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Chamado Atlas, novo navegador da OpenAI integra o ChatGPT diretamente às páginas da web e chega primeiro a notebooks da Apple. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 Postado em 21 de Outubro de 2.025 às 15h40m . #.*Post. - Nº.\ 5.255*.# .
Agente do ChatGPT reserva restaurante, faz compra, mas erra ao insistir demais
A OpenAI,
dona do ChatGPT, anunciou nesta terça-feira (21) o lançamento de seu
próprio navegador de internet com inteligência artificial.
Chamado Atlas, o software é o mais novo concorrente do Google Chrome, que nos últimos meses também ganhou recursos de IA.
A empresa informou que o Atlas será disponibilizado hoje para notebooks
da Apple e, "em breve", chegará ao Windows, ao iOS (iPhone) e ao
Android.
"Com o Atlas, o ChatGPT pode acompanhá-lo em qualquer lugar da
internet, ajudando-o na janela exatamente onde você está, entendendo o
que você está tentando fazer e concluindo tarefas para você, tudo sem
copiar e colar ou sair da página", disse a OpenAI.
Atlas, novo navegador do ChatGPT — Foto: Divulgação/OpenAI
A empresa informou ainda que, para assinantes do ChatGPT, o navegador já chega com o modo agente integrado —recurso que permite ao robô executar tarefas de forma autônoma. "O modo Agente no Atlas está disponível hoje em versão prévia para usuários Plus, Pro e Business", disse a OpenAI.
Outros destaques do navegador da OpenAI incluem:
Memória de navegação:o Atlas guarda detalhes do que o usuário fez para reabrir páginas, automatizar tarefas e retomar atividades interrompidas.
Integração com o ChatGPT:
o navegador permite abrir uma nova aba para fazer perguntas, pesquisar
ou pedir ajuda para escrever, tudo direto na página, sem precisar copiar
e colar ou alternar entre abas.
Personalização:
o navegador usa informações do histórico, das páginas abertas e dos
sites em que o usuário está logado para oferecer respostas e sugestões
mais relevantes.
Navegador Atlas, do OpenAI, com ChatGPT. — Foto: Reprodução/OpenAI
Disputa com o Chrome
O lançamento do Atlas ocorre poucos meses depois de um executivo da
OpenAI dizer que a empresa teria interesse em comprar o navegador
Chrome, caso um juiz federal determinasse sua venda como parte de uma
ação antitruste contra o Google, segundo informações da agência
Associated Press.
No entanto, o juiz distrital dos EUA Amit Mehta rejeitou essa
possibilidade no mês passado. Ele recusou o pedido do Departamento de
Justiça americano para forçar a venda do Chrome, argumentando que os
avanços na indústria de IA já estão mudando o cenário competitivo.
O Atlas vai enfrentar um desafio considerável: o Chrome tem cerca de 3 bilhões de usuários no mundo e vem incorporando ferramentas da tecnologia Gemini, também desenvolvida pelo Google.
Logo do Atlas, novo navegador da OpenAI — Foto: Reprodução/OpenAI
O sucesso do Chrome pode, ao mesmo tempo, servir de modelo para a
OpenAI. Quando o navegador do Google foi lançado, em 2008, o Internet
Explorer era dominante, mas o Chrome conquistou espaço rapidamente por
oferecer velocidade e estabilidade superiores.
A Microsoft, por sua vez, acabou substituindo o Explorer pelo Edge, baseado no mesmo sistema do Chrome.
Outra concorrente, a startup Perplexity, lançou neste ano seu próprio
navegador, o Comet, e chegou a fazer uma oferta de US$ 34,5 bilhões pelo
Chrome — proposta que não avançou após a decisão do juiz Amit Mehta.
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Em português, seu nome é 'arroba'. Em outros idiomas, pode variar de 'cachorrinho' até 'rabo de macaco'. Mas a origem do sinal @ data de séculos antes do advento da internet e dos endereços de e-mail. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Thomas Germain 18/10/2025 20h18 Atualizado há 2 dias Postado em 20 de Outubro de 2.025 às 07h00m . #.*Post. - Nº.\ 5.254*.# .
