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Segundo a Bloomberg, transação coloca valor de mercado da rede social em US$ 44 bilhões, mesmo valor pago por Elon Musk em 2022. Parte do novo aporte deverá ser usado para pagar dívida da plataforma. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 Postado em 20 de Março de 2.025 às 07h00m #.*Post. - Nº.\ 5.085*.#
Rede social X, do bilionário Elon Musk — Foto: Mauro Pimentel/AFP
A rede socialX, do bilionário Elon Musk,
levantou US$ 1 bilhão em uma nova rodada de investimentos, segundo
informou a Bloomberg nesta quarta-feira (19). A transação coloca o valor
de mercado da plataforma em US$ 44 bilhões, mesmo patamar de quando foi
comprada por Musk, em 2022.
Na terça-feira (18), o jornal americano Financial Times já havia adiantado que investidores avaliaram o X nesse mesmo valor no início de março. A quantia foi estabelecida em uma rodada secundária, quando sócios da uma empresa repassam sua participação para terceiros.
Segundo a Bloomberg, Musk participou da nova rodada de investimentos e
pretende usar parte do valor para pagar uma dívida do X estimada em US$
12,5 bilhões.
Desde que passou a ser propriedade de Musk, o X estaria vendo sua
cotação baixar, indicando que a nova avaliação representa uma
reviravolta para a rede social.
A plataforma não divulga esses dados desde que se retirou da bolsa de
valores, após a venda para Musk, deixando de ser uma empresa de capital
aberto.
Telas de plasma não existem mais, os displays curvos também desapareceram. Mas o que era considerado "TV grande" alguns anos atrás agora é padrão na sala de casa. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Henrique Martin, g1 19/03/2025 06h30 Atualizado há 02 horas Postado em 19 de Março de 2.025 às 0830m #.*Post. - Nº.\ 5.084*.#
TV de tela curva demonstrada na CES 2017, em Las Vegas — Foto: Henrique Martin/arquivo pessoal
Quem lembra do surto que foi a TV 3D? Ou
que a escolha de uma "tela plana" era ir até a loja e perguntar as
diferenças entre LCD e plasma? E que tinha que ver filmes em DVD, porque
simplesmente não existia nenhum serviço de streaming?
Pior que nem faz tanto tempo assim. É só voltar alguns anos, para o começo da década passada, e perceber que a tecnologia evoluiu bastante para as televisões.
De 2010 a 2025, muita coisa mudou. Dá até para ter um modelo de 100" em casa pagando "pouco" – no caso, na faixa de R$ 20 mil, de acordo com preços consultados nas lojas da internet em março.
Como era: 15 anos atrás, o tamanho padrão das TVS grandes era de 42 polegadas ou menos.
Para comparação, um televisor de 42” mede 90 cm de largura por 50 cm de comprimento.
Na época, telas de 55”(1,20m de largura x 70 cm de altura) eram consideradas grandes.
Como é agora:em 2025, TVs entre 50” e 55” estão entre os tamanhos mais vendidos pelos fabricantes de TVs.
Dá para encontrar nas lojas on-line modelos de mais de 100 polegadas
(2,20m de largura x 1,20 de altura) – e até 136”, em versões vendidas
apenas sob encomenda (veja como elas são).
Como é assistir TV nas telas que custam muito caro
👓 A tela ficou mais nítida
Como era:
A resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels) era o topo da tecnologia
para imagem nas telas, que já tinha dado um salto do SD (640 x 480) nas
antigas TVs de tubo dos anos 80 e 90 para o HD (1.280 x 720). Os pixels são os pontos que formam a imagem na TV.
Como é agora: o Full HD ainda existe em telas pequenas (32 polegadas ou menos) e a resolução 4K (4.096 x 2.160 pixels) é a mais popular nos tamanhos de 40" e superiores.
As televisões modernas têm alto poder de processamento e conseguem
ainda aprimorar a qualidade da imagem de um vídeo, mesmo que a fonte
original não seja 4K, como um DVD, por exemplo.
AsTVs 8K(7.680 x 4.320 pixels) são uma realidade ainda cara e com ausência de conteúdo produzido com essa altíssima resolução.
Por conta disso, não empolgaram muito – ainda são caras e, na Europa,
sua venda é restrita por conta do alto consumo de energia.
⚙️ Vai um micro LED aí?
Como era:nos anos 2000, duas tecnologias eram as principais no mercado de TVS – plasma e LCD (painel de cristal líquido). Protótipo de TV LCD de 108 polegadas de 2007 em evento no Japão — Foto: Henrique Martin/arquivo pessoal
Como é agora:
o plasma deixou de ser fabricado em 2014 pelas principais marcas e o
LCD evoluiu para o LED e suas variantes (mini LED, QLED, LED quântico – entenda as diferenças). A tecnologia OLED (LED com pontos de iluminação orgânicos) também se popularizou.
🖥️ 3D e curvo? Nem pensar!
