Total de visualizações de página

sábado, 1 de agosto de 2020

'Deus invisível': quem é o hacker acusado de roubar informações de 300 empresas em 44 países

= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =


A identidade do hacker Fxmsp só ficou conhecida há poucas semanas. Ele é acusado de invadir sistemas de empresas — inclusive brasileiras — e roubar informações sigilosas e vender acessos na internet. 
= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =
Só se sabia de três coisas sobre ele:
  1. Fxmsp era seu apelido na internet;
  2. Ele era chamado de "Deus invisível" das redes;
  3. Ele havia roubado informações fundamentais de dentro de mais de 300 empresas em 44 países.
Seu apelido ganhou fama em 2019 depois que ele ofereceu — em troca de dinheiro — uma forma de acessar os servidores das três principais empresas de segurança cibernética do mundo, a McAfee, a Symantec e a Trend Micro.

E é isso: não se sabia seu nome nem sua nacionalidade, apesar de ser um dos hackers mais populares do mundo.

No entanto, nas últimas semanas, após uma extensa investigação, a empresa de segurança Group-IB não apenas revelou os detalhes de como Fxmsp conseguiu invadir os sistemas dessas companhias, como também divulgou seu nome real: Andrey Turchin, de 37 anos, cidadão do Cazaquistão.

O Grupo IB acrescentou que Turchin havia vendido a eles, por US$ 1,5 milhão (R$ 7,8 milhões), todas as informações roubadas e os segredos para violar sistemas corporativos.
Essa revelação forçou a Justiça do Estado de Washington, nos Estados Unidos, não apenas a confirmar o nome de Fxmsp, mas também a revelar que ele foi acusado de vários crimes contra diferentes organizações no país.

"Turchin é membro de um grupo cibercriminoso muito ativo e motivado financeiramente, composto por estrangeiros que invadem as redes de computadores de uma ampla gama de entidades corporativas, instituições educacionais e governos em todo o mundo, incluindo os Estados Unidos", observa o relatório divulgado em um comunicado do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
"Apesar de seus métodos bastante simples, Fxmsp conseguiu acesso a essas empresas e também anunciou e vendeu esse acesso não autorizado aos sistemas protegidos de suas vítimas", acrescentou o comunicado.
Até agora, o paradeiro de Turchin é desconhecido.
Mas sua ação não se limita apenas aos Estados Unidos. Segundo o Grupo IB, Turchin atuou também na América Latina, principalmente no México, Colômbia, Brasil, Porto Rico e Equador.

Mas o que se sabe sobre Turchin e suas ações? E por que ele foi chamado de "deus invisível" das rede?

'Lampeduza'
Embora Turchin tenha se tornado conhecido no ano passado após a divulgação dos códigos de acesso das principais empresas de cibersegurança, sua atividade começou a ser percebida a partir de 2016.

Naquela época, de acordo com o Grupo-IB e documentos revelados pelo Departamento de Justiça dos EUA, Turchin — ou o misterioso Fxmsp — era um hacker inexperiente, mas com notável capacidade de obter documentos protegidos por códigos de segurança.
No entanto, em meados de 2017, Turchin aumentou sua aposta: revelou os dados de acesso a sistemas de alguns hotéis e das redes corporativas de bancos.
"Isso foi inédito. Foi a primeira vez que um hacker desconhecido revelou os detalhes de acesso de milhares de sites de informações protegidos por sistemas complexos de segurança", revela o documento do Group-IB enviado à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

"E em menos de dois anos, ele deixou de ser um hacker que não sabia o que fazer com o acesso que conseguiu para virar uma pessoa que revelou os grandes segredos de empresas como a McAfee", acrescenta o documento.

Seu modus operandi se baseou em oferecer não apenas as informações subtraídas, mas também o acesso e o código-fonte desses sistemas de segurança a preços que variavam de US$ 300 mil a um milhão de dólares.

"Muitas transações foram feitas por meio de algum intermediário, permitindo que compradores interessados testassem o acesso às redes por um período limitado: eles podiam para verificar a qualidade e a confiabilidade do acesso ilegal", observa o relatório do Departamento de Justiça dos EUA.

Outra questão marcante foi seu slogan de vendas. Juntamente com outra pessoa conhecida pelo nome de usuário "Lampeduza", ele afirmava que aqueles que comprassem esses acessos se tornariam "os deuses invisíveis da rede".

Por isso, começaram a chamá-lo de "Deus invisível".
"Depois de obter acesso aos dispositivos, o Fxmsp geralmente desativava o antivírus e o firewall existentes e, em seguida, criava contas adicionais. Depois, prosseguia com a instalação de outras formas de acesso", observa o relatório do Grupo-IB.
A queda
Apesar de sua popularidade, especialmente depois de fornecer os acessos e os códigos-fonte de três das maiores empresas de segurança cibernética do mundo, ninguém sabia a verdadeira identidade de Fxmsp, nem de onde operava.

Mas a verdade é que, no caminho da fama e do dinheiro, ele cometera vários erros, o que deixou pistas que tornaram sua identificação possível.

"Nos primeiros dias, ele começou a vender informações do governo em fóruns na internet, revelando que havia violado uma das regras de hackers russos: não invadir o governo ou as empresas russas", explica o relatório.

"Ao tentar vender esses dados, ele foi expulso desses fóruns. E esse erro, que ele não cometeu novamente, foi uma das pistas que ele deixou para que eles pudessem identificá-lo."

A partir daí, foi possível encontrar o nome por trás do "deus invisível" das redes, bem como seu país de residência.

Embora a investigação do Grupo-IB tenha indicado que Turchin havia atacado quase 135 empresas em áreas tão diversas quanto hotéis, bancos, mineração, escritórios do governo, o Departamento de Justiça esclareceu que havia mais de 300 empresas afetadas.

