Total de visualizações de página

sábado, 22 de janeiro de 2022

iFood será a 1° empresa a realizar delivery com drones no Brasil após permissão da Anac

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Autorização, dada nesta sexta-feira (21), é para o modelo DLV-1 NEO, que poderá operar comercialmente em um raio de 3 km, carregando cargas de até 2,5 kg.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por g1

Postado em 22 de janeiro de 2021 às 13h40m

Post. N. - 4.253

Anac permite uso de drones para entregas Brasil — Foto: Divulgação / Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)
Anac permite uso de drones para entregas Brasil — Foto: Divulgação / Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)

Entregas comerciais poderão ser realizadas via drones no Brasil, inclusive de alimentos, autorizou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta sexta-feira (21). Com isso, o iFood, em parceria com a Speedbird Aero, será a primeira empresa das Américas a realizar delivery neste modal em todo o território brasileiro.

A permissão, que é a primeira do tipo no país, se restringe ao modelo DLV-1 NEO, em rotas BVLOS, ou seja, além da linha visual do piloto. O drone deverá percorrer apenas distâncias de até 3 km, com cargas de até 2,5 kg.

A Speedbird Aero, empresa que poderá operar os drones, deverá respeitar outras restrições de segurança, como não sobrevoar pessoas, manter distância de possíveis fontes de interferência eletromagnética, observar alturas máximas e mínimas de operação e as condições meteorológicas.

É uma conquista única para o Brasil. Esse é um marco histórico na aviação, mas também no desenvolvimento da sociedade. É o início de uma mudança que agilizará as entregas com o uso de um modal aéreo em parte das rotas, diz Fernando Martins, head de logística e inovação no iFood.

A empresa explicou que os drones fazem apenas uma parte do trajeto. Eles levam os pedidos até um droneport (área específica e segura para pousos e decolagens de drones), onde são coletados por um entregador do iFood, que completa a entrega até os clientes.

O iFood disse, em nota, que vem testando o modal desde 2020, e foi a primeira foodtech a realizar entregas por meio de drones com as aprovações dos órgãos competentes em toda a América Latina.

Em dezembro, a organização iniciou sua primeira rota experimental de entregas pelo modal, com autorização da Anac. A operação conta com entregas intermunicipais, com voos entre Aracaju e Barra dos Coqueiros (SE).

A empresa ressalta que todas as operações com drones são realizadas pela Speedbird, por profissionais habilitados e preparados para a aeronavegabilidade de forma segura.

Em nota, a Anac relatou que o processo de autorização do projeto foi desenvolvido em 8 meses, em conjunto com a Speedbird Aero e AL Drones. O trabalho foi conduzido também pelas Superintendências de Aeronavegabilidade (Sar) e de Padrões Operacionais (Spo) da Anac.

Foram feitos ensaios para testar o uso do drone: três em São José dos Campos (SP), para a avaliação das características técnicas da aeronave, e um ensaio em Aracaju (SE), para avaliação operacional.

Relembro o primeiro teste com o drone para delivery:

VÍDEO: Anac testa delivery de comida com uso de dronesVÍDEO: Anac testa delivery de comida com uso de drones
------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

FBI faz alerta sobre golpes que usam QR Code para roubar vítimas

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Códigos que podem ser lidos pela câmera do smartphone servem como atalhos para usuários, mas polícia federal americana diz que eles têm sido usados para roubar dados e induzir a pagamentos indevidos.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por g1

Postado em 21 de janeiro de 2021 às 15h25m

Post. N. - 4.252

QR Code — Foto: Gerd Altmann/Pixabay
QR Code — Foto: Gerd Altmann/Pixabay

O FBI publicou um alerta nesta semana sobre golpes que usam QR Code para roubar vítimas. Segundo a polícia federal dos Estados Unidos, criminosos criam códigos que parecem ser legítimos e levam os usuários para sites mal-intencionados.

O QR Code é um código quadrado que pode ser lido pela câmera de um smartphone para encaminhar ao site de uma empresa, por exemplo. Entre as várias finalidades, também é possível usá-lo como um atalho para baixar um aplicativo ou fazer um pagamento.

