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quinta-feira, 4 de novembro de 2021

5G: é preciso trocar de celular? Veja quais modelos são compatíveis

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G1 listou quais telefones podem se conectar à nova geração de redes móveis.
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Por g1

Postado em 04 de novembro de 2021 às 11h30m

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Guia do 5G: tire suas dúvidas
Guia do 5G: tire suas dúvidas

A conexão 5G começará a se espalhar pelo Brasil a partir de 2022 e para aproveitar a novidade é preciso que o aparelho celular seja compatível com a tecnologia.

O g1 listou os modelos à venda no Brasil que podem acessar a rede. A maioria dos modelos são considerados de ponta, ou seja, são mais caros. As opções mais em conta partem de R$ 1.999 (os preços foram consultados nos sites oficiais das fabricantes em 31 de outubro de 2021):

Apple

  • iPhone 12 mini (R$ 5.699)
  • iPhone 12 (R$ 6.499)
  • iPhone 13 mini (R$ 6.599)
  • iPhone 13 (R$ 7.599)
  • iPhone 13 Pro (R$ 9.499)
  • iPhone 13 Pro Max (R$ 10.499)

Os modelos iPhone 12 Pro e 12 Pro Max também são compatíveis com o 5G, mas deixaram de ser vendidos no Brasil com a chegada da nova linha.

Apple apresenta o iPhone 13; veja novidades
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Samsung

  • Galaxy A32 5G (R$ 1.999)
  • Galaxy A52s 5G (R$ 2.799)
  • Galaxy M52 5G (R$ 2.399)
  • Galaxy Note20 5G (R$ 4.499)
  • Galaxy Note20 Ultra 5G (R$ 5.999)
  • Galaxy S21 5G (R$ 4.499)
  • Galaxy S21+ 5G (R$ 5.599)
  • Galaxy S21 Ultra 5G (R$ 7.199)
  • Galaxy Z Flip3 5G (R$ 6.999)
  • Galaxy Z Fold2 5G (R$ 13.999)
  • Galaxy Z Fold3 5G (R$ 12.799)

A empresa disponibiliza ainda o modelo Galaxy A52 5G, mas ele não está listado em sua loja oficial – apenas no varejo.

Samsung Galaxy Z Fold 3: veja como é o smart dobrável
Samsung Galaxy Z Fold 3: veja como é o smart dobrável

Motorola

  • moto g 50 5G (R$ 1.999)
  • moto g 100 5G (R$ 3.799)
  • motorola edge 20 (R$ 3.999)
  • motorola edge 20 lite (R$ 2.999)
  • motorola edge 20 pro (R$ 4.999)

Os modelos moto g 5G, motorola edge, motorola edge+ também são compatíveis com o 5G, mas não estão listados na loja oficial da fabricante – apenas no varejo.

Xiaomi

  • Mi 10T (R$ 6.199)
  • Mi 10T Pro (R$ 7.299)
  • Mi 11 (R$ 9.999)
  • POCO F3 (R$ 6.399)
  • POCO M3 Pro (R$ 2.999)
  • Redmi Note 10 5G (R$ 2.429)
  • Xiaomi 11 Lite 5G NE (R$ 3.999)
Realme

  • realme 7 5G (R$ 2.099)
  • realme 8 5G (R$ 2.299)
  • realme GT Master Edition (R$ 3.699)
Asus

  • ROG Phone 5 (R$ 5.999)
  • ROG Phone 5s (R$ 6.499)
  • ROG Phone 5 Pro (R$ 12.999)
Já dá para usar?

Algumas cidades possuem uma versão simplificada da rede em um número pequeno de bairros, e é possível experimentar velocidades maiores para acessar a internet (entenda o 5G DSS aqui).

O potencial completo do 5G, no entanto, só começará a valer depois que as operadoras instalarem uma nova infraestrutura de antenas.

Veja 5 mudanças que o 5G vai trazer para as pessoas:

5 mudanças do 5G na vida das pessoas
5 mudanças do 5G na vida das pessoas

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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Boeing recebe sinal verde para lançar rede de satélites de internet ao espaço

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Gigante aeroespacial poderá operar 'constelação' com 147 satélites em serviço que será oferecido primeiro nos Estados Unidos e, depois em todo o mundo.
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TOPO
Por France Presse

Postado em 03 de novembro de 2021 às 23h00m

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Boeing poderá lançar 147 satélites para operar serviço de internet — Foto: Divulgação/Boeing
Boeing poderá lançar 147 satélites para operar serviço de internet — Foto: Divulgação/Boeing

A Boeing recebeu nesta quarta-feira (3) autorização dos Estados Unidos para o projeto de lançar uma rede de satélites que fornecerá serviços de internet do espaço.

A Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) informou em comunicado que havia aprovado uma licença para a gigante aeroespacial "construir, colocar em órbita, e operar uma constelação de satélites" que "fornecerá conexão banda larga e serviços de comunicação para uso residencial, comercial, institucional, governamental, e profissional nos Estados Unidos e no mundo".

"Os serviços avançados de internet banda-larga via satélite terão um papel importante para oferecer conexão às comunidades mais difíceis de serem atendidas", disse Jessica Rosenworcel, diretora da FCC.

A FCC deu luz verde para uma constelação de 147 satélites, a maioria dos quais ficará em órbita a baixa altitude: 132 poderão ser posicionados a cerca de 1.000 km de altitude, enquanto os outros 15 ficarão bem mais altos, entre 25.000 e 43.000 quilômetros.