Em Taiwan, @ é chamado de 'pequeno camundongo'. 'Cachorro' em russo,
'caracol' em italiano e 'rabo de macaco', em holandês — Foto:
BBC/Serenity Strull/Getty Images/BBC
Em 2010, a curadora de arquitetura e design Paola Antonelli, do Museu
de Arte Moderna de Nova York, nos Estados Unidos, tomou uma decisão
audaciosa.
"Eu
queria uma exposição de objetos que demonstrasse que todos podem ter
uma exposição com qualidade de museu dentro da sua gaveta", explicou
ela.
"Isso inclui o bloco de Post-it, M&Ms, o clipe de papel, OXO Good
Grips [um conjunto popular de utensílios de cozinha], objetos que são
tão incorporados às nossas vidas e funcionam tão bem que nem prestamos
mais atenção neles."
"Parte da função de um museu, especialmente ao isolar esses objetos, é
criar dramatização e distanciamento, permitindo que as pessoas os
observem com olhares diferentes", afirma Antonelli.
"De repente, você é surpreendido pela história por trás deles. Você percebe que existe ali todo um universo."
Quando ela definiu a exposição, a decisão pareceu óbvia. Antonelli comprou o símbolo @ para a coleção permanente do museu.
Pare por um minuto e observe as saliências e depressões do seu teclado.
Símbolos de moedas à parte, talvez não haja outro caractere com mais
peso cultural do que @.
A arroba é o encanamento da internet. Ela conecta o seu e-mail e destaca o seu nome de usuário no fluxo de texto. Provavelmente, você já a utilizou hoje.
É claro que &, #, % e * são sinais úteis e onipresentes.Mas como o símbolo @ conseguiu tanto poder?
Pode parecer um fenômeno típico da atualidade. Mas, oculto entre as
curvas deste pequeno "a" enfeitado, existe uma história que remonta a
milhares de anos atrás.
Ela atravessa barreiras nacionais, culturais e linguísticas que este
sinal cruzou para abrir caminho pelas páginas da história humana.
"Trata-se de uma abreviação, afirma Keith Houston, autor do livro Shady Characters: The Secret History of Punctuation("Caracteres obscuros: a história secreta da pontuação", em tradução livre).
Comerciantes europeus costumavam usar @ para marcar os embarques de
vinho e cereais na época do Renascimento — Foto: Serenity Strull/Getty
Images/BBC
A única questão é qual seria o seu significado original. E um ponto é claro: existe uma conexão com a cerâmica.
Os antigos gregos se orgulhavam de um estilo de vaso de argila chamado ânfora.
Você certamente já as observou em algum lugar. As ânforas são altas e esculturais, com duas alças e um longo gargalo.
Elas eram usadas para armazenar vinho, cereais, óleo de oliva e outros
produtos. A prática se manteve no Mediterrâneo e em outros lugares por
séculos. E, com o passar do tempo, a ânfora passou a ser uma unidade
padrão de medida.
"Os comerciantes precisavam comunicar frequentemente a ideia de que
'vou vender a você uma certa quantidade de ânforas de alguma coisa a um
preço específico'", segundo Houston. Até que, por fim, as pessoas
começaram a desenhar a letra "a" com uma cauda longa em torno dela,
eliminando o restante das letras.
No dia 4 de maio de 1536, um comerciante chamado Francesco Lapi
escreveu uma carta de Sevilha, na Espanha, para Roma (hoje, na Itália).
Ele disse que uma ânfora de vinho valia cerca de 70 ou 80 ducados,
usando o sinal @ para designar "ânfora".
Este é o primeiro exemplo conhecido de uso de @ no sentido moderno, mas não é a cópia mais antiga do símbolo.
Podemos encontrar @ nas páginas de um manuscrito búlgaro de 1375, mas sem significado discernível. Trata-se apenas de um floreamento da primeira letra da palavra "amém".
