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Projeto de Lei conta com o apoio do presidente francês Emmanuel Macron e deve ser debatido no Parlamento em janeiro. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por France Presse Postado em 01 de Janeiro de 2.026 às 09h35m . #.*Post. - Nº.\ 5.314*.# .
Adolescente utilizando o telefone celular — Foto: Liam Shaw/Unsplash
A França quer proteger as crianças da exposição excessiva às telas e
propõe proibir as redes sociais para menores de 15 anos a partir de
setembro de 2026, segundo um projeto de lei ao qual a AFP teve acesso.
A iniciativa conta com o apoio do presidente Emmanuel Macron, que
declarou no começo do mês que o Parlamento deve começar a debater a
proposta a partir de janeiro.
"Protegeremos
nossas crianças e adolescentes das redes sociais e das telas", prometeu
Macron na noite desta quarta-feira (31) durante seu discurso de Fim de
Ano aos franceses, assegurando que terá um "cuidado especial" para que
este projeto possa "chegar a bom termo".
O projeto de lei indica que "muitos estudos e relatórios confirmam os
riscos distintos causados pelo uso excessivo de telas digitais pelos
adolescentes".
As crianças com acesso ilimitado à internet estão expostas a "conteúdo
inapropriado" e poderiam sofrer assédio digital ou experimentar
alterações em seus padrões de sono, informou o governo.
O projeto de lei tem dois artigos: o primeiro estabeleceria como ilegal
"a prestação, por parte de uma plataforma on-line, de um serviço de
rede social para um menor de 15 anos".
O segundo artigo propõe proibir o uso de celulares em escolas do ensino médio.
Na França, desde 2018 é vetado o uso de telefones celulares em
pré-escolas e centros de ensino médio, mas, até este ano, a proibição
era raramente aplicada.
No começo do mês, o Senado francês apoiou uma iniciativa para proteger
os adolescentes do uso excessivo de telas e do acesso às redes sociais,
que inclui a obrigação de contar com autorização parental para que
crianças com idades entre 13 e 16 anos se registrem em redes sociais.
A proposta do Senado foi remetida à Assembleia Nacional, que deverá aprovar o texto antes que possa se tornar lei.
Interferências eletromagnéticas e obstáculos físicos podem afetar a propagação do Wi-Fi dentro de casa. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1 31/12/2025 06h01 Atualizado há 02 horas Postado em 31 de Dezembro de 2.025 às 08h00m . #.*Post. - Nº.\ 5.313*.# .
Internet lenta? Veja como medir a velocidade e melhorar sua conexão
Nem toda instabilidade no Wi-Fi é explicada pela qualidade do roteador.
A posição do aparelho e a presença de determinados objetos ao seu redor
também podem ajudar a explicar uma internet mais lenta.
O roteador envia o Wi-Fi por meio de ondas eletromagnéticas. Mas o
sinal pode sofrer interferências de aparelhos metálicos com motores,
como geladeiras e micro-ondas, explicou ao g1 o analista de Produtos e Negócios da Intelbras, Diogo Millnitz.
"Qualquer
equipamento com motor que é ligado gera um campo eletromagnético. Ao
gerar um campo eletromagnético, há uma interferência nessa região",
afirmou.
Espelhos e vidros também podem ser "vilões" do sinal porque são capazes de mudar a direção das ondas do Wi-Fi.
"O vidro tem uma refração, então, ele dispersa as ondas do Wi-Fi. O
espelho consegue ser pior: ele tem a camada de vidro mais uma camada
metálica, em que o sinal é totalmente dispersado e causa interferência
na rede", disse Millnitz.
Aparelho roteador de internet — Foto: Unsplash/Compare Fibre
O ideal é deixar o roteador ao menos a 1 metro de distância de
geladeiras, micro-ondas e grandes objetos de vidro, orientou o
especialista (saiba mais abaixo).
"A rede tem uma expansão no sentido de circunferência. O melhor cenário
é quando o roteador é colocado no centro de onde o sinal Wi-Fi deve ser
disponibilizado", explicou.
Onde deixar o roteador?
📶 Coloque o roteador no ponto mais central e mais alto possívelporque, assim, ele poderá alcançar uma área maior.
🛜 Mantenha o roteador a pelo menos um metro de distância de aparelhos com motores, como geladeiras e micro-ondas, que, quando estão ligados, geram campos eletromagnéticos capazes de prejudicar a rede Wi-Fi.
🧱 Evite manter o roteador perto de paredes muito grossas. Na mesma lógica, não deixe o roteador dentro de armários, por exemplo.
🌐 Nas configurações do roteador, configure o aparelho para operar na faixa de 5 GHz,
que tem maior largura de banda, apesar de um alcance territorial menor.
O padrão é a faixa de 2,4 GHz, que tem mais alcance, mas velocidades
mais baixas – os roteadores das operadoras costumam suportar as duas
bandas e indicar onde é possível fazer a alteração.
📡 Em locais grandes, um só roteador pode não ser suficiente para alcançar todo o espaço. Neste caso, roteadores mesh podem ser alternativas ao criar uma espécie de malha para espalhar o sinal.
