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sexta-feira, 13 de novembro de 2020

WhatsApp entra com ação contra empresas por envio de mensagens em massa

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Plataforma diz que prática fere termos de serviço do aplicativo.  
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Por G1  
13/11/2020 11h24 Atualizado há 4 horas
Postado em 13 de novembro de  2020 às 15h35m

  *.- Post.N. -\- 3.877 -.*  

Blog mostra o que fazer caso o WhatsApp não consiga receber e enviar informações pelo Wi-Fi. — Foto: REUTERS/Thomas White
Blog mostra o que fazer caso o WhatsApp não consiga receber e enviar informações pelo Wi-Fi. — Foto: REUTERS/Thomas White

O WhatsApp anunciou nesta sexta-feira (13) que entrou com ações contra as empresas VB Marketing e Autland por envio de mensagens em massa, o que, segundo a plataforma, não é permito pelos termos de serviço do aplicativo.

Na última quarta-feira, o Tribunal de Justiça de São Paulo deu parecer favorável ao pedido do WhatsApp em duas ações. Uma delas é contra a VB Marketing.

A outra tem como rés as empresas Tersi & Cia Ltda., Eliandro Tersi - EPP e Eliandro Tersi. A Autland não é citada nesse processo.

Nas decisões, a Justiça proíbe as citadas de "desenvolver, distribuir, promover, operar, vender e ofertar serviços de envio de mensagens em massa pelo WhatsApp" em um prazo de 24 horas.

Os juízes Paula da Rocha e Silva Formoso e Eduardo Palma Pellegrinelli afirmam que há "indícios de que todas as rés estariam violando limitação técnica do software da autora, utilizando-se da plataforma desenvolvida para encaminhar mensagens em massa de seus clientes a terceiros e deixando, assim, de se utilizar das modalidades de serviços da autora especificamente voltados ao uso comercial plataforma, violando ainda seus termos de uso."

Caso a decisão não seja cumprida, há multa diária de R$ 50 mil.

Outro lado

O G1 entrou em contato com as empresas citadas nos processos.

A VB Marketing disse: "até o momento não fomos formalmente intimados pelo Poder Judiciário a respeito da existência de nenhum processo dessa natureza. Assim que o fato ocorrer, nosso Departamento Jurídico irá analisar o processo e caso necessário elaborar a defesa, para os devidos fins legais", e que "não tem conhecimento e nem atividades em campanhas políticas".

Já a Autland afirmou que "não existe ação alguma de qualquer empresa contra a Autland", e que a Tersi & Cia Ltda. é a "produtora de softwares", enquanto a Autland é "comercializadora".

Eleandro Tersi, co-proprietário da Tersi, afirma que irá acatar "a decisão da lei, seja qual for".

WhatsApp nas eleições

A atuação jurídica do WhatsApp contra empresas de disparo de mensagens em massa faz parte da estratégia da empresa durante o período eleitoral. Veja algumas ações:

  • mensagens frequentemente encaminhadas possuem um ícone de lupa, que leva a uma busca no Google;
  • chatbot (software automatizado de respostas) em parceria com o TSE tira dúvidas sobre a votação. O eleitor deve adicionar o número: +55 61 9637-1078 na lista de contatos ou acessar o serviço pelo link: wa.me/556196371078;
  • stickers/figurinhas sobre a temática eleitoral para utilização no aplicativo;
  • mensagens enviadas em massa e utilização de robôs para automatizar disparos são proibidos no aplicativo (há um formulário para realizar denúncias de disparos em massa).

Além disso, o WhatsApp afirma que tem restringido o compartilhamento de conteúdos. Desde abril, quando limitou o encaminhamento de mensagens, a plataforma diz que houve redução de 70% no número de mensagens frequentemente encaminhadas pelo aplicativo.

VÍDEO: entenda como funcionam os disparos em massa no WhatsApp

Entenda como funcionam os disparos em massa
Entenda como funcionam os disparos em massa

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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Instagram inclui atalhos para Reels e Loja em sua tela inicial

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Botões na interface do aplicativo foram reposicionados, e função do app que concorre com o TikTok passou a ter mais destaque.  
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Por G1  
12/11/2020 14h49 Atualizado há uma hora
Postado em 12 de novembro de 2020 às 15h50m

  *.- Post.N. -\- 3.876 -.*  

Funções 'Reels' e 'Loja' ganharam abas dedicadas, na parte de baixo do aplicativo. Botão para adicionar fotos foi movido para cima. — Foto: Divulgação/Instagram
Funções 'Reels' e 'Loja' ganharam abas dedicadas, na parte de baixo do aplicativo. Botão para adicionar fotos foi movido para cima. — Foto: Divulgação/Instagram

O Instagram anunciou nesta quinta-feira (12) mudanças na tela inicial do seu aplicativo: o menu na parte de baixo irá exibir botões que levam para seções dedicadas ao Reels e à Loja.

O Reels permite a gravação de vídeos curtos com efeitos especiais e trilhas sonoras, em um formato muito parecido com o do aplicativo chinês TikTok.

A aba Loja mostra produtos de contas comerciais, e redirecionam as pessoas para as lojas virtuais.

Antes, essas duas seções do Instagram ficavam dentro da aba "Explorar", que tem como ícone uma lupa.

Com a atualização, a parte inferior do app passou a exibir atalhos para a tela inicial, o menu Explorar, os Reels, a Loja e o perfil.

O botão para publicar foto ou vídeo e a central de notificações foram para a parte de cima, ao lado do ícone que leva para as mensagens.

A novidade começa a valer hoje, em celulares Android e iPhones – o novo visual deve aparecer conforme atualizações do app forem instaladas.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Google Fotos vai deixar de ser ilimitado em junho de 2021

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Aplicativo sincroniza galeria do celular na nuvem com fotos e vídeos em alta definição, e até agora não ocupava espaço gratuito oferecido pelo Google. Arquivos que já estão salvos não serão afetados.  
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Por G1  
11/11/2020 15h55 Atualizado há 4 horas
Postado em 11 de novembro de 2020 às 20h00m

  *.- Post.N. -\- 3.875 -.*  

Google — Foto: Arnd Wiegmann/Reuterus
Google — Foto: Arnd Wiegmann/Reuterus

O Google anunciou nesta quarta-feira (11) que o Google Fotos não será mais ilimitado para fotos e vídeos em alta definição, começando em 1º junho de 2021.

Qualquer nova foto ou vídeo em alta qualidade (HD) que as pessoas enviarem para o aplicativo contarão para os 15 GB de armazenamento gratuitos da conta Google.

As imagens que forem guardadas até 1º junho de 2021 estão isentas dessa alteração, ou seja, não contarão para o limite de 15 GB.

O aplicativo permite que as pessoas sincronizem suas galerias, e liberem espaço no celular. Até agora, os usuários podiam enviar quantas imagens quisessem, desde que em alta definição.

Aqueles que guardam arquivos na qualidade original já consumiam esse espaço gratuito do Google.

A companhia adicionou uma ferramenta na aba "Armazenamento" do Google Fotos com uma estimativa de quanto tempo o armazenamento gratuito das pessoas pode durar.

Quem ultrapassar os 15 GB gratuitos (que são compartilhados entre todos os serviços da empresa, como o Google Drive e Gmail), e quiser continuar enviando imagens, precisará comprar mais espaço. Os preços variam de R$ 6,99 mensais (100 GB) a R$ 34,99 mensais (2 TB).

O Google disse que a mudança está relacionada com "a demanda por armazenamento, que cresce a cada dia".

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