Total de visualizações de página

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Pagamento pelo Whatsapp será aprovado se houver competitividade e proteção de dados, diz presidente do BC

= =---____------- ===  ------                                    --________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________--------- ====  --                                ---------____---= =


Durante evento, Roberto Campos Neto disse que órgão está disposto a aprovar a função do aplicativo caso siga 'o mesmo trilho dos outros arranjos'. 
= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =
Por G1  
02/07/2020 16h39  Atualizado há 3 horas
Postado em 02 de julho de 2020 às 19h45m

      * Post.N. -\- 3.781 *  
    .__-___________    ____--____________________________  ____________  ____________  _________     ____--________  _______-
WhatsApp vai permitir fazer pagamentos a amigos e lojas pelo aplicativo. — Foto: Divulgação/WhatsAppWhatsApp vi permitir fazer pagamentos a amigos e lojas pelo aplicativo. — Foto: Divulgação/WhatsApp

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira (2) que os pagamentos pelo Whatsapp serão aprovados pela autarquia assim que for comprovado que o arranjo proposto pela empresa é competitivo e tem a proteção de dados na forma que o BC considera adequada.

Ao participar de um evento, ele afirmou que o entendimento da autoridade monetária é que um arranjo que começa com 120 milhões de usuários — base do Whatsapp no país — não é pequeno e, portanto, precisa passar pelo mesmo crivo que outros arranjos.

"Em nenhum momento BC proibiu nada, está disposto a autorizar assim que for seguido o mesmo trilho dos outros arranjos", disse, segundo a agência Reuters.
'Expresso Futuro': veja a revolução do pagamento digital na China
'Expresso Futuro': veja a revolução do pagamento digital na China

Função está bloqueada
Em junho, o aplicativo havia escolhido o Brasil para testar uma função de envio e recebimento de dinheiro, usando cartões cadastrados.
A função, no entanto, foi suspensa pelo Banco Central (BC) e pelo Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O BC determinou na ocasião que as bandeiras de pagamento Visa e Mastercard, que viabilizavam as operações financeiras, paralisassem a função para que o órgão pudesse avaliar riscos e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

Já o Cade, que via potenciais riscos para a concorrência com o anúncio, retirou na terça-feira (30) a medida cautelar que impedia a criação do sistema de pagamento lançado pelo Whatsapp. O órgão de defesa da competição afirmou, porém, que vai continuar investigação sobre a parceria.

Em nota, o WhatsApp afirmou que está trabalhando junto às autoridades para restaurar o serviço. "O Banco Central expressou sua intenção de encontrar um caminho com a Visa e a Mastercard para que o serviço prossiga, além de envolver outras autoridades para resolver quaisquer dúvidas pendentes", disse Will Cathcart, chefe do WhatsApp.
------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Microsoft lança antivírus para Linux e Android e disponibiliza ferramenta que recupera arquivos apagados no Windows

= =---____------- ===  ------                                    --________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________--------- ====  --                                ---------____---= =


Solução antivírus corporativa é paga, mas ferramenta que recupera arquivos está disponível gratuitamente na Microsoft Store. 
= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =
Por Altieres Rohr  
01/07/2020 07h00  Atualizado há 05 horas
Postado em 01 de julho de 2020 às 12h00m

      * Post.N. -\- 3.780 *  
    .__-___________    ____--____________________________  ____________  ____________  _________     ____--________  _______-
Ferramentas de segurança da Microsoft em funcionamento no Android. — Foto: Reprodução/Microsoft
Ferramentas de segurança da Microsoft em funcionamento no Android. — Foto: Reprodução/Microsoft

A Microsoft anunciou que o Microsoft Defender ATP chegou definitivamente ao Linux e agora também está sendo testado no Android. O Defender ATP é a versão empresarial do antivírus que vem incluído no Windows.

A companhia também lançou uma nova ferramenta gratuita para ajudar usuários que precisam recuperar arquivos que foram apagados: o Windows File Recovery, aplicativo que pode ser baixado na Microsoft Store.

Por ser direcionado ao mercado corporativo, o Defender ATP tem funções que facilitam a administração centralizada do produto. Em um só painel, técnicos podem receber relatórios e verificar a execução do software em diversas estações de trabalho e servidores.

Apesar de o Defender vir incluso com o Windows, a versão empresarial do software não é oferecida de graça, seja para o Windows ou para outras plataformas.
Segundo a Microsoft, os lançamentos para Linux e Android, que agora entrou em fase de testes, têm o objetivo de aumentar o número de produtos que podem ser gerenciados com a ferramenta.
Com a versão para Android, o monitoramento vai chegar aos celulares. Uma versão para o iOS, da Apple, também deve ser lançada ainda este ano, segundo a Microsoft.
A solução da Microsoft tem foco em tecnologias preventivas para identificar ameaças mais avançadas.

