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domingo, 9 de setembro de 2012

O futuro do seu negócio depende de RP



RPs\G10M-20/2012


REPORTAGENS: 

Gipope - Marketing - Logística & Solutions.

POR COLABORADORES.


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//* Postado por Paulo Pandjiarjian - 06/09/2012





O Brasil está se preparando para os próximos cinco anos. Vai receber a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. O País estará na vitrine mundial por conta desses importantes eventos. Da mesma forma, as empresas devem pensar em seu futuro próximo, pelo menos do próximo quinquênio. O que fazer para a sua empresa estar na vitrine do MERCADO? Sob o meu ponto de vista, a resposta a essa pergunta passa, prioritariamente, por um bom e abrangente Plano Estratégico de Comunicação.

O primeiro estágio desse plano é de conhecimento próprio. Olhar para dentro da empresa, fazer um diagnóstico dos pontos fortes e fracos e, especialmente, perceber e/ou eleger uma característica de produto ou serviço que possam diferenciar a empresa das demais no mercado de hoje, tão competitivo. Após esse diagnóstico inicial, é importante utilizar-se de ferramentas de Comunicação com o mercado para estabelecer essa diferença: justamente a forma de colocar a empresa na vitrine do mercado, como falamos no início.

Os pontos focais do Plano Estratégico de Comunicação são os PROJETOS de Marketing, a Assessoria de Imprensa, as Relações Públicas, as Relações Institucionais e, quando for o caso, as Relações Governamentais.

Quando falamos em Projetos de Marketing significa que a empresa deve analisar como está sendo gasta a verba de Marketing que ela possui. A empresa precisa entender o seu DNA e ver se o budget está sendo pulverizado em veículos de massa ou concentrado em veículos especializados em sua área de atuação. Não se devem esquecer as novas ferramentas de MÍDIAS sociais, para procurar novos caminhos de investimento da verba existente, que possam trazer mais resultados.

Diferentemente do que é gasto em Marketing – essencialmente a própria empresa falando ao mercado sobre ela mesma, a Assessoria de Imprensa é uma ferramenta imprescindível para criar e/ou consolidar uma imagem de credibilidade da empresa. Normalmente, o que se gasta em Assessoria de Imprensa – sendo bem feita – traz um enorme retorno de mídia espontânea, muito maior do que o que seria gasto em Marketing de forma equivalente. Além do mais, o resultado positivo de veículos de renome falando espontaneamente sobre os produtos e  SERVIÇOS da empresa, como se diz no mercado, não tem preço.

Quando falamos em Relações Públicas, falamos especificamente de abertura de nichos de mercado. Podem ser feitas ações – através de Organização de Eventos – para fidelizar os clientes pré-existentes e para sensibilizar novos targets. Apresentar a empresa a novos interlocutores de mercado é a proposta, ao utilizar essa ferramenta. Ao passar às Relações Institucionais, chegamos ao ponto que estabelece relações da empresa com os entes de mercado de sua área ou setor, tais como Associações, Federações, Sindicatos e Autarquias. Quando for o caso, há que se fazer um trabalho de Relações Governamentais, de relacionamento com o Executivo, Legislativo e Judiciário, nas instâncias de atuação da empresa.

Se a empresa não se sentir preparada para dar esses passos sozinha, há ótimos consultores no mercado que podem colaborar para diagnosticar, propor e implementar um positivo Plano Estratégico de Comunicação, Taylor Made para o tamanho e característica de cada uma das empresas, quer sejam micro, pequenas ou médias organizações.

Pão de Açúcar inaugura 13 unidades de Minimercado Extra



"Como novas lojas, marca chega a 81 unidades no estado de São Paulo, que contarão com 3.500 itens em diversas categorias distribuídos por uma área de 300 m²."



*\\\* Por Bruno Garcia || 06/09/2012



O Grupo Pão de Açúcar inaugura 13 lojas do Minimercado Extra em setembro. Os novos pontos estarão nas cidades de São Paulo, Poá, COTIA, Santo André, São Bernardo do Campo e Santos. Duas unidades foram inauguradas nesta quinta-feira, dia 6: uma em São Paulo e outra em Poá. Com um investimento de R$ 70 milhões, a marca chega a 81 unidades em São Paulo. Dentro da estratégia de expansão, o grupo prevê mais 31 unidades até o final do ano.

