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sábado, 8 de outubro de 2016

Gran Prime vs LG G3 Stylus: compare preços e detalhes dos celulares de 2014


Barbara Mannara
por
Para o TechTudo

08/10/2016 07h00 - Atualizado em 08/10/2016 07h00
Postado em 08 de outubro de 2016 às 22h05m

O LG G3 Stylus e o Galaxy Gran Prime Duos são dois celulares que chegaram ao Brasil em 2014, para concorrer na então categoria de smartphones intermediários com Android. Atualmente, o modelo da LG tem preço a partir de R$ 780, enquanto isso, o modelo da Samsung sai mais barato, por cerca de R$ 590. Em ambos os casos, a busca pelos telefones é grande porque saem por menos de R$ 800, ainda que sejam mais antigos.

O TechTudo se debruçou sobre as respectivas fichas técnicas para mostrar quais são as vantagens e desvantagens de cada modelo. O G3 Stylus tem tela grande, de 5,5 polegadas. Já o Galaxy Gran Prime ostenta uma câmera frontal de 5 megapixel. Conheça os demais pontos positivos e negativos nas linhas a seguir.

Fim do Nexus: conheça a história da linha de celulares do Google

LG G3 Stylus e Galaxy Gran Prime Duos: veja o comparativo de ficha técnica (Foto: Arte/TechTudo)
LG G3 Stylus e Galaxy Gran Prime Duos: veja o comparativo de ficha técnica 
(Foto: Arte/TechTudo)
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Design
O LG G3 Stylus é projetado com dimensões de 146,88 x 75,98 x 10,20 mm, enquanto o Galaxy Gran Prime tem medidas mais compactas e finas, com 144,8 x 72,1 x 8,6 mm. O smartphone da LG é mais leve, com 136,6 gramas, enquanto o modelo da Samsung pesa 156 g.
LG G3 Stylus tem design premium com botões na traseira (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
LG G3 Stylus tem design premium com botões na traseira 
(Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

Um dos destaques do smartphone da LG está no botão de ligar na parte traseira. Além disso, ele tem um visual mais elegante do que seu concorrente da Samsung, com uma tampa que imita o efeito de aço escovado.

Já o Galaxy Gran Prime é mais simples visualmente, vem com botões físicos (para acessar a tela inicial, voltar e ver os apps recentes) logo abaixo da tela, e tampa lisa feita de plástico. Em 2016, o projeto de design de ambos os celulares não faz feio frente aos modelos intermediários mais novos.

Tela
O LG G3 Stylus oferece um display maior do que seu concorrente, com 5,5 polegadas e resolução qHD (960 x 540 pixels). Já o Galaxy Gran Prime tem uma tela menor, de 5 polegadas, porém com a mesma resolução, o que resulta numa maior densidade de pixels. Uma das vantagens de uso do smartphone da LG é a presença de uma caneta Stylus que permite ações mais precisas, como desenhos e assinaturas na tela sensível ao toque.
Tela do LG G3 Stylus é maior do que concorrente, com 5,5 polegadas (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
Tela do LG G3 Stylus é maior do que concorrente, com 5,5 polegadas 
(Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

Os dois smartphones apresentam bons tamanhos de tela para os padrões de 2016, mas a resolução é muito inferior aos modelos vendidos atualmente. Consumidores encontram celulares intermediários na mesma faixa de preço com display em resolução HD (1280 x 720 pixels), que proporciona uma experiência melhor para assistir filmes, jogos e até navegar em redes sociais.

Câmera
Bater fotos é uma das atividades mais divertidas para executar em um celular. O LG G3 Stylus conta com uma câmera traseira com capacidade de produzir imagens maiores, uma vez que oferece 13 megapixels, contra 8 MP do Gran Prime. No entanto, o Samsung sai na frente quando o assunto é selfie: sua câmera frontal tem 5 megapixels, contra o sensor de 1,3 MP do G3 Stylus. Ambos os modelos vêm com flash.
Galaxy Gran Prime oferece uma câmera selfie melhor, com 5 MP (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
Galaxy Gran Prime oferece uma câmera selfie melhor, 
com 5 MP (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

Hoje em dia, é possível encontrar celulares na mesma faixa de preço e com câmeras frontais melhores do que as do modelo da LG, com algo entre 2 MP e 5 MP. A câmera principal não fica devendo aos modelos atuais, ao menos em relação ao tamanho da imagem. É possível encontrar smartphones com esta característica por preços entre R$ 600 e R$ 800.

Especificações
O LG G3 Stylus tem processador quad-core de 1,3 GHz e memória RAM de 1 GB. O funcionamento promete ser semelhante ao do Galaxy Gran Prime, que é projetado com um quad-core de 1,2 GHz e memória RAM de 1 GB. Os dois smartphones têm função dual chip, permitindo usar dois números de operadoras. O review do LG G3 Stylus no TechTudo, publicado em março de 2015, atestou o celular realiza as tarefas do dia a dia, sem problemas para rodar aplicativos e jogos.

