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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Itaú lança aplicativo e ensina jovens a lidarem com mercado de ações



"Fan page transforma participantes em empresas virtuais. Cumprimento de tarefas e assiduidade garantem medalhas para mostrar o assunto de forma didática e atrativa."




*//* Por Leticia Muniz || 26/04/2012


O Itaú LANÇOU no Facebook o aplicativo Fun Trade  para permitir que os participantes simulem INVESTIMENTOS  no mercado de ações. A ideia do game é transmitir os conceitos do mercado FINANCEIRO de forma simples.

Os usuários deverão cumprir tarefas e desafios para ganhar badges (medalhas). A ferramenta é voltada para jovens e tem o objetivo de fazer com que os participantes entendam, na prática, o funcionamento do mercado de ações.

Para participar é preciso acessar a fan page do Itaú Universitários ou aceitar o convite de outros participantes. Com isso, o usuário se torna uma EMPRESA, é lançado ao mercado da Fun Trade Itaú e passa interagir com suas ações virtuais.
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*Atualizada às 15h53 do dia 26/4

domingo, 13 de maio de 2012

BarraShopping premia loja com melhor atendimento no Dia das Mães


"Shopping do Rio de Janeiro presenteará equipe da unidade vencedora com um vale-compras de R$ 5 mil. Escolha será feita pelos próprios clientes, que poderão votar."


*//* Por Sylvia de Sá, || 11/05/2012


  O BarraShopping reforça a ESTRATÉGIA de Marketing para aumentar as vendas neste Dia das Mães. O shopping carioca premiará a LOJA que realizar o melhor atendimento no período. A unidade escolhida receberá um vale-compras no valor de R$ 5 mil para ser distribuído entre a equipe de vendas VENCEDORA, resultado de uma votação realizada pelos próprios clientes.

Até o domingo, dia 13, ao efetuar a troca de cupons para participar da PROMOÇÃO que sorteará um Range Rover Evoque e um minicarro elétrico, o consumidor é convidado a participar da eleição selecionando a loja onde foi melhor atend.



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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Consumidores brasileiros estão menos preocupados com sustentabilidade



"Congresso realizado no Rio de Janeiro nesta quinta-feira, dia 10, debateu como preservar o planeta em uma economia que estimula cada vez mais as compras."



*//* Por Leticia Muniz, | 11/05/2012



consumo,sustentabilidade,sustentável,SantanderO CONSUMIDOR está menos preocupado com a sustentabilidade. Na medida em que aumenta renda e, consequentemente, o consumo, a preocupação com questões que contribuam para o bem do planeta diminui entre os brasileiros. Segundo a Pesquisa Nacional de Consumo Consciente 2012, divulgada pela Fecomércio-RJ, 37% da população não leva em conta a preservação ambiental no dia a dia. Em 2007, esse número era de apenas 26%.

Se antes 26% procuravam CONSUMIR produtos com menos impacto para o meio ambiente, hoje, somente 22% mantêm essa preocupação. Em 2007, 42% plantavam árvores ou cuidavam de jardins, contra os atuais 37% que mantêm esse costume. O levantamento aponta ainda que o brasileiro está deixando de fazer coisas simples, que além de preservar o ambiente contribuem para o próprio bolso.



Em 2007, 74% dos pesquisados se preocupavam em utilizar sobras de refeições para fazer uma nova refeição. Esse percentual caiu para 67% em 2012. Da mesma forma, no período anterior, 24% diziam lavar a calçada de casa com água de mangueira. O número subiu para 27% em 2012. Até os hábitos de fechar a torneira para escovar os dentes e de apagar as luzes ao sair de um ambiente, que eram quase unânimes na última edição do estudo, realizados por 92% e 93% da população, respectivamente, foram deixados de lado por uma parte dos pesquisados nos últimos cinco anos, com índices que caíram para 89% e 91%, respectivamente.


Sustentabilidade nas empresas
Por outro lado, vem crescendo o número de empresas preocupadas com o desenvolvimento de ações voltadas para a questão socioambiental, ainda que não haja uma fórmula para se medir a sustentabilidade. Um dos exemplos é o Santander, que atua com PROJETOS de empreendedorismo e formação de mão-de-obra. Atualmente, a companhia treina um grupo de 200 mil pessoas em idiomas estrangeiros para que possam atuar nos eventos esportivos que serão realizados no Brasil.

“Hoje, qualquer empresa de visão tem que ser sustentável. E esta sustentabilidade precisa também prever custos. Se uma empresa de energia, por exemplo, não coloca em sua previsão uma mancha no mar, não há como dar certo. A mensuração em todas as suas formas é fundamental”, explicou Marina Grossi, Presidente Executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), durante o Congresso Sustentável 2012, realizado ontem, dia 10, no Rio de Janeiro.

Mas como é possível para uma empresa vencer o desafio de produzir e ser ao mesmo tempo sustentável? Segundo os especialistas que participaram dos debates do Congresso, a resposta está no investimento em tecnologia.

“Podemos fazer isso através da inovação, investindo em tecnologia. Estamos falando em produzir mais com menos. O que se busca é colocar metas para encontrar resultados concretos nessa área. É preciso focar na sustentabilidade para pessoas”, disse Gianne Zimmer, Diretora do Departamento de Desenvolvimento Sustentável da Vale.


Aumento da renda e do CONSUMO A renda do brasileiro cresce com a mesma velocidade que o consumo. Um levantamento feito por Marcelo Côrtes Neri, Chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV, aponta que a classe AB expandirá 29% nos próximos três anos, enquanto a C terá um aumento de 11%.


Nos últimos oito anos, os índices chegaram a 54% de desenvolvimento na Classe AB e 46% na Classe C. Ainda de acordo com a pesquisa, até 2014, 74% da população das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste farão parte das Classes A, B e C.


Atualmente, o conceito de sustentabilidade deixa de ser apenas uma responsabilidade das empresas para ser também uma obrigação do consumidor. Com o avanço da tecnologia, cada vez mais produtos são lançados, com prazo de validade propositalmente curto, como os smartphones e tablets, cujas tecnologias são rapidamente superadas. Apenas dois em cada 10 brasileiros, entretanto, se preocupam em consumir produtos considerados sustentáveis.


“Com o crescimento do poder aquisitivo da população e o aumento da chamada Nova Classe Média o problema tende a ser maior. Não há como dizermos para estas pessoas que elas não podem consumir como nós consumimos. É preciso uma mudança no comportamento e isso só pode se dar a partir da educação”, afirmou o economista Sérgio Besserman, Presidente do Grupo de Trabalho da Prefeitura para a Rio+20.