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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Facebook apresenta óculos inteligentes que fazem fotos e vídeos

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Acessório foi criado em parceria com a Ray-Ban, tem câmera e permite ouvir música ou atender chamadas. Ideia similar já foi explorada pelo Snapchat, com Spectacles.
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Por G1

Postado em 09 de setembro de 2021 às 15h45m

  *.-  Post.N. -:- 4.129  -.* 

Conheça os Ray-Ban Stories, 'óculos inteligentes' desenvolvidos pelo Facebook
Conheça os Ray-Ban Stories, 'óculos inteligentes' desenvolvidos pelo Facebook

O Facebook anunciou nesta quinta-feira (9) um par de óculos inteligentes, criado em parceria com a marca Ray-Ban. O acessório tem duas câmeras que permitem capturar fotos e fazer vídeos de até 30 segundos.

Chamado Ray-Ban Stories, o produto custará a partir de US$ 299 (R$ 1.570, na cotação atual).

Ele será vendido inicialmente nos Estados Unidos, na Austrália, no Canadá, na Irlanda, na Itália e no Reino Unido em 20 modelos diferentes. A empresa não revelou se pretende vendê-lo no Brasil.

Óculos com câmeras parecidos com esse foram lançados em 2016 pelo Snapchat, aplicativo que o Facebook tentou comprar quando a onda dos posts que sumiam estava em seu auge.

Ray-Ban Stories, os 'óculos inteligentes' do Facebook — Foto: Divulgação
Ray-Ban Stories, os 'óculos inteligentes' do Facebook — Foto: Divulgação

Os comandos para os óculos inteligentes são enviados por meio da assistente de voz do Facebook e os materiais gravados podem ser acessados por meio de um aplicativo para iPhone ou celulares Android.

As fotos e os vídeos podem ser compartilhadas em diversas redes sociais pelo app, inclusive em concorrentes como Twitter, TikTok e Snapchat.

Segundo a empresa, a bateria dura cerca de 6 horas "em uso moderado", sem dar detalhes do que considera moderado.

Privacidade

Os óculos foram "desenvolvidos com a privacidade em mente", nas palavras do Facebook. Quando uma pessoa estiver com a câmera ativa, LEDs ao redor do sensor ficarão acesos.

Existe ainda um botão para desabilitar o microfone e a câmera, como há em alto-falantes inteligentes.

Há diferentes versões dos óculos, que custarão US$ 299 — Foto: Divulgação
Há diferentes versões dos óculos, que custarão US$ 299 — Foto: Divulgação

"Por padrão, os óculos inteligentes Ray-Ban Stories coletam dados necessários para que seus óculos funcionem", escreveu a companhia.

Entre esses dados estão o status da bateria, endereço de e-mail e senha e a conexão Wi-Fi.

A rede social vai solicitar o compartilhamento de dados adicionais, o que é opcional. Entre as informações estarão número de imagens capturadas ou quanto tempo você é gasto filmando.

Sem realidade aumentada

Esse compartilhamento de dados adicional vai ser importante para o Facebook dar o próximo passo nesse mercado de óculos inteligentes.

A companhia avisou que o produto ainda não tem capacidades de realidade aumentada, tecnologia que exibe animações e outros elementos gráficos através das lentes, mas que a intenção é lançar isso no futuro.

"Vemos a realidade virtual e aumentada como a próxima plataforma de computação", escreveu a companhia.

Imagem mostra um protótipo dos 'óculos inteligentes' do Facebook e os componentes presentes na haste — Foto: Divulgação
Imagem mostra um protótipo dos 'óculos inteligentes' do Facebook e os componentes presentes na haste — Foto: Divulgação

Esse avanço vai depender do desenvolvimento de tecnologias de telas cada vez mais finas e menores, além de processamento computacional para gerar esses gráficos em tempo real. Além disso, os dados coletados a partir dos Ray-Ban Stories devem auxiliar esse desenvolvimento.