Já nos testes com Galaxy Gran Prime, feitos em fevereiro de 2015, o celular se mostrou capaz de rodar jogos pesados e diversos apps sociais ao mesmo tempo, com pequenos travamentos ocasionais. Ele tem bateria mais fraca do que seu concorrente: são 2.600 mAh contra 2.940 mAh do LG, o que deve proporcionar uma ligeira vantagem em relação ao tempo longe da tomada.

Vale a pena atualizar o Android do Galaxy Gran Prime? Descubra no Fórum do TechTudo.
LG G3 Stylus tem bateria mais potente com 2.940 mAh (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
LG G3 Stylus tem bateria mais potente com 2.940 mAh 
(Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

Muitos celulares mais novos, fabricados em 2015 e 2016, ainda vêm com processador quad-core e mesma faixa de bateria, até 3.000 mAh. A memória RAM dos lançamentos tem sido incrementada com os anos, passando de 1 GB para 2 GB nos modelos intermediários, o que deve oferecer um funcionamento mais rápido e estável.

Quanto ao sistema operacional, o celular da LG vem de fábrica com o Android 4.4 (Kit Kat), o mesmo do modelo da Samsung. No entanto, o Gan Prime recebeu atualização até o Android 5.0 Lollipop, sendo o modelo mais recomendável para quem busca uma versão mais recente do sistema do Google.

Ainda assim, ambos ficaram para trás, uma vez que as opções de smartphone mais recente rodam o Android 6.0 Marshmallow e o Android 7.0 Nougat vai, aos poucos, chegar aos aparelhos da safra atual, entre eles os da linha Moto e o recém-lançado Google Pixel.
Smartphone Samsung Galaxy Gran Prime vem com Android 4.4 KitKat (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
Smartphone Samsung Galaxy Gran Prime vem com 
Android 4.4 KitKat (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

A vantagem de comprar um celular mais moderno é que muitos modelos de 2016 já vêm com o Android 6.0 Marshmallow (a versão mais recente liberada pelo Google no Brasil). O armazenamento do LG é de 8 GB (expansível em até 32 GB por meio do cartão microSD) e o Galaxy Gran Prime também oferece 8 GB de espaço, expansível até 128 GB com cartão de memória vendido à parte. 

Preço e custo-benefício
O Galaxy Gran Prime Duos tem preço mais baixo do que seu concorrente da LG, saindo a R$ 590 e disponível nos acabamentos em dourado, branco e cinza. No entanto, ele vem com tela menor, câmera principal mais fraca e design mais básico do que o LG G3 Stylus. Já o LG é vendido por R$ 780, com modelos em dourado, branco e "titânio". Os dois smartphones podem ser encontrados com facilidade em lojas nacionais.
Samsung Galaxy Gran Prime tem um preço menor do que celular da LG (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)
Samsung Galaxy Gran Prime tem um preço menor do que celular 
da LG (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

O usuário que deseja economizar ao máximo e gosta de selfies pode optar pelo celular da Samsung, mas para quem prefere um visual premium e display grande, com caneta stylus, o modelo da LG pode ser uma opção melhor.

Convém lembrar que, neste ano, também é possível comprar modelos mais avançados, principalmente no quesito tela e na memória RAM, por um preço semelhante. Confira nossa lista com celulares que custam até R$ 750.

Pode gastar um pouco mais? Então veja os smartphones intermediários por até R$ 1 mil nesta lista. Se sua prioridade for bateria, também há bons modelos para ficar o dia inteiro longe da tomada.
Tabela Comparativa entre LG G3 Stylus e Galaxy Gran Prime (Foto: Arte/TechTudo)
Tabela compara LG G3 Stylus e Galaxy Gran Prime 
(Foto: Arte/TechTudo)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

HE:labs lança serviço de assessment em digital para empresas


Ana Rita Guerra, 
2016/10/07, 16:00
Postado em 07 de outubro de 2016 às 22h35m



A startup HE:labs está anunciando a criação do serviço de Assessment em digital para empresas. O objetivo é ajudá-las a melhorar seus processos e agilizarem o lançamento de novos produtos.

A startup explica que identificou um gap no mercado, porque muitas empresas sabem que seus processos internos poderiam ser melhorados, que poderiam oferecer novos produtos digitais para seus clientes e reduzir os custos de sua operação – todavia, por falta de análise e conhecimento sobre tecnologia, não concretizam esses planos de forma ágil e eficiente. O serviço de Assessment, diz, pretende resolver esse gap.


A HE:labs defende que o mundo digital pode beneficiar as empresas com muito mais do que sites e aplicativos, por exemplo, com a integração de serviços que antes eram independentes, a otimização e automatização de fluxos internos. Essas infinitas aplicações da tecnologia digital não só reduzem custos, como geram uma nova oportunidade de faturamento ou retenção de clientes, explica a startup.

