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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Twitter anuncia recurso de 'comunidades', que cria grupos na rede social

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Opção está em testes no iPhone e na versão web e será restrita por convites.
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Por G1

Postado em 08 de setembro de 2021 às 15h50m

  *.-  Post.N. -\- 4.128  -.* 

Ícone do Twitter, em smartphone — Foto: Thomas White/Reuters
Ícone do Twitter, em smartphone — Foto: Thomas White/Reuters

O Twitter anunciou nesta quarta-feira (8) a chegada do recurso "comunidades", que cria grupos na rede social.

A novidade ainda está em fase de testes, mas usuários de todos os países poderão participar desses espaços – apesar disso, somente contas que tuitam em inglês poderão administrá-los ou moderá-los.

A companhia disse as comunidades serão gerenciadas pelos próprios usuários e que, por enquanto, é necessário um convite para entrar. A criação dos primeiros espaços dependem de uma aprovação da plataforma.

Administradores e moderadores da uma comunidade terão convites ilimitados, enquanto os membros terão 5 oportunidades de chamar alguém.

As comunidades estarão disponíveis inicialmente no aplicativo para iPhone e na versão web, para computador. Segundo a plataforma, os telefones Android devem receber a novidade "em breve". 
Ao entrar em um grupo, as pessoas poderão escolher entre tuitar para toda a sua linha do tempo ou somente para uma comunidade específica – é preciso ter uma conta pública para participar.

Por isso, esses espaços não são privados – todas os usuários do Twitter poderão visualizar as interações. Haverá uma aba específica no aplicativo para acessar cada comunidade e filtrar os tuítes.

Outros testes

O Twitter tem lançado uma série de novos recursos, mas todos em fase de testes.

Na última terça-feira (7), a companhia anunciou dois experimentos: uma alteração na forma como as imagens e vídeos são exibidas na linha do tempo no iPhone e uma opção de "remover" um seguidor sem que ele seja notificado.

A primeira novidade já começou a aparecer para alguns usuários do telefone da Apple. O aplicativo removeu as bordas de conteúdos de mídia e deixou a visualização mais parecida com a do Instagram.

Já a opção de "remover" um seguidor está sendo liberada para algumas pessoas, somente na versão web.

A partir da lista de seguidores, os usuários podem acionar o recurso – não há uma notificação e o perfil removido pode voltar a seguir a conta a qualquer momento.

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TikTok supera YouTube em tempo médio de visualização nos EUA e Reino Unido, aponta relatório

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Levantamento da consultoria AppAnnie monitorou somente usuários do Android.
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Por G1

Postado em 08 de setembro de 2021 às 13h00m

  *.- Post.N. -\- 4.127 -.* 

Logo do aplicativo TikTok — Foto: Dado Ruvic/Reuters
Logo do aplicativo TikTok — Foto: Dado Ruvic/Reuters

Americanos e britânicos que usam o TikTok no Android passam mais tempo assistindo vídeos do aplicativo na comparação com aqueles que usam o YouTube, de acordo com um relatório da consultoria AppAnnie.

Nos EUA, o consumo de conteúdo no app chinês TikTok teve uma média mensal de 24 horas e 38 minutos para cada usuário. No YouTube, que pertence ao Google, a consumo médio foi de 22 horas e 40 minutos por mês.

No Reino Unido, a diferença foi maior: média de 26 horas de tempo de visualização por mês no TikTok, contra 16 horas no YouTube.

A AppAnnie não divulgou números sobre o uso das plataformas no Brasil.

Os dados foram coletados somente de celulares Android, que possuem 55,3% de participação de mercado nos EUA, contra 44,7% do iPhone, segundo dados da Kantar World Panel.

No Reino Unido, o Android representa 62% dos telefones, contra 37,6% do iPhone.

Apesar disso, os números mostram uma tendência de alta do TikTok, que foi o aplicativo mais baixado de 2020 ao redor do mundo, ultrapassando o Facebook.

TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários
TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários

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terça-feira, 7 de setembro de 2021

O carro futurista que 'come' poluição

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Automóvel tem aparência radicalmente diferente, mas os críticos não estão convencidos de que seja capaz realmente de ajudar o meio ambiente.
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TOPO
Por BBC

Postado em 07 de setembro de 2021 às 09h25m

  *.- Post.N. -\- 4.126 -.* 

O carro futurista que 'come' poluição
Getty Images via BBC 

Um carro que foi projetado para eliminar a poluição do ar enquanto é dirigido foi exibido no Festival de Velocidade de Goodwood, no Reino Unido.

