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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Veja as diferenças entre um flash embutido na câmera e um flash externo


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
28/10/2016 07h35 - Atualizado em 28/10/2016 07h35
Postado em 07 de novembro de 2016 às 22h15m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
O uso do flash é um elemento crucial na fotografia digital, porque permite obter imagens de qualidade, mesmo em ambientes mal iluminados. No entanto, existem dois tipos principais de flash: aqueles que são embutidos nas câmeras e os flash externos, que precisam ser comprados separadamente e instalados para funcionar em harmonia com a máquina. 

Embora cumpram basicamente a mesma função, liberar um feixe de luz em um curto espaço de tempo para iluminar um objeto, há diferenças centrais entre os dois. Veja quais são abaixo.

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Flash embutido
O flash embutido dispara de forma uniforme, sempre numa única direção. Isso tem dois efeitos práticos: o primeiro deles, positivo, garante que o fotógrafo possa prever o comportamento do flash em sua foto, calculando o resultado final com boa margem de previsibilidade. O outro, negativo, é que a limitação de direção e intensidade acabam impedindo composições mais inovadoras com o equipamento.
Flash da câmera é conveniente, mas tem limitações (Foto: Divulgação/Canon)
Flash da câmera é conveniente, mas tem limitações 
(Foto: Divulgação/Canon)

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Outro aspecto decisivo em relação ao flash embutido é que ele usa a alimentação da câmera e é normalmente mais fraco do que as opções externas. Além disso, seu uso não requer preocupações com transporte e compatibilidade, já que ele é construído na câmera e oferece compatibilidade total com o equipamento.

Para quem o flash embutido é ideal?
O flash embutido é mais simples em relação ao uso e isso direciona suas funções para usuários com perfil mais amador. Não significa que profissionais não utilizem esse acessório, mas apenas que sua margem de manobra mais estreita acaba limitando sua aplicação em fotografia profissional.

Flash externo
Flash externo é independente da câmera e permite maior qualidade fotográfica (Foto: Divulgação/Canon)
Flash externo é independente da câmera e permite 
maior qualidade fotográfica (Foto: Divulgação/Canon)

Em geral, o flash externo é ideal para profissionais, porque permite maior controle sobre o resultado da foto em baixa luminosidade. Como ele é externo à câmera, pode ser usado em ângulos diferentes do que o flash embutido permitiria, abrindo espaço para composições mais criativas. 

Uma vantagem de desempenho desse tipo de flash é o fato de que, normalmente, eles são montados em posições elevadas em relação à lente da câmera, o que significa que o feixe de luz emitido por eles não causa sombras na lente, algo recorrente com flashes embutidos.
Outra perspectiva é a de que o flash do tipo externo utiliza alimentação própria, obrigando o uso de baterias. Isso tem dois resultados: por um lado, o flash não consome a bateria da câmera, por outro, vai ser preciso carregar baterias.

Esse detalhe, somado ao fato de que o flash é um dispositivo a mais para carregar, acaba fazendo do acessório algo mais distante de usuários comuns. Outra vantagem do flash do tipo externo é que o usuário pode comprar um acessório que seja fabricado por outra marca, desde que compatível com a câmera que usa, ganhando assim mais opções na hora de se equipar.
Flash externo permite maior nível de customização (Foto: Divulgação/Yongnuo)
Flash externo permite maior nível de customização 
(Foto: Divulgação/Yongnuo)

Além disso, flashes externos são normalmente mais poderosos do que aqueles montados diretamente nas câmeras, permitindo que sua ação seja muito mais eficiente em ambientes realmente escuros. Há diversos tipos de flash externos, alguns mais eficientes que os outros.

Por fim, os flashes externos também permitem algum nível de customização, já que o fotógrafo pode usar acessórios para rebater a luz e a direcioná-la, além de ter configurações personalizadas para melhor resultados.

Para quem é o flash externo é ideal?
O flash externo é ideal para profissionais e para quem leva a fotografia a sério. Seus pontos negativos estão relacionados à portabilidade, mas no fim das contas, a qualidade de imagem proporcionada e o maior controle sobre a composição de uma fotografia acabam compensando o peso extra.

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MacBook Pro 2016 não terá leitor para cartão SD; veja qual opção usar


Raquel Freire
por
Para o TechTudo
07/11/2016 07h00 - Atualizado em 07/11/2016 07h00
Postado em 07 de novembro de 2016 às 21h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Os novos notebooks da Apple, MacBook Pro 2016 15" e MacBook Pro 2016 13"abandonaram uma série de tecnologias, entre elas o leitor de cartão SD. A medida pode afetar diretamente quem trabalha com fotografia ou edição de vídeos, por exemplo, já que as câmeras atuais ainda utilizam essa mídia para o armazenamento.

