Marketing com visibilidade e transparência, focalizando com criatividade e competência a sua slogomarca, fazendo valer no detalhe do visual, o diferencial de retorno do seu investimento, com satisfação do cliente em primeiro lugar!... Excelência no atendimento, para a satisfação e o encantamento do consumidor-cliente!
Dois primeiros protótipos de uma série de satélites serão lançados no início de 2023 usando um novo foguete da joint venture Boeing-Lockheed United Launch Alliance. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters Postado em 12 de outubro de 2022 às 15h15m Post. N. - 4.455
Homem passa em frente a logo da Amazon em Mumbai, na Índia. — Foto: REUTERS/Francis Mascarenhas
A Amazon
lançará seus dois primeiros protótipos de uma série de satélites ao
espaço no início de 2023 usando um novo foguete da joint venture
Boeing-Lockheed United Launch Alliance, disseram as empresas
quarta-feira (12).
Atrasos no desenvolvimento de foguetes com a startup ABL Space Systems,
que estava inicialmente pronta para lançar os dois satélites da Amazon no fim deste ano, levaram a gigante do varejo a embarcar no novo foguete Vulcan da ULA como carga secundária.
Essa missão, o voo orbital de estreia de um novo foguete que competirá
com os lançadores da SpaceX, de Elon Musk, está marcada para o primeiro
trimestre de 2023.
Os protótipos de satélites serão os primeiros a serem lançados como parte da rede Kuiper, da Amazon,
uma constelação de 3.236 satélites em órbita baixa projetada para
transmitir internet de banda larga para partes remotas do mundo.
A empresa prometeu investir 10 bilhões de dólares no projeto, com
objetivo de acompanhar a crescente rede Starlink da SpaceX, que já
oferece serviço de internet a milhares de clientes em dezenas de países.
A mudança da Amazon
para o foguete Vulcan da ULA será um teste do parceiro antes dos 38
futuros lançamentos Vulcan que comprou da empresa de lançamento em 2021
para ajudar a implantar a maior parte de seus satélites.
A Amazon não disse quando planeja lançar os primeiros satélites operacionais.
Classificação abre caminho para ações judiciais contra seus usuários. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse 11/10/2022 10h11 Atualizado há 2 horas Postado em 11 de outubro de 2022 às 12h15m Post. N. - 4.454
Logotipo da empresa Meta é visto em Davos, na Suíça — Foto: Arnd Wiegmann/REUTERS/Arquivo
A Rússia classificou oficialmente a empresa americana Meta, dona Facebook, do Instagram e do WhatsApp , como uma organização "terrorista e extremista". Assim, o Estado russo pode brir ações judiciais contra os usuários dessas redes sociais.
A Meta
foi incluída na lista de organizações "terroristas e extremistas" do
serviço de vigilância financeira russo nesta terça-feira (11) no portal
governamental russo.
Em março, um tribunal russo declarou a Meta"extremista" e suas duas principais redes sociais, Instagram e Facebook, foram bloqueadas na Rússia.
Os quatro aplicativos mais baixados na última década pertencem todos à
empresa de Mark Zuckerberg: Facebook (1º lugar), Facebook Messenger
(2º), WhatsApp (3º) e Instagram (4º) — Foto: Reuters
Em 10 de março, aMeta anunciou que as plataformas poderiam permitir publicações que
incluíssem mensagens como "morte aos invasores russos", mas não ameaças
críveis contra civis, embora mais tarde tenha esclarecido que isso se
aplicaria apenas a usuários que publicassem a partir da Ucrânia.
Desde março, os internautas não conseguem acessar o Instagram ou Facebook na Rússia, razão pela qual muitos naquele país usam redes privadas virtuais (VPNs) para acessar as redes sociais.
O Instagramé muito popular na Rússia e costumava ser uma plataforma importante para publicidade e vendas. Bilhões de pessoas usam aplicativos Meta em todo o mundo.
A decisão do órgão russo coloca a empresa americana no mesmo nível que
grupos nacionalistas de extrema-direita, organizações terroristas
estrangeiras e grupos de oposição da Rússia.
