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domingo, 12 de outubro de 2025

Como o WhatsApp Web virou porta de entrada para ataque hacker com foco no Brasil

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Batizado de Sorvepotel, vírus identificado pela Trend Micro usa o aplicativo de mensagens para se infiltrar em computadores com Windows e tem o Brasil como destino de quase todas as infecções registradas.
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Por Victor Hugo Silva, g1

Postado em 12 de Outubro de 2.025 às 07h00m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Ataque no WhatsApp pode roubar senhas de usuários; veja como se proteger
Ataque no WhatsApp pode roubar senhas de usuários; veja como se proteger

Baixar arquivos suspeitos no WhatsApp Web pode abrir caminho para criminosos assumirem o controle de computadores e roubarem senhas, informaram pesquisadores da empresa de cibersegurança Trend Micro.

O vírus, batizado de Sorvepotel, se espalha por meio de arquivos enviados em conversas e grupos de WhatsApp e usam e-mails como uma segunda forma de se espalhar. Caso sejam executados na máquina da vítima, eles se infiltram no computador de forma persistente.

"É aberta uma porta de comunicação e, a partir disso, o sistema de ataque passa a receber instruções externas", explica Marcelo Sanches, líder técnico da Trend Micro Brasil. "A máquina da vítima fica sob comando do atacante".

Como o vírus só funciona em computadores com Windows, os cibercriminosos enviam mensagens como "Baixa o ZIP no PC e abre" acompanhadas de comprovantes de pagamento e orçamentos falsos.

Segundo a Trend Micro, o ataque se concentra em:

  • roubar credenciais ao exibir versões adulteradas de sites de bancos e corretoras de criptomoedas;
  • assumir o controle do WhatsApp Web para enviar o mesmo arquivo malicioso para todos os contatos da vítima.

De acordo com a Trend Micro, 457 das 477 infecções registradas até agora ocorreram no Brasil.

Os pesquisadores apontaram o foco no país porque o arquivo faz checagens de idiomas, localização, formato de data para validar que o usuário é brasileiro.

O WhatsApp orienta usuários a clicarem apenas em links ou arquivos de pessoas conhecidas e diz que trabalha para tornar o aplicativo mais seguro (leia a nota ao final).

Até mesmo o nome Sorvepotel indica o direcionamento para o Brasil: os servidores usados pelo vírus para enviar comandos de ataques estão em endereços que lembram a expressão "sorvete no pote".

Em computadores infectados, o malware também cria um arquivo de inicialização, garantindo que o sistema malicioso continue ativo mesmo após reiniciar a máquina.

Ainda não há registros expressivos de roubo de dados ou bloqueio de arquivos, indicando que o objetivo neste momento é se espalhar para novos dispositivos, segundo a Trend Micro.

O ataque também pode fazer com que a conta da vítima seja banida do WhatsApp, já que o envio automático de mensagens para outros contatos pode ser identificado como spam.

Como se proteger

Os pesquisadores afirmam que criminosos parecem ter como foco computadores corporativos, mas atacam em contas de WhatsApp Web de funcionários, que usam os dispositivos para ver mensagens pessoais.

O vírus não explora falhas do WhatsApp, mas aproveita a distração das vítimas, diz Marcelo Sanches, da Trend Micro. Segundo ele, a ação permite transformar a máquina em um "zumbi" sob controle dos hackers.

Os pesquisadores da Trend Micro orientam usuários e empresas a:

  • desativar downloads automáticos no WhatsApp
  • restringir downloads em dispositivos corporativos
  • realizar treinamentos sobre riscos de baixar arquivos suspeitos;
  • desconfiar de mensagens que pedem permissões em navegadores;
  • confirmar com a pessoa por outros meios (telefone ou pessoalmente) se o envio do arquivo foi intencional.

Leia a nota do WhatsApp:

"Independentemente do serviço de mensagens que você use, só clique em links ou abra arquivos de pessoas que você conhece e confia. Estamos sempre trabalhando para tornar o WhatsApp o lugar mais seguro para a comunicação privada, e é por isso que criamos camadas de proteção que oferecem mais contexto sobre com quem você está conversando ao receber uma mensagem de alguém que você não conhece – além de proteger suas conversas pessoais com a criptografia de ponta a ponta."

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sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Apple começa a vender no Brasil os AirPods Pro 3 com tradução ao vivo; veja preço

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Novo recurso usa Apple Intelligence para traduzir conversas em tempo real e está disponível em português. Empresa também iniciou as vendas dos novos Apple Watch Series 11.
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Por Redação g1

Postado em 10 de Outubro de 2.035 às 10h25m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Apple anuncia o novo Iphone 17
Apple anuncia o novo Iphone 17

A Apple iniciou nesta sexta-feira (10) as vendas dos novos AirPods Pro 3 no Brasil por R$ 2.699. A principal novidade dos fones deste ano é o recurso que permite traduzir conversas em tempo real (veja abaixo como funciona).

