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Para a companhia, a mudança deve tornar mais difícil os crimes de roubo de senhas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 Postado em 04 de maio de 2023 às 15h15m Post. N. - 4.611
Google libera login sem senhas por chaves de acesso — Foto: Reprodução
Usuários do Google
agora podem optar por fazer login no Gmail com chaves de acesso no
lugar de senhas e da verificação de duas etapas (2SV), informou a
empresa de tecnologia na terça-feira (3), dia que antecedeu o Dia
Mundial da Senha.
Para a companhia, a mudança deve tornar mais difícil os crimes de roubo de senhas.
Quando
o usuário adicionar uma chave de acesso na conta do Google, o sistema
passará a solicitá-la quando ele fizer login ou ações sensíveis na
conta;
A chave de acesso é armazenada no computador local ou
dispositivo móvel, que solicitará sua biometria de bloqueio de tela ou
PIN para confirmar que realmente é a pessoa;
Segundo o Google,
dados biométricos nunca são compartilhados com o Google ou qualquer
outro terceiro – o bloqueio de tela libera a chave de acesso armazenada
localmente.
Uso de vários dispositivos
Quando o usuário utiliza diferentes dispositivos, como um laptop, um PC
ou um tablet, pode criar uma chave de acesso para cada um.
Isso evita o bloqueio da conta caso o usuário perca os seus
dispositivos. Além disso, facilita a atualização de um dispositivo para
outro.
Também será possível liberar o acesso entre dispositivos por meio de QRCode.
Cerca de 26 mil pessoas trabalham em postos que não lidam com clientes e uma parcela desse número pode ser trocada por IA, segundo o presidente-executivo da IBM. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse 03/05/2023 12h29 Atualizado há 01 hora Postado em 03 de maio de 2023 às 13h30m Post. N. - 4.610
IBM anuncia investimento de centro de dados para computação em nuvem no
Brasil. Valores não foram divulgados. — Foto: Sergio Perez/Reuters
O presidente-executivo da IBM,
Arvind Krishna, disse que considera fazer uma redução drástica de seu
quadro administrativo, dado o potencial da inteligência artificial (IA) e
das tecnologias de automação para executar tarefas nesta área.
Em entrevista concedida na segunda-feira (1) à agência Bloomberg,
Krishna disse que sua empresa faria uma pausa na contratação destes
perfis e reduziria potencialmente o número de funcionários.
"Estes postos que não lidam com clientes chegam a quase 26 mil funcionários. Posso ver, facilmente, 30% disto ser substituído pela IA e a automação em cinco anos", previu o executivo do grupo americano, que tem quase 260 mil funcionários.
"Não há uma interrupção geral de contratações", disse um porta-voz da IBM depois à AFP.
"A empresa tem uma política de contratação bastante criteriosa,
concentrada nos cargos que geram receita. Somos muito seletivos quando
se trata de posições que não são se referem diretamente aos nossos
clientes ou à tecnologia. Temos milhares de vagas para serem preenchidas
neste momento", disse.
Assim como muitas empresas de tecnologia, a IBM
tem feito cortes de pessoal. O grupo demitiu 5 mil funcionários,
segundo a Bloomberg, embora tenha contratado 7 mil pessoas no primeiro
trimestre.
A OpenAI, pioneira da IA generativa, mostrou, com sua interface ChatGPT
e outras ferramentas, que estas novas tecnologias são capazes de
redigir e-mails, criar sites, gerar linhas de código e realizar muitas
tarefas repetitivas.
Um estudo do Goldman Sachs afirmou, em março, que cerca de 300 milhões
de empregos podem ser substituídos pela automação da IA.
Geoffrey Hinton, psicólogo cognitivo e cientista da computação, saiu da empresa dizendo que agora se arrepende do seu trabalho. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 02/05/2023 08h25 Atualizado há 3 horas Postado em 02 de maio de 2023 às 11h25m Post. N. - 4.609
O 'padrinho' da inteligência artificial que se demitiu do Google e
adverte sobre perigos da tecnologia — Foto: Mark Blinch/Reuters
O homem conhecido como o "padrinho" da inteligência artificial (IA)
pediu demissão, alertando sobre os crescentes perigos da tecnologia.
Geoffrey Hinton, de 75 anos, anunciou sua saída do Google em entrevista ao jornal americano The New York Times, dizendo que agora se arrepende do seu trabalho.
Psicólogo cognitivo e cientista da computação, ele afirmou à BBC que
alguns dos perigos dos chatbots (robôs virtuais) de inteligência
artificial são "bastante assustadores".
"Neste momento, eles não são mais inteligentes do que nós, até onde eu sei. Mas acho que em breve poderão ser."
Hinton também admitiu que sua idade influenciou na decisão de deixar a empresa.
"Tenho 75 anos, é hora de me aposentar", disse ele à BBC.
Pioneiro da inteligência artificial alerta para perigos
A pesquisa pioneira de Hinton sobre deep learning (aprendizagem
profunda) e redes neurais abriu caminho para os atuais sistemas de
inteligência artificial, como o ChatGPT.
Mas ele afirmou à BBC que o chatbot poderá em breve ultrapassar o nível de informação que o cérebro humano detém.
"Neste momento, o que estamos vendo são coisas como o GPT-4 superar uma
pessoa na quantidade de conhecimento geral que ela tem, e a supera de
longe. Em termos de raciocínio, não é tão bom, mas já é capaz de
raciocínios simples."
"E, dado o ritmo de evolução, a expectativa é de que fiquem melhor rapidamente. Então, precisamos nos preocupar com isso."
Na reportagem do New York Times, Hinton se referiu a "pessoas
mal-intencionadas" que tentariam usar a inteligência artificial para
"coisas ruins".
Quando questionado pela BBC para falar mais sobre isso, ele respondeu:
"É tipo na pior das hipóteses, uma espécie de cenário de pesadelo."
"Você pode imaginar, por exemplo, uma pessoa mal-intencionada como [o
presidente russo Vladimir] Putin que decide dar aos robôs a capacidade
de criar seus próprios subobjetivos."
O cientista alertou que isso pode mais cedo ou mais tarde "criar subobjetivos como 'preciso obter mais poder'".
E acrescentou:
"Cheguei à conclusão de que o tipo de inteligência que estamos desenvolvendo é muito diferente da inteligência que temos."
"Somos sistemas biológicos, e estes são sistemas digitais. E a grande
diferença é que com os sistemas digitais, você tem muitas cópias do
mesmo conjunto de pesos, o mesmo modelo do mundo."
"E todas essas cópias podem aprender separadamente, mas compartilham
seu conhecimento instantaneamente. Portanto, é como se você tivesse 10
mil pessoas, e sempre que uma delas aprendesse algo, todas
automaticamente aprenderiam. E é assim que esses chatbots são capazes de
saber muito mais do que qualquer pessoa."
O cientista enfatizou que não queria criticar o Google e que a empresa de tecnologia havia sido "muito responsável".
"Na verdade, quero dizer algumas coisas boas sobre o Google. E elas terão mais credibilidade se eu não trabalhar para o Google.
Em um comunicado, o cientista-chefe do Google, Jeff Dean, afirmou:
"Continuamos comprometidos com uma abordagem responsável da
inteligência artificial. Estamos aprendendo continuamente a entender os
riscos emergentes enquanto também inovamos com ousadia".