O empreendedor pode se inspirar em algo como o WeChat, na China, para desenvolver um aplicativo poderoso que possui múltiplas funções. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 10/10/2022 08h00 Atualizado há 2 horas Postado em 10 de outubro de 2022 às 10h00m Post. N. - 4.453
Elon Musk mudou de ideia novamente sobre a compra do Twitter — Foto: Getty Images
"Comprar o Twitter é um acelerador para criar o X, o aplicativo para tudo."
O bilionário Elon Musk escreveu essa frase no Twitter após aparentemente mudar de opinião, mais uma vez, em relação à compra da plataforma.
Em uma carta ao Twitter, Musk concordou em pagar o valor da oferta inicial feita meses atrás, e que posteriormente foi abandonada.
Mas com a mensagem na rede social, o dono da Tesla e da SpaceX revelou sua intenção de levar o Twitter a um novo patamar.
A editora de tecnologia da BBC, Zoe Kleinman, diz que Musk pode estar
pensando em algo semelhante ao bem-sucedido aplicativo WeChat da China.
Quem é Elon Musk, bilionário eleito 'Personalidade do Ano' pela revista 'Time'
O WeChat é uma espécie de "super app" que reúne uma série de serviços,
incluindo troca de mensagens, redes sociais, pagamentos e entrega de
comida. É algo que ainda não existe no Ocidente.
Elon Musk concordou com os donos do Twitter em pagar o valor que havia
oferecido inicialmente, em abril, de US$ 54,20 por ação — Foto: Getty
Images
Em comparação com os concorrentes, o Twitter
é uma plataforma relativamente pequena, com cerca de 300 milhões de
usuários ativos — e nunca passou pelo crescimento exponencial, digamos,
do TikTok ou Instagram.
Mas é considerado influente, sendo amplamente utilizado por políticos,
líderes mundiais e empresas para compartilhar comentários e opiniões.
Quando anunciou pela primeira vez sua intenção de comprar o Twitter,
Musk disse que queria oferecer mais "liberdade de expressão" e menos
moderação na plataforma — uma linha difícil para qualquer empresa de
rede social diante das variadas regulamentações e leis sobre discurso de
ódio no mundo.
Pode ser, no entanto, que Musk queira transformar a plataforma em algo
bem diferente, o que poderia afastar seus usuários atuais, mas também
atrair um público totalmente novo, diz Kleinman.
Mas, afinal, como funcionam os superaplicativos, e o que pode vir pela frente com o X?
A seguir, Tessa Wong, jornalista da BBC em Cingapura, dá seu depoimento em primeira pessoa.
Como é a vida com um super app na Ásia
Os entregadores dos aplicativos levam todo tipo de produto até a porta da sua casa — Foto: Getty Images
Estou presa em casa cuidando de uma criança doente, quando de repente
me bate uma sensação familiar: um desejo de comer durião, uma fruta
tropical do Sudeste Asiático.
Mas não preciso ir à feira ou ao supermercado para comprar, trazer de volta para casa e penar para abrir sua casca espinhosa.
Apenas pego meu telefone, abro um aplicativo chamado Grab e toco na tela algumas vezes.
Quarenta e cinco minutos depois, alguém bate na minha porta. Um
entregador me dá uma sacola: é o meu durião, recém descascado, lacrado
em um recipiente de plástico, pronto para comer.
Desde pedir táxi e comida até pagar contas e reservar viagens de
férias, os superaplicativos como o Grab oferecem uma incrível variedade
de serviços.
Elon Musk
está pensando em criar um chamado X — mas em muitas partes da Ásia eles
já se tornaram uma parte fundamental do nosso cotidiano nos últimos
anos.
Em Cingapura, você pode comprar durião por meio de um aplicativo e receber em casa — Foto: BBC
Eu uso o Grab principalmente para voltar para casa depois de uma
noitada, ou pedir comida tailandesa quando não tenho energia para
preparar o jantar para a família.
Mas muita gente em Cingapura também usa para enviar encomendas e
documentos, ou fazer compras online — um colega acabou de comprar um
equipamento de karaokê para casa.
Outras extensões permitem que você compre passagens de ônibus e barca,
faça reservas em hotéis e até providencie alguém para ir à sua casa
fazer um teste profissional de covid.