Outras grandes empresas já apostaram no conceito de óculos inteligentes com realidade aumentada, como o Google, que em 2013 lançou um protótipo para o público. O projeto, no entanto, não decolou.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Twitter anuncia recurso de 'comunidades', que cria grupos na rede social

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Opção está em testes no iPhone e na versão web e será restrita por convites.
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Por G1

Postado em 08 de setembro de 2021 às 15h50m

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Ícone do Twitter, em smartphone — Foto: Thomas White/Reuters
Ícone do Twitter, em smartphone — Foto: Thomas White/Reuters

O Twitter anunciou nesta quarta-feira (8) a chegada do recurso "comunidades", que cria grupos na rede social.

A novidade ainda está em fase de testes, mas usuários de todos os países poderão participar desses espaços – apesar disso, somente contas que tuitam em inglês poderão administrá-los ou moderá-los.

A companhia disse as comunidades serão gerenciadas pelos próprios usuários e que, por enquanto, é necessário um convite para entrar. A criação dos primeiros espaços dependem de uma aprovação da plataforma.

Administradores e moderadores da uma comunidade terão convites ilimitados, enquanto os membros terão 5 oportunidades de chamar alguém.

As comunidades estarão disponíveis inicialmente no aplicativo para iPhone e na versão web, para computador. Segundo a plataforma, os telefones Android devem receber a novidade "em breve". 
Ao entrar em um grupo, as pessoas poderão escolher entre tuitar para toda a sua linha do tempo ou somente para uma comunidade específica – é preciso ter uma conta pública para participar.

Por isso, esses espaços não são privados – todas os usuários do Twitter poderão visualizar as interações. Haverá uma aba específica no aplicativo para acessar cada comunidade e filtrar os tuítes.

Outros testes

O Twitter tem lançado uma série de novos recursos, mas todos em fase de testes.

Na última terça-feira (7), a companhia anunciou dois experimentos: uma alteração na forma como as imagens e vídeos são exibidas na linha do tempo no iPhone e uma opção de "remover" um seguidor sem que ele seja notificado.

A primeira novidade já começou a aparecer para alguns usuários do telefone da Apple. O aplicativo removeu as bordas de conteúdos de mídia e deixou a visualização mais parecida com a do Instagram.

Já a opção de "remover" um seguidor está sendo liberada para algumas pessoas, somente na versão web.

A partir da lista de seguidores, os usuários podem acionar o recurso – não há uma notificação e o perfil removido pode voltar a seguir a conta a qualquer momento.

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TikTok supera YouTube em tempo médio de visualização nos EUA e Reino Unido, aponta relatório

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Levantamento da consultoria AppAnnie monitorou somente usuários do Android.
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Por G1

Postado em 08 de setembro de 2021 às 13h00m

  *.- Post.N. -\- 4.127 -.* 

Logo do aplicativo TikTok — Foto: Dado Ruvic/Reuters
Logo do aplicativo TikTok — Foto: Dado Ruvic/Reuters

Americanos e britânicos que usam o TikTok no Android passam mais tempo assistindo vídeos do aplicativo na comparação com aqueles que usam o YouTube, de acordo com um relatório da consultoria AppAnnie.

Nos EUA, o consumo de conteúdo no app chinês TikTok teve uma média mensal de 24 horas e 38 minutos para cada usuário. No YouTube, que pertence ao Google, a consumo médio foi de 22 horas e 40 minutos por mês.

No Reino Unido, a diferença foi maior: média de 26 horas de tempo de visualização por mês no TikTok, contra 16 horas no YouTube.

A AppAnnie não divulgou números sobre o uso das plataformas no Brasil.

Os dados foram coletados somente de celulares Android, que possuem 55,3% de participação de mercado nos EUA, contra 44,7% do iPhone, segundo dados da Kantar World Panel.

No Reino Unido, o Android representa 62% dos telefones, contra 37,6% do iPhone.

Apesar disso, os números mostram uma tendência de alta do TikTok, que foi o aplicativo mais baixado de 2020 ao redor do mundo, ultrapassando o Facebook.

TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários
TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários

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