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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Câmeras digitais portáteis voltam à moda com nostalgia e design surpresa

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A nostalgia e o mistério do design surpresa fazem câmeras digitais portáteis conquistarem jovens e colecionadores. Veja como funciona a tendência e quais modelos estão em alta.
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 Por Henrique Martin, g1

Postado em 10 de Julho de 2.026 às 06h00m
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 Kodak Charmera — Foto: Divulgação

A mistura de nostalgia com a tendência de comprar produtos “no escuro tem impulsionado a popularidade das câmeras digitais portáteis entre jovens e colecionadores.

Inspiradas em modelos analógicos dos anos 1980, essas câmeras apostam no mistério do design surpresa, semelhante ao fenômeno dos brinquedos Labubu.

O principal destaque é a Kodak Charmera. Ao comprar, o consumidor escolhe apenas a caixa, sem saber qual será a cor da câmera: amarela, vermelha, azul, preta, branca ou colorida.

  • Existe ainda uma versão rara, com caixa transparente, cuja chance de encontrar é de 1 em 48, reforçando o apelo colecionável.
Opções de cores da câmera Kodak Charmera, incluindo a edição secreta transparente — Foto: Reprodução
Opções de cores da câmera Kodak Charmera, incluindo a edição secreta transparente — Foto: Reprodução

Apesar do visual divertido, as câmeras têm limitações técnicas. A resolução é baixa, em torno de 1,6 megapixel, bem distante dos 50 megapixels de smartphones atuais (ou até mais).

As fotos saem opacas, com pouco contraste e cores suaves, além de filtros e molduras que simulam o efeito de câmeras analógicas dos anos 1980.

Outro ponto é a ausência de conectividade: para transferir as imagens, é preciso retirar o cartão de memória ou conectar a câmera ao computador, como se fazia antigamente.

Para quem busca mais praticidade, há alternativas como a Instax Pal, da Fujifilm, com um visual mais diferentão.

O modelo permite transferir fotos via bluetooth para o app do celular e compartilhar diretamente nas redes sociais, mantendo o charme das molduras instantâneas da marca.

Fotos feitas com a Fujifilm Instant Pal — Foto: Henrique Martin/g1
Fotos feitas com a Fujifilm Instant Pal — Foto: Henrique Martin/g1

Nas lojas online, é possível encontrar tanto a Instax Pal quanto a Kodak Charmera e outros modelos portáteis – incluindo alguns com capacidade de gravar vídeos, como a G5 Auto, em formato de carrinho de brinquedo.

Os preços variam de R$ 300 a R$ 540, conforme pesquisa realizada no final de abril. Veja uma seleção de itens a seguir.

Kodak Charmera
Kodak Charmera

FujiFilm Instax Pal
FujiFilm Instax Pal

Retrosnap Flexsmart
Flexsmart Retrosnap

Mini camera G5 Auto
Mini camera G5 Auto

Retro TLR Camera Magecam
Retro TLR Camera Magecam

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    quarta-feira, 8 de julho de 2026

    Rússia tenta bloquear Starlink de Musk para conter drones ucranianos

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    Com auxílio da internet da Starlink, drones ucranianos têm causado danos em rotas de abastecimento da Rússia. Moscou aposta em sistemas de interferência para reverter vantagem de Kiev.
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    TOPO
    Por Deutsche Welle

    Postado em 08 de Julho de 2.026 às 17h45m
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    Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko
    Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

    A Rússia está tentando neutralizar os ataques de drones ucranianos de "alcance intermediário" camuflando cargas e instalando potentes sistemas de guerra eletrônica contra a Starlink, a tecnologia de internet via satélite de Elon Musk, informou uma reportagem da agência de notícias Reuters publicada nesta quarta-feira (08).

    Esses drones, frequentemente operados via Starlink e capazes de atingir alvos a dezenas de quilômetros além das linhas de frente de forma precisa e barata, transformaram a guerra na Ucrânia com ataques a uma distância entre 25 e 200 quilômetros.

    Isso permitiu à Ucrânia infligir danos significativos à logística de abastecimento das tropas russas dentro do território ucraniano.

    Reflexo disso é a Crimeia, península ucraniana anexada pela Rússia, que agora lida com a falta crônica de combustível após uma campanha coordenada das tropas de Kiev contra linhas de abastecimento, depósitos de combustível, instalações de defesa aérea e centros de comando.

    Os ataques têm se concentrado nas rodovias que ligam Mariupol, Berdyansk, Melitopol e a Crimeia — as principais artérias que abastecem as forças russas que combatem no sul e no leste da Ucrânia.

    Comandantes ucranianos afirmam que sua ofensiva contínua forçou a Rússia a usar rotas de reabastecimento mais lentas e menos eficientes.

    Os drones teriam tornado trechos do corredor terrestre que liga a Rússia à Crimeia perigosos demais, desacelerando o transporte de combustível, munição e reforços.

