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domingo, 3 de abril de 2016

O que levar em consideração antes de comprar um media center

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Gabriel Ribeiro
por
Para o TechTudo

03/04/2016 07h00 - Atualizado em 03/04/2016 07h00
Postado em 03 de abril de 2016 às 14h25m


Uma das melhores formas de ter mais versatilidade e adicionar mais recursos na sua TV é adicionando um media center, como Apple TV, Chromecast e Miracast. Os aparelhos ajudam quem pretende assistir conteúdo por streaming, além de adicionar mais recursos como aplicativos, filmes e séries online e até mesmo para quem pretende jogar.

Tudo sobre o Chromecast 2: preço, lançamento e como funciona
Descubra o que levar em consideração antes de comprar um media center. Veja também se vale a pena investir em um equipamento extra mesmo se já tiver uma Smart TV.
Nova Apple TV traz controle com touchpad e compatibilidade com Siri (Foto: Divulgação/Apple)
Nova Apple TV traz controle com touchpad e compatibilidade 
com Siri (Foto: Divulgação/Apple)

Media Center ou Smart TV?
Ambos equipamentos podem conviver de forma harmoniosa. Um não é excludente do outro. A principal vantagem de se ter um media center é adicionar mais possibilidades à TV. Isso porque a maioria dos sistemas operacionais das Smart TVs é bastante limitado, com uma interface pouco intuitiva ou com pouca quantidade de aplicativos que realmente podem fazer a diferença.

Apple TV
A principal vantagem da Apple TV é a compatibilidade nativa com o iOS. A nova versão do aparelho também traz alguns recursos interessantes como a assistente Siri, que melhora a forma como se pesquisa as coisas dentro do sistema, além de um controle com touchpad que, além de permitir utilizá-lo como um joystick em games, torna a navegação do menu muito mais intuitiva. A principal desvantagem é o preço, já que o modelo mais barato sai em torno de R$ 1.300.
Como resolver problemas de inicialização, imagem e som na Apple TV (Foto: Alessandro Junior/TechTudo)
Aparelho da Apple tem compatibilidade nativa com o iOS 
(Foto: Alessandro Junior/TechTudo)

Chromecast e Miracast
Os dois dongles funcionam de uma forma bastante semelhante. Tanto o Chromecast como o Miracast podem espelhar a tela do smartphone na TV. O novo aparelho do Google, que pode ser encontrado no Brasil por cerca de R$ 250, traz conexão Wi-Fi aprimorada, além de uma tecnologia que acelera o carregamento de streaming.

Já o Miracast Wireless Display Adapter, da Microsoft, utiliza o Wi-Fi Direct, uma tecnologia que não precisa estar conectada à Internet para se conectar ao smartphone. No entanto, o aparelho ainda não é encontrado no Brasil e não tem compatibilidade com iOS. O preço gira em torno de US$ 50, cerca de R$ 180 na cotação atual.
Novo Chromecast conta com Wi-Fi aprimorado (Foto: Divulgação/Google)
Novo Chromecast conta com Wi-Fi aprimorado 
(Foto: Divulgação/Google)

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Ambos dispositivos têm a portabilidade como vantagem em cima da Apple TV. 

Pequenos e leves, basta apenas plugá-los na porta HDMI e USB da TV. Entretanto, os dongles não funcionam de forma independente, com um controle remoto, por exemplo. O uso de um celular, tablet ou PC é obrigatório.

HTPC 
Shield TV é media center voltada para games (Foto: Divulgação/Nvidia)
Shield TV é media center voltada para games 
(Foto: Divulgação/Nvidia)

Outra forma de se ter um media center é através de um HTPC. Os aparelhos têm a vantagem de oferecer mais poder de processamento, além de dar a possibilidade de usar Windows na tela grande.

Na conexão, o usuário pode adicionar um pen drive ou HD externo pela porta USB para a exibição de conteúdo. Alguns modelos como o Nuc, da Intel, são encontrados a partir de R$ 1.200, com SSD e 4 GB de RAM.

Set-top box
As set-top box também devem ser analisadas na hora de escolher um media center. A maioria utiliza como sistema uma versão adaptada do Android, o que pode não trazer a compatibilidade com todos os aplicativos da Google Play.

Alguns modelos como a Roku 4 ou a Shield TV, ambas não vendidas oficialmente no Brasil, podem reproduzir até mesmo vídeos em 4K e ainda traz controle para navegação no sistema.
Roku 4 é opção na hora de escolher media center (Foto: Divulgação/Roku)
Roku 4 é opção na hora de escolher media center 
(Foto: Divulgação/Roku)

O que levar em conta na hora de comprar um Chromecast? Comente no Fórum do TechTudo

Waze ganha velocímetro para ajudar usuários a evitar multas de trânsito

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Pedro Cardoso
por
Para o TechTudo

29/03/2016 14h42 - Atualizado em 29/03/2016 15h06
Postado em 03 de abril de 2016 às 14h10m


O Waze lançou nesta terça-feira (29) uma nova ferramenta que promete avisar ao usuário quando ele exceder o limite de velocidade da via para, desta forma, evitar que o motorista receba uma multa por descuido. O recurso chamado de “Velocímetro” estará disponível para iPhone (iOS) e dispositivos Android em atualização gratuita.

