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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Ruckus eleva a tecnologia Wi-Fi dos estádios


António Santos Lourenço, 
2018/05/16, 08:45 
Postado em 16 de maio de 2018 às 22h35m 


A Ruckus Networks anunciou sua nova tecnologia para estádios, que permite a instalação de redes Wi-Fi poderosas, que respondem às necessidades dos usuários.

A Ruckus Networks, empresa do grupo ARRIS, anunciou sua nova tecnologia para estádios, que permite a instalação de redes Wi-Fi poderosas e estáveis, que respondem às novas necessidades dos usuários.
A Copa do Mundo está chegando e uma das atividades favoritas dos torcedores nos estádios será compartilhar suas experiências nas redes sociais para deixar um registro do que estiverem vivenciando. Ao contrário do passado, onde os administradores dos estádios só tinham que se preocupar com o fornecimento de serviços básicos, como segurança e sanitários limpos, agora eles precisam considerar que os participantes querem se conectar à Internet, como se estivessem em casa.
Por isso, um dos maiores desafios para os estádios é fornecer uma conexão estável, rápida e poderosa para que os torcedores possam fazer upload de qualquer dado ou postar em tempo real. Isto não é tão simples, já que é enorme a quantidade de pessoas reunidas no mesmo lugar, e praticamente todas estão usando seus smartphones no ambiente sem fio.
É frustrante capturar a jogada mais emocionante da partida e não poder compartilhá-la porque a conexão Wi-Fi do local está lenta ou instável. A tecnologia da Ruckus permite implementar redes Wi-Fi em estádios e atender a um grande número de pessoas que estiverem concentradas nestas áreas.
A Ruckus já forneceu acesso Wi-Fi de grande capacidade em eventos de grande porte, com público massivo e por todo o mundo, incluindo a última final da Copa do mundo. Podemos ajudar os administradores a oferecerem uma experiência sem fio digna do produto que os torcedores pagam para ver, diz Marcelo Molinari, Diretor Técnico para América Latina para a Ruckus Networks.
Por outro lado, não se trata apenas de manter as pessoas felizes durante o evento, mas também de usar a tecnologia para aumentar a receita do estádio e das lojas que operam no evento.

Nexa Resources escolhe Unisys como provedor para transformação digital


António Santos Lourenço, 
2018/05/16, 11:45 
Postado em 16 de maio de 2018 às 19h00m 


A Unisys Corporation anunciou que firmou um contrato com a Nexa Resources para modernizar a arquitetura de tecnologia da empresa de mineração global.

A Unisys Corporation anunciou que firmou um contrato com a Nexa Resources (ex-Votorantim Metais), um novo cliente da Unisys, para modernizar a arquitetura de tecnologia da empresa de mineração global.
O acordo faz parte do plano de expansão da Nexa no Brasil, fruto do novo momento da empresa, com foco na agilidade dos processos. O objetivo é criar um novo ambiente digital, que utiliza cloud pública para conectar as minas existentes e novas minas já hospedadas na nuvem, a fim de ganhar eficiência operacional e reduzir os custos da operação.
Para mapear e construir essa arquitetura, a Unisys está planejando e implementando um roteiro de transformação e efetuando uma análise de potencial retorno sobre investimento (ROI), tanto para consolidar o portfólio de aplicações que a Nexa utiliza nas operações em minas e instalações industriais, quanto para migrar a infraestrutura de TI da empresa para clouds públicas.
A área de Tecnologia da Informação é um dos viabilizadores da estratégia de negócios da companhia, principalmente pela sua atuação na conectividade entre as várias áreas da empresa. Durante o processo de transformação digital, um dos nossos objetivos era atualização da nossa arquitetura de TI. A parceria com a Unisys nos proporcionou uma modernização rápida e segura, em linha com as nossas necessidades de negócio, afirma Jose Antonio Furtado, gerente geral de TI da Nexa.
Para nós, era crítico trazer redução nos custos e não apenas a modernização das aplicações e infraestrutura. A Unisys nos ajudou com a análise de investimentos antes da operação, identificando o melhor modelo de operação para os nossos negócios, comenta Furtado.
Uma recente pesquisa da Unisys mostra que as organizações que fazem análise completa do ROI antes da migração para nuvem são 44% mais bem-sucedidas em alcançar economia de custo. O estudo também demonstra que 92% das empresas brasileiras que realizaram a análise antes da migração alcançaram as economias esperadas.
Trabalhando juntos, conseguimos definir rapidamente um roteiro digital e um modelo operacional que acompanharão o mercado e as expectativas do cliente, explica Fábio Abatepaulo, diretor de Serviços de Consultoria da Unisys para América Latina. Migrar para uma infraestrutura de TI digital, segura e baseada em nuvem não só reduzirá os custos operacionais da Nexa, mas também permitirá que a empresa aproveite as oportunidades de negócios emergentes, gerando um retorno adequado dos investimentos, conclui.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Usuários de BI e Analytics vão produzir mais análises do que Cientistas de Dados


