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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Apple deve permitir que desenvolvedores ofereçam meios alternativos de pagamentos, decide Justiça dos EUA

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Determinação é favorável para Epic Games, desenvolvedora do jogo 'Fortnite', e pode gerar impactos em indústria bilionária. Empresas ainda podem recorrer.
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Por G1

Postado em 10 de setembro de 2021 às 15h45m

  *.-  Post.N. -:- 4.130  -.* 

Fachada da loja da Apple em Manhattan, em Nova York, em 21 de julho de 2015 — Foto: REUTERS/Mike Segar
Fachada da loja da Apple em Manhattan, em Nova York, em 21 de julho de 2015 — Foto: REUTERS/Mike Segar

A Justiça dos EUA ordenou nesta sexta-feira (10) que a Apple altere as regras de sua loja de aplicativos, a App Store, e permita que desenvolvedores ofereçam links e opções alternativas de pagamentos para a realização de assinaturas e compra de itens digitais.

A determinação é favorável à Epic Games, criadora do game 'Fortnite', que processou a fabricante do iPhone, e pode gerar impactos em indústria bilionária.

A decisão deve ser cumprida em até 90 dias, mas ambas as empresas ainda podem recorrer – para reverter o quadro ou para garantir uma vitória maior.

As companhias começaram a disputa em agosto, quando a Epic Games tentou contornar uma taxa de 30% que a Apple cobra por todas as transações feitas nos apps. Em resposta, a fabricante do iPhone retirou o game da loja.

A juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers determinou que a Apple deve permitir que os desenvolvedores incluam botões ou links em seus aplicativos que direcionem os usuários a métodos alternativos de pagamento.

Dessa forma, os criadores de aplicativos não precisarão pagar as taxas de 15% ou 30% que a Apple cobra pelas transações feitas via iPhones e iPads.

A empresa da maçã gerou uma receita de aproximadamente US$ 64 bilhões em 2020 com essas transações, de acordo com uma estimativa da emissora americana CNBC.

Outros pedidos realizados pela Epic Games no caso não foram atendidos pela Justiça dos EUA, como forçar a Apple a permitir lojas de aplicativos alternativas em seu sistema operacional.

A juíza entendeu que a Epic não conseguiu demonstrar que a Apple tem um monopólio ilegal desse mercado, mas que mostrou que a fabricante do iPhone possuía "condutas anticompetitivas" sob as leis da Califórnia.

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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Facebook apresenta óculos inteligentes que fazem fotos e vídeos

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Acessório foi criado em parceria com a Ray-Ban, tem câmera e permite ouvir música ou atender chamadas. Ideia similar já foi explorada pelo Snapchat, com Spectacles.
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Por G1

Postado em 09 de setembro de 2021 às 15h45m

  *.-  Post.N. -:- 4.129  -.* 

Conheça os Ray-Ban Stories, 'óculos inteligentes' desenvolvidos pelo Facebook
Conheça os Ray-Ban Stories, 'óculos inteligentes' desenvolvidos pelo Facebook

O Facebook anunciou nesta quinta-feira (9) um par de óculos inteligentes, criado em parceria com a marca Ray-Ban. O acessório tem duas câmeras que permitem capturar fotos e fazer vídeos de até 30 segundos.

Chamado Ray-Ban Stories, o produto custará a partir de US$ 299 (R$ 1.570, na cotação atual).

Ele será vendido inicialmente nos Estados Unidos, na Austrália, no Canadá, na Irlanda, na Itália e no Reino Unido em 20 modelos diferentes. A empresa não revelou se pretende vendê-lo no Brasil.

Óculos com câmeras parecidos com esse foram lançados em 2016 pelo Snapchat, aplicativo que o Facebook tentou comprar quando a onda dos posts que sumiam estava em seu auge.

Ray-Ban Stories, os 'óculos inteligentes' do Facebook — Foto: Divulgação
Ray-Ban Stories, os 'óculos inteligentes' do Facebook — Foto: Divulgação

Os comandos para os óculos inteligentes são enviados por meio da assistente de voz do Facebook e os materiais gravados podem ser acessados por meio de um aplicativo para iPhone ou celulares Android.

As fotos e os vídeos podem ser compartilhadas em diversas redes sociais pelo app, inclusive em concorrentes como Twitter, TikTok e Snapchat.

Segundo a empresa, a bateria dura cerca de 6 horas "em uso moderado", sem dar detalhes do que considera moderado.