Para diminuir o contato na pandemia, ele foi adotado em vários estabelecimentos, como restaurantes com cardápios virtuais que podem ser acessados por QR Code.

No entanto, criminosos têm atuado para substituir códigos físicos e digitais para aplicar os golpes. É o que afirma o Centro de Reclamações de Crimes na Internet (IC3, na sigla em inglês), que faz parte do FBI.

"Os cibercriminosos estão aproveitando essa tecnologia direcionando a leitura do QR Code para sites maliciosos para roubar dados da vítima, incorporar malware para obter acesso ao dispositivo da vítima e redirecionar o pagamento para uso cibercriminoso", disse o IC3 na última terça-feira (18).

O órgão explica que, quando o objetivo é roubar dados, os criminosos criam sites para induzir a vítima a preencher informações de login e dados financeiros. As páginas também podem servir para baixar arquivos maliciosos, que têm o potencial de obter a localização e dados pessoais do usuário.

"Embora códigos QR não sejam de natureza maliciosa, é importante ter cuidado ao inserir informações financeiras, bem como fazer pagamento por meio de um site acessado via QR Code", orientou o FBI.

Como se proteger

Em seu alerta, o FBI ofereceu dicas para evitar golpes que usam QR Code para roubar vítimas. O órgão orienta usuários a analisarem a URL do site que foi carregado após a leitura do código para garantir que ele realmente é legítimo.

Em lojas físicas, a recomendação é verificar se não houve manipulação do QR Code com um adesivo em cima do original, por exemplo.

A polícia federal americana também sugere cuidado com QR Code que aparecem em mensagens de empresas e amigos. De acordo com o órgão, o ideal é entrar em contato com quem enviou o código antes de acessá-lo no seu celular.

Saiba como se proteger de golpes no WhatsApp

Golpes no Whatsapp: saiba como se protegerGolpes no Whatsapp: saiba como se proteger

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Companhias aéreas dos EUA alertam para possível 'caos' se 5G não for limitado perto de aeroportos; entenda

===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====


Estreia de nova faixa da rede móvel está prevista para quarta-feira (19), mas aéreas pedem terceiro adiamento.
===+===.=.=.= =---____---------   ---------____------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------______---------   ----------____---.=.=.=.= +====
Por g1

Postado em 18 de janeiro de 2022 às 15h45m

Post. N. - 4.251

Pessoa em frente a um letreiro do 5G — Foto: Josep Lago/AFP
Pessoa em frente a um letreiro do 5G — Foto: Josep Lago/AFP

Presidentes de 10 companhias aéreas dos Estados Unidos emitiram um alerta na última segunda-feira (17) às autoridades para alertar sobre o possível "caos" que representaria a ativação de redes 5G nas proximidades de aeroportos, em uma carta obtida pela agência de notícias AFP.

A estreia de uma nova faixa da nova tecnologia está prevista para a próxima quarta-feira (19), depois de ser adiada duas vezes por causa das preocupações de interferências que a rede pode causar nas aeronaves.

"Escrevemos para pedir urgentemente que a 5G seja implementada a partir de 19 de janeiro em qualquer local, exceto a 2 milhas (cerca de 3,2 km) das pistas de aeroportos, como foi definido pela FAA (autoridade de aviação federal)", destaca a carta, também assinada pelas gigantes de logística FedEx e UPS.

EUA: empresa adia 5G nas proximidades de alguns aeroportosEUA: empresa adia 5G nas proximidades de alguns aeroportos

"Em um dia como o último domingo, mais de 1.100 voos e 100.000 passageiros estariam sujeitos a cancelamentos, desvios e atrasos", temem os presidentes dessas empresas, incluindo American Airlines, Delta e Southwest.

Entenda ponto a ponto o problema:

  1. O que está acontecendo?
  2. O que dizem as operadoras
  3. O que acontece agora
  4. Por que isso está acontecendo somente nos EUA?
1. O que está acontecendo?

