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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Raspberry Pi ganha câmera de 8 megapixels da Sony

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Raquel Freire
por
Para o TechTudo

27/04/2016 06h00 - Atualizado em 27/04/2016 06h00
Postado às 23h30m


O Raspberry Pi ganhou duas novas câmeras de 8 megapixels. Uma delas oferece tecnologia tradicional e outra possui infravermelho, destinada para visão noturna. Ambas são equipadas com sensor IMX219, da Sony, que apresenta resolução superior a da antiga câmera, de 5 megapixels.

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Os dois modelos custam U$ 25 (cerca de R$ 90). Integrando a linha Exmor R, o sensor suporta resolução máxima de 3280 x 2464 pixels nas fotos e captura vídeos Full HD (1080p) a 30 fps. 
Raspberry Pi ganha câmera de 8 megapixels da Sony (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)
Raspberry Pi ganha câmera de 8 megapixels da Sony (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)

As câmeras têm dimensão de 2,38 x 2,5 x 0,9 cm, operam entre –20º C e 60°C e funcionam com todos os modelos do Raspberry Pi.
 
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Câmera de visão noturna da Raspberry Pi (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)
Câmera de visão noturna da Raspberry Pi (Foto: Divulgação/Raspberry Pi Foundation)

O primeiro acessório oficial da Raspberry Pi Foundation foi lançado em 2013. O motivo para tanta demora na atualização da câmera é que a fundação e seus parceiros compraram grande quantidade do antigo sensor OmniVision OV5647, fazendo com que o estoque durasse muitos anos.

Via Raspberry Pi Blog e Engadget

Microcomputador dispensa bateria e funciona com energia das ondas de rádio

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Paulo Alves
por
Para o TechTudo

01/05/2016 06h00 - Atualizado em 01/05/2016 12h55
Postado em 04 de maio de 2016 às 22h00m


Engenheiros da Universidade de Washington, nos EUA, desenvolveram um microcomputador WISP que funciona sem bateria. Com o corpo menor que uma moeda, o mini PC retira energia de ondas de rádio já presentes no ar, dispensando também alimentação na tomada. 

O truque é feito graças à tecnologia RFID, que, originalmente, serve para transmitir informação por radiofrequência em cartões, tags NFC e até próteses.

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Na prática, o dispositivo captura ondas de radiofrequência que já estão no ambiente, emitidas por diversos outros eletrônicos continuamente, e as converte em energia elétrica. 

Como seu consumo é baixo, o resquício de ondas de rádio no ar é suficiente para mantê-lo em operação indefinidamente – para isso, é equipado com antenas maiores do que o computador em si.
Wisp mede menos que uma moeda (Foto: Divulgação/Universidade de Washington)
Wisp mede menos que uma moeda (Foto: Divulgação/Universidade de Washington)

A ideia dos pesquisadores, em conjunto com a Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, é usar o computador em projetos da Internet das Coisas. Ou seja, como não precisa de bateria, o PC poderá equipar móveis, eletrodomésticos e outros aparelhos de casa que originalmente não têm recursos inteligentes sem se preocupar com a troca de baterias.

Performance
A potência do pequeno computador não pode ser comparada com a oferecida por smartphones ou muito menos computadores convencionais. Aliás, em termos de desempenho, o mini PC ainda está muito aquém do famoso microcomputador Raspberry Pi, que é maior e opera com fonte de energia elétrica externa, via USB.

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Apesar das dimensões pequenas, antena ainda é grande demais Wisp mede menos que uma moeda (Foto: Reprodução/Universidade de Delft)
Apesar das dimensões, antena ainda é grande demais (Foto: Divulgação/Universidade de Delft)

Porém, assim como o Raspberry, o WISP também é criado com a premissa do código livre, o que significa que potencialmente qualquer desenvolvedor do mundo poderá usá-lo para criar seus próprios projetos – seja uma tranca de porta, um controle de luzes para casa ou um chip para a roupa.

O computador é modesto, mas pode ser programado como qualquer outro, e pode ser adaptado para praticamente qualquer tipo de sensor.
Disponibilidade
Por enquanto, o desafio é criar uma maneira de programá-lo sem precisar conectar a um computador com ajuda de cabos. Afinal, a configuração sem fio é essencial para tornar o WISP um verdadeiro microcomputador independente.

“Nossa visão é ter computadores sem bateria configurados por meio de software programáveis verdadeiramente sem fio, onde e quando quisermos”, diz um dos integrantes do grupo de pesquisa Przemyslaw Pawelczak.

Como ainda se trata de pesquisa em desenvolvimento, não há previsão de lançamento do WISP no mercado.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Vendas de servidores x86 no País recuam 7,3%, diz IDC Brasil

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Solange Calvo,
2016/05/03, 18:00
Postado em 03 de maio de 2016 às 20h35m


Courbe descendante
Este é um dos resultados do estudo realizado pela consultoria IDC Brasil. A queda apresentada nesse mercado, revela o recuo de 7,3% em unidades de servidores x86 vendidas em 2015 na comparação com 2014. Foram vendidos pouco mais de 114 mil equipamentos no ano passado contra mais de 123 mil no ano anterior.

De acordo com a consultoria, em receita, a queda foi mais acentuada, 23%, totalizando US$ 510 milhões, contra US$ 662 milhões em 2014.

Para Luis Altamirano, analista de Pesquisas da IDC Brasil, além do cenário econômico e político e do dólar alto, a queda da receita foi motivada pela diminuição do preço médio dos aparelhos, reflexo do comportamento bastante agressivo das fabricantes.

“A situação do Brasil influencia as empresas a optarem por novos modelos de negócios. Existe uma procura maior das fabricantes por canais para integração de projetos e por aumento de capilaridade no mercado. Para atrair esses canais e o cliente final, as empresas estão diminuindo os preços”, destaca.

Além disso, segundo o analista, as empresas devem procurar cada vez mais serviços em nuvem e menos servidores, principalmente as pequenas e médias. No futuro, os fabricantes não deverão mais vender para pequenas e médias empresas e sim para provedores de data center.

Somente no último trimestre de 2015 houve queda de 9% nas vendas de unidades de servidores x86 na comparação com o mesmo período de 2014. Naquele período, foram comercializados pouco mais de 30 mil unidades contra quase 34 mil unidades em 2014. Os três últimos meses do ano passado tiveram uma receita de US$ 125 milhões.

A expectativa da IDC Brasil para 2016 é de mais de 109 mil unidades vendidas, uma baixa de 4,5%, e de retração de 5,5% da receita, atingindo aproximadamente US$ 482 milhões.