O serviço de Assessment prevê o envio de um especialista à empresa, que objetiva implementar tecnologias, para suprir estes anseios internos e do mercado. Este profissional, durante um dia, tem o foco de entender, analisar e avaliar quais são as necessidades do cliente e de que forma ele poderá vencer seus desafios. 

Após a visita, o profissional apresenta um relatório com problemas encontrados e oportunidades disponíveis, e propõe soluções. Este especialista então, retorna à empresa para apresentar em detalhes este relatório e iniciar o diálogo para a possível implementação dessas soluções, pontua Raphael Ozawa, sócio da HE:labs com área foco em Design de Serviço e Experiência.

O serviço nasceu para acompanhar uma tendência do mercado e ajudar empresários a compreender de forma mais efetiva as necessidades do seu negócio, seja solucionando problemas ou dando um passo à frente para atingir melhor performance.

O mundo atual é permeado por software. Desde uma pequena padaria de bairro até grandes bancos, têm seu fluxo de trabalho potencializado pelo uso de computadores. Não só com o uso dos tradicionais desktops, mas principalmente dos smartphones, destaca Ozawa. 

Hoje, o acesso à internet via smartphones supera o de desktop, e atinge todas as classes sociais. Nessa nova realidade, é um risco imenso para qualquer empresa estar fora do mundo digital. A HE:labs pode facilitar esta entrada aplicando seu know-how com o uso deste serviço, completa o empresário.

O trabalho é desenvolvido com foco em usabilidade, para que o software proporcione uma ótima experiência ao usuário, levando em conta também as premissas de UI/UX e Design Thinking, pensando em todos os aspectos que envolvem a interação dos usuários com os canais digitais. 

Os projetos são criados com base em pesquisa, prototipação e validação.
A HE:labs foi fundada há seis anos e trabalhou em 400 projetos, se afirmando como empresa que que transforma ideias em produtos digitais.

Conferência Web.br foca na Internet das Coisas na Web


Ana Rita Guerra, 
2016/10/07, 17:00
Postado em 07 de outubro de 2016 às 22h15m


A Internet das Coisas na Web (IoTw) é a temática central das discussões da Conferência Web.br 2016, que vai decorrer na próxima semana em São Paulo. Esse é o principal espaço brasileiro sobre tendências e boas práticas de desenvolvimento Web.

A Conferência Web.br é promovida pelo escritório brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil) e realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Apesar do foco em Internet das Coisas na Web, haverá outros temas em destaque.

As inscrições terminam hoje, mas poderão ser feitas presencialmente no dia do evento, que será realizado nos dias 13 e 14 de outubro, no Centro de Convenções Rebouças. Contará com a presença de renomados especialistas nacionais e internacionais como Bert Bos, um dos inventores do CSS; Dave Raggett, à frente do grupo de trabalho de Web das Coisas do W3C; Riichiro Mizoguchi, do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia do Japão, e Claudia Melo, professora adjunta da Universidade de Brasília (UnB).

Além das apresentações no palco principal, o encontro tem extensa programação dividida em cinco trilhas que vão além do debate sobre Web das Coisas – que permite a inserção e interação das pessoas com todos os dispositivos conectados na Internet. 

Tópicos como dados na Web,
compras  online,  design thinking, acessibilidade na Web, games, aplicações Web, ataques DDoS, segurança e privacidade serão debatidos por profissionais com experiência nessas áreas de atuação e reconhecidos pela comunidade Web.

Vagner Diniz, gerente do W3C Brasil, destaca a importância da conferência como ambiente de networking e aprendizado a partir da interação entre os participantes. O encontro reúne a cada ano, desde 2009, centenas de entusiastas que buscam não só ampliar o conhecimento sobre a Web, aperfeiçoar suas habilidades, mas também compartilhar experiências profissionais. 

O executivo diz que a Web.br respira inovação e colaboração e se transformou no ponto de encontro entre pessoas de diferentes perfis que têm um objetivo em comum: promover a evolução da Web. Não é por acaso que a Internet das Coisas na Web, algo que está em pleno desenvolvimento, é o ponto central desse ano.

Exemplificando algumas destas atividades, neste ano a conferência terá a apresentação de Andre Garzia (Mozilla) sobre a Tessel 2, placa de prototipagem eletrônica que promete facilitar o desenvolvimento de soluções para o universo da Web das Coisas, e Marina Limeira (Tidy), que levará ao palco da Web.br os NodeBots, robôs com JavaScript.

A programação traz ainda a experiência de Singapura com Stella Hiroki (PUC-SP) falando sobre Smart Cities, e Luciana Terceiro e Natalí Garcia (cofundadoras do Coletivo Mola) explicando o design thinking na prática. A Web.br reserva ainda palestras sobre Dados Abertos Conectados, acessibilidade na Web e UX (User Experience).