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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Samsung revela detalhes do dobrável Galaxy Z Fold 2, seu smartphone mais caro da história

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Modelo tem tela interna flexível e painel extra na parte de fora. Será vendido nos EUA ao equivalente a R$ 10.700, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.  
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Por G1  
01/09/2020 11h10 Atualizado há 4 horas
Postado em 01 de setembro de 2020 às 15h15m

  * Post.N. -\- 3.836 *  
Samsung Galaxy Z Fold 2 reduziu as bordas da tela em relação ao antecessor. — Foto: Reprodução/SamsungSamsung Galaxy Z Fold 2 reduziu as bordas da tela em relação ao antecessor. — Foto: Reprodução/Samsung

A Samsung revelou nesta terça-feira (1º) detalhes, preço e disponibilidade do Galaxy Z Fold 2, seu novo smartphone dobrável.

O aparelho será vendido inicialmente nos Estados Unidos, com pré-venda começando hoje e envios programados para 18 de setembro. O preço sugerido é de US$ 1.999 (R$ 10.755, na cotação atual). A marca ainda não divulgou preço e data de venda para o Brasil.

É o smartphone mais caro já lançado pela Samsung. O Galaxy Z Fold 2 tem especificações de última geração, incluindo suporte à tecnologia 5G, mas seu destaque é a tela flexível.

O modelo dobrável tem dois painéis, ambos com a tecnologia AMOLED.
Na parte de dentro há um display de 7,6 polegadas, com foco no uso multitarefas e que pode ser utilizado parcialmente dobrado. Uma de suas novidades em relação ao modelo anterior é a taxa de atualização de 120 Hz, que deixa as animações mais fluidas.

Por fora há uma tela de 6,2 polegadas, para visualizar notificações e responder mensagens sem precisar abrir o celular.

É possível tirar selfies de três maneiras: com uma das três câmeras traseiras, usando o aparelho aberto; com a câmera que fica na tela interna ou com o sensor que fica em cima da tela externa. Ou seja, no total são 5 câmeras.

O Galaxy Z Fold 2 é o terceiro dobrável da Samsung. O primeiro foi o Galaxy Fold, anunciado no começo de 2019 e que tinha um formato maior, parecido com um tablet.
Depois, em fevereiro de 2020, a marca lançou o Galaxy Z Flip, com formato menor e que lembrava os aparelhos flip de antigamente.
Galaxy Z Fold 2 dobrado — Foto: Reprodução/SamsungGalaxy Z Fold 2 dobrado — Foto: Reprodução/Samsung

O novo aparelho é uma evolução do Galaxy Fold, mas também pega emprestado algumas características do Galaxy Z Flip.

O modelo diminuiu as bordas ao redor das telas, tanto na parte interna quanto externa, e aprimorou sua dobradiça que pode ser posicionada em diferentes ângulos.

A promessa é que a tela não fique marcada após dobrá-la, graças a duas peças plásticas que evitam que as superfícies do display flexível entre em contato direto quando o celular fica fechado.

Não é um dispositivo tão leve e fino como smartphones tradicionais, além de ser mais pesado e grosso do que a geração anterior.
O Galaxy Z Fold 2 pesa 282 gramas (contra 263 gramas do Galaxy Fold) e pode chegar a 16,8mm de espessura quando dobrado (versus 15,5mm do Fold). Aberto ele é fininho: 6,9 mm.
Tela exterior do Galaxy Z Fold 2 — Foto: Reprodução/SamsungTela exterior do Galaxy Z Fold 2 — Foto: Reprodução/Samsung

A fabricante mudou parte do design em relação ao seu antecessor, que teve seu lançamento adiado por um problema de projeto – a tela poderia quebrar se uma película fosse removida.

A Samsung ainda não revelou previsão para a chegada do novo smartphone no Brasil. O Galaxy Fold foi lançado no país em janeiro de 2020 por R$ 12.999, enquanto o Galaxy Flip chegou no mês seguinte com preço sugerido de R$ 8.999.

As telas flexíveis são destaque do segmento dos celulares, que há alguns anos não apresenta grandes inovações de hardware.
Apesar do fator novidade, elas lembram muito a época dos modelos flip dos anos 2000 – tanto que a Motorola reviveu o Razr V3, sensação de 15 anos atrás, com um modelo dobrável.

Outras marcas como a Huawei e a Royole também lançaram smartphones com telas flexíveis, apostando no formato mais próximo do Galaxy Z Fold 2, que se transforma em uma espécie de tablet.