As ânforas gregas deram origem ao sentido moderno do símbolo @ — Foto: BBC/Getty Images
Depois de centenas de anos de sucesso, as ânforas acabaram caindo em
desuso. Mas o sinal @ permaneceu entre os contadores e registradores,
para indicar o preço das mercadorias.
"Isso
ocorreu graças às máquinas de escrever, que se difundiram primeiramente
nos Estados Unidos, no século 19", explica o professor de tipografia
Gerry Leonidas, da Universidade de Reading, no Reino Unido.
Isso ocorreu, em parte, devido à explosão dos catálogos de compras pelo
correio nos Estados Unidos, segundo ele. Este tipo de comércio gerou
imensas necessidades de administração e, por fim, toda uma classe de
datilógrafos profissionais.
"A máquina de escrever é essencialmente uma forma de minimizar os
riscos ocasionados pela má caligrafia das pessoas, aumentando a
eficiência e a previsibilidade da administração dos escritórios",
explica Leonidas.
As máquinas de escrever eram tão caras e complexas que alguns modelos
não tinham os algarismos "um" e "zero". Você simplesmente datilografava
as letras "O" e "I"(ou"l"). Mas a inclusão de @ já era necessária no
final do século 19.
"E,
como as máquinas de escrever estão relacionadas aos processos
comerciais e contábeis, @ sobreviveu ao longo de diferentes gerações de
máquinas de escrever, exatamente porque desempenha esse papel
fundamental", segundo o professor.
Quando os computadores ganharam teclados, @ veio com eles. Mas não era particularmente útil, a menos que você fosse contador.
Tudo mudou graças ao cientista da computação Ray Tomlinson (1941-2016).
Ele trabalhava na Arpanet, o projeto do governo dos Estados Unidos que
estabeleceu as bases da internet.
Tomlinson imaginou que as pessoas talvez quisessem enviar mensagens umas às outras e começou a trabalhar nesta ideia.
Enquanto escrevia o código, ele precisava de uma forma de indicar onde
cada pessoa específica ficava dentro da rede. E, olhando para o teclado,
lá estava o símbolo que ele procurava.
Foi assim que Tomlinson retirou @ do jargão comercial e o fincou no
meio do endereço digital. E, em 1971, ele enviou o primeiro e-mail.
À medida que a internet ultrapassava as fronteiras americanas e
dominava a cultura humana no meio século seguinte, @ seguiu ao seu lado.
Mas, conforme o símbolo se espalhava pelo mundo, algo curioso
aconteceu. Ele começou a ganhar novos nomes.
Os italianos, hoje, chamam o sinal @ de chiocciola("caracol"). É fácil perceber a semelhança.
Em hebraico, às vezes, @ é chamado de strudel. Em checo, é zavináč, o nome dado a uma conserva de arenque enrolado em um cilindro, normalmente com um recheio saboroso.
Os russos, às vezes, chamam @ de sobaka,
que significa "cachorro". De fato, ele parece um animal de estimação
enrolado para dormir, pelo menos se você olhar de relance.
O nome russo gerou um longo histórico de brincadeiras fofas. Se você
começar a estudar russo e ouvir alguém dizer "escreva para mim no
cachorrinho", já sabe o que isso significa.
"Atualmente, muitos dizem apenas at(em). Muita coisa passou a se falar em inglês nos últimos 25 anos",
afirma o consultor de gerência freelancer Nick Fransen, da Bélgica — um
país onde você pode crescer falando flamengo (também chamado de
"holandês da Bélgica"), francês ou alemão, dependendo de onde morar.
"Mas, alguns dias atrás, eu conversava com uma pessoa idosa que não falava muitos termos em inglês e voltei a chamar @ de apenstaartje, sem nem mesmo pensar a respeito", ele conta.
Apenstaartje é o nome tradicional holandês do símbolo @, que significa "rabo de macaco".
Em inglês, seu nome é apenas at("em"), mas às vezes é designado "em comercial", devido à sua conexão com o mundo dos negócios.
O símbolo @ nos obriga a criar novas identidades: o nome de usuário.
