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sábado, 25 de julho de 2015

Mudanças no comportamento dos consumidores diante da crise econômica


"Pesquisa da TNS e Acrefi traça perspectiva de confiança em relação à estabilidade do emprego e hábitos de consumo da população, além de mostrar os cortes no orçamento."


Por Percy Freitas Redação | 24-07-2015

percy@mundodomarketing.com.br


Esta pesquisa produzida pela TNS e a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) traça um panorama sobre o sentimento dos brasileiros em relação ao momento econômico vivido. 

O resultado é pouco animador: 84% da população devem mudar o seu padrão de consumo para sentir um impacto menor dos efeitos da crise no país.

Os cortes nos gastos devem afetar o lazer com mais força (83%), vestuário (77%) e alimentação (76%). A busca pelo crédito também cairá, devido ao fato de 84% dos brasileiros não estão propensos a solicitar um financiamento. 

Em relação à estabilidade de emprego, 86% dos respondentes acreditam que o desemprego vai crescer nos próximos meses. Baixe essa pesquisa para conferir dados completos sobre a perspectiva para 2015.

Ticket médio de compra de brinquedos na web é de quase R$ 300,00


"Levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito em parceria com a Confederação de Lojista mostra que 20% dos consumidores virtuais fizeram ao menos uma aquisição em 2014."



Os brasileiros que compraram brinquedos pela internet no ano passado gastaram em média R$ 286,00 na última compra, segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). 

O valor é considerado alto pelas entidades. As aquisições foram realizadas, principalmente, por pessoas entre 35 e 49 anos e pertencentes às classes A e B.

O índice de satisfação nesse segmento é alto, de 93%, e apenas 10% tiveram algum tipo de problema com a compra - os mais mencionados foram as entregas fora do prazo marcado. 

A maioria (76%) dos consumidores virtuais afirma comprar em sites nacionais. Os principais motivos para a compra virtual de brinquedos foram necessidade, para 34%, e ofertas imperdíveis, para 29%. 

Já o índice de rejeição é baixo: 5% entre os que não realizaram esta compra no último ano jamais a fariam pela internet - principalmente pessoas com idade acima de 50 anos e com menor frequência de compra online.

A compra online de artigos para bebês também foi analisada na pesquisa, que mostrou que 11% dos consumidores virtuais fizeram ao menos uma compra em 2014. A maior parte dos compradores é formada por pessoas com até 49 anos e das classes A e B. 

O valor médio gasto foi de R$ 189,00, abaixo da média geral, mas sobe para R$ 333,00 entre pessoas com baixa frequência de compra pela internet. Nesse segmento, os sites internacionais tem uma participação expressiva, com 23% do total, ainda que os sites nacionais predominem, com 74%.

O índice de satisfação de 88% está abaixo do indicado para brinquedos, mas o percentual de problemas relatados é menor, de 7%. Nesse segmento, foi expressivo o índice de rejeição: 9% dos consumidores virtuais não comprariam artigos para bebês e crianças pela internet, principalmente homens e pessoas mais velhas (acima de 50 anos). 

Para 42% dos que não comprariam estes produtos pela web, essa rejeição é motivada pela necessidade de experimentar, ver ou tocar o produto antes da compra.

O levantamento foi realizado em janeiro deste ano, quando foram ouvidas 676 pessoas das 27 capitais brasileiras, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos, de todas as classes sociais e que já fizeram alguma compra virtual. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais e a confiança é de 95%.

Brinquedo, SPC, CNDL, E-commerce

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Instagram é a rede social que mais cresceu no último ano no Brasil


"Levantamento da FAAP e Socialbakers mostra ainda que média de novos fãs nas fanpages brasileiras voltaram a crescer. Pesquisa avaliou as quatro principais redes sociais no país."



*-.:.-* Por Roberta Moraes, do Mundo do Marketing | 22/07/2015



O Instagram é a plataforma que mais cresceu entre 2014 e 2015 no Brasil. A rede social baseada em fotos e vídeos está consolidando a sua participação por aqui como canal de relacionamento entre marcas e consumidores. 

No segundo trimestre do ano passado, as empresas possuíam 24.953 seguidores em média. Nesse mesmo período em 2015, foi identificada uma média de 84.573 seguidores. 

Os dados são do relatório Mídias Sociais 360º, realizado pela FAAP e Socialbakers, que estuda o desempenho dos 100 maiores perfis nas quatro principais plataformas de redes sociais utilizadas por aqui: Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

O levantamento mostra ainda que a média de novos fãs no Facebook voltou a subir no segundo trimestre deste ano. No ano passado, foram percebidas sucessivas quedas devido, principalmente, à limpeza de perfis promovida pela própria rede social. 

A interatividade dos seguidores com as páginas também registrou crescimento em todos os segmentos analisados. Com a população mais engajada com as questões sociais, no entanto, as fanpages voltadas para “Mídia/Notícias” tiveram destaque. 

No início o ano, havia média aproximada de 1,5 milhão de interações, no segundo trimestre subiu para mais de 12 milhões, atingindo a média de quatro milhões de interações por mês.
Embora as pessoas estejam interagindo mais na rede, alguns segmentos ainda não estão dando a devida atenção ao tempo de resposta dada aos consumidores. 

A pesquisa apontou que, na categoria “E-commerce”, as empresas estão levando mais tempo para atender o público. Enquanto, no segundo trimestre do ano passado, as páginas respondiam os usuários, em média, em sete horas e cinquenta e seis minutos, neste ano, o tempo de resposta cresceu para 22 horas e quatro minutos, entre os meses de abril, maio e junho.

No Twitter, o tempo médio de resposta caiu na comparação entre o segundo trimestre de 2014 e 2015. No ano passado, as marcas respondiam em média em 18 horas e 51 minutos. Já neste ano, as respostas foram dadas em média em oito horas e 31 minutos. No YouTube, o interesse pelas marcas cresceu 38%. 

Ainda que os vídeos online pareçam estar ganhando cada vez mais espaço no dia a dia das pessoas, os números revelam que, comparando os segundos trimestres de 2014 e 2015, houve pouco crescimento do número de assinantes médio dos canais das Top 100 marcas brasileiras no YouTube. 

No ano passado, havia 12.209 assinantes em média nos canais. Na análise mais recente, este número cresceu para 16.876.
Rede social, Socialbakers, Instagram, Facebook, Twitter, YouTube