Estes produtos e serviços podem ser pagos por meio do próprio sistema
financeiro do aplicativo. Há uma e-wallet (carteira digital) vinculada à
sua conta bancária ou cartão de crédito, ou você pode configurar
parcelamentos ou pagar com pontos que ganha a cada atividade realizada
pelo aplicativo.
Também pode ser usado para efetuar pagamentos sem dinheiro — seja
comprando itens em uma loja escaneando códigos QR com o aplicativo ou
por meio de um cartão físico vinculado à sua conta.
Você pode obter um cartão físico do Grab vinculado a uma conta bancária — Foto: BBC
Mas o Grab não é o único.
Há uma abundância de superaplicativos — do GoJek, da Indonésia, ao
PayTM, da Índia. E eles permitem que você faça ainda mais coisas, como
marcar manicure, pedir combustível para sua moto, pagar uma multa de
trânsito e até comprar ouro.
Os super apps se estabeleceram em uma região de nativos digitais.
Somente no Sudeste Asiático, cerca de três quartos da população usam
internet e, desse grupo, 88% possuem smartphone.
E ainda tem o WeChat, da China — o superaplicativo asiático original que dizem ser a inspiração para o X de Musk.
É uma plataforma de troca de mensagens e rede social que evoluiu para
um dos maiores aplicativos da região em termos de variedade de serviços e
número de usuários. Estima-se que tenha 1,29 bilhão de usuários somente
na China, de acordo com a contagem mais recente.
O WeChat também é uma das maiores redes de pagamento daChina — e os consumidores a usam para pagar por bens e serviços e enviar dinheiro uns aos outros.
Na China, até as feiras usam o WeChat como sistema de pagamento — Foto: Getty Images
Algumas pesquisas sugerem que um usuário chinês gasta até um terço das horas em que está acordado apenas no WeChat.
Muito tem sido dito sobre como sua onipresença na vida cotidiana
chinesa, operando em uma sociedade rigidamente controlada pelo governo,
transformou o WeChat em uma ferramenta de vigilância e censura.
Mensagens, postagens e até mesmo contas são bloqueadas rotineiramente por conteúdo considerado politicamente sensível.
Além disso, há preocupações de como isso poderia contribuir para os diversos esquemas controversos de "crédito social" na China, onde a vida do cidadão pode ser restringida com base em suas pontuações de crédito bancário ou comportamento social.
As conversas e interações no WeChat são monitoradas pelo governo chinês — Foto: Getty Images
Em 2020, o WeChat introduziu seu próprio sistema de pontuação, em que
os usuários obtêm privilégios extras se tiverem bons registros de
crédito no aplicativo.
O exemplo do WeChat destaca a principal preocupação com os
superaplicativos — dado que todo mundo faz praticamente tudo em apenas
algumas plataformas, esses aplicativos acabam coletando uma vasta
quantidade de dados sobre as pessoas e podem exercer algum poder sobre
nossas vidas diárias.
Como esses dados são tratados e até que ponto os governos devem ter
acesso a eles, são algumas questões que vão fazer parte do debate em
sociedades em que a privacidade é particularmente valorizada.
O superaplicativo X de Musk — se vier a ser concretizado — pode ser visto com receio por alguns, como uma faca de dois gumes.
Para outros, porém, a conveniência e a simplicidade de resolver tudo
com apenas um aplicativo compensam. Há sempre a opção de reduzir seu
uso, para aqueles com grandes preocupações em relação à privacidade.
E nos mercados abertos, aplicativos especializados vão continuar
disputando a atenção dos usuários, reduzindo a probabilidade de a
maioria dos dados acabar nas mãos de apenas uma ou duas empresas — uma
razão para o domínio do WeChat na China é que alguns aplicativos, como Twitter e WhatsApp, são bloqueados lá.
Aqui em Cingapura, eu não faço tudo no Grab. Não é porque desconfie,
mas prefiro usar aplicativos especializados para fazer outras coisas,
como compras de supermercado ou de roupas, já que são melhores para
isso.
Então, estou tranquila com o Grab no meu telefone porque ele não sabe
tudo sobre mim, apenas algumas coisas — como o fato de eu adorar a
entrega em domicílio de durião.