Os dispositivos foram anunciados em setembro, durante o lançamento do iPhone 17. Outras novidades deles são o sensor de batimentos cardíacos e a certificação IP57, que indica resistência à água e ao suor.

Além dos fones, a Apple também começou a vender no Brasil os novos relógios Apple Watch Series 11, que trazem alertas para usuários caso sejam detectados sintomas de pressão alta, um recurso que alguns rivais já oferecem.

A empresa afirmou que a função dependerá da aprovação de reguladores em cada país.

A fabricante ainda apresentou uma nova geração do Apple Watch SE, versão mais acessível do seu relógio inteligente.

Veja os preços dos novos Apple Watch no Brasil:

  • Apple Watch SE 3 - R$ 3.299
  • Apple Watch 11 - R$ 5.499
  • Apple Watch Ultra 3 - R$ 10.499
Como funciona a tradução ao vivo dos AirPods
Apple AirPods Pro 3 — Foto: Reprodução/Apple
Apple AirPods Pro 3 — Foto: Reprodução/Apple

Existem duas formas de usar a tradução ao vivo. Na primeira, o usuário mantém os AirPods Pro no ouvido e usa o iPhone como tela horizontal, que mostra a transcrição em tempo real no idioma da outra pessoa.

Na segunda, as duas pessoas utilizam os fones, e a tradução é feita diretamente no ouvido. Segundo a Apple, essa opção é a mais prática (veja na imagem abaixo).

O recurso está disponível em cinco idiomas: português (Brasil), inglês, francês, alemão e espanhol. Segundo a empresa, até o fim do ano os AirPods Pro também terão suporte a japonês, coreano, chinês e italiano.

Segundo o site da Apple, a função de tradução ao vivo está disponível nos AirPods Pro 3, Pro 2 e AirPods 4 com cancelamento de ruído.

No vídeo de demonstração, a Apple informou que a função pode ser ativada com um simples gesto: basta apertar a haste dos fones, que emite um som para indicar o início do modo de tradução.

Quando o recurso é ativado, o cancelamento de ruído dos fones reduz o volume da voz de quem fala, para que o usuário consiga se concentrar apenas na fala convertida, explica a companhia.

Demonstração de tradução ao vivo nos AirPods Pro. — Foto: Reprodução/Apple
Demonstração de tradução ao vivo nos AirPods Pro. — Foto: Reprodução/Apple

"A função não traduz apenas palavras soltas, mas também o significado de cada frase", explicou uma porta-voz da Apple durante a apresentação.

A novidade é alimentada por áudio computacional e pela Apple Intelligence, sistema de inteligência artificial da empresa para seus dispositivos.

"Um detalhe importante é que o recurso depende mais do iPhone do que dos próprios fones. A tradução é feita pela Apple Intelligence, sistema de inteligência artificial da empresa, disponível apenas nos modelos mais recentes, do iPhone 15 Pro em diante", explica Filipe Espósito, especialista em Apple.


Agente do ChatGPT reserva restaurante, faz compra, mas erra ao insistir demais
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Data centers de IA podem consumir energia equivalente à de milhões de casas
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quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Ataque no WhatsApp com foco no Brasil pode roubar senhas de usuários; veja como se proteger

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Sorvepotel também assume controle do WhatsApp Web para enviar cópias para contatos e grupos da vítima, segundo pesquisadores da empresa de cibersegurança Trend Micro.
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Por Victor Hugo Silva, g1

Postado em 08 de Outubro de 2.025 às 00h15m
Interface gráfica do usuário, Texto, Aplicativo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.
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Veja os vídeos que estão em alta no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Sua conta no WhatsApp Web pode ser atacada por um novo vírus que induz vítimas a baixar arquivos que tomam o comando do computador e roubam senhas de banco. Para piorar, ele é capaz de se replicar em mensagens para seus contatos e grupos no aplicativo.

Batizado de Sorvepotel, o vírus também utiliza e-mails como uma segunda forma de se espalhar, de acordo com pesquisadores da empresa de cibersegurança Trend Micro que identificaram o ataque (veja ao final como se proteger).

O nome tem uma origem curiosa: os servidores usados pelos cibercriminosos para enviar comandos de ataques estão em endereços que lembram a expressão "sorvete no pote".

