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quinta-feira, 29 de abril de 2021

Instagram permite desligar vídeo e áudio durante transmissões ao vivo

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Participantes das lives na rede social vão poder escolher entre aparecer ou participar somente com a voz. Novidade deixa app com ferramentas que podem concorrer com o Clubhouse.
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Por G1

Postado em 29 de abril de 2021 às 15h10m

  *.- Post.N. -\- 4.017 -.*  

Instagram agora tem opção para desabilitar áudio ou vídeo durante as lives. — Foto: Divulgação/Instagram
Instagram agora tem opção para desabilitar áudio ou vídeo durante as lives. — Foto: Divulgação/Instagram

O Instagram anunciou nesta quinta-feira (29) que as pessoas terão a opção de desligar o vídeo e o áudio durante as transmissões ao vivo pela rede social.

O recurso se junto à ferramenta "salas ao vivo", lançada recentemente, e que permite que os usuários façam lives em conjunto, com até outras três pessoas.

O número de usuários que podem acompanhar a transmissão continua ilimitado.

Juntas, as novidades deixam o Instagram com ferramentas que podem concorrer com o Clubhouse, rede social por voz que reúne pessoas em sala de bate papo por áudio ao vivo.

Porém, ao contrário do que acontece na concorrência, os anfitriões de uma live no Instagram não poderão desabilitar o áudio ou vídeo de outros participantes – o controle é individual.

Popularidade de apps por voz

Os serviços de conversas por voz ganharam tração no início desse ano com a explosão do Clubhouse, o que atraiu os olhares de concorrentes.

O Twitter, por exemplo, disponibilizou no início de março o recurso de áudio "Spaces" para pessoas que usam Android.

O "Spaces" é um recurso em testes no Twitter, lançado em dezembro passado. Nele, usuários criam salas de áudio para bater papo ou reunir uma plateia em tempo real – ideia muito similar ao Clubhouse.

Em março, o Spotify anunciou a compra do Locker Room, um concorrente focado em conversas com fãs de esportes.

O próprio Facebook, dono do Instagram, anunciou em abril uma série de novidades de áudio, incluindo provável rival do Clubhouse.

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Samsung retoma da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones, diz consultoria

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Demanda por celulares ao redor do mundo cresceu 27% no 1º trimestre de 2021, segundo empresa de pesquisa de mercado Canalys.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 29 de abril de 2021 às 12h15m

  *.- Post.N. -\- 4.016 -.*  

Pessoas passam por anúncio do Samsung Galaxy S21 em uma estação de metrô em Seul, na Coreia do Sul, no dia 28 de abril de 2021. — Foto: AP Photo/Ahn Young-joon
Pessoas passam por anúncio do Samsung Galaxy S21 em uma estação de metrô em Seul, na Coreia do Sul, no dia 28 de abril de 2021. — Foto: AP Photo/Ahn Young-joon

A Samsung tomou de volta da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones do mundo, respondendo por um quinto das vendas globais no primeiro trimestre de 2021, disse a empresa de pesquisa de mercado Canalys.

A chinesa Xiaomi teve seu melhor desempenho trimestral de sua história: as remessas subiram 62%, para 49 milhões de celulares, e a fatia de mercado para 14%, levando-a para a terceira posição – atrás apenas de Samsung e Apple.

No geral, as vendas globais aumentaram 27%, para 347 milhões de unidades no primeiro trimestre, com a economia chinesa se abrindo após a pandemia e o rápido lançamento da vacina nos Estados Unidos elevando as esperanças de recuperação econômica.

A sul-coreana Samsung vendeu 76,5 milhões de smartphones no trimestre, e abocanhou 22% do mercado, disse a Canalys.

A empresa divulgou nesta quinta-feira um aumento de 66% no lucro trimestral em seu negócio de dispositivos móveis, graças às vendas robustas de sua linha de smartphones Galaxy S21.

A Canalys afirmou que a Apple vendeu 52,4 milhões de iPhones de janeiro a março, caindo para a segunda posição, com 15% de participação no mercado.

Esse resultado veio após a empresa impressionar os consumidores chineses no trimestre de dezembro com seu novo iPhone 12. A Apple afirmou na última quarta-feira que as vendas totais para a China quase dobraram.

As vendas de smartphones no trimestre de março para as marcas chinesas Oppo e Vivo também aumentaram, disse a Canalys.