O relatório também destacou que Turchin parou de atuar nas redes após a publicação de seu pseudônimo, em 2019.

Agora, ele enfrenta acusações de conspiração, duas acusações de fraude e abuso do uso do computador (hacking), conspiração por cometer fraude eletrônica e fraude por acesso ilícito a dispositivos.

Mas, apesar do fato de não haver tratado de extradição entre os EUA e o Cazaquistão, a investigação contou com o apoio das autoridades do país asiático, o que pode ser um indicador de que Turchin mais cedo ou mais tarde enfrentará um julgamento.

"Discutimos o caso com as autoridades do Cazaquistão. Esperamos que essa colaboração que tivemos na investigação possa ajudar Andrew Turchin a enfrentar a Justiça", disse Brian Moran, promotor do Estado de Washington, em entrevista à revista Forbes.

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Apple ultrapassa Saudi Aramco como empresa listada mais valiosa do mundo

= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =


Ações da Apple atingiram recorde nesta sexta-feira (31) depois da divulgação de forte resultado trimestral. 
= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =
Por Reuters  
31/07/2020 17h01 Atualizado há 3 horas
Postado em 31 de julho de 2020 às 20h05m

  * Post.N. -\- 3.810 *  

Segunda geração do iPhone SE lançada pela Apple nos EUA — Foto: DivulgaçãoSegunda geração do iPhone SE lançada pela Apple nos EUA — Foto: Divulgação

As ações da Apple atingiram recorde nesta sexta-feira (31) depois da divulgação de forte resultado trimestral, o que ajudou a empresa norte-americana a brevemente ultrapassar a petrolífera Saudi Aramco como a companhia mais valiosa do mundo.

As ações da Apple subiam mais de 7%, a cerca de US$ 412 por ação, levando seu valor de mercado a US$ 1,762 trilhão, de acordo com a contagem de ações fornecida pela Apple ao mercado nesta sexta-feira.

A Saudi Aramco, que foi a empresa de capital aberto mais valiosa desde a listagem no ano passado, tinha valor de mercado de US$ 1,760 trilhão, com base no preço das ações no fechamento do último pregão, segundo dados da Refinitiv.

Depois que a Apple recomprou US$ 16 bilhões em ações no trimestre encerrado junho, a empresa possuía 4.275.634.000 ações em circulação em 17 de julho, segundo o documento.

Com a alta desta sexta-feira, a Apple acumula valorização de cerca de 40% no ano, com investidores apostando que ela e outras grandes empresas de tecnologia dos EUA emergirão da pandemia de coronavírus mais fortes do que as rivais menores.

No balanço trimestral, a Apple anunciou um desdobramento de ações de uma para quatro que entrará em vigor em 31 de agosto. O desdobramento será o primeiro da Apple desde 2014.
Gigantes da tecnologia participam de audiência histórica no Congresso americano
Gigantes da tecnologia participam de audiência histórica no Congresso americano
------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Mercado Livre e PayPal anunciam integração em pagamentos no Brasil e no México

= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =


Com a parceria, cerca de 346 milhões de clientes da carteira digital poderão comprar produtos de mais de 500 mil vendedores da plataforma de vendas online. 
= =---____------- ===  ----                                            -----________::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::________                       --------- ====  -----------____---= =
Por Reuters  
30/07/2020 12h54  Atualizado há 2 horas
Postado em 30 de julho de 2020 às 15h00m

  * Post.N. -\- 3.809 *  
PayPal: companhia anuncia parceria com o Mercado Livre — Foto: Getty ImagesPayPal: companhia anuncia parceria com o Mercado Livre — Foto: Getty Images

Mercado Livre e PayPal anunciaram nesta quinta-feira (30) a integração dos serviços de meios de pagamento das companhias no Brasil e no México.

Até meados de agosto, o PayPal estará disponível nos dois países como opção de pagamento para o comércio online que aceita Mercado Pago, braço de pagamentos do Mercado Livre.

Segundo as companhias, com a integração, cerca de 346 milhões de clientes do PayPal poderão comprar produtos em cerca de 500 mil vendedores do Mercado Livre online.

A diretora sênior do PayPal no Brasil, Paula Paschoal, disse à Reuters que a escolha pelos dois países deveu-se ao tamanho dos mercado e também "por ambos terem uma população muito grande de desbancarizados".
Na prática, brasileiros e mexicanos que acessarem o Mercado Livre de outros países poderão usar o PayPal como meio de pagamento nas compras. E estrangeiros que fizerem compras no marketplace do Mercado Livre de qualquer lugar com entrega no Brasil e no México também poderão usar o PayPal para pagamento.

Num primeiro momento, a parceria estará disponível apenas para transações realizadas via web, via celular ou computador, e será disponibilizada via app até o fim de setembro. Para os vendedores do Mercado Pago, o PayPal estará disponível com um novo meio de pagamento via check-out online.

Em dezembro passado, o Mercado Livre já havia permitido que usuários de seu serviço de pagamentos Mercado Pago no Brasil e no México fizessem transações no restante do mundo pelo PayPal, meses após esta ter se comprometido a investir US$ 750 milhões no Mercado Livre.

Segundo o vice-presidente do Mercado Pago, Tulio Oliveira, a parceria deve se aprofundar nos próximos meses, para incluir cada vez mais transações, incluindo remessas internacionais, por exemplo.

VÍDEO: veja a revolução do pagamento digital na China

'Expresso Futuro': veja a revolução do pagamento digital na China
'Expresso Futuro': veja a revolução do pagamento digital na China

------++-====-----------------------------------------------------------------------=================---------------------------------------------------------------------------------====-++------