Ficha técnica
  • Tela interna: 7,6 polegadas;
  • Tela externa: 6,2 polegadas;
  • Câmera traseira: Tripla, todos os sensores com 12 MP. Uma lente ultra-angular, outra grande-angular e uma telefoto (com zoom óptico de 2x);
  • Câmera frontal da tela maior: 10 MP;
  • Câmera da tela menor: 10MP;
  • Processador: Snapdragon 865+ (nos EUA);
  • Memória RAM: 12 GB;
  • Armazenamento: 256 GB;
  • Capacidade da bateria: 4.500 mAh;
  • Sistema operacional: Android 10.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Elon Musk: bilionário divulga avanços em seu plano para conectar nossos cérebros a computadores

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Em apresentação na sexta, Musk disse que uma de suas empresas faz pesquisas para dar "superpoderes" aos seres humanos. 
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Por BBC  
30/08/2020 18h19 Atualizado há um dia
Postado em 31 de agosto de 2020 às 19h00m

  * Post.N. -\- 3.835 *  
Conectar o cérebro humano a uma máquina é uma meta muito ambiciosa — Foto: Getty Images/BBCConectar o cérebro humano a uma máquina é uma meta muito ambiciosa — Foto: Getty Images/BBC 

Imagine poder gravar suas recordações em um computador, diretamente de seu cérebro, e vê-las novamente quando quiser? Ou mesmo "baixá-las" para outro corpo?

Esse é o futuro que o empresário bilionário Elon Musk imagina e que a tecnologia desenvolvida por sua startup de neurociência, a Neuralink, poderia ajudar a tornar realidade, segundo ele.

Musk divulgou uma prévia dos avanços feitos peça empresa na sexta-feira, e chamou a iniciativa de "jornada para capacitar humanos com superpoderes."
Os pesquisadores, diz Musk, conseguiram conectar um porco a um computador por dois meses implantando um chip do tamanho de uma moeda em seu cérebro.

A empresa diz que o objetivo final é implantar esse tipo de dispositivo no órgão mais complexo do ser humano para ajudar a curar doenças como o Alzheimer; ou permitir que pessoas com doenças neurológicas controlem telefones ou computadores com a mente.
Elon Musk  — Foto: Getty Images/G1Elon Musk — Foto: Getty Images/G1

No entanto, a maior ambição da empresa, cofundada por Musk em 2016 e com sede em San Francisco, nos Estados Unidos, concentra-se em abrir as portas para o que Musk chama de "cognição super-humana".

As pessoas precisam se fundir com a inteligência artificial (IA), argumenta o empresário, em parte para evitar um cenário em que a IA se torne tão poderosa que destrua a raça humana.

A apresentação

Na apresentação de sexta-feira (28), Musk descreveu o sensor Neuralink, com cerca de 8 milímetros de diâmetro (menor que a ponta de um dedo), como um "Fitbit em seu crânio, com pequenos fios".

O dispositivo desenvolvido pela empresa consiste em uma pequena sonda que contém mais de 3 mil eletrodos conectados a fios flexíveis e mais finos que um fio de cabelo humano. A sonda pode monitorar a atividade de mil neurônios cerebrais — o cérebro humano tem cerca de 86 bilhões de neurônios.

O empresário mostrou o robô que a empresa usa para introduzir esses fios nas áreas do cérebro responsáveis ​​pelas funções motoras e sensoriais enquanto o animal receptor está sob anestesia local.
Um dos objetivos da empresa é combater algumas doenças neuronais — Foto: Getty Images/BBCUm dos objetivos da empresa é combater algumas doenças neuronais — Foto: Getty Images/BBC

O empresário apresentou o que descreveu como "uma demonstração dos três porquinhos", entre eles Gertrude, o animal que durante dois meses recebeu o chip na parte do cérebro que controla o focinho.

Musk mostrou ao público como um computador exibia a atividade cerebral do animal ao se conectar com o dispositivo.

O dispositivo pode ser removido, disse Musk, citando como exemplo a outra porca, Dorothy, que recebeu o implante e depois teve o dispositivo retirado. Ele disse ainda ter implantado dois dispositivos em outros porcos.

"Todos estão saudáveis, felizes e sem diferenças em relação a um porco normal", afirmou.
Os testes mais recentes do dispositivo foram feitos em porcos — Foto: NeuralinkOs testes mais recentes do dispositivo foram feitos em porcos — Foto: Neuralink

O neurologista da Universidade de Stanford, Sergey Stavisky, considerou que a empresa alcançou "um progresso significativo e admirável" desde sua última apresentação, há um ano, e mostrou os benefícios de ter uma equipe multidisciplinar trabalhando para atingir esse objetivo, informou a agência Reuters.

No último avanço divulgado, a empresa afirmava que havia testado o dispositivo em um macaco, que era capaz de controlar um computador com seu cérebro.

