Total de visualizações de página

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Homem usa conta do Google para provar inocência em assalto; veja como salvar seu histórico

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Caso envolve assalto a joalheria no Ceará, mas acusado provou que estava a 1.400 km de distância no dia do crime. Defensoria Pública usou ferramenta Takeout, que reúne dados gerados por serviços do Google.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por Redação g1

Postado em 07 de Fevereiro de 2.025 às 09h00m

#.* Post. - Nº.\  5.059 *.#

Saiba como remover sua casa ou carro no Google Maps  — Foto: Brett Jordan/Pexels
Saiba como remover sua casa ou carro no Google Maps — Foto: Brett Jordan/Pexels

Um homem de 27 anos usou dados da conta do Google para provar a sua inocência após ser acusado de participar do assalto a uma joalheria.

O crime ocorreu em Tianguá, no Ceará, mas o rapaz demonstrou que, no mesmo dia, estava em Luiz Eduardo Guimarães, cidade na Bahia a cerca de 1.400 km de distância.

A família do acusado buscou o Núcleo Regional de Custódia e Inquéritos da Defensoria Pública em Sobral, no Ceará, para apresentar prints que mostravam ele na Bahia. Mas o processo exigiu um parecer de técnicos da Defensoria Pública do Estado do Ceará.

Eles usaram o Takeout, ferramenta do Google que reúne informações criadas por todos os serviços da empresa que você usou, e fotos postadas em suas redes sociais.

Com o laudo técnico, a Justiça aceitou o pedido da defensoria para revogar a ordem de prisão e retirar a acusação.

A Justiça não tem aceitado prints como prova, porque a imagem pode ser manipulada ou adulterada, explicou Thácilo Evangelista, defensor público que atua no Núcleo Regional de Custódia e Inquéritos da Defensoria Pública em Sobral, no Ceará.

"Para ter força de prova digital, é necessária a utilização de técnicas próprias que garantam a fidelidade dos dados, auditáveis pelo juiz", afirmou.

Veja como salvar seu histórico do Google:

  1. acesse o Takeout em takeout.google.com (é preciso estar conectado à sua conta do Google);
  2. clique em "Desmarcar tudo";
  3. selecione a opção "Linha do tempo" para coletar os locais que você visitou e ficaram registrados no Google Maps – é possível selecionar outros serviços do Google;
  4. no final da página, clique em "Próxima etapa";
  5. escolha para onde o arquivo será enviado (e-mail ou serviços na nuvem), qual a frequência de exportação, bem como o tipo e o tamanho máximo de cada arquivo;
  6. clique em "Criar exportação".

Para conseguir os dados, é preciso ter ativado o histórico de localização do dispositivo. Para verificar se a sua conta salva locais em que você esteve, acesse myaccount.google.com, clique em "Dados e privacidade" e busque por "Linha do tempo".

Empregada doméstica usa Google Maps para provar vínculo com patrões

DeepSeek, ChatGPT e Gemini: qual é a melhor inteligência artificial?

---++-====-------------------------------------------------   ----------------------=======;;==========----------------------------------------------------------------------  -----------====-++----

ChatGPT libera recurso que mostra linha de raciocínio da IA para criar resposta, como no DeepSeek

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


Batizada de Refletir, funcionalidade mostra um resumo das 'ideias' usadas pelo robô para atender a um comando. Novidade pode ser testada na versão gratuita do aplicativo.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por Redação g1

Postado em 07 de Fevereiro de 2.025 às 05h00m

#.* Post. - Nº.\  5.058 *.#


Refletir, recurso que mostra lógica do ChatGPT para formular resposta — Foto: Reprodução

O ChatGPT começou a mostrar na quinta-feira (6) a linha de raciocínio usada para dar uma resposta aos comandos que recebe. A novidade aproxima a ferramenta do seu rival DeepSeek, que ganhou fama no fim de janeiro.

O recurso foi liberado no modelo o3-mini do ChatGPT, disponível para usuários das versões gratuita e paga, além do modelo o3-mini-high, exclusivo para assinantes. Para usá-lo, basta clicar em "Refletir" antes de enviar o comando.

Com o recurso ativado, o ChatGPT diz que está "refletindo" antes de dar a resposta. Quando ela está pronta, o robô apresenta o conteúdo, mas permite abrir um segundo campo, que mostra a lógica e o tempo gasto para chegar à resposta.

Refletir, recurso do ChatGPT — Foto: Reprodução
Refletir, recurso do ChatGPT — Foto: Reprodução

O recurso não revela o raciocínio completo, e sim as "ideias" do robô apresentadas em forma de um resumo, informou o site TechCrunch. Um porta-voz da OpenAI disse ao veículo que a funcionalidade remove conteúdos prejudiciais e, então, simplifica o "pensamento" do aplicativo no texto.