MacBook Pro 15″: vale mais a pena esperar ou comprar o MacBook 2015?
A ausência do slot SD pode significar mais tempo e dinheiro gastos com transferência de arquivos, o que é um problema para quem precisa fazer o procedimento frequentemente. Para driblar essa novidade no MacBook, entenda quais são as soluções para quem utiliza a memória SD e deseja comprar o novo MacBook Pro.
Novos MacBook Pro não têm entrada para cartão de memória SD (Foto: Divulgação/Apple)
Novos MacBook Pro não têm entrada para cartão de 
memória SD (Foto: Divulgação/Apple)

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Porta SD é “inconveniente”
Após a apresentação dos novos MacBooks, o chefe de marketing da companhia, Phil Schiller, concedeu uma entrevista ao site inglês The Independent, na qual justificou a retirada do leitor por ser inconveniente.

Primeiro, [o slot para cartão SD] é um pouco inconveniente. Você tem essa coisa no meio do caminho. Nós escolhemos o SD [no passado] porque mais câmeras de consumidor têm SD, mas você só pode escolher um [tipo de mídia]", afirma Schiller.
Retirada de leitor SD possibilitou design mais fino do MacBook Pro (Foto: Divulgação/Apple)
Retirada de leitor SD possibilitou design mais fino do 
MacBook Pro (Foto: Divulgação/Apple)

Ainda segundo o executivo, a remoção da porta também leva em consideração o aumento da oferta de câmeras com wireless. Nós pensamos que há um caminho à frente, em que você pode usar um adaptador físico, se quiser, ou fazer transferência sem fio, justifica.
Transferência sem fio não é tão confiável
Fotógrafos e profissionais da área de criação tem alegado que a tecnologia de transferência sem fio ainda não é tão confiável quanto a memória física. 

Diferentemente do que ocorreu com o iPhone 7, cujo anúncio do fim da entrada de 3,5 mm gerou uma explosão de fones de ouvido Bluetooth, é difícil que fabricantes como Sony e Nikon melhorem o sistema wireless de suas câmeras por causa do MacBook Pro. 

Isso porque o notebook não tem uma fatia de participação no mercado tão significativa quanto o iPhone. 

O mais provável é que a Apple crie uma série de acessórios com leitor de cartão SD e conector USB-C, que poderiam ser vendidos separadamente, por mais que não agrade a todos os usuários. 
Aumento de câmeras com wireless foi justificativa para fim da porta de cartão SD (Foto: Divulgação/Apple)
Aumento de câmeras com wireless foi justificativa para 
fim da porta de cartão SD (Foto: Divulgação/Apple)

Onde comprar adaptadores
Como era esperado, a Apple começou a vender um leitor de cartão SD com conector USB tipo C. O modelo é o SanDisk Extreme Pro SD UHS-II Card USB-C Reader, que custa US$ 49,95 (cerca de R$ 160, no câmbio atual, sem calcular impostos) na Apple Store americana. O produto ainda não teve lançamento no Brasil, mas isso, provavelmente, vai ocorrer com a chegada do MacBook Pro no país. 
Leitor SanDisk Extreme Pro SD UHS-II Card USB-C Reader (Foto: Divulgação/Apple)
Leitor SanDisk Extreme Pro SD UHS-II Card USB-C Reader 
(Foto: Divulgação/Apple)

O mercado nacional, praticamente, ainda não tem opções de adaptadores do tipo, pelo menos até o momento. É possível comprar apenas em sites de compra e venda, como o modelo Hootoo Shuttle 3.1, à venda por cerca de R$ 800.
Leitor de cartão SD com conector USB tipo C (Foto: Divulgação/Hootoo)
Leitor de cartão SD com conector USB tipo C 
(Foto: Divulgação/Hootoo)

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Via The Independent 

domingo, 6 de novembro de 2016

Core i7 5500U ou i7 6500U? Veja diferenças antes de comprar um notebook


Filipe Garrett
por
Para o TechTudo
03/11/2016 06h10 - Atualizado em 03/11/2016 06h10
Postado em 06 de novembro de 2016 às 22h15m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Quem está em busca de um novo notebook acaba se deparando com muitas opções de processadores. Por exemplo, o Core i7 5500U e o i7 6500U são dois modelos que, frequentemente, são concorrentes nas pesquisas dos consumidores. Embora sejam muito parecidos, esses chips trazem diferenças cruciais entre si, o que pode fazer com que os clientes escolham um ou outro modelo, de acordo com cada perfil.
  
