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terça-feira, 4 de maio de 2021

Transferência de dinheiro pelo WhatsApp começa a funcionar no Brasil; veja como usar

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Recurso está disponível somente para pessoas físicas. Cada tipo de operação, de envio ou recebimento, não pode passar de R$ 5.000 por mês, e o limite de transação é de R$ 1.000 por vez.
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Por Alessandro Feitosa Jr, G1

Postado em 04 de maio de 2021 às 17h35m

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Pagamentos no WhatsApp: 5 pontos sobre o serviço
Pagamentos no WhatsApp: 5 pontos sobre o serviço

O WhatsApp começou a liberar nesta terça-feira (4) a opção de transferir dinheiro para usuários brasileiros.

O recurso vai aparecer "gradualmente" nas próximas semanas para todas as pessoas, segundo o aplicativo. É preciso atualizá-lo em sua loja de apps, seja do iPhone ou de celulares Android.

"Vamos começar devagar, uma pequena porcentagem das pessoas vão ver o recurso e quem enviar dinheiro automaticamente vai convidar amigos e familiares para usá-lo também", disse Matt Idema, chefe de operações do aplicativo, ao G1.

Por enquanto, as transações só funcionam entre pessoas físicas.

Os pagamentos para empresas serão ativados após aprovação do Banco Central, mas ainda não há uma previsão para que isso aconteça.

Não serão cobradas taxas pelas transferências, mas há limite para o envio e o recebimento de dinheiro pelo aplicativo:

  • as pessoas podem enviar até R$ 1.000 por transação – é possível mandar mais de R$ 1.000 por dia, mas em transferências separadas;
  • cada usuário pode receber até 20 transferências por dia;
  • há um limite de R$ 5.000 por mês para cada tipo de operação, ou seja, R$ 5.000 para recebimentos e outros R$ 5.000 para envio.

Para usar o recurso, é preciso ter uma conta bancária com cartões de débito, pré-pago ou combo com as bandeiras Visa ou Mastercard de um desses bancos: Banco do Brasil, Banco Inter, Bradesco, Itaú, Mercado Pago, Next, Nubank, Sicredi ou Woop Sicredi.

Cartões de crédito não são válidos.

As instituições podem estabelecer um limite menor para as transferências, segundo o WhatsApp. Alguns dos bancos também vão enviar links com convites para acessar o recurso.

Quem ultrapassar os valores permitidos receberá um aviso e precisará esperar até o 1º dia do mês seguinte para começar a receber ou enviar pagamentos novamente.

  • Como enviar ou receber dinheiro pelo WhatsApp?
Pagamentos no WhatsApp estão disponíveis a partir do campo de mensagens. — Foto: Divulgação/WhatsApp
Pagamentos no WhatsApp estão disponíveis a partir do campo de mensagens. — Foto: Divulgação/WhatsApp

A opção de transferência no WhatsApp fica no ícone de "clipe de papel" (Android) ou "+" (iPhone) no campo de mensagens, o mesmo em que aparecem as opções de enviar uma imagem, documento, localização ou contato.

  1. Toque no ícone de "clipe de papel" (Android) ou "+" (iPhone) e escolha a opção "Pagamento";
  2. Insira o valor e uma mensagem opcional;
  3. Aperte em "Pagar" e coloque o PIN (senha) do Facebook Pay;
  4. A transação vai aparecer como se fosse uma mensagem na conversa do WhatsApp, e a pessoa precisa aceitar o pagamento. Depois, o dinheiro cairá na conta dela.

Se for a primeira vez usando o serviço, será preciso aceitar os termos de uso, criar um PIN (senha) do Facebook Pay, cadastrar um cartão pré-pago ou de débito de uma das instituições parceiras e confirmar o cadastro na plataforma.

Caso o contato não tenha habilitado o recurso de pagamentos do WhatsApp, uma notificação vai pedir para que ela cadastre o cartão no sistema para receber a transferência – isso precisa ser feito em até 2 dias, caso contrário o valor é reembolsado.

Para fazer as transferências no WhatsApp, as pessoas precisam ter um número de telefone do Brasil. Somente transações dentro do país e em moeda local são autorizadas.

O processamento das transações é feito pela Cielo e a ferramenta é habilitada a partir do Facebook Pay, serviço da empresa que é dona do WhatsApp.

Com mais de 120 milhões de usuários no Brasil, o WhatsApp é alvo frequente de golpes como clonagem ou roubo de contas.

Questionado sobre como o aplicativo se preparou para proteger os usuários, o executivo Matt Idema disse ao G1 que ao fazer o cadastro para pagamentos existem "vários passos para assegurar a pessoa é a dona da conta bancária que está sendo associada ao WhatsApp".