O Minimercado Extra surgiu a partir de outro formato de loja, o Extra Fácil, iniciado em outubro de 2011, e foca na praticidade e conveniência para o CONSUMIDOR. As novas lojas contam com um sortimento, de 3.500 itens divididos entre mercearia, limpeza, cuidados pessoais, padaria, açougue, além de frutas, verduras e legumes, divididos em uma área de 300m².
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

TI aumenta rentabilidade do varejo, mas poucos implementam



"Outsourcing da informatização em grupos nacionais é vista como ferramenta imprescindível para aumentar produtividade e refletir na geração de lucros."



*///* Por Isa Sousa || 06/09/2012




Varejo,Tecnologia da Informação,Outsourcing,teceirizaçãoA excelência na Tecnologia da Informação será a chave para as marcas vencerem a concorrência no mercado varejista brasileiro. Com uma expectativa de crescimento de 7% em 2012, o varejo é um dos setores que mais apresentam índices positivos no país, de acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O destaque nesse cenário ficará a cargo das empresas que se adequarem e informatizarem seus sistemas.

Um estudo coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV – EAESP) em 2012 indica a importância da relação entre Tecnologia da Informação e o mercado: em média, as companhias nacionais destinaram 7% da sua receita em investimentos de TI no ano passado. O valor desse aporte, no entanto, depende do estágio da informação de cada setor. Entre os que mais dedicaram gastos estão as instituições financeiras, com 12,8%; serviços, com 10%; e a indústria, com 4,4%.

Apesar de grande parte do mercado ainda incluir a informatização em setores internos de seus negócios, a tendência no cenário nacional aponta para o outsourcing. A terceirização em Tecnologia da Informação atualmente é vista como ferramenta imprescindível para aumentar de forma simultânea a produtividade e a rentabilidade.

Outra evidência é que a implantação de um sistema que ajuda na gestão da marca, auxiliando-a sempre que necessário reflete diretamente em maior vantagem competitiva no mercado. “O principal foco é no cuidado dessas aplicações, é preciso que elas estejam sempre disponíveis. Mais do que uma ferramenta ou um sistema, o outsourcing é uma metodologia de trabalho”, explica Waldir Rodrigues Junior, Diretor de Outsourcing da Sonda IT, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Varejo,Tecnologia da Informação,Outsourcing,teceirizaçãoEstágios
Ainda que fundamental para qualquer empresa varejista, a implantação da Tecnologia da Informação caminha a passos lentos no Brasil. Segundo pesquisa da FGV, o varejo e o comércio são as que menos aplicam na informatização: enquanto 2,9% investiram parte de seu faturamento nos sistemas tecnológicos, 3,1% usaram recursos para tal, respectivamente.

Os passos lentos, no entanto, não significam estagnação. A implantação de TI chega por estágios. Entre os exemplos de melhoras significativas estão o código de barras e a automação comercial. A chegada de novas plataformas, como o e-commerce, a adesão de mais consumidores e a mudança no perfil dos já existentes também são novos desafios.

Os diferentes players e a concorrência mais acirrada entre as marcas no setor varejista refletem diretamente na funcionalidade dos sistemas. “Um ponto importante é a disponibilidade. As ferramentas do varejo não podem parar. Montar uma estrutura que tenha padrão no atendimento é o ponto mais importante. É necessário conhecimento e agilidade. Se o sistema de um caixa eletrônico do mercado falhar, o consumidor simplesmente pode deixar a compra e ir embora”, pontua Waldir.

Excelência como padrão
A excelência da Tecnologia da Informação também tem relação direta com certificações de qualidade. No caso da Leroy Merlin, por exemplo, a Sonda IT se baseou na ISO 20000:2011, que trata de melhores práticas em Gestão de Serviços de TI. Além disso, uma loja da Leroy, localizada em Niterói, foi a primeira do Brasil a receber o AQUA, selo de Alta Qualidade Ambiental.


Varejo,Tecnologia da Informação,Outsourcing,teceirizaçãoDe acordo com pesquisa da Sonda, os selos afetam diretamente na dinamização dos serviços e na proximidade das companhias com seus clientes. O processo é cíclico: a disponibilidade de boas ferramentas, confiáveis e fáceis de serem utilizadas, refletem nas certificações, que por sua vez refletem na disponibilidade de bons serviços aos usuários, gerando confiabilidade.

Mais do que ações de Marketing e comunicação, a Tecnologia da Informação será um termômetro “invisível” na relação com os consumidores, já que ela não precisa ser vista, mas é fundamental que exista. “O varejo brasileiro é um mercado bastante promissor. As empresas sabem que TI é um diferencial e elas precisam de sistemas que atendam suas necessidades e suporte o volume das operações. A informatização não é luxo, é necessidade”, afirma Waldir Rodrigues Junior.