Core i5: entenda as diferenças entre os modelos desse tipo de processador
Na avaliação abaixo, você pode conhecer e entender as principais diferenças entre os processadores da Intel, Core i7 5500U e o i7 6500U. Esses dados podem ser fundamentais para descobrir qual processador vale a pena comprar. 
Intel i7 Processador (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)
Embora muito parecidos, os dois Core i7 tem algumas 
diferenças relevantes (Foto: Filipe Garrett/TechTudo)

Core i7 5500U
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O 5500U é um pouco mais antigo, chegando nos primeiros três meses de 2015, o que o torna mais comum em computadores mais baratos do que aqueles que usam o 6500U, seu substituto direto. Para você ter ideia da diferença de preço, é possível achar o Acer Aspire E5, equipado com o 5500U, por até R$ 1 mil a menos que a versão similar com o 6500U.

Esse detalhe ajuda a entender porque, a rigor, ou ele perde para o 6500U ou empata em qualquer especificação técnica observada. A velocidade é inferior, a placa gráfica integrada também, não há suporte para memórias DDR4 e a quantidade máxima de RAM aceita também é menor.
Acer E5 é um exemplo, dentre outros, de notebooks que saem bem mais em conta nas versões com o i7 5500U (Foto: Divulgação/Acer)
Acer E5 é um exemplo, dentre outros, de notebooks que 
saem bem mais em conta nas versões com o i7 5500U 
(Foto: Divulgação/Acer)

Apesar disso tudo parecer muito ruim para o i7 5500U, o produto ainda é uma boa opção para usuários que exigem menor performance gráfica do computador e para quem não tem interesse na perspectiva de trocar de memória depois de algum tempo.

Core i7 6500U
É possível afirmar que o Core i7 6500U é um componente superior ao 5500U. Em termos de performance, ele funciona a uma velocidade superior (2,5 a 3,1 GHz, contra 2,4 a 3,0 GHz do processador mais antigo).
Processador 6500U tem vantagens relevantes no processamento gráfico e é encontrado em notebooks com perfil mais para top de linha no momento (Foto: Divulgação/Dell)
Processador 6500U tem vantagens relevantes no 
processamento gráfico e é encontrado em notebooks com 
perfil mais para top de linha no momento (Foto: Divulgação/Dell)

Por falar nisso, o i7 6500U é fruto da sexta geração da Intel, que se posiciona como substituto direto do 5500U, da quinta geração. Essa diferença ajuda a explicar outra duas vantagens centrais do 6500U.

A primeira delas é a performance gráfica superior. A GPU presente no processador roda a 1.050 MHz no chip mais recente, enquanto que, no 5500U, estaciona nos 950 MHz. A diferença de 100 MHz não é pequena e faz do 6500U um processador melhor para quem pretende jogar e consumir mídia de alta resolução, já que o 6500U tem aceleração de hardware para decodificar vídeo em HEVC x265.
A outra vantagem do processador mais recente, proporcionada pela integração à sexta geração é o suporte à memória RAM. Ao contrário do 5500U, o 6500U funciona com memória DDR4, aceitando banda maior e quantidade máxima de memória RAM de 32 GB contra o teto de 16 GB do antecessor.

Empates
Embora as diferenças existam, os dois processadores são bem parecidos. Afinal, consomem aproximadamente a mesma quantidade de energia para funcionar e oferecem TDP de 15 watts para situações de alta demanda.

Eles também empatam na quantidade de cache (4 MB) e na contagem de núcleos, pois ambos são dual-core, mas podem simular outros dois núcleos lógicos a partir do uso da tecnologia HyperThreading, da Intel, comportando-se como se fossem quad-cores em algumas circunstâncias.

Conclusão
Embora sejam processadores bem parecidos, há duas diferenças grandes que fazem do Core i7 6500U uma escolha superior em termos de performance: o processamento gráfico e o suporte às memórias DDR4.

Como saber o consumo de processador de um programa? Veja no Fórum do TechTudo.
Isso quer dizer que, se para o seu perfil de uso, o processamento gráfico é algo fundamental, um notebook com esse chip é uma melhor escolha do que um com o i7 5500U.

A outra vantagem está na memória, pois o i7 5500U não funciona com DDR4, enquanto que o 6500U, sim. Mesmo que o PC tenha DDR3 de fábrica, o consumidor que investir no 6500U poderá realizar upgrade de memória RAM no futuro, ao contrário de quem opta pelo 5500U, restrito às memórias DDR3, que são mais antigas e lentas.