Privacidade

Os óculos foram "desenvolvidos com a privacidade em mente", nas palavras do Facebook. Quando uma pessoa estiver com a câmera ativa, LEDs ao redor do sensor ficarão acesos.

Existe ainda um botão para desabilitar o microfone e a câmera, como há em alto-falantes inteligentes.

Há diferentes versões dos óculos, que custarão US$ 299 — Foto: Divulgação
Há diferentes versões dos óculos, que custarão US$ 299 — Foto: Divulgação

"Por padrão, os óculos inteligentes Ray-Ban Stories coletam dados necessários para que seus óculos funcionem", escreveu a companhia.

Entre esses dados estão o status da bateria, endereço de e-mail e senha e a conexão Wi-Fi.

A rede social vai solicitar o compartilhamento de dados adicionais, o que é opcional. Entre as informações estarão número de imagens capturadas ou quanto tempo você é gasto filmando.

Sem realidade aumentada

Esse compartilhamento de dados adicional vai ser importante para o Facebook dar o próximo passo nesse mercado de óculos inteligentes.

A companhia avisou que o produto ainda não tem capacidades de realidade aumentada, tecnologia que exibe animações e outros elementos gráficos através das lentes, mas que a intenção é lançar isso no futuro.

"Vemos a realidade virtual e aumentada como a próxima plataforma de computação", escreveu a companhia.

Imagem mostra um protótipo dos 'óculos inteligentes' do Facebook e os componentes presentes na haste — Foto: Divulgação
Imagem mostra um protótipo dos 'óculos inteligentes' do Facebook e os componentes presentes na haste — Foto: Divulgação

Esse avanço vai depender do desenvolvimento de tecnologias de telas cada vez mais finas e menores, além de processamento computacional para gerar esses gráficos em tempo real. Além disso, os dados coletados a partir dos Ray-Ban Stories devem auxiliar esse desenvolvimento.

Outras grandes empresas já apostaram no conceito de óculos inteligentes com realidade aumentada, como o Google, que em 2013 lançou um protótipo para o público. O projeto, no entanto, não decolou.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Twitter anuncia recurso de 'comunidades', que cria grupos na rede social

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Opção está em testes no iPhone e na versão web e será restrita por convites.
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Por G1

Postado em 08 de setembro de 2021 às 15h50m

  *.-  Post.N. -\- 4.128  -.* 

Ícone do Twitter, em smartphone — Foto: Thomas White/Reuters
Ícone do Twitter, em smartphone — Foto: Thomas White/Reuters

O Twitter anunciou nesta quarta-feira (8) a chegada do recurso "comunidades", que cria grupos na rede social.

A novidade ainda está em fase de testes, mas usuários de todos os países poderão participar desses espaços – apesar disso, somente contas que tuitam em inglês poderão administrá-los ou moderá-los.

A companhia disse as comunidades serão gerenciadas pelos próprios usuários e que, por enquanto, é necessário um convite para entrar. A criação dos primeiros espaços dependem de uma aprovação da plataforma.

Administradores e moderadores da uma comunidade terão convites ilimitados, enquanto os membros terão 5 oportunidades de chamar alguém.

As comunidades estarão disponíveis inicialmente no aplicativo para iPhone e na versão web, para computador. Segundo a plataforma, os telefones Android devem receber a novidade "em breve". 
Ao entrar em um grupo, as pessoas poderão escolher entre tuitar para toda a sua linha do tempo ou somente para uma comunidade específica – é preciso ter uma conta pública para participar.

Por isso, esses espaços não são privados – todas os usuários do Twitter poderão visualizar as interações. Haverá uma aba específica no aplicativo para acessar cada comunidade e filtrar os tuítes.

Outros testes

O Twitter tem lançado uma série de novos recursos, mas todos em fase de testes.

Na última terça-feira (7), a companhia anunciou dois experimentos: uma alteração na forma como as imagens e vídeos são exibidas na linha do tempo no iPhone e uma opção de "remover" um seguidor sem que ele seja notificado.

A primeira novidade já começou a aparecer para alguns usuários do telefone da Apple. O aplicativo removeu as bordas de conteúdos de mídia e deixou a visualização mais parecida com a do Instagram.

Já a opção de "remover" um seguidor está sendo liberada para algumas pessoas, somente na versão web.

A partir da lista de seguidores, os usuários podem acionar o recurso – não há uma notificação e o perfil removido pode voltar a seguir a conta a qualquer momento.

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