Na semana passada, a Microsoft anunciou que tecnologia do antivírus foi usada para criar o "Safe Documents", um recurso que verifica documentos do Office 365. Planilhas do Excel e documentos do Word são muito usados por espiões digitais para esconder armadilhas e conseguir o primeiro ponto de acesso à rede de uma empresa.
Interface em linha de comando do Microsoft Defender ATP no Linux.  — Foto: Reprodução/Microsoft
Interface em linha de comando do Microsoft Defender ATP no Linux. — Foto: Reprodução/Microsoft

Recuperação de arquivos
De acordo com a Microsoft, a nova ferramenta de recuperação de arquivos, o Windows File Recovery, pode ser usado para recuperar arquivos apagados no computador ou em mídias removíeis, como cartões SD e pen drives.
No momento, o software precisa ser usado com comandos – ele não tem uma interface gráfica que pode ser usada com o mouse. Por essa razão, é recomendado apenas para usuários avançados.
Quem tiver dificuldade pode recorrer a programas gratuitos de outros desenvolvedores, como o Recuva, que têm interfaces gráficas e são mais fáceis de usar.

Microsoft já teve produto antivírus para Linux e Mac
Embora o lançamento de um antivírus da Microsoft para sistemas concorrentes possa parecer estranho, esta não é a primeira vez que a empresa se aventura em soluções de segurança para diversas plataformas.

Depois do Microsoft Anti-Virus mantido de 1993 a 1996 para o MS-DOS, a Microsoft voltou ao mercado com a aquisição do romeno RAV Antivirus em 2003. Nos anos seguintes, a Microsoft adquiriu um anti-spyware chamado Giant e a Sybari, uma empresa especializada em fornecer sistemas de segurança multiplataforma.

Com essas aquisições e tecnologias, a Microsoft chegou a oferecer antivírus para outros sistemas por meio do "System Center Endpoint Protection". Esse produto, que era compatível com Linux e Mac, foi descontinuado no fim de 2018.

Criado como Windows Defender ATP em 2017, a nova versão empresarial do antivírus da Microsoft trocou de nome em março de 2019 e passou a se chamar "Microsoft Defender ATP". A troca, que afasta a associação do produto com o Windows, coincidiu com o lançamento do Defender para macOS, o sistema usado pela Apple em MacBooks.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------

terça-feira, 30 de junho de 2020

Bife à base de plantas é produzido por impressora 3D em negócio de start-up israelense

= =---____------- ===  ------                                    --________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________--------- ====  --                                ---------____---= =


A Redefine Meat primeiro testará seu "Alt-Steak" em restaurantes de luxo este ano antes de lançar suas impressoras 3D em escala industrial para distribuidores de carne em 2021.   
= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =
Por Reuters  
30/06/2020 19h08  Atualizado há 3 horas 
Postado em 30 de junho de 2020 às 22h15m

      * Post.N. -\- 3.779 *  
    .__-___________    ____--____________________________  ____________  ____________  _________     ____--________  _______-
Chef de cozinha corta pedaço de um bife à base de planta produzido por uma start-up israelense — Foto: Amir Cohen/Reuters
Chef de cozinha corta pedaço de um bife à base de planta produzido por uma start-up israelense — Foto: Amir Cohen/Reuters

A startup israelense Redefine Meat planeja lançar impressoras 3D para produzir bifes à base de plantas no próximo ano, em uma tentativa de capturar uma fatia do mercado de rápido crescimento de alternativas à carne.

Os substitutos da carne são cada vez mais populares entre os consumidores preocupados com o bem-estar animal e o meio ambiente, aumentando as vendas da Beyond Meat, Impossible Foods e Nestlé.

As vendas de alternativas à carne podem atingir 140 bilhões de dólares até 2029, cerca de 10% do mercado mundial de carne, de acordo com o Barclays.

A Redefine Meat, com sede em Rehovot, ao sul de Tel Aviv, primeiro testará seu "Alt-Steak" em restaurantes de luxo este ano antes de lançar suas impressoras 3D em escala industrial para distribuidores de carne em 2021.
Técnico de alimentação um bife à base de planta feito por uma impressora 3D — Foto: Amir Cohen/Reuters
Técnico de alimentação um bife à base de planta feito por uma impressora 3D — Foto: Amir Cohen/Reuters

"Você precisa de uma impressora 3D para imitar a estrutura do músculo do animal", disse o presidente-executivo, Eshchar Ben-Shitrit, à Reuters.

As máquinas poderão imprimir 20 quilos por hora e, eventualmente, centenas, a um custo menor do que a carne de verdade.

Fundada em 2018, a empresa captou 6 milhões de dólares no ano passado em uma rodada de investimentos liderada pela CPT Capital, investidora da Beyond Meat e da Impossible Foods. A Hanaco Venture Capital e o grupo alemão de aves PHW também investiram na empresa.

Pratos feitos com "carnes" de base vegetal produzidas por start-up israelense — Foto: Amir Cohen/Reuters
Pratos feitos com "carnes" de base vegetal produzidas por start-up israelense — Foto: Amir Cohen/Reuters

"O mercado está definitivamente aguardando uma inovação em termos de melhoria da textura", disse Stacy Pyett, que gerencia o programa Proteins for Life na Wageningen University & Research, na Holanda.

Ela disse que a impressão 3D é uma tecnologia que compete para melhorar a textura da carne alternativa, mas "ter novas tecnologias ... não necessariamente resolve o problema do sabor".
Alimento tenta imitar aparência de bife de carne — Foto: Reuters
Alimento tenta imitar aparência de bife de carne — Foto: Reuters

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------