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Sem data para lançamento, ideia da empresa é tornar a rede social mais útil para os usuários e competir com o antigo Twitter <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters Postado em 21 de agosto de 2023 às 14h35m Post. N. - 4.707
Threads GloboNews — Foto: GloboNews
A Meta, empresa responsável pelo Instagram, está pronta para lançar a versão web em sua nova plataforma de mídia social Threads, na esperança de ganhar uma vantagem sobre o X, antigo Twitter.
A versão web amplamente esperada tornará o Threads mais útil para usuários avançados como marcas, contas de empresas, anunciantes e jornalistas.
A Meta não deu uma data para o lançamento, mas o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse que isso pode acontecer em breve.
"Estamos próximos na web...", disse Mosseri em um post no Threads na sexta-feira. O lançamento pode acontecer já nesta semana, segundo reportagem do Wall Street Journal.
O Threads foi lançado como um aplicativo para Android e iOS em 5 de julho e conquistou 100 milhões de usuários em apenas cinco dias.
Este, porém, viu sua popularidade cair quando os usuários retornaram à
plataforma mais familiar X após a corrida inicial para experimentar a
nova oferta da Meta.
Mas em pouco mais de um mês, seus usuários ativos diários no aplicativo Android caíram para 10,3 milhões do pico de 49,3 milhões, de acordo com um relatório da plataforma de análise Similarweb, publicado no dia 10 agosto.
Enquanto isso, a administração está semovendo rapidamente para lançar novos recursos.
Threads agora oferece a capacidade de definir notificações de postagem
para contas e visualizá-las em um tipo de feed cronológico.
Em breve, lançará uma pesquisa aprimorada que pode permitir que os
usuários pesquisem postagens específicas e não apenas contas.
Instagram lança Threads, rival do Twitter
'Threads': veja os memes sobre o lançamento da nova rede social
É importante manter o software do veículo atualizado, assim como já fazemos com telefones e computadores, para evitar invasões. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Doug Jacobson*, BBC 18/08/2023 10h07 Atualizado há 04 horas Postado em 18 de agosto de 2023 às 14h15m Post. N. - 4.706
Como ladrões de carros estão virando 'hackers' para roubar modelos mais modernos — Foto: Getty Images
Hoje em dia, os carros são, basicamente, centros de informática sobre
rodas. Os veículos de última geração podem conter mais de 100
computadores e milhões de linhas de código de software.
Esses computadores estão todos conectados à internet e podem operar todos os aspectos do veículo.
Não é de surpreender, então, que o roubo de carros também tenha se tornado uma operação high-tech.
Os computadores em um veículo podem ser divididos em quatro categorias.
Vários deles são dedicados a operar o sistema de transmissão do
veículo, incluindo controlar o combustível, a bateria ou ambos,
monitorar as emissões e operar o controle de velocidade de cruzeiro.
A segunda categoria é dedicada a fornecer segurança. Esses computadores
coletam dados do veículo e do ambiente externo e fornecem funções como
assistência de permanência em faixa, frenagem automática e monitoramento
de ré.
A terceira categoria são os sistemas de infoentretenimento, que
fornecem música e vídeo e podem interagir com seus dispositivos pessoais
por meio de conexão bluetooth. Muitos veículos também podem se conectar
a serviços de celular e fornecer conectividade wifi.
A categoria final é o sistema de navegação, incluindo o sistema de GPS do carro.
Os computadores de uma categoria geralmente precisam se comunicar com
os de outra categoria para funcionarem plenamente. Por exemplo, o
sistema de segurança deve ser capaz de controlar o sistema de
transmissão e os sistemas de infoentretenimento.
Uma diferença entre a rede do seu carro e uma rede de computadores
típica é que todos os dispositivos do carro confiam uns nos outros.
Portanto, se um invasor puder acessar um computador, poderá facilmente
acessar todos os outros. — Foto: Getty Images
Uma diferença entre a rede do seu carro e uma rede de computadores
típica é que todos os dispositivos do carro confiam uns nos outros.
Portanto, se um invasor puder acessar um computador, poderá facilmente
acessar todos os outros.
