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sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Rede Ethereum de blockchain recebe atualização para reduzir oferta de tokens

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Ajuste tem como objetivo fornecer preços claros sobre as taxas de transação aos mineiradores e "queimar" uma pequena quantidade de tokens.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 06 de agosto de 2021 às 12h15m

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Representação da criptomoeda Ethereum — Foto: Dado Ruvic/Reuters
Representação da criptomoeda Ethereum — Foto: Dado Ruvic/Reuters

A rede de blockchain Ethereum passou por uma importante atualização nesta quinta-feira (5). O ajuste tem como objetivo fornecer preços claros sobre as taxas de transação aos mineiradores e "queimar" uma pequena quantidade de tokens.

O ajuste, denominado Ethereum Improvement Proposal (EIP) 1559, muda a maneira como as transações são processadas no Ethereum.

Após a atualização, ao menos 539,29 tokens de ethers foram desabilitados. Ao reduzir a oferta, os tokens que permanecem em circulação tornam-se mais raros e valiosos.

A mudança, chamada de EIP 1559, faz parte de um lote de atualizações de software conhecida como "London". Para se manterem conectados a rede, os mineiros precisam precisam fazer o download do software.

NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’
NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’

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Apple adota sistema que analisa imagens suspeitas antes de serem enviadas ao iCloud

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Empresa afirmou que ferramenta será usada para identificar usuários nos EUA que tentam armazenar fotos de abuso infantil na plataforma. Casos suspeitos serão denunciados às autoridades.
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Por G1

Postado em 06 de agosto de 2021 às 09h00m

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Sistema da Apple analisará envios de imagens ao iCloud nos EUA — Foto: Thomas Peter/Reuters
Sistema da Apple analisará envios de imagens ao iCloud nos EUA — Foto: Thomas Peter/Reuters 

A Apple anunciou nesta quinta-feira (5) que adotará em iPhones nos Estados Unidos um sistema para verificar fotos enviadas ao serviço de armazenagem iCloud. O objetivo é denunciar usuários que tentam usar a plataforma para armazenar imagens de abuso infantil.

A empresa informou que, se encontrar imagens suspeitas, realizará uma revisão humana e denunciará o usuário a autoridades. Outras empresas de tecnologia, como o Facebook, usam uma tecnologia parecida para detectar e denunciar casos de abuso infantil.

Segundo a Apple, o sistema que fiscalizará usuários de iPhone nos Estados Unidos é projetado para ter, no máximo, 1 falso positivo por trilhão de análises.

O método utiliza registros anteriores de abuso infantil mantidos em um banco de dados por órgãos de proteção à criança. O sistema transforma esses registros em "hashes", isto é, códigos numéricos que correspondem às fotos, mas que não podem ser usados para recriá-las.

Quando alguém tenta enviar algo ao iCloud, o iPhone cria uma "hash" da imagem e a compara com as que estão salvas no banco de dados. Caso o sistema identifique alguma semelhança, o caso é analisado pela empresa.

A ferramenta analisa a imagem antes dela ser transmitida ao serviço de armazenamento, e não depois que ela já está nos servidores.

Com a ferramenta, a Apple poderá detectar imagens similares às que estão presentes no banco de dados, mesmo que tenham sido editadas. A companhia afirma que as imagens que ficam apenas no iPhone não são analisadas.

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quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Conheça o KaiOS, o sistema básico de celular com 150 milhões de usuários

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Alternativa para Android e iOS, plataforma está presente em celulares de telas menores e teclados físicos que lembram os antecessores dos smartphones.
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Por Victor Hugo Silva, G1

Postado em 04 de agosto de 2021 às 09h05m

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KaiOS — Foto: Divulgação
KaiOS — Foto: Divulgação

Os principais smartphones do mercado usam Android e iOS, sistemas operacionais que lideram o setor com recursos mais modernos e uma ampla lista de aplicativos.

Porém, outro sistema presente em muitos aparelhos é menos conhecido por boa parte dos usuários. O KaiOS é uma plataforma básica voltada para celulares mais baratos, que lembram aqueles que eram muito populares antes dos smartphones.

O sistema é bem mais limitado que os de Google e Apple, mas, segundo sua fabricante, está presente em mais de 150 milhões de celulares.

O KaiOS, que se concentra em países da Ásia, da África e da América do Sul, incluindo o Brasil, quer ser uma opção para usuários de primeira viagem da internet (veja alguns exemplos de aparelhos ao fim da reportagem).