O serviço será ofertado primeiro a clientes nos Estados Unidos, e depois em todo o mundo.

"A Boeing vê um futuro multi-órbita para tecnologias de satélite", disse a empresa aeroespacial em um comunicado.

"Conforme a demanda por comunicações por satélite cresce, a diversidade será necessária entre os regimes orbitais e as frequências para satisfazer as demandas exclusivas dos clientes, e vemos a banda V ajudando a fornecer parte dessa diversidade", acrescentou a Boeing.

Alguns projetos envolvendo constelações de satélites desenvolvidos por outras companhias já estão em curso.

O bilionário Elon Musk, dono da companhia espacial SpaceX, já posicionou mais de 1.500 satélites em órbita para criar a rede Starlink, enquanto o fundador da Amazon, Jeff Bezos, tem um projeto similar chamado Kuiper.

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terça-feira, 2 de novembro de 2021

Yahoo e Fortnite deixam a China devido à pressão e censura sobre o setor digital

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No mês passado, a rede social profissional LinkedIn, da Microsoft, também anunciou sua saída do país citando 'ambiente difícil'.
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TOPO
Por RFI

Postado em 02 de novembro de 2021 às 14h40m

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Imagem do jogo 'Fortnite' — Foto: Epic Games/Divulgação
Imagem do jogo 'Fortnite' — Foto: Epic Games/Divulgação

Quase simultaneamente, duas empresas de tecnologia americanas anunciaram decisões importantes nesta terça-feira (2) devido à pressão e censura que sofrem sobre suas atividades na China. Enquanto o Yahoo encerrará completamente suas atividades no país, a Epic Games vai retirar seu popular jogo Fortnite da nação asiática. 

Os serviços do Yahoo "não estão mais disponíveis na China continental" desde 1º de novembro, disse o grupo em um comunicado. A empresa lançou seu motor de buscas no país em 1999, apostando no crescimento de um grande mercado emergente na época em que a internet começava a se desenvolver na China. Atualmente, o gigante asiático é um dos países mais conectados do mundo com empresas locais particularmente dinâmicas e inovadoras.

Desde 2013, o Yahoo vem reduzindo drasticamente o funcionamento de seu serviço de mensagens no país. Um porta-voz da empresa justificou a decisão, citando "o ambiente comercial e jurídico cada vez mais difícil na China".

A empresa americana é a última de uma lista de grupos internacionais a deixar definitivamente o mercado chinês. No mês passado, a rede social profissional LinkedIn, da Microsoft, também anunciou sua saída da China devido a um "ambiente difícil". Em nome da "estabilidade", as autoridades chinesas removem da rede temas politicamente sensíveis e exigem aos gigantes da Internet que bloqueiem conteúdo indesejado.

Recusando-se a cumprir as exigências de Pequim, as redes sociais americanas Facebook, Twitter, Instagram e YouTube, a enciclopédia participativa Wikipedia, assim como várias mídias estrangeiras, são totalmente bloqueadas no país por uma "grande muralha informática" erguida pelos censores do regime chinês.

Restrições ao maior mercado mundial de jogos digitais

Nesta mesma dinâmica, a gigante americana de tecnologia Epic Games anunciou a retirada do seu popular jogo de sobrevivência Fornite da China. Pequim impôs regulamentações severas a vários setores como parte de um esforço para aumentar seu controle sobre a economia, com as empresas de tecnologia sendo as mais atingidas.

Em setembro, as autoridades disseram que pretendiam conter o vício em jogos na China reduzindo o tempo que os menores passam online e ordenaram que os gamers usassem uma carteira de identidade ao se registrar. A mudança foi um duro golpe para a capacidade das empresas de obter lucro no país e fez com que os preços de suas ações despencassem. 

Em resposta, a Epic Games anunciou que o jogo não estará mais disponível na China daqui a poucos dias. "Em 15 de novembro, vamos desligar os servidores e os usuários não conseguirão mais se conectar", disse a empresa em comunicado.

Desde segunda-feira (1), a plataforma não aceita mais novos players no país asiático, afirmou a empresa, que tem entre seus acionistas a gigante digital chinesa Tencent.

Com o anúncio, a empresa encerra um teste da versão do Fortnite criada especificamente para o mercado chinês, com um controle rígido sobre elementos violentos, obscenos ou politicamente sensíveis. No jogo participativo da Epic Games, os usuários interagem online em um ambiente hostil. Embora atuem em grupo, o objetivo é ser o último sobrevivente.

O download é gratuito, mas gera bilhões de dólares de receita com compras de elementos extras aos personagens. É um dos jogos mais populares do mundo, com mais de 350 milhões de usuários, mais que a população dos Estados Unidos.

Usuário chineses lamentam

Muitos jogadores chineses lamentaram na internet o anúncio do encerramento do Fortnite no país. "Não esperávamos isso", disse uma jovem na rede social Weibo. "Jogo com o meu namorado e estava morrendo de vontade de ver o que aconteceria", acrescentou.

Outros expressaram irritação pela perda da evolução de seus personagens, aos quais haviam dedicado muitas horas de jogo, e pediram à Epic Games que seus dados sejam transferidos para servidores fora do país.

Lançado em 2017, o Fortnite se tornou rapidamente um fenômeno global, com algumas partidas sendo assistidas ao vivo por milhões de internautas. A Epic Games realiza cada vez mais colaborações com celebridades, como a cantora americana Ariana Grande e o jogador de futebol Neymar.

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