Cerca de 5,6 milhões de pessoas estão sem emprego no país, uma queda de 14,9% comparado ao mesmo período de 2024. Carteira assinada bate novo recorde e se aproxima dos 40 milhões. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Raphael Martins, g1 — São Paulo 30/12/2025 09h00 Atualizado há 02 horas Postado em 30 de Dezembro de 2.025 às 11h00m . #.*Post. - Nº.\ 5.312*.# .
Desemprego fica em 5,2% em novembro e renova menor taxa da série histórica, diz IBGE
A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,2%
no trimestre móvel encerrado em novembro, segundo a Pesquisa Nacional
por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta
terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Essa é a menor taxa de desemprego da série histórica do IBGE, iniciada em 2012.
Em relação ao trimestre imediatamente anterior, encerrado em agosto, a
taxa caiu 0,4 ponto percentual, de 5,6%. No mesmo período de 2024, o
índice era de 6,1%.
Com esses resultados, 5,6 milhões de pessoas estão sem emprego no país. O número de desocupados
caiu 7,2% em relação ao trimestre anterior, e de 14,9% comparado ao ano
anterior, o que representa 988 mil pessoas a menos nessa condição.
Já a população ocupadafoi estimada em 103 milhões de pessoas, novo recorde da série histórica.
Houve crescimento de 0,6% no trimestre encerrado em novembro. Na
comparação anual, o aumento foi de 1,1%, o equivalente a mais 1,1 milhão
de trabalhadores.
O número de pessoas na força de trabalho, que inclui ocupados e desempregados, somou 108,7 milhões. Já a população fora da força foi estimada em 66 milhões. Ambos sem variação significativa em relação ao período anterior.
Com isso, o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar — chamado de nível da ocupação— foi estimado em 59%,
o maior da série histórica. O avanço foi de 0,2 p.p. em relação ao
trimestre anterior e estatisticamente estável contra 2024 (58,8%).
Por fim, a taxa de subutilização — que reúne desempregados, pessoas que gostariam de trabalhar mais
horas e aquelas que desistiram de procurar trabalho — ficou em 13,5%, também o menor nível da série. Atualmente, 15,4 milhões de pessoas fazem parte da força de trabalho "desperdiçada" no país.
Veja os destaques da pesquisa
Taxa de desocupação: 5,2%
População desocupada: 5,6 milhões de pessoas
População ocupada: 103 milhões
População fora da força de trabalho: 66 milhões
População desalentada: 2,6 milhões
Empregados no setor privado: 53 milhões
Empregados com carteira assinada: 39,4 milhões
Empregados sem carteira assinada: 13,6 milhões
Empregados no setor público: 13,1 milhões
Trabalhadores por conta própria: 26 milhões
Trabalhadores informais: 38,8 milhões
Taxa de informalidade: 37,7%
Carteira assinada bate recorde
Com o total de ocupados em níveis históricos, o IBGE registrou novo recorde no número de empregados com carteira assinada. O total chegou a 39,4 milhões, o maior da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012.
Na comparação com o trimestre anterior, o número permaneceu estável. Já
em relação ao mesmo período do ano passado, houve alta de 2,6%, com a
inclusão de cerca de 1 milhão de pessoas.
Já o número de empregados sem carteira
assinada foi de 13,6 milhões. Na comparação com o trimestre anterior, o
total ficou estável. Em relação a 2024, houve queda de 3,4%, o
equivalente a 486 mil pessoas a menos.
Outros dois recordes da série do IBGE foram registrados entre os empregados no setor público, que somaram 13,1 milhões, e entre os trabalhadores por conta própria, que chegaram a 26 milhões.
A população ocupada no grupo Administração pública, saúde e educaçãoapresentou crescimento na comparação trimestral. Foi o conjunto de atividades que mais gerou oportunidades de trabalho.
"A principal característica desse grupo é a educação. Do ponto de vista
educacional, há um movimento mais sazonal no fim do ano, principalmente
na educação pública dos ensinos fundamental e superior. É nesse período
que ocorrem as renovações contratuais", diz Adriana Beringuy, do IBGE.
Com isso, o setor privado registrou 52,7 milhões de empregados, o maior número da série histórica.
A taxa de informalidadeficou em 37,8% da população ocupada, o equivalente a 38,8 milhões de pessoas. Por fim, a população desalentada
recuou para 2,6 milhões, o menor nível desde o trimestre encerrado em
dezembro de 2015, com queda de 12,9% em relação ao mesmo período de
2024.
Rendimento recorde
O rendimento real habitual teve alta de 1,8% frente ao trimestre anterior, e passou a R$ 3.574. Na comparação anual, o crescimento foi de 4,5%.
Já a massa de rendimento real habitualfoi
estimada em R$ 363,7 bilhões, também um novo recorde. O resultado teve
ganho de 2,5% frente ao trimestre anterior, e cresceu 5,8% na comparação
com o mesmo trimestre do ano passado.
"Hoje, temos um mercado de trabalho crescente, sem queda de rendimento.
Havia a expectativa de de crescimento acelerado da inflação, o que não
ocorreu. Isso permitiu um mercado de trabalho satisfatório, com aumento
da massa de rendimentos e sem registros de picos inflacionários", diz
Adriana Beringuy, do IBGE.