Total de visualizações de página

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Quem foi Virgínia Leone Bicudo, psicanalista negra pioneira homenageada pelo Google

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Buscador da internet lembra a trajetória da especialista brasileira que completaria 112 anos nesta segunda-feira.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
TOPO
Por BBC

Postado em 21 de novembro de 2022 às 11h40m

Post. N. - 4.492

Virgínia Leone Bicudo é a homenageada do Google nesta segunda-feira (21) — Foto: Divulgação
Virgínia Leone Bicudo é a homenageada do Google nesta segunda-feira (21) — Foto: Divulgação

Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virgínia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou.

Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras do país. E publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.

No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.

Primeiros anos e formação

Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.

Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S.Paulo

Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.

Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.

Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no país e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.

Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito.

A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.

A tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud.

No caminho inverso, ela sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.

Difusão de conhecimento

No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).

A iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".

"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2ª Guerra", contextualiza a SBS.

Bicudo desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um país mais tolerante e sem preconceitos.

A psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.

No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso.

Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.

A coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.

De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos.

Os textos que Bicudo escreveu para o jornal foram depois compilados num livro — Foto: Divulgação
Os textos que Bicudo escreveu para o jornal foram depois compilados num livro — Foto: Divulgação

Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.

De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.

De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasília, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo.

Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder — e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos.

No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasília.

Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.

- Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63704390

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

sábado, 19 de novembro de 2022

O brasileiro que pretende criar 'MIT da Amazônia', instituto de tecnologia voltado à floresta

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Liderada pelo cientista Carlos Nobre, iniciativa pretende envolver vários países e estimular pesquisas com os recursos naturais disponíveis na região.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
TOPO
Por BBC

Postado em 19 de novembro de 2022 às 20h05m

Post. N. - 4.491

Vista da foz do rio Amazonas: desenvolver tecnologias a partir dos recursos da região é um dos objetivos de novo instituto de pesquisa — Foto: Getty Images
Vista da foz do rio Amazonas: desenvolver tecnologias a partir dos recursos da região é um dos objetivos de novo instituto de pesquisa — Foto: Getty Images

Um dos cientistas mais influentes de sua geração, o meteorologista brasileiro Carlos Nobre se espelha na própria história pessoal para fazer um sonho virar realidade.

Formado no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, e com doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, o pesquisador trabalha agora para criar um centro de pesquisa nos mesmos moldes no coração da Amazônia.

O projeto, conhecido como Instituto de Tecnologia da Amazônia (ou AmIT, na sigla em inglês), tem a pretensão de envolver não apenas o Brasil, mas todos os países que possuem porções da floresta, como Peru, Colômbia e Bolívia.

"Será uma instituição pan-amazônica, capaz de produzir ciência de ponta no padrão dos melhores centros do mundo", antevê.

Nobre aponta que "não há nenhum país tropical que desenvolveu a bioeconomia baseada em recursos naturais, biodiversidade e florestas" e que essa pode ser uma grande oportunidade para o Brasil.

O cientista projeta que o instituto terá recursos públicos e privados e pode virar realidade nos próximos dois ou três anos.

O site oficial da iniciativa traz mais detalhes sobre como o AmIT foi estruturado.

A premissa principal do instituto é a de que "o conhecimento da Amazônia deve ser fundamentado na ciência e na tecnologia direcionadas à inovação para garantir a inclusão socioeconômica no desenvolvimento da própria região".

Em outras palavras, a ideia é fazer pesquisas científicas para desenvolver tecnologias, descobrir potenciais usos dos recursos naturais da floresta de modo sustentável e gerar riquezas para as próprias pessoas que vivem lá.

Usando como exemplo o próprio ITA, o pesquisador lembra que, graças às pesquisas feitas no local, o Brasil desenvolveu a terceira maior companhia de aviação do mundo: a Embraer.

Além de Nobre, fazem parte do projeto do AmIT os cientistas Maritta Koch-Weser, presidente da ONG Earth3000 e Adalberto Val, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O meteorologista destaca que o AmIT terá cinco eixos principais.

"Nós desenhamos grandes unidades de pesquisa e desenvolvimento local para guiar a lógica de formação dos alunos", explica.

"Vamos trabalhar com florestas, paisagens alteradas ou degradadas e como restaurá-las, infraestrutura sustentável de transporte e energia, biodiversidade e manejo da água", conta.

Segundo o pesquisador, o grande objetivo é aliar "a ciência indígena de milhares de anos, com a ciência contemporânea, de forma harmoniosa e operativa".