Gartner, 
2018/05/11, 08:19 
Postado em 14 de maio de 2018 às 22h45m 


As organizações estão incorporando Analytics de Autosserviço e Business Intelligence (BI) para levar capacidades para usuários corporativos de todos os níveis. Essa tendência está tão declarada que usuários de BI e Analytics vão produzir mais análises do que Cientistas de Dados já em 2019.
Segundo Carlie J. Idoine, Diretora de Pesquisas do Gartner: “A tendência de digitalização direciona a demanda por Analytics em todas as áreas de negócios e no setor governamental.  Avanços rápidos em Inteligência Artificial (IA)Internet das Coisas (IoT) e Analytics SaaS (Nuvem) e plataformas de BI facilitam e tornam mais econômico do que nunca para não especialistas a realização de análises mais efetivas e fundamentais para a tomada de decisão.
Pesquisa do Gartner com mais de 3.000 CIOs, mostra que Chief Information Officers (CIOs) classificaram Analytics e BI como tecnologias de diferenciação de ponta para suas organizações. Elas atraem os investimentos mais novos e também são consideradas áreas de tecnologia mais estratégicas para os CIOs que obtém melhor performance em suas atividades. O levantamento será apresentado no Brasil em maio, durante a Conferência de Data & Analytics do Gartner.
Como resultado, líderes de Data e Analytics implementam cada vez mais capacidades de autosserviço para criar uma cultura orientada por dados em suas organizações como um todo. Isso significa que usuários corporativos podem aprender com facilidade a usar e se beneficiar de sistemas efetivos de Analytics e de ferramentas de BI, impulsionando resultados de negócios favoráveis.
Se os líderes de Data & Analytics fornecem simplesmente acesso aos dados e ferramentas isolados, as iniciativas de autosserviço não funcionam bem, diz Idoine. Isso porque a experiência e habilidades dos usuários corporativos variam amplamente dentro de organizações. Portanto, apoiar e integrar processos são necessários para ajudar a maioria dos usuários de autosserviço a produzirem resultados significativos.
A magnitude da tarefa de implementar Analytics de autosserviço e BI pode pegar as organizações de surpresa, especialmente se elas forem bem-sucedidas. Em grandes empresas, as iniciativas de autosserviço populares podem expandir rapidamente para englobar centenas ou milhares de usuários. Para evitar conflitos, é fundamental identificar as mudanças organizacionais certas e os ajustes de processo antes de partir para a iniciativa.
O Gartner recomenda abordar quatro áreas para construir uma base sólida para Analytics de autosserviço e BI:
Alinhar iniciativas de autosserviço com objetivos organizacionais e capturar episódios sobre casos de uso mensuráveis, bem-sucedidos – É importante confirmar o valor de uma abordagem de autosserviço para Analytics e BI comunicando seu impacto e associando o sucesso diretamente a bons resultados para a organização. Isso constrói confiança na abordagem e justifica apoio contínuo a ela. Também encoraja mais usuários corporativos a se envolverem e aplicarem as melhores práticas em suas próprias áreas, afirma Idoine.
Envolver usuários corporativos com autosserviço de design, desenvolvimento e apoio – Criar e executar uma iniciativa de autosserviço de sucesso significa estabelecer e preservar confiança entre a equipe de TI e os usuários corporativos. Não há solução técnica para construir confiança, mas um processo formal de colaboração desde o começo de uma iniciativa de autosserviço percorrerá um longo caminho para ajudar TI e usuários corporativos a entenderem o que cada parte precisa da outra para tornar autosserviço um sucesso, explica a analista do Gartner.
Fazer uma abordagem leve e flexível para governança de dados – O sucesso de uma iniciativa de autosserviço dependerá imensamente se o modelo de governança de Dados e de Analytics é flexível suficiente para possibilitar e apoiar as explorações de Analytics dos usuários de autosserviço de forma livre, diz Idoine. Segundo o Gartner, estruturas rígidas, inflexíveis vão impedir usuários ocasionais. Por outro lado, a falta de governança apropriada sobrecarregará usuários com dados irrelevantes ou criará sérios riscos de uma violação da regulamentação. Líderes de TI devem encontrar o equilíbrio certo de governança para tornar o autosserviço bem-sucedido e alcançável.
Equipar usuários corporativos para o sucesso de Analytics desenvolvendo um plano integrado – O Gartner destaca que líderes de Data e Analytics devem apoiar usuários corporativos entusiastas de autosserviço com a orientação correta de como se erguer e agir rapidamente, assim como aplicar suas novas ferramentas para seus problemas de negócios específicos. Um plano integrado formal ajudará a automatizar e normatizar esse processo, tornando bem mais acessível, uma vez que o uso de autosserviço expande por toda a organização, acrescenta a analista do Gartner.