Waze ou Google Maps: comparamos os apps de GPS e mapas
De acordo com a desenvolvedora, isso é possível pois os dados são inseridos no sistema por cerca de 360 mil voluntários espalhados pelo mundo, e esse número inclui dezenas de brasileiros. 

“Essa nova função é resultado do compromisso e da paixão desses voluntários que ajudam o Waze a ser o serviço de condução mais preciso e atualizado que existe hoje no mundo”, afirma Adrian Singer, gerente da comunidade de editores de mapa do Waze, em comunicado oficial.
Novo recurso estará disponível ao mesmo tempo para iOS e Android (Foto: Divulgação/Waze)
Novo recurso estará disponível ao mesmo tempo para iOS e Android 
(Foto: Divulgação/Waze)

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Desta forma, o Waze sempre saberá quando um limite de velocidade foi alterado, por exemplo, e enviará um alerta para a central de notificações do aparelho sempre que o motorista ultrapassar essa linha.

Para que o recurso posso apresentar resultado, o Waze recomenda que o usuário ative as opções “Alertas de áudio sobre limites de velocidade” e “Controle de voz não-manual” no menu de configurações do aplicativo. 

Além disso, para receber os alertas no momento certo, é necessário permitir que o Waze envie notificações para alertas sobre trânsito incomum nas configurações gerais do smartphone, seja ele iOS ou Android.

Como ativar o áudio do Waze no radio do carro? Descubra no Fórum do TechTudo

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Microsoft faz parceria com Canonical e leva Ubuntu Linux ao Windows 10

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Edivaldo Brito
por
Para o TechTudo

30/03/2016 17h03 - Atualizado em 30/03/2016 17h03
Postado em 01 de abril de 2016 às 17h35m


A Microsoft anunciou que o Windows 10 receberá o Bash, a famosa linha de comando do Linux. A novidade é resultado de uma parceria inédita entre a gigante de Redmond e a Canonical, a mesma produtora do Ubuntu Linux

O anúncio foi feito por Kevin Gallo, vice-presidente corporativo da Microsoft, durante a conferência Build 2016, realizada na Califórnia. Gallo afirmou que “o shell Bash está vindo para o Windows”. 

Segundo o executivo, a nova função será ativada como parte da atualização do Windows 10 Anniversary Update, que será lançada em breve.

Windows 10 Anniversary Update: atualização será de graça para PCs
Windows lança sistema de gestão de datacenter baseado em Linux (Foto: Arte/Paulo Alves) (Foto: Windows lança sistema de gestão de datacenter baseado em Linux (Foto: Arte/Paulo Alves))
Microsoft faz parceria com Canonical e leva Linux ao Windows 10 
(Foto: Arte/Paulo Alves)

Ainda segundo Kevin Gallo, o Bash e seus comandos serão nativos (cortesia da Canonical) e os usuários poderão baixá-los da Windows Store. Para mostrar esse detalhe, foi exibido na apresentação um terminal com um prompt, comandos como cd e ls, e até mesmo uma chamada ao editor emacs.

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“Fizemos uma parceria com a Canonical para oferecer esta grande experiência”, disse Gallo ao apresentar a novidade, que já era um rumor. Apesar de parecer algo inédito, ferramentas de terceiros têm permitido isso há anos. 

A parceria direta entre a Microsoft e a Canonical deve oferecer ainda mais flexibilidade e conveniência para os desenvolvedores que preferem usar essas ferramentas.
Microsoft anunciou que o Bash está chegando ao Windows (Foto: Divulgação/Microsoft)
Microsoft anunciou que o Bash está chegando ao Windows 
(Foto: Divulgação/Microsoft)

A implementação torna possível executar o Bash e algumas linhas de comandos do Linux no Windows, como se o usuários estivessem usando uma instalação genuína do Ubuntu em cima do Windows, com todas as ferramentas de linha de comando do Linux (awk, sed, grep, vi, etc). 

Assim como no Linux, os binários são baixadas pelo usuário (usando apt-get, afinal é baseado no Ubuntu Linux). É possível até usar o apt-get e baixar outras ferramentas como Ruby, Redis e emacs.
O que é o Bash?
O Bash interpreta comandos, um tipo de tradutor entre o sistema operacional e o desejo do usuário, normalmente conhecido como shell e utilizado no Linux e outros sistemas baseados no estilo Unix, principalmente por desenvolvedores. 

Permite a execução de sequências de comandos diretamente no prompt do sistema operacional ou armazenadas em arquivos de texto, também conhecidos por muitos como shell scripts.
Bash sendo executado no Windows (Foto: Divulgação/Microsoft)
Bash sendo executado no Windows (Foto: Divulgação/Microsoft)