"As transferências e pagamentos são protegidos por várias camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria em dispositivos compatíveis", afirmou a companhia em comunicado.

"Todas as vezes que algum dinheiro é enviado, é preciso autenticar a transação com uma senha ou com segurança biométrica do celular [impressão digital ou reconhecimento facial]", disse Idema.

Em caso de clonagem do aplicativo, quando um golpista instalar o WhatsApp em um celular diferente, será preciso inserir novamente os dados do cartão. 
Liberação do Banco Central

A ferramenta estrearia no Brasil em agosto de 2020, mas foi barrada pelo BC e pelo Cade para a avaliação de riscos concorrenciais e garantir funcionamento adequado do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).

Recentemente, a entidade garantiu ao Facebook, que é dono do WhatsApp, a autorização para funcionar como iniciador de pagamentos.

Essa modalidade permite que o consumidor dê uma ordem para que a instituição financeira em que é correntista realize o pagamento diretamente a outra pessoa, sem a necessidade de acessar o aplicativo do banco, com débito em sua conta de depósito ou de pagamento.

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segunda-feira, 3 de maio de 2021

'Todas as coisas deixam uma pegada digital', afirma executivo de empresa que extrai dados de celulares

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Cellebrite, fundada em Israel, que é polo de cibersegurança, oferece soluções para desbloqueio de celulares e recuperação de dados apagados, usadas pela polícia no caso Henry Borel. Apesar de restringir clientes, ONGs já apontaram que os produtos da empresa também foram utilizados em cenários questionáveis.
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Por Alessandro Feitosa Jr, G1

Postado em 03 de maio de 2021 às 11h45m

  *.- Post.N. -\- 4.021 -.*  

Aparelho UFED da Cellebrite, usado para extrair informações de celulares, no Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP-SC) — Foto: Divulgação/IGP-SC
Aparelho UFED da Cellebrite, usado para extrair informações de celulares, no Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP-SC) — Foto: Divulgação/IGP-SC

Um conjunto de programas de computador e equipamentos capaz de realizar perícias em celulares e extrair dados dos aparelhos para investigações. Esse é o produto vendido pela Cellebrite, empresa fundada em Israel, país referência em cibersegurança, que ganhou destaque nas investigações do caso do menino Henry Borel, que faria 5 anos nesta segunda-feira (3).

Essa não foi a primeira vez que os produtos da Cellebrite foram utilizados no Brasil: relatórios da Polícia Federal indicam que os equipamentos periciaram celulares na Operação Lava Jato e o próprio site da empresa destaca uma colaboração na Operação Enterprise, que investigou tráfico internacional de drogas.

Aliado em investigações de crimes, esse tipo de software também é alvo de polêmicas e preocupações de abusos de autoridades por causa de seu poderio – até mesmo dados apagados podem ser recuperados em algumas situações (veja mais abaixo).

O G1 entrevistou Mark Gambill, executivo de marketing da Cellebrite, que defendeu o uso dos equipamentos pelas autoridades.

"Se formos vítimas de um crime, gostaríamos que a polícia pudesse usar toda a tecnologia à disposição para descobrir quem fez isso e resolver o caso", afirmou.

Segundo ele, as soluções da empresa podem ser utilizadas em várias fases de investigação como coleta, análise e gerenciamento de informações.

"Em relação à tecnologia, todas as coisas deixam uma pegada digital", disse o executivo, se referindo à capacidade de recuperar informações apagadas.

Além de extrair dados de aparelhos, os softwares podem indicar trechos mais importantes utilizando inteligência artificial, por exemplo.

A companhia ficou famosa em 2016, quando ofereceu ao FBI a possibilidade de desbloquear o iPhone do terrorista Syed Farook, envolvido na ação que matou 14 pessoas e feriu 17 em San Bernardino, na Califórnia.

A informação de que a tecnologia da empresa foi usada não foi confirmada pela polícia dos EUA, mas desde então o uso de equipamentos da Cellebrite passou a chamar atenção – principalmente pelo fato de desbloquearem até smartphones da Apple, que têm boa reputação em segurança digital.

Os detalhes do funcionamento dos produtos são segredos comerciais – a companhia utiliza de brechas de segurança nos aparelhos para obter os acessos, o que incomoda desenvolvedores de aplicativos e sistemas operacionais.

Brechas de segurança

A utilização de vulnerabilidades é um dos pontos controversos dos equipamentos do gênero.

O NSO Group, outra empresa israelense que desenvolve soluções para extração de dados, ficou conhecido pelo software espião Pegasus-3, supostamente utilizado para invadir o celular do fundador da Amazon, Jeff Bezos.