Outros especialistas fora da empresa também elogiaram os avanços de Musk, embora tenham pedido cautela, considerando que estudos mais longos são necessários para determinar a durabilidade do dispositivo e suas consequências.

A professora associada de medicina física e reabilitação da Universidade de Pittsburgh, Jennifer Collinger, descreveu o projeto de Musk como "uma tecnologia verdadeiramente revolucionária no difícil espaço da tecnologia médica".

"O Neuralink tem recursos suficientes e, o mais importante, uma equipe de cientistas, engenheiros e médicos trabalhando em prol de um objetivo comum, o que dá (ao projeto) grandes chances de sucesso", disse ela em entrevista à BBC.
No entanto, ela fez ressalvas.

"Mesmo com esses recursos, o desenvolvimento de dispositivos médicos leva tempo e a segurança precisa ser uma das principais prioridades, então suspeito que esse processo levará mais tempo do que a meta que eles estabeleceram", afirma.

De fato, no relatório de sexta, Musk mostrou uma alteração no cronograma dos testes em humanos — que ele havia dito anteriormente que começariam este ano.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Faturamento de lojas online no Brasil cresce 47% no 1º semestre de 2020, maior alta em 20 anos

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E-commerce recebeu 90,8 milhões de pedidos no 1º semestre do ano, alta de 39% em comparação com o período anterior, de acordo com pesquisa da Ebit/Nielsen.  
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Por G1  
28/08/2020 11h09 Atualizado há 05 horas
Postado em 28 de agosto de 2020 às 16h15m

  * Post.N. -\- 3.834 *  
E-commerce fatura mais durante a pandemia. — Foto: Rupixen/PixabayE-commerce fatura mais durante a pandemia. — Foto: Rupixen/Pixabay

O faturamento de lojas online cresceu 47% no 1º semestre de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019. É a maior alta do setor em 20 anos, conforme um levantamento da Ebit/Nielsen.

As vendas chegaram a R$ 38,8 bilhões entre janeiro e junho de 2020, contra R$ 26,4 bilhões dos mesmos meses de 2019.

O número foi impulsionado pelo crescimento dos pedidos, que saltou 39%. Foram 90,8 milhões de compras no 1º semestre do ano.

A alta reflete a busca dos consumidores por compras na internet durante a pandemia: 7,3 milhões de brasileiros compraram pela primeira vez no e-commerce.

A pesquisa indica que 41 milhões de pessoas são consumidoras ativas do comércio eletrônico no país.
O pico das compras pela internet aconteceu entre os dias 05 de abril e 28 de junho, o auge das restrições de circulação nas cidades brasileiras.

Esse período registrou 70% de aumento no faturamento e no número de pedidos, na comparação com os mesmos dias de 2019.
Um segmento que viu a demanda subir durante a pandemia foi a de aplicativos de delivery.

A Ebit/Nielsen ouviu 2.140 consumidores entre os dias 1 e 13 de julho deste ano e 72% deles disseram que começaram a usar ou estão usando mais apps de delivery. O principal motivo é não precisar sair de casa.

Faturamento dos segmentos
Houve crescimento de faturamento em praticamente todos os segmentos durante este semestre em relação ao período de 2019:
  • Informática: 101%;
  • Construção e ferramentas: 100%;
  • Departamento: 90%;
  • Esportivo: 63%;
  • Perfumaria: 51%;
  • Farmácia: 42%;
  • Casa e decoração: 33%;
  • Roupas/calçados: 32%;
  • Autosserviço (inclui hipermercados, supermercados): 18%;
Por outro lado, três áreas registraram quedas no faturamento. Desses, lojas focadas especificamente em alimentos (incluindo hortifrúti e suplementos alimentares) tiveram subida de 15% no número de pedidos, mas viu faturamento cair 1%.
  • Automotivos (acessórios): -52%
  • Bebidas: -13%
  • Alimentos: -1%
Outros destaques da pesquisa
  • O valor médio das compras subiu 6%, de R$ 404 (1º semestre de 2019) para R$ 427 (1º semestre de 2020);
  • O prazo de entrega médio foi de 11,3 dias, mais do que os 10,6 dias de 2019;
  • A taxa de pedidos entregues fora do prazo foi de 14%, no ano passado tinha sido de 12%;
  • A região Nordeste teve crescimento no faturamento em 107%;
  • Os marketplaces já representam 78% do total do e-commerce brasileiro;
  • Dos 41 milhões de consumidores ativos do e-commerce, 58% compraram pelo menos quatro vezes ao longo do semestre e 20% realizaram mais de dez pedidos no período.
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