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segunda-feira, 26 de julho de 2021

Gigantes da tecnologia miram grupos supremacistas brancos e milícias em banco de dados antiterrorismo

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Empresas esperam utilizar as informações para reprimir divulgação de conteúdos extremistas.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 26 de julho de 2021 às 15h05m

  *.- Post.N. -\- 4.087 -.* 

Ícones de WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram e YouTube — Foto: Alessandro Feitosa Jr/G1
Ícones de WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram e YouTube — Foto: Alessandro Feitosa Jr/G1

Uma organização de contraterrorismo formada por algumas das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos, incluindo Facebook e Microsoft, está expandindo significativamente os tipos de conteúdo extremista que serão armazenados em um banco de dados em comum.

Com isso, elas esperam utilizar as informações para reprimir divulgação de grupos supremacistas brancos e milícias de extrema direita, disse o grupo à Reuters.

Até agora, o banco de dados do Fórum Global da Internet para o Contraterrorismo (GIFCT, na sigla em inglês) se concentrava em vídeos e imagens de grupos terroristas em uma lista das Nações Unidas e, portanto, consistia principalmente em conteúdo de organizações extremistas islâmicas, como o Estado Islâmico, a Al Qaeda e o Talibã.

Nos próximos meses, o grupo adicionará manifestos de agressores – muitas vezes compartilhados por simpatizantes da violência da supremacia branca – e outras publicações e links sinalizados pela iniciativa da ONU, "Tecnologia Contra o Terrorismo".

Ele usará listas do grupo de compartilhamento de inteligência Five Eyes (Cinco Olhos, em português), que envolve Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, adicionando URLs e PDFs de mais grupos, incluindo os Proud Boys, os Three Percenters e neonazistas.

As empresas, que incluem Twitter e YouTube, compartilham "hashes", representações numéricas únicas de conteúdos originais que foram removidas de seus serviços. Outras plataformas usam isso para identificar o mesmo conteúdo em seus próprios sites, a fim de revisá-lo ou removê-lo.

Embora o projeto ajude a combater o conteúdo extremista em plataformas convencionais, os grupos ainda podem publicar imagens violentas e retórica em muitos outros sites e espaços na internet.

O grupo de tecnologia quer combater uma gama mais ampla de ameaças, disse o diretor executivo do GIFCT, Nicholas Rasmussen, em entrevista à Reuters.

"Qualquer pessoa que olhe para o cenário do terrorismo ou do extremismo tem que entender que há outras partes [...] que estão exigindo atenção agora", disse Rasmussen, citando as ameaças de extremismo violento de extrema direita ou motivado por questões raciais.

As plataformas de tecnologia há muito são criticadas por não policiarem conteúdo extremista violento, embora também enfrentam preocupações com censura.

A questão do extremismo, incluindo supremacia branca e grupos de milícia, assumiu urgência renovada o ataque de 6 de janeiro contra o Capitólio, nos EUA.

O banco de dados do GIFCT pode ser acessado por 14 empresas, incluindo Reddit, Snap, Instagram, Verizon Media, LinkedIn e Dropbox.

O GIFCT, que agora é uma organização independente, foi criado em 2017 sob pressão dos governos dos EUA e da Europa após uma série de ataques em Paris e Bruxelas.

O banco de dados contém principalmente impressões digitais de vídeos e imagens relacionadas a grupos na lista consolidada de sanções do Conselho de Segurança da ONU e alguns ataques específicos transmitidos ao vivo, como o tiroteio em 2019 em uma mesquita em Christchurch, Nova Zelândia.

O GIFCT tem enfrentado críticas e preocupações de alguns grupos de direitos humanos e digitais em relação à censura.

"O excesso de realizações leva você na direção de violar os direitos de alguém na internet de se engajar na liberdade de expressão", disse Rasmussen.

O grupo deseja continuar a ampliar seu banco de dados para incluir hashes de arquivos de áudio ou certos símbolos e aumentar seu número de membros. Recentemente, adicionou a o Airbnb e a Mailchimp como membros.

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sábado, 24 de julho de 2021

Alphabet, dona do Google, cria empresa de softwares para robôs

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Batizada de Intrinsic, a companhia vai fazer parte das apostas em negócios futuristas.
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Por G1

Postado em 24 de julho de 2021 às 10h00m

  *.- Post.N. -\- 4.086 -.* 

Logo da Intrinsic, nova empresa da Alphabet — Foto: Reprodução
Logo da Intrinsic, nova empresa da Alphabet — Foto: Reprodução

A Alphabet, dona do Google, anunciou nesta sexta-feira (23) a criação de uma empresa voltada para o desenvolvimento de softwares para robótica e inteligência artificial.

Batizada de Intrinsic, a companhia vai fazer parte das apostas em negócios futuristas.

"Estamos criando ferramentas de software projetadas para tornar os robôs industriais (que são usados para fazer de tudo, desde painéis solares até carros) mais fáceis de usar, menos caros e mais flexíveis, para que mais pessoas possam usá-los para fazer novos produtos, negócios e serviços", afirmou Wendy Tan White, presidente-executiva da Intrinsic, em nota.

A companhia vem incubando sua tecnologia na unidade de pesquisa da Alphabet, conhecida como Google X, ao longo dos últimos cinco anos.

"Estamos agora prontos para nos tornar uma companhia independente, deixando o ambiente de protótipos para focar em desenvolvimento de nossos produtos e validar nossa tecnologia", completou Wendy.

Ainda não há detalhes sobre produtos específicos em desenvolvimento ou quais devem ser os clientes da nova empresa.

Entre outras iniciativas que estão sob o guarda-chuva da Alphabet estão a Verily, que faz pesquisas na área da saúde, e a Waymo, que desenvolve carros autônomos.

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sexta-feira, 23 de julho de 2021

Material criado por cientistas indianos permite produção de telas capazes de se regenerar

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www.msn.com
Redação 6 horas atrás
Postado em 23 de julho de 2021 às 18h00m

  *.- Post.N. -\- 4.085 -.* 

Pesquisadores indianos anunciaram o desenvolvimento de um novo material que irá permitir a produção de telas para smartphones capazes de se regenerar sozinho após sofrerem um dano. O trabalho foi divulgado pela publicação científica Science.
Cientistas indianos criam tela de celular capaz de se regenerar sozinha© Fornecido por Tech Break Cientistas indianos criam tela de celular capaz de se regenerar sozinha

Para comprovar a descoberta, os pesquisadores usaram uma agulha para provocar trincas de vários tipos no material, que começou a se regenerar segundos depois da retirada da agulha. O material orgânico pertence à classe dos cristais piezoelétricos, que são capazes de transformar energia mecânica em elétrica ou elétrica em mecânica.

No caso do invento dos indianos, o arranjo molecular dos cristais faz com que a força de atração entre duas superfícies provoque a junção das partes quebradas. Materiais capazes de se repararem sozinho já são pesquisados há cerca de três décadas.

Mas o produto criado pelos cientistas indianos é um dos poucos rígidos e que não exigem um estímulo como o calor, luz ou um agente químico para iniciar o reparo.

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