Como acontece com qualquer nova tecnologia, alguns aspectos dos carros
de última geração tornam os roubos mais difíceis, enquanto outros
facilitam o trabalho dos ladrões.
De toda forma, existem vários métodos para roubar um carro que são possibilitados pela tecnologia atual.
Invasão das chaves por aproximaçãoUm recurso presente em vários carros
atualmente é a chave por aproximação, que não precisa ser inserida na
fechadura para abrir as portas ou na ignição para dar a partida.
A tecnologia é muito conveniente e funciona por meio da transmissão de um sinal com um código, que pareia a chave com o carro.
Mas, diferente dos controles remotos, que também destravam os carros,
as chaves por aproximação estão sempre transmitindo um sinal, de forma
que assim que você chegar perto de seu carro e tocar na porta, ela se
destrancará.
No modelo mais antigo era necessário apertar um botão no chaveiro para
abrir as portas e depois usar a chave para ligar o carro.
As primeiras chaves por aproximação transmitiam um código digital para o
carro e os ladrões rapidamente perceberam que poderiam monitorar o
sinal de rádio e fazer uma gravação. Eles poderiam então repetir a
gravação e destravar o carro.
Para ajudar na segurança, as novas chaves usam um código único para abrir as portas.
Para ajudar na segurança, as novas chaves usam um código único para abrir as portas. — Foto: Getty Images
Outro método de roubo de carros envolve o uso de dois dispositivos para
construir uma ponte eletrônica entre as chaves e o carro.
Funciona da seguinte maneira: uma pessoa se aproxima do carro e usa um
dispositivo para induzir o veículo a enviar um código digital usado para
verificar as chaves do proprietário. O dispositivo do ladrão então
envia esse sinal para um cúmplice que está perto do dono, que transmite
uma cópia do sinal.
Quando a chave do proprietário responde à comunicação, o dispositivo
perto do dono do carro envia um código para o outro aparelho próximo ao
veículo, que é destravado.
Os ladrões podem então partir com o carro, mas assim que desligarem o motor, não poderão reiniciá-lo.
As montadoras estão atualmente tentando evitar esse tipo de golpe
exigindo que a chave esteja dentro do carro para que ele seja acionado.
Segurança da informação em alta: veja como entrar no setor
Hackeio à rede
As rede usadas por todos os computadores de um mesmo carro para se
comunicarem são chamadas de redes CAN. Elas foram projetadas para
permitir que os dispositivos em um veículo enviem comandos e informações
uns aos outros.
As redes CAN não foram projetadas para segurança, pois todos os
dispositivos são considerados autônomos. Mas essa premissa deixa o carro
vulnerável a hackers.
Ladrões de carros geralmente tentam invadir a rede CAN e, a partir daí, os computadores que controlam o motor do carro.
A unidade de controle do motor armazena uma cópia do código da chave
por aproximação, e os ladrões podem cloná-la para ligar o carro da
vítima.
Outro método é acessar o diagnóstico de bordo de um carro por meio de
uma porta física ou conexão sem fio destinada a técnicos de reparo.
Ladrões que acessam os diagnósticos de bordo obtêm acesso à rede CAN.
Há ainda gangues que quebram o vidro de um dos faróis para alcançar uma fiação direta da rede CAN.
Ataque retrô
Ladrões modernos também usam um hack contra a conexão USB, que explora
uma falha de design em veículos da Hyundai e da Kia. Trata-se mais de um
tipo de "ligação direta" no estilo antigo do que um erro em um
computador de alta tecnologia, na verdade.
Basicamente, após arrombarem o carro, os ladrões procuram uma entrada
USB na coluna de direção. Eles então inserem um dispositivo que permite
ligar a ignição.
Essa técnica se tornou popular graças a uma gangue de jovens ladrões de
carros em Milwaukee, nos Estados Unidos, apelidados de Kia Boyz e que
ganharam notoriedade no TikTok.
A Hyundai e a Kia, então, lançaram uma atualização que exige que a chave por aproximação esteja no carro para iniciá-lo.