    A resposta da Rússia veio com o sistema de interferência Volna Kupol Garant, que emite um sinal forte o suficiente para desestabilizar a conexão do Starlink em uma área de cerca de 20 km², relatou à Reuters Serhii Beskrestnov, conselheiro do Ministério da Defesa da Ucrânia.

    Trata-se de um desenvolvimento significativo no conflito, já que a Starlink era até então considerada, em grande parte, imune a interferências.

    Um drone de ataque de médio alcance Zozulia voa após ser lançado por militares ucranianos da companhia Sparta em um local não revelado no sul da Ucrânia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko
    Um drone de ataque de médio alcance Zozulia voa após ser lançado por militares ucranianos da companhia Sparta em um local não revelado no sul da Ucrânia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

    Virada na guerra com auxílio da Starlink

    A virada a favor da Ucrânia na guerra ocorreu no início deste ano, quando a SpaceX cortou o acesso não autorizado das forças russas à Starlink, prejudicando as operações de drones e as comunicações da Rússia.

    Isso deu uma vantagem à Ucrânia, permitindo que drones aprimorados evitassem detecção, resistissem à interferência e realizassem ataques com mais precisão, enquanto a Rússia corria para se adaptar.

    "O bloqueio do Starlink para as forças russas foi um dos desenvolvimentos mais significativos no campo de batalha neste ano", disse Rob Lee, pesquisador sênior do Programa Eurásia do Foreign Policy Research Institute, à agência de notícias Associated Press.

    O sucesso dos ataques ucranianos de médio alcance é consequência dessa mudança.

    "O que mudou é que agora oito em cada 10 missões são bem-sucedidas", disse Pharaon. Há apenas alguns meses, a taxa de sucesso era o oposto, segundo ele.

    Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko
    Militares da companhia Sparta, das Forças Armadas da Ucrânia, preparam um drone de ataque de médio alcance Zozulia — Foto: REUTERS/Valentyn Ogirenko

    A reação da Rússia

    As forças russas foram pegas de surpresa quando a campanha ucraniana se intensificou há três meses. Mas começaram a mobilizar unidades móveis antiaéreas e recorrer a outras táticas para interceptar os drones, relataram comandantes e pilotos de drones ucranianos à Reuters.

    Uma delas é justamente o uso de dispositivos eletrônicos sofisticados de interferência para bloquear as conexões usadas para pilotar os drones, alguns deles capazes de interromper os sistemas Starlink – o Ministério da Defesa da Ucrânia afirma ter detectado dez deles.

    Alguns desses dispositivos de interferência foram instalados pela Rússia perto de cidades e instalações militares, disseram os militares ucranianos.

    Equipamentos desse tipo são visados pelos soldados ucranianos por razões óbvias.

    Um vídeo de um ataque ucraniano a um desses sistemas mostra uma grande explosão após um drone atingir um local contendo seis caixas grandes do tamanho de trailers.

    "Assim que atingimos essa instalação, nossos drones equipados com Starlink voaram sem problemas", disse um comandante do 422º Regimento de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia em operação na região sul de Zaporíjia.

    Outras táticas a que a Rússia recorre para manter as linhas de frente abastecidas incluem esconder combustível e outros suprimentos militares em veículos civis, como caminhões que deveriam estar transportando água ou leite. A operação logística também envolveria pequenos carros civis, quadriciclos e motocicletas.

    Além disso, as tropas russas estariam usando abrigos camuflados, prédios abandonados e estruturas agrícolas para esconder suprimentos, além de postos de gasolina civis para armazenar combustível militar.

    Também teriam passado a escoltar comboios de caminhões de combustível com picapes armadas com metralhadoras e a usar estradas secundárias.

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    Seleção de memes: g1 lista e avalia os virais da Copa do Mundo até agora, do melhor ao pior

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    Entre risadas, polêmicas e muito bom humor, veja quais memes marcaram o Mundial e quais virais nem deveriam ter sido convocados para seu feed nas redes sociais.
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    Por Aline Freitas, g1 — São Paulo

    Postado em 08 de Julho de 2.026 às 06h00
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    g1 relembra os melhores e os piores memes da Copa do Mundo — Foto: Montagem/g1
    g1 relembra os melhores e os piores memes da Copa do Mundo — Foto: Montagem/g1

    A Copa do Mundo de 2026 tem sua primeira pausa nesta quarta-feira (8).

    Com o Mundial entrando na reta final, o g1 aproveita o dia sem jogos para olhar pelo retrovisor e fazer uma seleção dos memes que marcaram a competição até aqui.

    Acompanhe a Copa do Mundo 2026 pelo ge:

    O protagonismo do goleiro de Cabo Verde, Vozinha, foi surpreendente e realmente chamou a atenção da internet nos jogos da seleção cabo-verdiana.

    Os memes entraram na lista de melhores porque reforçaram a atuação brilhante do jogador e a garra da equipe que foi eliminada para a Argentina nos 16 avos de final, em um jogo acirrado.




