A Huawei, ex-número 1 e que segue acorrentada pelas sanções dos EUA, ficou em sétimo lugar, com 18,6 milhões de unidades, depois de vender sua marca Honor no ano passado.

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terça-feira, 27 de abril de 2021

Como suspensão de aluna por post no Snapchat virou batalha por liberdade de expressão na Suprema Corte dos EUA

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Julgamento que deve começar nesta quarta-feira (28/4) vai decidir se as escolas têm o direito de punir seus alunos pelo que dizem fora de seus portões.
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TOPO
Por BBC

Postado em 27 de abril de 2021 às 13h30m

  *.- Post.N. -\- 4.015 -.*  

Postagem de Brandi Levy aos 14 anos ganhou significado maior: representa agora pauta judicial sobre o direito de expressão dos estudantes — Foto: ACLU via BBC
Postagem de Brandi Levy aos 14 anos ganhou significado maior: representa agora pauta judicial sobre o direito de expressão dos estudantes — Foto: ACLU via BBC

Num sábado, em uma loja de conveniência na cidade americana de Mahanoy City, uma adolescente de 14 anos descontou sua frustração por não ter sido escolhida como líder de torcida da sua escola postando palavrões e xingamentos na rede social Snapchat.

Quatro anos depois, Brandi Levy, agora com 18 anos, viu a confusão com sua antiga escola chegar à Suprema Corte dos Estados Unidos.

Espera-se que o julgamento do caso comece nesta quarta-feira (28/4), no qual será decidido se as escolas têm o direito de punir seus alunos pelo que dizem fora de seus portões. A pauta também coloca em questão a Primeira Emenda à Constituição americana, que protege o direito de expressão.

O que tinha na postagem, e como a escola reagiu?

Levy, então com 14 anos, postou o snap — uma combinação de foto e texto que desaparece após 24 horas — depois de receber a notícia de que não tinha sido escolhida para a equipe de líderes de torcida do seu colégio.

Ela aparecia com o dedo do meio levantado e um palavrão direcionado à equipe de líderes de torcida, aos treinadores e à escola.

A postagem foi registrada em print por um amigo e enviada a outra aluna, que era filha de uma das treinadoras da escola Mahanoy Area High School.

Levy foi suspensa da equipe por um ano.

Ela, então, processou seu o distrito escolar em Mahanoy, argumentando que a punição violava seu direito à liberdade de expressão.

Qual é o argumento da aluna?

Levy, agora com 18 anos, diz que a foto foi postada fora da escola e fora do horário de aula — o que significa que a escola não tinha autoridade para castigá-la por isso.

A liberdade de expressão dos alunos americanos é protegida por um caso histórico da Suprema Corte de 1969 — Tinker contra Des Moines Independent Community School District — quando os alunos usaram braçadeiras pretas para protestar contra a Guerra do Vietnã.

A Suprema Corte decidiu que a liberdade de expressão dos alunos é garantida, desde que não cause perturbação "material e substancial" na escola.

Quando o caso de Levy chegou ao Tribunal de Apelação no ano passado, o tribunal da Filadélfia decidiu a favor dela. A corte disse que a decisão de 1969 não deu aos funcionários da escola a autoridade para disciplinar os alunos por coisas que eles dizem fora do campus.

Levy disse à agência de notícias Associated Press: "Estou apenas tentando provar que jovens estudantes e adultos como eu não devem ser punidos por expressar seus próprios sentimentos e deixar que os outros saibam como se sentem".

O que a escola diz?

Após a decisão do Tribunal de Apelação no ano passado, o distrito escolar pediu à Suprema Corte para assumir o caso.

A escola argumenta que geralmente adota punições contra os alunos por causa da manifestações que acontecem fora do campus — e que nos últimos tempos isso se tornou ainda mais importante, pois o ensino remoto devido à pandemia de Covid-19 alterou os limites do que é considerado fora e dentro da escola.

A escola também diz que, como a postagem no Snapchat de Levy foi enviada para seus amigos da escola e outras líderes de torcida, ela afetou diretamente a comunidade escolar.

A direção argumenta que uma decisão a favor da adolescente tornaria mais difícil para as escolas policiarem o bullying, o racismo e o assédio que ocorrem fora do horário escolar nas redes sociais.

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