Criado pelo designer britânico Thomas Heatherwick, o Airo deve entrar em produção na China em 2023 — e a ideia é fabricar um milhão deles.

O design radical pretende abordar não apenas a questão da poluição, mas também ajudar a resolver a "crise espacial" evidenciada pela pandemia de covid-19.

Os críticos não estão convencidos, no entanto, de que o automóvel possa ser mais do que um carro-conceito.

Apesar de ter desenhado a nova versão do icônico ônibus Routemaster de Londres, Heatherwick é mais conhecido por projetos arquitetônicos, como a sede do Google na Califórnia e em Londres.

Ele disse à BBC que embora nunca tivesse projetado um carro antes, ficou intrigado com o briefing do projeto.

"Quando eu cresci, os valores do design eram manifestados por meio dos carros, fosse o [Ford] Sierra dos anos 1980, o [Fiat] Panda, algumas ideias importantes estavam surgindo por meio dos carros."

"Quando fomos abordados pela IM Motors na China, dissemos que não éramos designers de automóveis, e eles falaram: 'É por isso que queremos vocês'."

O carro — que foi apresentado pela primeira vez no salão de Xangai em abril — tem um grande teto de vidro, e seu interior foi projetado para se parecer com uma sala, com cadeiras ajustáveis ​​que podem ser transformadas em camas e uma mesa de centro destinada a reuniões ou refeições.

O interior do Airo pretende ser mais uma sala do que um carro — Foto: Getty Images via BBC
O interior do Airo pretende ser mais uma sala do que um carro — Foto: Getty Images via BBC

O volante está escondido no painel, e o exterior do veículo é texturizado, com uma série de ondulações ou saliências.

"Os fabricantes de automóveis estão se atropelando para fazer carros elétricos, mas um carro elétrico novo não deve ser apenas outro com um visual diferente", diz Heatherwick.

Além de querer refletir o fluxo de ar sobre o carro com seu exterior ondulado, a grade frontal será equipada com um filtro de ar que "coletará o equivalente a uma bola de tênis de material particulado por ano", acrescenta ele à BBC.

"Pode não parecer muito, mas pense em uma bola de tênis em seus pulmões. Isso contribui para limpar o ar, e com um milhão de veículos só na China, faz diferença."

Incorporar esta tecnologia é "o próximo estágio de desenvolvimento", segundo ele.

Está previsto que tenha tanto um modo autônomo quanto controlado pelo motorista.

"Não consigo ver como este carro pode dar uma contribuição significativa para resolver os vários problemas associados à posse e uso de automóveis", diz à BBC Peter Wells, professor de negócios e sustentabilidade no centro de pesquisa da indústria automotiva da Cardiff Business School, no País de Gales.

"A contribuição desse carro para a limpeza do ar de nossos poluídos centros urbanos seria tão pequena que seria impossível medir."

"Isso fica logo evidente se você comparar o volume de ar que provavelmente passará pelo sistema de filtragem do carro com o volume total de ar."

Nova sala?

A segunda grande ideia por trás do design do carro é como um espaço alternativo para uso dos proprietários.

"A covid levantou a questão da crise de espaço. Muitos de nós vivemos em apartamentos e casas e precisamos de mais espaço, de um escritório ou espaço para estudo", diz Heatherwick.

Com um bilhão de carros no mundo que são usados ​​por cerca de apenas 10% do tempo, há espaço para eles se tornarem "imóveis valiosos", completa.

Ele se inspirou nos assentos de primeira classe dos aviões, que são usados ​​"para dormir, comer, se divertir e trabalhar".

"O carro se torna um espaço comum quando não se está dirigindo."

O veículo deve ser vendido por cerca de 40 mil libras (aproximadamente R$ 287 mil— algo que Heatherwick descreveu como "um luxo nada louco".

Wells não acredita que o carro possa ser produzido em sua forma atual.

"A indústria automobilística tem um longo histórico de empolgação em torno dos carros-conceito, mas a transição para a produção — se é que acontece — geralmente significa que os recursos empolgantes são substituídos por algo mais mundano, capaz de ser fabricado, prático no uso e econômico."

"Não é uma fantasia", defende Heatherwick.

"A ideia toda era que não fosse um carro-conceito, por isso estamos trabalhando com um fabricante e nos concentramos nas ideias que podem acontecer."

Ele admite, no entanto, que o design "pode ​​simplificar um pouco" quando entrar em produção.

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