    2 - O pato mexicano

    Pato com camisa do México chama a atenção — Foto: Reprodução

    O México, um dos três países-sede dessa Copa, deu um show de recepção e de envolvimento dos torcedores. Um dos símbolos dessa festa foi o pato mexicano.

    Esse está na lista dos melhores porque, convenhamos, é um pato com a camisa do México que conheceu a presidente.

    3 - A dancinha da vitória da Bélgica

    O jogo entre os Estados Unidos e a Bélgica já estava cercado de polêmicas antes mesmo de começar. Um dos jogadores da seleção norte-americana, Folarin Balogun, que deveria cumprir suspensão após receber um cartão vermelho no jogo anterior, estava apto para entrar em campo.

    Isso ocorreu porque a Fifa anulou os efeitos do cartão vermelho após um pedido do presidente Donald Trump. A Bélgica chegou a contestar a decisão, mas a entidade rejeitou o recurso.

    Insatisfeitos com a decisão, os jogadores belgas fizeram uma dança após a vitória por 4x1 em cima dos norte-americanos. Internautas associaram os movimentos a uma dança característica de Trump.

    Esse entra para os melhores porque a equipe superou o que considerou uma injustiça e ainda fez uma provocação bem-humorada ao presidente do país adversário.




















    4 - Ancelotti x Endrick

    Do primeiro ao último jogo do Brasil no Mundial, as redes sociais foram tomadas por piadas sobre a suposta resistência do técnico da seleção, Carlo Ancelotti, em colocar o número 19, Endrick, em campo.

    O meme está na lista de melhores pela criatividade e pela proporção que tomou. Até uma companhia aérea europeia entrou na brincadeira.




















    Os piores memes

    1 - O 'piti' do torcedor japonês

    Quando o Brasil ainda sonhava em ser hexa, um torcedor japonês foi flagrado dando um "piti" após a vitória da seleção brasileira sobre o Japão, pelos 16 avos de final.

    Ele vestia a camisa da seleção japonesa, foi cercado por torcedores brasileiros e enrolado em uma bandeira do Brasil enquanto gritava, chorava e ameaçava arrancar a camisa.

    O vídeo viralizou nas redes sociais e gerou uma onda de memes na internet brasileira. Mas a cena não passou de uma encenação do streamer e influenciador japonês conhecido como Gamix.

    Esse entra na lista dos piores porque foi encenado e bem forçado.




















    2 - Piadas com o inglês de Wilton Pereira Sampaio

    Árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio dá cartão vermelho durante o jogo de abertura da Copa do Mundo (México x África do Sul) — Foto: Yuri Cortez/AFP
    Árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio dá cartão vermelho durante o jogo de abertura da Copa do Mundo (México x África do Sul) — Foto: Yuri Cortez/AFP

    Logo no início da Copa, antes mesmo de a seleção brasileira jogar, o Brasil já estava nos trending topics. Isso porque o árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio viralizou nas redes durante o jogo de abertura da Copa do Mundo (México x África do Sul), ao anunciar, em inglês, a expulsão de um atleta sul-africano.

    A cara de incompreensão dos jogadores chamou a atenção e gerou diversas piadas.

    • ➡️ Na época, o g1 fez uma matéria explicando que o eco no estádio, o forte sotaque brasileiro (principalmente na pronúncia do "r") e a formulação da frase com palavras soltas prejudicaram a comunicação do juiz. Leia aqui.

    Esse está na lista de piores porque algumas brincadeiras passaram do ponto e a zoação ou a inferiorização de alguém por uma dificuldade linguística não é legal.

    3 - A remada viking e 'As Branquelas"

    A (agora nossa inimiga) Noruega também foi um assunto viralizado nas redes sociais. A torcida e os atletas noruegueses adotaram a remada viking como símbolo nessa Copa do Mundo.

    O momento consiste na sincronia do gesto de remo seguido da palavra "Ro!" (remar). A tradição foi feita até em escadas rolantes e pelo parlamento na Noruega.

    Em outro momento viralizado, dias antes de enfrentar o Brasil (e nos desmanchar a seleção com dois gols), o astro da equipe Erling Haaland comentou em um meme que recriava uma cena do filme "As Branquelas" só que com protagonismo dele e do jogador brasileiro Vini Jr.

    Haaland brinca com Vini Jr. sobre meme do filme 'As Branquelas'
    Haaland brinca com Vini Jr. sobre meme do filme 'As Branquelas'

    "Precisamos recriar isso", brincou o jogador do Manchester City em um comentário em que marca o brasileiro.

    Vini Jr. entrou na onda e respondeu ao comentário do norueguês apenas com um entusiasmado "HAHAHAHAHAHAHAH".

    Esses dois momentos noruegueses estão na lista dos piores porque somos rancorosos e o sonho adiado do hexa ainda dói por aqui.

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