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sábado, 4 de abril de 2015

Busca por passagens aéreas aumenta, apesar da crise


"Crescimento foi de 42% nos três primeiros meses de 2015, se comparado com os últimos meses de 2014. Resultado positivo é reflexo das ações promocionais."



** Por Renata Leite, do Mundo do Marketing | 02/04/2015



O cenário de crise poderia ter afastado os viajantes do transporte aéreo, muitas vezes cotado em dólar, mas não foi isso que aconteceu, segundo a agência online ViajaNet.

O levantamento aponta que a busca por passagens aumentou 42% nos três primeiros meses de 2015, se comparado com os últimos meses de 2014. O resultado positivo é reflexo das ações promocionais, como as ofertas relâmpago e descontos atraentes, promovidas pelas companhias para manter o fluxo de vendas.

O brasileiro vem dando preferência aos destinos de território nacional, como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, comportamento que impulsiona o crescimento dos voos domésticos. 

O preço das passagens tem apresentado variação grande, conforme o dia e horário de embarque. O mesmo bilhete pode variar até 80%. O trecho Rio de Janeiro – Recife sai em torno de R$ 564,00 a R$ 1,7 mil. Já o mesmo destino com saída da cidade de São Paulo custa entre R$ 723,00 até R$ 3,7 mil.
Viagem, ViajaNet, aviação

Lojas virtuais com menos produtos apresentam maior disponibilidade


"Estudo da Sieve mostra que e-commerce tem oportunidade para todos os players. Enquanto os grandes varejistas conseguem fazer ofertas interessantes, os menores garantem a demanda."



** Por Roberta Moraes, do Mundo do Marketing | 02/04/2015



As lojas virtuais com menor número de produtos têm mais chance de garantir a oferta. Este é o resultado de pesquisa realizada pela Sieve, empresa especialista em inteligência em preços e sortimento para o e-commerce brasileiro, que junto da Keyscore mediu a disponibilidade dos itens em pesquisa. O levantamento foi realizado de primeiro de janeiro a 11 de março, em 282 sites, por meio de um milhão de URLs.

Em sites com 100 a 1 mil URLs cadastradas, o percentual de produtos disponíveis foi de 70%. Já em lojas virtuais com 1 mil a 14 mil, a disponibilidade caiu para 65%. Na faixa de 15 mil a 49 mil URLs, o percentual foi o mesmo: 65%. Por fim, a queda foi maior nos sites que tinham mais de 50 mil endereços, com disponibilidade de 53%. 

O estudo conclui que, apesar dos grandes varejistas terem condições de criar promoções mais interessantes, essas ofertas tendem a esgotar mais rapidamente. Já os sites menores têm chance de atender à demanda garantindo a disponibilidade do produto.

Sieve, E-commerce, Keyscore

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Pedidos de falência registram queda de 5,8% no 1º trimestre de 2015

"Piora do cenário econômico influencia os indicadores de solvência de empresas Pequenas empresas representam cerca de 85% das solicitações e 90% efetivamente fechadas."



** Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 02/04/2015



A piora do cenário macroeconômico e a improvável reversão dessa dinâmica no curto prazo influenciam os indicadores de solvência das empresas. Os pedidos de falência registraram queda de 5,8% no primeiro trimestre de 2015, em relação ao mesmo período de 2014, de acordo com dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). 

Já as falências decretadas nesse período subiram 15,7%, em relação ao ano anterior. Na comparação interanual o aumento foi de 59,7% e permaneceram estáveis ante o mês anterior.
Em março de 2015, o número de solicitações aumentou 59,8% na comparação com o mês anterior e foi 16,5% maior em relação a março de 2014. 

Os pedidos de recuperação judicial e as solicitações deferidas diminuíram no acumulado de 2015, mesmo que em menor intensidade, 15,2% e 23,3%, respectivamente. As pequenas empresas representam cerca de 85% dos pedidos de falências e 90% efetivamente fechadas. Elas também correspondem ao maior percentual de pedidos e deferimentos de recuperação.

Na divisão por setor da economia, o setor de serviços foi o que apresentou mais casos nos pedidos de falência (42%), seguido do setor industrial (30%) e do comércio (28%). Pode-se observar que o setor de serviços perdeu representatividade nas solicitações de recuperação judicial, pois o comércio passou a concentrar a maioria dos casos (40%). 

Com as projeções de retração da atividade econômica, aumento nas taxas de juros e inadimplência, a Boa Vista SCPC prevê que os indicadores de falência fechem o ano em patamares superiores aos de 2014.
Boa Vista SCPC, Pedidos de falência, PME