Especialistas afirmam que ele está relacionado à nossa compreensão de
nós mesmos. — Foto: Serenity Strull/Getty Images/BBC
O nome do símbolo @ em português e espanhol, "arroba", é uma antiga medida de volume, como a ânfora. Mas é também uma unidade de peso e equivale, no Brasil, a 15 kg.
Mas o símbolo @ costuma ser usado hoje em dia, nos dois idiomas, para
indicar gênero neutro. O símbolo substitui as letras "o"(para o
masculino) e "a"(para o feminino).
Por isso, quando escrevemos amig@s, por exemplo, estamos sendo mais inclusivos.
"O motivo de @ não ter um nome especial em inglês é porque a sua
definição inicial é muito clara e facilmente transmitida", explica
Leonidas.
"Mas, à medida que as pessoas começam a adaptar esses símbolos para
seus idiomas locais, eles precisam de uma forma de se lembrar dele."
"Alguém
entrega a você um computador, você olha para ele e descreve sua
aparência, em vez de procurar seu nome. Em grego, chamamos de
'patinho'", ele conta.
Da mesma forma que Tomlinson adotou este símbolo curvilíneo para seu
próprio trabalho, @ continua a ser reinterpretado para outros fins.
"Existe algo muito interessante sobre @, que acho único", destaca Leonidas. "É o que acontece ao lado do símbolo.
Ao escrever seu nome, você usa letras maiúsculas e inclui um espaço entre o primeiro nome e o sobrenome.
"Mas
@, como identificador, obriga o uso de caixa baixa nos nomes e a
eliminação completa dos espaços", explica ele. "Precisamos inventar uma
única palavra exclusiva para nós mesmos. Isso nos força a pensar como
devemos apresentar nossa identidade."
Pesquisas indicam algo que, provavelmente, você já vivenciou. Em algum
nível, escolher um nome de usuário pode ser um processo carregado de
emoções.
Normalmente, as pessoas não querem apenas que suas identificações sejam
únicas. Elas querem que elas pareçam corretas, que as representem, que
pareçam boas e expressem algo sobre sua personalidade ou identidade.
Os nomes de usuários são utilizados para expressar quem somos ou para
criar uma personalidade online, separada da nossa identidade no mundo
real.
Os linguistas que estudam a cultura online já encontraram nomes de
usuários tão ligados ao nosso senso próprio que alterá-los pode ser algo
estranhamente íntimo, quase como mudar o nosso nome ou nossa aparência
offline.
E, nos principais pontos da internet, @ é inseparável da nossa identidade online.
É claro que temos fortes sentimentos sobre @, segundo Leonidas. O símbolo está ligado à nossa compreensão como ser humano.
A exibição Pirouette: Turning Points in Design("Pirueta: reviravoltas no design", em tradução livre), em cartaz no
Museu de Arte Moderna de Nova York, oferece um ambiente longe do seu
teclado para apreciar o sinal @, milhares de anos após suas raízes na
cerâmica da Grécia antiga.
"Fomos
treinados, até aqui, para compreender como são feitos os filmes ou como
é composta uma música", destaca Antonelli. "Mas não fomos treinados a
fazer o mesmo com os objetos."
"O que quero realmente transmitir sobre @ é a mesma satisfação, o
momento heureca, a sensação de felicidade e o orgulho de fazer parte do
mundo do design, que senti ao perceber tudo o que existe naquele pequeno
símbolo em forma de umbigo."
O
sinal @ está presente na exposição Pirouette: Turning Points in Design,
no Museu de Arte Moderna de Nova York, até o dia 15 de novembro de
2025.
*
Thomas Germain é jornalista da BBC, especializado em tecnologia. Ele
escreve há quase uma década sobre inteligência artificial, privacidade e
os confins mais profundos da cultura da internet. Seu nome de usuário é
@thomasgermain no X (antigo Twitter) e no TikTok.