Limitando a vulnerabilidade do carro
Dado que existem tantos modelos de carros diferentes, com uma
complexidade cada vez maior, é provável que continuem a existir maneiras
novas e criativas para roubos.
Etão, o que fazer? As dicas são as mesmas de sempre: mantenha seu veículo trancado e não deixe as chaves nele.
O conselho mais novo, porém, é manter o software do veículo atualizado, assim como já fazemos com telefones e computadores.
* Doug Jacobson é professor de Engenharia Elétrica e Computação da Iowa State University
* Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas
The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a
versão original em inglês.
Para separar o hacker 'do bem' e 'do mal', foram criados os termos white hat, grey hat e black hat, que organizam as atividades; veja o que cada um significa. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Darlan Helder, g1 18/08/2023 11h09 Atualizado há 02 horas Postado em 18 de agosto de 2023 às 13h15m Post. N. - 4.705
Entenda o que é um 'hacker' e a diferença para 'cracker' — Foto: Marcos Serra Lima/g1
Em termos gerais, o "hacker" é aquela pessoa que busca falhas de segurança e ajuda a empresa a resolver essas vulnerabilidades. Enquanto, o "cracker"é o "hacker do mal", que rouba senhas e implementa vírus, por exemplo.
Esses nomes foram subdivididos em "chapéus": white hat, grey hat e black hat, que organizam essas atividades (entenda abaixo).
O que é um 'hacker'
Começando pelo mais popular, "'hacker" é o nome que foi dado para a pessoa que fuça em sistemas computacionais. Normalmente, o objetivo de um hacker é fazer com que um sistema faça algo que não foi projetado para fazer", explica Lucas Lago, membro do Instituto Aaron Swartz de Ciberativismo.
Popularmente, ele é chamado de "hacker ético" ou "hacker do bem".
Até mesmo empresas de tecnologia costumam adotá-los em competições de
busca de falhas de segurança em seus sistemas. Só que, ao mesmo tempo,
ambos são considerados negativos pela comunidade de cibersegurança:
"Isso porque não existe 'hacker do bem' e 'hacker do mal'. O 'hacker do
mal' é meramente um criminoso. Ninguém fala 'frentista do bem' e
'frentista do mal', por exemplo", diz Marina Ciavatta, especialista em
conscientização em segurança da informação.
Já o "cracker" seria o hacker mal-intencionado, que aproveita dessas habilidades computacionais para obter vantagens e causar danos.
"Nesse caso, é a pessoa que explora vulnerabilidades para o mal, para
extorquir, difamar, para vazar informação confidencial, por exemplo",
explica Angelo Zanini, coordenador do curso de engenharia de computação
do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT).
Geraldo Guazzelli, diretor-geral da Netscout Brasil, explica que,
muitas vezes, os "crackers têm as mesmas capacidades, aptidões e
conhecimento técnicos de um hacker".
Classificação de chapéus
Como alternativa ao "hacker ético" e ao "cracker", foram criados três
termos menos polêmicos: white hat, grey hat e black hat. Traduzindo para
português, chapéu branco, chapéu cinza e chapéu preto, respectivamente.
Veja o que é cada um:
White hat:é o mesmo que o "hacker ético", um profissional de segurança dedicado apenas a proteger sistemas;
Grey Hat:
é a pessoa que vai mexer em sistemas que estão no ar, sem autorização.
Mas ao descobrir uma falha, vai reportar aos responsáveis ou fazer algo
que comprove a falha, mas sem efeito nocivo - aqui vai entrar a maioria
dos pesquisadores independentes, explica Lucas Lago.
Black hat: é o criminoso. É a pessoa que vai abusar de sistemas para benefício próprio.
"Sendo assim, 'cracker' seria o 'black hat'. Eu gosto da classificação
dos chapéus porque ela dá a ideia de que uma pessoa pode transitar
livremente entre eles. Não é um negócio estático", explica Lago.
"Por exemplo, um pesquisador que na universidade é um white hat pode no tempo livre atuar como gray hat - mas vai continuar sendo um hacker", finaliza.