kim Kyung-Hoon/Arquivo
Imagem de arquivo do logo da empresa Didi Chuxing em sua sede em Pequim, China — Foto: Reuters/Kim Kyung-Hoon/Arquivo

O órgão regulador da internet na China disse no último domingo (4) ter ordenado que as lojas de aplicativos de smartphones parem de oferecer o app da empresa Didi Chuxing, que é dona da 99 no Brasil, citando necessidade de proteção da segurança nacional e interesse público

A Administração do Ciberespaço da China (CAC, na sigla em inglês) ordenou que a empresa faça alterações para cumprir as regras chinesas de proteção de dados.

A medida ocorre dias depois de a empresa começar a negociar ações na bolsa de valores de Nova York após levantar US$ 4,4 bilhões em uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).

A CAC não especificou a natureza da violação da Didi em um comunicado, mas disse que a ação também visava prevenir riscos relacionados à segurança de dados, citando a lei de segurança nacional da China e a lei de segurança cibernética.

A companhia afirmou que parou de registrar novos usuários e que removeria seu aplicativo das lojas on-line, como foi solicitado.

"A empresa espera que a remoção do aplicativo possa ter um impacto adverso em sua receita na China", afirmou a empresa em um comunicado nesta segunda-feira (5), mas não entrou em detalhes sobre a extensão potencial dessas implicações.

Analistas disseram não esperar um grande impacto nos lucros, já que a base de usuários da Didi na China é grande. A remoção do aplicativo não afeta os usuários existentes.

A empresa coleta uma grande quantidade de dados de mobilidade para pesquisa de tecnologia e análise de tráfego. Em comunicado, a Didi também disse que se esforçará para corrigir quaisquer problemas e protegerá a privacidade dos usuários e a segurança dos dados.

A ação do órgão chinês ocorre em meio a um aperto regulatório generalizado sobre as empresas de tecnologia chinesas, que começou com o cancelamento do IPO de US$ 37 bilhões planejado pela fintech Ant Group, afiliada da Alibaba, no final do ano passado.

Grande parte da blitz regulatória da China tem sido feita por seu órgão antitruste e a ordem contra a Didi representa uma das ações mais importantes da agência desde sua fundação em 2014, sugerindo uma ênfase crescente no rigor com a segurança de dados para empresas listadas nas bolsas dos EUA.

A China anunciou nesta segunda-feira (5) que investigará outras duas empresas do país que acabaram de entrar na bolsa nos EUA: a Full Truck Alliance – uma fusão das plataformas de transporte Yunmanman e Huochebang – e a Kanzhun, proprietária da plataforma de busca de emprego Boss Zhipin.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++-----