A americana OpenAI lança o recurso Refletir poucos dias após o chinês DeepSeek ganhar notoriedade com um diferencial: a funcionalidade DeepThink, que também mostra a linha de raciocínio usada para gerar uma resposta.

No caso do DeepThink, o raciocínio é apresentado em inglês, mesmo que a pergunta seja feita em português.

Os dois recursos permitem ao usuário entender em que momento o robô pode ter se equivocado e corrigir o caminho seguido pela ferramenta.

IA chinesa mostra ao usuário como está 'pensando' antes de responder

DeepSeek, ChatGPT e Gemini: qual é a melhor inteligência artificial? Chatgpt

---++-====-------------------------------------------------   ----------------------=======;;==========----------------------------------------------------------------------  -----------====-++----

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Golpistas se aproveitaram da onda de fake news sobre o PIX para fazer 1.770 anúncios falsos nas redes

<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>


70% dessas postagens continham alguma adulteração feita com inteligência artificial, incluindo vídeos manipulados de políticos e jornalistas, segundo levantamento da UFRJ.
<<<===+===.=.=.= =---____--------   ----------____---------____::____   ____= =..= = =..= =..= = =____   ____::____-----------_  ___----------   ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por Redação g1

Postado em 06 de Fevereiro de 2.025 às 21h00m

#.* Post. - Nº.\  5.057 *.#

Celular com tela do PIX, em imagem de arquivo — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Celular com tela do PIX, em imagem de arquivo — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Golpistas se aproveitaram da onda de fake news envolvendo o PIX, em janeiro, para fazer mais de 1.770 anúncios fraudulentos nas plataformas da Meta (dona de WhatsApp, Facebook e Instagram).

A informação foi divulgada pelo NetLab, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), nesta quinta-feira (6).

O estudo focou no período entre 10 e 21 de janeiro, logo depois de a Receita Federar ampliar normas de fiscalização envolvendo o PIX, um ato que foi alvo de uma enxurrada de mentiras nas redes sociais e acabou revogado pelo governo.

UFRJ aponta epidemia de golpes com PIX nas redes

Golpistas fizeram uso dessa onda de desinformação sobre o PIX para convencer vítimas a receberem supostas quantias em dinheiro que, segundo esses criminosos, poderiam ser alvos do governo.

Cerca de 40% das postagens levavam a páginas falsas que tentavam se passar por sites de instituições públicas e também continham logomarcas de órgãos como a Caixa e o Banco Central.

E 81,7% das páginas alegavam promover o serviço Valores a Receber, oferecido pelo Banco Central para auxiliar pessoas físicas e jurídicas a resgatarem dinheiro esquecido em instituições financeiras.

"O fato de estas páginas terem obtido a permissão para veicular anúncios em nome do governo evidencia as fragilidades dos processos de verificação de anunciantes da Meta", diz o estudo.

A Meta afirmou que está "sempre aprimorando a nossa tecnologia para combater atividades suspeitas" (leia mais).

Segundo o NetLab, 70% dessas postagens continham alguma adulteração feita com inteligência artificial, incluindo vídeos manipulados de políticos e jornalistas.

Os conteúdos fraudulentos foram feitos por 151 anunciantes e, ao todo, davam links para 87 sites.

Esses posts foram impulsionados nas plataformas, isto é, os anunciantes pagaram para que eles aparecessem para mais pessoas. Segundo o NetLab, o alcance das fraudes foi maximizado pela utilização das ferramentas de marketing da Meta, "que permitem a compra de anúncios segmentados de acordo com critérios demográficos, geográficos e interesses dos usuários".

O levantamento envolveu apenas as redes sociais da Meta porque a empresa é a única que tem uma Biblioteca de Anúncios "minimamente pesquisável e navegável para busca de anúncios ativos em suas plataformas", disse o NetLab.

Mas o grupo da UFRJ afirmou que "a empresa não oferece transparência sobre esses dados".

E que "a falta de controle e segurança contra a publicidade enganosa das plataformas da Meta as tornam ambientes propícios a crimes digitais, principalmente em países do Sul Global, onde as leis locais são frequentemente negligenciadas pelas redes sociais".

O que diz a Meta

Procurada pelo g1, a Meta afirmou que "atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas em nossas plataformas e estamos sempre aprimorando a nossa tecnologia para combater atividades suspeitas".

"Também recomendamos que as pessoas denunciem quaisquer conteúdos que acreditem ir contra os Padrões da Comunidade do Facebook, das Diretrizes da Comunidade do Instagram e os Padrões de Publicidade da Meta através dos próprios aplicativos."

Mentiras sobre o PIX se espalham e alimentam golpes com boletos falsificados

---++-====-------------------------------------------------   ----------------------=======;;==========----------------------------------------------------------------------  -----------====-++----