Embora as empresas ofereçam soluções diferentes, o NSO Group afirma que também vende serviços voltados para governos e autoridades policiais.

A principal diferença é que a solução da Cellebrite exige acesso físico ao aparelho, enquanto a NSO criou um mecanismo de espionagem remoto.

Questionado sobre eventuais abusos no uso dessas ferramentas, Gambill afirmou que todos os clientes assinam um termo de uso e que todos os dados precisam obtidos por meio de um mandado judicial ou autorização voluntária do dono do aparelho.

"Nossa organização tem clientes ao redor do mundo, são quase 670 clientes, predominantemente autoridades públicas", disse o executivo.

Além de oferecer produtos para autoridades, a Cellebrite vende produtos para empresas, mas com finalidades diferentes. Entre os exemplos citados pelo executivo Mark Gambill estão auxílio em investigações sobre roubo de propriedade intelectual e acusações de assédio.

Usos polêmicos

Apesar das restrições previstas em contrato, investigações de ONGs já apontaram que os produtos da Cellebrite foram utilizados em cenários questionáveis.

Em 2017, o site americano "Vice" disse ter recebido um vazamento com informações relacionadas à Cellebrite – a companhia confirmou o incidente na época.

Segundo a publicação, os dados sugeriam que a companhia vendeu suas tecnologias para países como a Rússia, Emirados Árabes Unidos e Turquia – locais com histórico de desrespeito aos direitos humanos.

Uma reportagem do jornal americano "Washington Post" de 2019 mostrou que as ferramentas da empresa foram utilizadas em celulares de dois jornalistas da agência Reuters em Mianmar, de acordo com documentos e depoimento de um advogado de defesa.

As autoridades locais acusaram os repórteres de violarem leis de segredo de Estado depois de relataram violência contra a minoria muçulmana Rohingya do país.

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), ONG sediada nos EUA, relatou casos similares de buscas em celulares de jornalistas na Nigéria e em Gana, em 2019 e 2020, respectivamente.

"Trabalhamos estreitamente em Israel com o Ministério da Defesa que identifica países malfeitores. A mesma coisa vale nos EUA", disse Mark Gambill, da Cellebrite.

Ao G1, a companhia enviou uma lista de 29 países com os quais afirmou não fazer negócios, entre eles a Rússia, Turquia e Mianmar, que foram citados em reportagens internacionais.

Na América Latina, a Cellebrite disse não fazer negócios com Bolívia, Cuba e Venezuela.

"Temos um comitê de ética que está continuamente analisando este tipo de situação para ser o mais transparente possível e em uma situação improvável em que você tenha uma mudança de regime em um país", disse o executivo.

Ele afirmou ainda que a companhia desabilitou dispositivos em Hong Kong após a China apertar o cerco contra o movimento pró-democracia.

"Temos componentes dentro de nossa tecnologia que nos permitem, por falta de um termo técnico melhor, desligá-la", completou o executivo. 
Preocupação com abusos

A advogada especialista em direito digital Jacqueline Abreu destacou ao G1 os riscos de ferramentas poderosas como as da empresa.

"Em um país com instituições sólidas e mecanismos regulatórios que funcionam bem, há mais segurança de que o uso desse tipo de dispositivo será legítimo", disse.

"Mas essa é uma ferramenta que pode cair nas mãos de alguém que não é confiável. Mesmo em um país democrático pode permitir abusos", comentou.

Segundo ela, os critérios com os quais são deferidas ordens judiciais e de quebra de sigilo no Brasil "com muita frequência são frágeis".

"A partir do celular, você consegue acessar todo o tipo de aplicativo instalado, obter informações que estão na nuvem, armazenadas em servidores de empresas", afirmou.

A advogada usou como exemplo situações em que são necessárias ordens judiciais para que grandes empresas de tecnologia liberem informações relacionadas a e-mails. A partir das ferramentas de extração não seria mais preciso passar por esse trâmite, já que a conta estaria logada no aparelho.

Ela apontou ainda que os equipamentos de perícia como os da Cellebrite têm uso amplo em polícias dos Estados Unidos, mas ainda não há detalhes sobre o Brasil.

Abreu afirmou que o uso dos equipamentos da Cellebrite no país ganhou destaque em casos de grande repercussão, como na Lava Jato, nas investigações da morte da deputada Marielle Franco e na morte do menino Henry. Com isso, esse tipo de extração de dados pode ganhar apoio da opinião pública.

Porém, ela se preocupa com a banalização na extração dos dados – o que poderia, segundo a advogada, acarretar perseguições ou abusos das autoridades.