O Brasil é o foco deste ataque e registrou 457 das 477 vítimas identificadas até agora, de acordo com a Trend Micro.

Até o momento, não houve casos significativos de roubo de dados ou bloqueio de arquivos, indicando que o objetivo atual do vírus é se espalhar para mais dispositivos, afirmam os pesquisadores.

O WhatsApp orienta usuários a clicarem apenas em links ou arquivos de pessoas conhecidas e diz que trabalha para tornar o aplicativo mais seguro (leia a nota ao final).

Os criminosos usam o WhatsApp para disparar supostos comprovantes de pagamento ou orçamentos de empresas, por exemplo. "Baixa o [arquivo] ZIP no PC e abre", diz uma das mensagens.

Um ZIP permite comprimir vários arquivos e pastas em apenas um arquivo, facilitando a transferência de conjuntos de dados. Ao optar por esse formato, os criminosos podem enviar de uma só vez para a vítima comandos maliciosos em mais de um arquivo.

Segundo a Trend Micro, o ataque se concentra em:

  • roubar credenciais ao exibir versões adulteradas de sites de bancos e corretoras de criptomoedas;
  • assumir o controle do WhatsApp Web para enviar o arquivo malicioso para todos os contatos da vítima.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que o sistema bancário "possui robustas estruturas de monitoramento de seus sistemas e utiliza o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança da informação".

Uma das estratégias é instalar um arquivo que é executado a cada inicialização da máquina, garantindo que o vírus esteja sempre ativo.

Para a vítima, além de ter suas senhas roubadas, há o risco de ter a conta banida no WhatsApp. Isso porque a plataforma pode considerar o envio repetido de mensagens como spam, uma prática não recomendada.

Mensagem no WhatsApp induz vítima a baixar vírus — Foto: Reprodução/Trend Micro
Mensagem no WhatsApp induz vítima a baixar vírus — Foto: Reprodução/Trend Micro

Hackers tomam controle do computador

Capaz de transformar a máquina em um "zumbi", a tática se aproveita da distração das vítimas e não envolve uma falha no WhatsApp, segundo o líder técnico da Trend Micro Brasil, Marcelo Sanches.

"É aberta uma porta de comunicação e, a partir disso, o sistema de ataque passa a receber instruções, podendo se atualizar ou receber comandos externos. A máquina da vítima fica sob comando do atacante".

A investigação apontou que o Sorvepotel afetou "mais organizações governamentais e de serviços públicos, mas também vitimou organizações de indústria, tecnologia, educação e construção".

"Nesse momento, esse ataque é orientado a vítimas no Brasil. Tanto é que na execução do malware, ele faz algumas checagens de idiomas, localização, formato da data para validar se aquilo tem relação com um usuário brasileiro".

Como se proteger

A Trend Micro diz que criminosos parecem ter como foco computadores corporativos, mas atacam em contas de WhatsApp Web de funcionários, que usam os dispositivos para ver mensagens pessoais.

Os pesquisadores orientam funcionários e empresas a:

  • desativar downloads automáticos no WhatsApp
  • restringir downloads em dispositivos corporativos
  • realizar treinamentos sobre riscos de baixar arquivos suspeitos;
  • desconfiar de mensagens que pedem permissões em navegadores;
  • confirmar com a pessoa por outros meios (telefone ou pessoalmente) se o envio do arquivo foi intencional.

Leia a nota do WhatsApp:

"Independentemente do serviço de mensagens que você use, só clique em links ou abra arquivos de pessoas que você conhece e confia. Estamos sempre trabalhando para tornar o WhatsApp o lugar mais seguro para a comunicação privada, e é por isso que criamos camadas de proteção que oferecem mais contexto sobre com quem você está conversando ao receber uma mensagem de alguém que você não conhece – além de proteger suas conversas pessoais com a criptografia de ponta a ponta."

Leia a nota da Febraban:

"O Cyber Lab Febraban monitora incidentes e ataques dessa natureza desde sua criação, em 2020. Nesse período, já foram mais de 149.000 eventos compartilhados com associados e parceiros através de sistemas, relatórios e reuniões de inteligência.

O sistema bancário possui robustas estruturas de monitoramento de seus sistemas e utiliza o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança da informação, como mensageria criptografada, autenticação biométrica, tokenização, e usam tecnologias como big data, analytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos. Estes processos são continuamente aprimorados, considerando os avanços tecnológicos e as mudanças no ambiente de riscos. Neste ano deverão investir quase R$ 48 bilhões em tecnologia e segurança da informação, por meio do monitoramento constante de suas respectivas infraestruturas, sendo que deste total 10% são voltados para a prevenção a fraudes segurança."

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