Os celulares que utilizam a plataforma têm telas menores, teclados físicos (em vez da tela touch) e bem menos memória que os iPhones mais modernos, por exemplo.

O iPhone 12, modelo mais recente da Apple, oferece 64 GB de armazenamento, o equivalente a 125 vezes os 512 MB que costumam ser oferecidos em vários modelos com KaiOS.

Apesar de oferecer um espaço menor, o sistema tem ferramentas úteis para os usuários, como navegador, jogos e tocadores de música e vídeo. Além disso, ele oferece acesso a apps como WhatsApp, Facebook, YouTube e Twitter.

Facebook, Twitter, Google Assistente e Maps no KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS
Facebook, Twitter, Google Assistente e Maps no KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS

O que é KaiOS
O KaiOS é um sistema operacional lançado em 2017 pela KaiOS Technologies, uma empresa baseada em Hong Kong. Ele foi desenvolvido a partir de outra plataforma já existente: o Boot to Gecko OS (B2G OS).

O B2G OS é um sistema de código aberto criado e mantido por usuários a partir do Firefox OS, que foi descontinuado pela Mozilla em 2016.

Inicialmente, o KaiOS era ainda mais básico do que é hoje e não contava com os aplicativos mais usados nos smartphones. Mas a proposta de ser uma alternativa para países em desenvolvimento e para quem está começando a usar a internet chamou a atenção de outras empresas.

A companhia responsável pela plataforma afirma que o projeto já levantou US$ 80 milhões junto a investidores.

Investimento do Google

Uma das empresas que investiu no KaiOS foi o Google. Em junho de 2018, a desenvolvedora do Android destinou US$ 22 milhões à empresa.

Na ocasião, o presidente-executivo da KaiOS Technologies, Sebastien Codeville, afirmou que o financiamento ajudaria a empresa a "acelerar o desenvolvimento e a implantação global" do sistema, e a "garantir que os aplicativos e serviços do Google estejam disponíveis para todos".

Em fevereiro de 2019, alguns serviços do Google, como Busca, Maps, Assistente e YouTube, foram liberados para usuários do KaiOS.
Google Assistente em um Nokia 8110, celular com KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS
Google Assistente em um Nokia 8110, celular com KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS

Chegada do WhatsApp

Em julho de 2019, o sistema anunciou uma parceria com o Facebook para levar o WhatsApp aos celulares com seu sistema operacional.

Apesar das limitações dos aparelhos, o WhatsApp para KaiOS permite enviar mensagens, áudios e imagens com criptografia de ponta a ponta, como acontece em celulares mais caros.
WhatsApp no KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS
WhatsApp no KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS

Alguns recrusos demoram para serem liberados aos usuários. As chamadas de áudio no WhatsApp, que são comuns para a maioria dos usuários do aplicativo, só chegaram ao KaiOS em junho.

O investimento nessa versão do mensageiro pode ser explicado por sua popularidade entre usuários do sistema. A KaiOS Technologias não revela números, mas afirma que o WhatsApp é o aplicativo com mais usuários em sua plataforma.

Celulares com KaiOS

O catálogo de celulares com KaiOS tem empresas desconhecidas por boa parte dos brasileiros. Você já ouviu falar na operadora indiana Jio? E na fabricante americana Blu?

Para facilitar, a lista também conta com outras companhias mais famosas no Brasil, como Positivo, Multilaser, Alcatel e HMD Global (atual controladora da marca Nokia).

O Positivo P70S e o Multilaser Zapp, por exemplo, são modelos lançados em 2019. Eles têm armazenamento de 512 MB e apenas uma câmera traseira de 0,3 megapixel.

Apesar de não terem as especificações mais avançadas, os modelos têm preços mais acessíveis e podem ser encontrados em lojas no Brasil por menos de R$ 300.

Os dois dispositivos são bons exemplos do que pretende a desenvolvedora do KaiOS. Segundo a empresa, o objetivo é levar celulares com preços baixos e oferecer conectividade para bilhões de pessoas que estão sem internet ao redor do mundo.
Nokia 8110, Multilaser Zapp, Positivo P70S e Alcatel Go Flip 2 são alguns dos celulares com KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS
Nokia 8110, Multilaser Zapp, Positivo P70S e Alcatel Go Flip 2 são alguns dos celulares com KaiOS — Foto: Divulgação/KaiOS

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