"É preciso pensar em políticas de uso [no Brasil]. De a polícia começar, por exemplo, a catalogar as instâncias em que utiliza esse tipo de informação extraída e que isso seja tornado público", disse.

"Além de regulamentações para dizer o que pode ou não pode se fazer com os dados obtidos a partir dos celulares, para que as informações não sejam mantidas ou alimentem um banco de dados", completou.

Expectativa de privacidade

O executivo da Cellebrite admitiu que há um dilema entre a expectativa de privacidade das pessoas e os serviços oferecidos pela empresa.

A companhia utiliza falhas de segurança para burlar proteções como bloqueios de tela e criptografia de informações.

Muitas fabricantes de aparelhos celulares, como a Apple, ressaltam os aspectos de segurança e privacidade de seus produtos. Parte do trabalho da Cellebrite é encontrar maneiras de superar essas medidas.

Gambill disse que a Apple é uma das empresas que estão tentando criar criptografias capazes de proteger a privacidade de dados e que compreende que esse é o trabalho deles, mas defende que sua empresa também tem uma missão.

"A Apple é uma empresa com a qual trabalhamos muito", afirmou o executivo, sem dar detalhes sobre as interações entre as companhias.

Ele contou que a companhia possui um comitê de ética responsável por discutir questões de privacidade e até mesmo com quais países a Cellebrite faz negócios.

"Acho que essa [a presença do comitê] é uma das formas de tentarmos encontrar esse equilíbrio é ter diálogos com indivíduos, com grupos que defendem a privacidade, entendendo as necessidades de uma comunidade", afirmou.

As vulnerabilidades utilizadas pela Cellebrite geralmente incomodam empresas que desenvolvem aplicativos e sistemas operacionais.

Em dezembro passado, a Cellebrite disse ter encontrado uma forma de acessar dados de mensagens do Signal, burlando medidas de segurança do aplicativo, que é famoso por elas.

No final de abril, o fundador e presidente-executivo do Signal, aplicativo de mensagens rival do WhatsApp e conhecido por suas opções de segurança e privacidade divulgou um texto em que expõe brechas em um dispositivo da Cellebrite.

O executivo do Signal disse que o UFED (Dispositivo de Extração Forense Universal, em tradução da sigla em inglês) possui "diversas vulnerabilidades" que poderiam "adulterar o dispositivo escaneado e os dados que poderiam ser acessados" – o que poderia comprometer a integridade de perícias.

O CEO do Signal disse estar disposto a revelar para a Cellebrite todas as falhas de segurança que encontrou, mas a empresa precisaria se comprometer revelar as brechas que usa para desbloquear celulares "agora e no futuro".

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domingo, 2 de maio de 2021

Google antecipa homenagem de Dia das Mães sem querer e retira Doodle do ar

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Plataforma disse que "corrigiu o problema" e "guardou homenagem" para o próximo domingo (9). Alguns usuários brasileiros tiveram acesso ao sistema, que permitia criar cartões virtuais.
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Por G1

Postado em 02 de maio de 2021 às 12h30m

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Doodle do Google permite criação de cartão virtual personalizado em homenagem ao Dia das Mães — Foto: Reprodução
Doodle do Google permite criação de cartão virtual personalizado em homenagem ao Dia das Mães — Foto: Reprodução

O Doodle do Google vai ajudar os internautas a presentear as mães, repetindo a ação criada e realizada no Dia das Mães de 2020, o primeiro em meio à pandemia de coronavírus.

Neste ano, a plataforma se antecipou à data, celebrada no Brasil no próximo domingo (9), e disponibilizou a ferramenta sem querer. Depois, o Doodle foi retirado do ar.

Hoje, pelo começo da manhã, alguns usuários brasileiros encontraram nossa página principal com o tradicional Doodle de Dia das Mães. Pedimos desculpas, já que no Brasil, diferente de outros países, a data é comemorada no segundo domingo de maio. Nosso time já corrigiu o problema e guardou a homenagem para o dia no qual a data é celebrada no país", disse o Google.

Como ficou a homenagem

Ao abrir a página de buscas, uma imagem na plataforma fazia uma homenagem ao evento.

Ao clicar na ilustração, o internauta podia criar um cartão virtual personalizado com alguns desenhos já disponibilizados na plataforma. Ao final, era possível escolher o compartilhamento e envio do presente para o e-mail ou redes sociais.

Doodle do Google permite criação de cartão virtual personalizado em homenagem ao Dia das Mães — Foto: Reprodução
Doodle do Google permite criação de cartão virtual personalizado em homenagem ao Dia das Mães — Foto: Reprodução

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