Carlos Nobre é um dos cientistas brasileiros mais influentes da atualidade — Foto: Getty Images
Carlos Nobre é um dos cientistas brasileiros mais influentes da atualidade — Foto: Getty Images

Nobre, que está participando da Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP27), que acontece em Sharm El Sheik, no Egito, também acredita que o Brasil pode (e deve) assumir o papel de liderança global nas políticas ambientais.

"Nosso país pode ser a primeira grande economia a zerar suas emissões de carbono", pontua.

O cientista aponta que isso representa um enorme ganho para a economia — a manutenção da floresta é fundamental para o regime de chuvas que irriga e sustenta as plantações espalhadas pelo resto do país, por exemplo.

Ele ainda reforça a necessidade de que o mundo atinja as metas estabelecidas em 2015 no Acordo de Paris, de preferência com o limite de aumento de 1,5°C na temperatura do planeta em comparação com a era pré-industrial.

Por fim, Nobre vê com boas perspectivas a eleição de Lula e o início do novo governo sob o ponto de vista do meio ambiente.

"Há uma experiência no passado em que vimos a queda no desmatamento e na degradação ambiental, a melhora da qualidade de vida da população brasileira e especificamente da Amazônia, a criação de várias unidades de conservação e demarcação de territórios indígenas", lista.

"As eleições de 2022 foram a última chance de manter a Amazônia e de combater o crime organizado na região, que sempre existiu, mas se sentiu empoderado nos últimos anos", diz.

"Me parece que a política do novo governo vai toda na direção do desmatamento zero e existe, claro, uma pressão internacional para que se obtenha sucesso."

"Nós temos quatro anos para acabar com o desmatamento, a degradação e a ilegalidade na Amazônia", completa.

- Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63641033

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

De US$ 32 bilhões a zero: o que aconteceu com a gigante das criptomoedas

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Veja perguntas e respostas sobre os erros e a suposta fraude que acabaram com a fortuna de Sam Bankman-Fried.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por Bruna Miato, g1

Postado em 18 de novembro de 2022 às 09h10m

Post. N. - 4.490

Logo da FTX é visto em Miami, em imagem de arquivo — Foto: Marco Bello/Reuters
Logo da FTX é visto em Miami, em imagem de arquivo — Foto: Marco Bello/Reuters

Foi uma história de ascensão rápida – e um tombo ‘express’.

A FTX, uma das maiores corretoras de criptomoeda do mundo, chegou a valer cerca de US$ 32 bilhões neste ano. O crescimento da empresa levou seu dono, o jovem Sam Bankman-Fried, ao posto de um dos maiores bilionários do mundo – status que ele perdeu rapidamente.

Na última sexta-feira (11), Bankman-Fried – ou SBF, como é conhecido na internet, – contou ter pedido a recuperação judicial da FTX na justiça americana. O motivo? Depois do vazamento de documentos que mostravam a situação das contas da corretora, milhares de clientes começaram a sacar o dinheiro que tinham na empresa. E ela quebrou.

Veja, a seguir, as principais perguntas e respostas sobre o caso.

O que é a FTX?

A FTX é uma corretora, um espaço que permite que pessoas físicas e jurídicas comprem e vendam ativos. Por se tratar de uma corretora cripto, os ativos negociados na FTX são as moedas digitais. A FTX é a segunda maior do tipo no mundo, atrás apenas da Binance, e por isso mantinha bilhões de dólares em depósitos de seus clientes.

No primeiro semestre do ano, com o aumento das taxas de juros no mundo (o que impacta negativamente os ativos de risco, como as criptomoedas), o dono da FTX passou a intervir para salvar outras empresas, emprestando dinheiro – o que especialistas dizem ter sido origem dos erros cometidos na companhia.

A FTX e seu fundador sempre pautaram suas decisões por uma grande agressividade, adquirindo mais alavancagem, com engenharia financeira e aparentemente com uso de fraude e contágio de balanços de empresas que não deveriam ter qualquer tipo de vínculo, diz Alexandre Ludolf, diretor de investimentos da QR Asset Management.

Uma das empresas que recebeu dinheiro da FTX foi a Alameda Research – pertencente ao próprio Bankman-Fried, que recebeu bilhões em FTT (o token da FTX, uma espécie de moeda oficial da plataforma).

Ludolf explica que, embora os negócios devessem ser separados, aparentemente o executivo utilizou os recursos dos clientes que estavam depositados na corretora para salvar a operação da Alameda, o que é ilegal.

Por que os investidores correram para sacar o dinheiro?

