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segunda-feira, 20 de março de 2017

T-Systems Brasil vai ampliar data center próprio em 2017


Mafalda Freire, 
2017/03/20, 14:15
Postado em 20 de março de 2017 às 22h00m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A T-Systems anunciou a ampliação de seu data center localizado em São Paulo ainda durante esse ano através de um investimento de R$ 20 milhões. A iniciativa tem o objetivo de manter o nível de crescimento de clientes baseados na plataforma cloud privada.

O primeiro trimestre foi de incertezas, mas depois do terceiro trimestre, o mercado corporativo começou efetivamente a enxergar um horizonte, indica Ideval Munhoz, presidente da T-Systems Brasil. Existem projetos sendo retomados originando novos negócios, o quarto trimestre foi o melhor do ano, acrescenta o executivo.

Outro grande movimento, e que também depende de nosso data center, é para a plataforma SAP que temos hoje, já com várias implementações concluídas, afirma Munhoz.

A T-Systems Brasil segue ampliando seu data center para atender ao crescimento. O  T-Center fica localizado em Barueri (SP) e tem 1.800 metros quadrados.  O Data Center foi construído de forma modular tendo iniciado com 600 metros quadrados em 2011.

O centro de dados vem recebendo investimentos constantes, na sua criação foram R$ 50 milhões. No ano passado foram investidos R$ 25 milhões em sua ampliação e, para este ano, estão previstos mais R$ 20 milhões, revela Guilherme Barreiro, executivo responsável por Data Center e Cloud na T-Systems do Brasil e na região Américas. 

O T-Center tem certificação tier III desde 2011 e conta com todas as suas camadas de segurança certificadas pela Kroll. Além de todo o investimento na expansão, nos últimos dois anos investimos cerca de R$ 10 milhões na melhoria de itens como segurança e eficiência energética. Com tudo isso, nosso business plan para os próximos quatro anos já prevê a análise de futuras possibilidades de expansão, refere Barreiro.

De acordo com a empresa, a expansão é parte importante da estratégia da T-Systems Brasil, que vem se posicionando para ajudar seus clientes na chamada transformação digital. Somos hoje fortes parceiros de nossos clientes em projetos onde se definem novas arquiteturas de sistemas e na implementação destas soluções, lembra o presidente da companhia no país.

Ideval  Munhoz acredita que, em 2017, a T-Systems deve superar as previsões de analistas, atingindo média de crescimento de dois dígitos no Brasil. 

Servidor bullion da Atos bate recorde mundial de performance


Mafalda Freire, 
2017/03/20, 19:00
Postado em 20 de março de 2017 às 19h45m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

A Atos anunciou que seus servidores da linha bullion superaram novamente recordes mundiais de desempenho, segundo os indicadores estabelecidos pela Standard Performance Evaluation Cooperative (SPEC).

A SPEC é um dos órgãos de padronização de níveis de desempenho mais respeitados do mundo e o teste foi realizado com um servidor corporativo x86 bullion S equipado com 16 processadores. Segundo a empresa, isso posiciona a linha da Bull como a mais potente do mundo.

Este reconhecimento é uma verdadeira fonte de orgulho para o Grupo Atos. A experiência tecnológica da Bull no setor de infraestrutura é novamente enaltecida, afirma Luis Casuscelli, diretor de Big Data & Security da Atos América do Sul. 

A potência demonstrada pelo bullion e sua excepcional capacidade de memória criaram um marco entre os servidores, sustentando a nossa ambição de sermos o líder mundial em Big Data e SAP HANA, acrescenta o executivo.

O bullion S equipado com 384 cores em 16 processadores Intel Xeon e 4TB de memória RAM, atingiu um desempenho máximo de 14100 – 13600 Base, de acordo com o índice SPECint_rate2006. Os resultados podem ser consultados aqui.  

De acordo coma a Atos, a linha bullion permite, ainda, uma redução significativa do Custo Total de Propriedade (TCO) de grandes Data Lakes e clusters virtualizados.

Esses servidores têm já mais de 100 milhões de usuários finais em todo o mundo, sendo amplamente adotada por empresas e governos em todo o mundo, principalmente na Europa, América do Norte, África e Brasil.

domingo, 19 de março de 2017

Google reduz tamanho de fotos em JPEG em 35% mas mantém qualidade


Felipe Alencar
por
Para o TechTudo
17/03/2017 17h15 - Atualizado em 17/03/2017 17h15
Postado em 19 de março de 2017 às 21h35m
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
O Guetzli é o novo algoritmo do Google capaz de comprimir imagens JPEG e reduzir o seu tamanho em 35%, sem grande perda de qualidade. O algoritmo é open-source, ou seja, possui código fonte aberto e pode ser usado por qualquer desenvolvedor para seus próprios projetos. O recurso foi anunciado para todos nesta quinta-feira (16), no blog oficial do Google.

Google reconhece animais e objetos em vídeos com nova tecnologia
Espera-se que, com isso, as páginas web se tornem mais leves em breve — e carreguem mais rápido. O Guetzli irá reduzir o tamanho de fotos JPEG usadas nos sites compatíveis com todos os navegadores do mercado, o que resultará em um carregamento mais rápido e menor consumo de banda. 
Algoritmo pode reduzir em 35% o tamanho de imagens JPEG (Foto: Divulgação/Google)
Algoritmo pode reduzir em 35% o tamanho de 
imagens JPEG (Foto: Divulgação/Google)

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O formato JPEG permite que o usuário escolha manualmente o nível de compressão da imagem em softwares apropriados. Porém, quanto maior a compressão, pior fica a qualidade, pois vários detalhes são excluídos da foto. O Guetzli, em contrapartida, consegue reduzir o tamanho e manter a qualidade.
Segundo o Google, a qualidade visual das imagens JPEG tem relação direta com o método de compressão em múltiplos estágios, incluindo a quantização.

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A companhia explica que a quantização é o maior vilão das imagens JPEG. Esse processo transforma uma série de dados desordenados em dados ordenados — o que facilita a compressão. Porém, há um detalhe: quanto mais forte for a quantização, mais dados são eliminados na compressão e, com isso, a imagem perde cor e até mesmo gradientes.

Para contornar isso, o algoritmo do Google busca aproximar a percepção de cores e o mascaramento visual de uma maneira mais detalhada do que é possível com transformações de cores simples. Entretanto, a desvantagem do algoritmo Guetzli é demorar mais tempo para comprimir as imagens do que no método tradicional.

Via Google Research Blog