As aéreas afirmam que o uso da Banda C (faixa que utiliza o espectro entre 3.7 GHz a 6.425 GHz) no 5G poderia interferir em componentes eletrônicos da aeronave, especialmente os altímetros (medidores de altitude).

Esse equipamento opera por rádio nas aeronaves e usa frequências próximas ao 5G. Eles são responsáveis por calcular a distância exata do avião em relação ao solo, usados especialmente em operações de pouso por instrumentos, quando a visibilidade na pista está reduzida, para evitar acidentes e colisões.

As companhias aéreas defendem uma pausa "até que a FAA possa determinar como essa implantação pode ser realizada com segurança e sem interrupções catastróficas".

Dreamliner 787-10 no Aeroporto Internacional de Newark, em Nova Jersey — Foto: AP Photo/Seth Wenig
Dreamliner 787-10 no Aeroporto Internacional de Newark, em Nova Jersey — Foto: AP Photo/Seth Wenig

Preocupada com possíveis problemas de interferência com dispositivos de medição de altitude de aeronaves, a FAA emitiu novas diretrizes que limitam o uso desses mecanismos de voo em algumas situações e na última sexta (14) pediu à AT&T e à Verizon que adiassem a ativação da banda C perto de um número indeterminado de "aeroportos prioritários" enquanto um estudo mais aprofundado é realizado.

Essa pesquisa irá determinar exatamente quantos avisões podem ser impactados. Por enquanto, a autoridade permitirá que aviões com altímetros precisos e confiáveis operem em regiões com 5G. Mas os aviões com altímetros mais antigos não poderão fazer aterrissagens em condições de baixa visibilidade.

2. O que dizem as operadoras?

O CTIA , um grupo da indústria de redes sem fio dos EUA, disse que o 5G é seguro e acusou a indústria da aviação de espalhar o medo e distorcer os fatos.

A organização disse que a banda C já foi implantada em cerca de 40 países, sem relatos de interferência prejudicial com equipamentos de aviação.

A agência de notícias Associated Press disse ainda que o CEO da AT&T, John Stankey, e o CEO da Verizon, Hans Vestberg, se ofereceram para reduzir alcance de suas redes 5G perto dos aeroportos, como está sendo realizado na França.

3. O que acontece agora?

A AT&T e a Verizon poderão lançar o 5G na banda C este mês sob as licenças já concedidas pela FCC. As companhias aéreas têm até sexta-feira (20) para dar às companhias uma lista de até 50 aeroportos onde acreditam que o alcance do 5G deve ser reduzido até 5 de julho, segundo a Associated Press.

Até julho, as empresas de telecomunicações conversarão com a FAA e as companhias aéreas sobre possíveis medidas a longo prazo em relação ao serviço 5G próximo aos aeroportos.

Entretanto, nos termos do acordo com a FAA, a AT&T e a Verizon terão competência exclusiva para decidir se serão feitas quaisquer mudanças no serviço.

4. Por que isso está acontecendo somente nos EUA?

Nos Estados Unidos, a Banda C do 5G vai até 3,98 GHz, próximo da frequência dos altímetros, que operam entre 4,2 GHz e 4,4 GHz. Quanto maior a frequência, mais rápido o serviço tende a ficar – por isso, as operadoras querem tirar proveito de toda a banda.

A preocupação é que a chamada "banda de guarda", que funciona como uma faixa de segurança entre as frequências, é menor do que em outros países.

No Brasil, por exemplo, as operadoras podem operar até a faixa de 3,7 GHz – uma banda de guarda bem maior, que reduz os riscos de interferência.

"Esse maior distanciamento em frequência, chamado de banda de guarda, acarreta melhores condições para a convivência, e menor risco de interferências no território brasileiro", afirmou Moisés Moreira, conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e presidente do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência (Gaispi).

Na União Europeia, a banca C vai de 3,4 GHz a 3,8 GHz, enquanto na Coreia do Sul, o alcance é de 3,4 a 3,7 GHz, segundo a Reuters.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================--------------------------------------------------------------------------------====-++-----