Como era:de
2010 em diante, os fabricantes tentaram incluir tecnologias
“revolucionárias” em seus televisores, com dois grandes exemplos que não
deram em nada – as telas 3D e as TVs curvadas.As TVs 3D tinham diversos problemas, como os óculos – eram pesados e
davam dor de cabeça – e a falta de filmes, séries e novelas compatíveis
com a tecnologia.
As telas curvadas foram só uma moda passageira, que prometia permitir
maiores ângulos de visualização do display de qualquer lugar de uma
sala, por exemplo.
Protótipo de TV 3D com 84 polegadas em 2012 — Foto: Henrique Martin/arquivo pessoal
Como é agora:toda TV em 2025 é plana, com bordas finas, sem grandes diferenças além das tecnologias mais avançadas de painel.
No exterior, é possível encontrar TVs que se enrolam para ficarem guardadas em um móvel.
TV LG OLED Signature R, que se enrola para ficar guardada em uma base,
em imagem de janeiro de 2020 — Foto: Henrique Martin/arquivo pessoal
🛜 Chegou o streaming
Como era:
TVs nos anos 2010 dependiam de fontes externas para mostrar imagens:
codificadores de TV a cabo, antenas, tocadores de DVD e Blu-Ray ou mesmo
pen-drives com fotos e vídeos.
Em 2011, surgiu a Smart TV Alliance, criada por fabricantes para
unificar padrões da futura TV conectada. O site da entidade não é
atualizado desde 2016.
Anúncio da Smart TV Alliance, em feira de tecnologia em Berlim em 2012 — Foto: Henrique Martin/arquivo pessoal
Como é agora: todas as TVs são conectadas e podem rodar aplicativos de streaming de filmes, séries, novelas, notícias e até games on-line.
Cada fabricante foi para um caminho distinto nas escolhas de sistema
operacional – a LG usa o WebOS, a Samsung, o Tizen, e outras marcas usam
o Roku e o Google TV.
E, se a TV for mais antiga e estiver com apps desatualizados, basta usar um adaptador.
Veja a seguir uma lista com 7 televisores de grande porte disponíveis nas principais lojas da internet no meio de março.
Os preços dos produtos iam de R$ 7.000 a R$ 21.000.
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reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso
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Google e Apple têm recursos para responsáveis monitorarem uso de eletrônicos por crianças e adolescentes. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 14/03/2025 02h00 Atualizado há um dia Postado em 15 de Março de 22.025 às 07h00m #.*Post. - Nº.\ 5.083*.#
Governo lança guia sobre uso de telas por crianças
O documento recomenda que a criança não tenha celular antes dos 12 anos
de idade. E diz que, se ela ganhar o aparelho antes dessa idade, o
ideal é que os pais ativem ferramentas de supervisão.
O Googlee a Apple, responsáveis pelos sistemas de celulares e tablets mais usados no mundo, têm recursos de controle parental.
Com o aplicativo Family Link, do Google, e os recursos em "Ajustes", no
iPhone e no iPad, é possível definir o limite de tempo e restringir o
acesso a certos sites e aplicativos.
Veja abaixo como configurar a supervisão no celular e tablet de crianças e adolescentes.
Android
No celular da criança, vá até "Configurações" e clique em "Bem-estar digital e controles parentais"(o termo pode variar de acordo com a marca do dispositivo);
Selecione "Controles parentais";
Escolha a conta usada pela criança e clique em "Supervisionar conta" (se outras contas estiverem logadas no mesmo aparelho, será preciso clicar em "Sair e continuar" para se desconectar delas);
Clique em "Próxima" para confirmar a decisão;
Insira o e-mail e a senha da conta do Google do responsável;
Confirme a senha da conta da criança;
Clique em "Próximo" e, então, em "Permitir" para autorizar que o celular do responsável seja administrador do aparelho da criança;
Reveja as configurações, clique em "Avançar" e confirme em "Concluído".
Recursos de controle de pais no Android — Foto: Reprodução
iPhone/iPad
No celular ou no tablet da criança, vá até "Ajustes";
Clique em "Tempo de uso";
Selecione "Conteúdo e privacidade";
Escolha a opção "App Store, Mídia, Web e Jogos";
Faça
os ajustes para, por exemplo, limitar sites adultos e definir músicas,
filmes e aplicativos permitidos com base na classificação indicativa.
Se você também tiver iPhone ou iPad,é possível usar seu próprio aparelho para monitorar a atividade da criança em outro dispositivo da Apple. Para isso, é preciso acessar "Ajustes" em seu celular ou tablet, tocar em seu nome, clicar em "Família" e criar um perfil para ela.
Depois, basta selecionar o novo perfil para seguir um passo a passo que
permite configurar que tipo de site e aplicativo a criança poderá
acessar, além de monitorar o tempo de uso e restringir compras de
aplicativos, por exemplo.
Recursos de controle de pais no iPhone — Foto: Reprodução