Quando essas informações vieram à tona no começo de novembro, junto a um balanço patrimonial da Alameda que revelava que cerca de US$ 14,6 bilhões eram mantidos em FTT, os clientes da corretora, com medo de perderem seus depósitos, começaram uma corrida para sacar os recursos.

Por não ter dólares suficientes para arcar com todos os saques, a FTX quebrou. No site da companhia, um aviso no topo da página avisa que os saques foram bloqueados e que a empresa desaconselha fortementenovos depósitos.

Diferentemente do que a FTX alegava, não havia dinheiro suficiente para arcar com os compromissos de resgate. A corretora efetivamente se apropriou dos recursos de clientes, afirma Ludolf.

Bitcoin: Saiba o que é e como funciona a mais popular das criptomoedasBitcoin: Saiba o que é e como funciona a mais popular das criptomoedas

Qual foi o papel da Binance?

Segundo explica o especialista da QR Asset Management, a Binance – maior corretora cripto do mundo – foi um dos catalisadores e aceleradores do movimento de corrida bancária na FTX, mas não teve nenhum vínculo direto com a derrocada.

O CEO da Binance, o chinês Changpeng Zhao, ajudou a alimentar os temores dos investidores que levaram aos saques em larga escala. Ele e o presidente da FTX trocavam farpas em redes sociais há algum tempo – mas, mesmo assim, Bankman-Fried tentou um acordo com Zhao para intervir na operação da corretora e evitar a falência.

A Binance chegou a anunciar a intenção de comprar os negócios da FTX que eram operados fora dos Estados Unidos quando a corretora suspendeu os saques.

Rapidamente após iniciar a due diligence (termo em inglês para descrever os passos legais de análise antes de fechar um negócio), no entanto, ficou claro que (o problema da FTX) não se tratava apenas de má gestão de risco, mas sim de fraude em larga escala, por isso desistiram da compra, ressalta Ludolf.

O que fez Bankman-Fried após a quebra?

Sam Bankman-Fried, o ex-bilionário fundador da FTX — Foto: FTX/Divulgação via Reuters
Sam Bankman-Fried, o ex-bilionário fundador da FTX — Foto: FTX/Divulgação via Reuters

Um dia antes de anunciar o pedido de recuperação judicial, na quinta-feira (10), Bankman-Fried detalhou o que ocorreu com a empresa e disse ter errado duas vezes na administração.

Na primeira vez, uma rotulagem interna ruim de contas relacionadas a bancos significou que eu estava substancialmente errado com meu senso de margem dos usuários. Achei que eram bem mais baixos, escreveu. O executivo disse que errou da mesma forma uma segunda vez e, além disso, considera que não foi transparente o suficiente com suas operações na companhia.

Ele deixou o cargo de CEO da FTX, que será ocupado por um advogado especializado em recuperação judicial.

De acordo com Alexandre Ludolf, porém, esses problemas não são erros, mas sim crimes.

Os pedidos de desculpas foram uma afronta a todo mundo que trabalha com seriedade nesse sistema, se desculpando por um lançamento contábil equivocado que dava a percepção de uma saúde financeira muito maior do que a de fato existia na operação da FTX.

O que acontece agora?

Ainda é muito difícil mensurar todos os impactos do episódio.

As conversas de corredor giram em torno de esperar para ver se vamos ver mais repercussões e o que os projetos que tinham recursos custodiados na FTX vão fazer. Mas infelizmente devemos ver ainda muitas outras vítimas e a realidade só será conhecida com detalhes nos próximos meses, explica Ludolf.

O diretor da QR Asset acredita ainda que, nos próximos meses, Bankman-Fried e outros executivos envolvidos nos negócios da FTX e da Alameda devem enfrentar a Justiça, podendo até ser presos por fraude financeira.

Por que a quebra afeta todo o mercado cripto?

O mercado cripto já vem sofrendo desde o começo do ano. A alta nos juros afeta os ativos de risco, já que, com taxas maiores, os títulos públicos americanos – considerados os mais seguros do mundo – passam a entregar retornos mais atrativos e ganham vantagem frente a outros produtos financeiros.

Mas o episódio da FTX afeta diretamente todo sistema de criptomoedas, ao gerar uma crise de confiança.

Quem tem criptoativos deve fazer o quê?

Ludolf recomenda que o investidor mantenha a cautela, com atenção às oportunidades oferecidas por companhias sérias. Ele explica que algumas alternativas são os fundos de investimento regulados que investem em criptoativos ou os ETFs (fundos de índice) de criptoativos para aqueles que querem ter aportes no segmento.

O mais importante, para o especialista, é que o investidor conte com bons prestadores de serviços e custodiantes sérios e regulados.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------------------====-++-----