Recurso de segurança será obrigatório a partir de novembro para companhias que fazem mais de 500 mil chamadas por mês. Nem todos os celulares são compatíveis; confira. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Lara Castelo 18/10/2025 00h01 Atualizado há 05 horas Postado em 18 de Outubro de 2.025 às 0500m . #.*Post. - Nº.\ 5.253*.# .
Ligações de empresas, como bancos e call centers, que fazem mais de 500 mil chamadas por mês
vão precisar ser identificadas com um selo de verificação a partir de
17 de novembro, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
O seloindica que o número foi autenticado, ou seja, verificado por um sistema que confirma se quem está ligando é realmente quem diz ser (veja mais abaixo). Esse processo também bloqueia ligações identificadas como fraudulentas.
Inicialmente, a Anatel definiu que todas as empresas teriam até 2028
para adotar o sistema. Mas, em agosto, no mesmo decreto que tirou a obrigatoriedade do prefixo 0303 em ligações de telemarketing, a agência encurtou o prazo para companhias que fazem mais de 500 mil ligações por mês.
Ao g1, a agência confirmou que, com a autenticação, quem recebe a ligação vai ver um selo de verificação (que é redondo e tem um símbolo ✔no meio) ao lado do número.
Mas nem todos os smartphones são compatíveiscom a tecnologia (veja mais abaixo) e, dependendo do sistema operacional, o selo aparece em momentos diferentes:
📱 Android: aparece na tela antes de atender (veja na imagem abaixo);
🍏 iOS: é exibido apenas no histórico da chamada.
Como é uma ligação de número autenticado no Android — Foto: g1/Thalita Ferraz
Veja algumas perguntas e respostas sobre a autenticaçãode chamadas:
🙋♀️ O consumidor precisa fazer algo?
📱 Como funciona o sistema de autenticação?
🔒 Qual a diferença para o sistema Origem Verificada?
🙋♀️ O consumidor precisa fazer algo?
O consumidor não precisa fazer ou pagar nada para receber ligações autenticadas. Cabe às empresas que pretendem fazer ligações, como bancos e call centers, contratarem o recurso junto às operadoras.
Mas nem todos os aparelhos e redes são compatíveis. Veja as exigências, segundo a Anatel:
➡️O celular precisa estar conectado a uma rede 4G ou 5G.
➡️É necessário ter uma das seguintes versões do sistema operacional:
Apple com iOS 18.2 ou superior — disponível do iPhone 11 ao 17;
Samsung com Android 10 ou superior — disponível nos modelos Galaxy S23 e S22, entre outros;
Outros aparelhos com Android a partir do 11 — disponível nos modelos Motorola Razr 50 ou Motorola Edge 50 Neo, entre outros.
📱 Como funciona o sistema de autenticação?
Ligações telefônicas de grandes empresas vão ter selo de verificação no
celular de clientes, diz Anatel — Foto: Pongsawat Pasom/Unsplash
A partir de um protocolo chamado STIR/SHAKEN, quecheca em tempo real se o número exibido corresponde, de fato, à empresa que está ligando.
A validação é feita por meio de uma espécie de banco de dados digital centralizadopela Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), que reúne informações das operadoras.
Quando a chamada começa, o sistema compara os dados da empresa com os registros da operadora. Se houver correspondência, a ligação é autenticada e ganha o selo.
🔒 Qual a diferença para o sistema Origem Verificada?
Fim das robocalls? Veja se seu celular é compatível com ferramenta contra golpes
A autenticaçãoé a primeira etapa de um projeto maior de segurança da Anatel contra fraudes telefônicas: o Origem Verificada.
➡️Mas, diferente da autenticação, nenhuma empresa é obrigada a adotar esse sistema.
No Origem Verificada, além do selo de verificação e do número de telefone, as ligações de empresas participantes poderão mostrar também:
Nome e logotipo da empresa;
Motivo da ligação;
Mensagem de número validado(veja na imagem abaixo).
A quantidade de informações mostradas com oOrigem Verificada vai depender de fatores técnicos como o modelo de celular. Veja se o seu celular é compatível.
Como são as chamadas com o Origem Verificada — Foto: g1