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segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Aplicativo OneDrive deixará de funcionar nos Windows 7 e 8 em 2022

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Ainda será possível, no entanto, fazer o acesso via navegador de web.
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Por g1

Postado em 08 de novembro de 2021 às 15h55m

  • Post. N. - 4.190

Aplicativo OneDrive deixará de funcionar nos Windows 7, 8 e 8.1 — Foto: Rafael Miotto/g1
Aplicativo OneDrive deixará de funcionar nos Windows 7, 8 e 8.1 — Foto: Rafael Miotto/g1

A Microsoft anunciou que o aplicativo OneDrive, de armazenamento em nuvem, deixará de funcionar nos sistemas Windows 7, 8 e 8.1 em 2022. Ainda será possível, no entanto, fazer o acesso via navegador de web.

De acordo com a empresa, o objetivo é focar em softwares mais atualizados, que oferecem mais segurança. Veja como será o cronograma:

  • 1º de janeiro de 2022: as atualizações do OneDrive não serão mais fornecidas em computadores com Windows 7, 8 e 8.1;
  • 1º de março de 2022: arquivos pessoais não serão mais sincronizados no aplicativo.

A Microsoft recomenda aos usuários que façam a atualização do Windows para as versões 10 ou 11.

Para máquinas que não atendem aos requisitos desses sistemas, a empresa indica fazer backup e proteger seus arquivos, enviando-os manualmente para o OneDrive na web e continuar a acessar.

SAIBA MAIS
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Acesso estendido para 'business'

Para quem usa o serviço businnes do OneDrive, o acesso ao aplicativo será o mesmo do ciclo de vida de cada versão do Windows. O Windows 7 e o Windows 8.1 têm suporte estendido até 10 de janeiro de 2023, enquanto o Windows 8 chegou ao fim do suporte em 12 de janeiro de 2016.

Saiba o que mudou no Windows 11:

VÍDEO: Windows 11 - O que há de novo no sistema da Microsoft
VÍDEO: Windows 11 - O que há de novo no sistema da Microsoft

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Primeira mulher chinesa a caminhar no espaço

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Wang e mais dois colegas foram lançados ao espaço em outubro em uma missão de 6 meses para instalações e testes na estação espacial chinesa, a Tiangong, que deve ficar pronta no ano que vem.
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Por g1

Postado em 08 de novembro de 2021 às 10h55m

  • Post. N. - 4.189 
Na imagem, divulgada pela Agência de Notícias Xinhua, da China, uma foto de uma tela mostra a astronauta chinesa Wang Yaping realizando atividades fora do módulo central Tianhe, no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, no domingo (7). Wang Yaping se tornou a primeira mulher chinesa a caminhar no espaço, como parte de uma missão de 6 meses à estação espacial do país. — Foto: Guo Zhongzheng/Xinhua via AP
Na imagem, divulgada pela Agência de Notícias Xinhua, da China, uma foto de uma tela mostra a astronauta chinesa Wang Yaping realizando atividades fora do módulo central Tianhe, no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, no domingo (7). Wang Yaping se tornou a primeira mulher chinesa a caminhar no espaço, como parte de uma missão de 6 meses à estação espacial do país. — Foto: Guo Zhongzheng/Xinhua via AP

A astronauta Wang Yaping se tornou a primeira mulher chinesa a fazer uma caminhada espacial, no domingo (7), anunciaram nesta segunda-feira (8) as autoridades do país asiático. Ela também é a primeira mulher a entrar na nova estação espacial chinesa, a Tiangong.

Wang e mais dois colegas estão em uma missão de 6 meses para instalações e testes na estação. Eles foram lançados ao espaço em outubro.

A astronauta e um colega, Zhai Zhigang, deixaram o módulo principal da estação, o Tianhe, na noite de domingo, passando mais de seis horas do lado de fora instalando equipamentos e realizando testes ao lado do braço de serviço robótico da estação, de acordo com a Agência Espacial Tripulada da China.

Conheça o James Webb, telescópio da Nasa criado para captar as primeiras galáxias do Universo

Astronautas  Ye Guangfu, Zhai Zhigang e Wang Yaping acenam em cerimônia antes do lançamento do foguete Longa Marcha-2F Y13, levando a espaçonave Shenzhou-13 com eles na segunda missão tripulada da China para construir sua própria estação espacial. Cerimônia foi no Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na província chinesa de Gansu, no dia 15 de outubro. — Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters
Astronautas Ye Guangfu, Zhai Zhigang e Wang Yaping acenam em cerimônia antes do lançamento do foguete Longa Marcha-2F Y13, levando a espaçonave Shenzhou-13 com eles na segunda missão tripulada da China para construir sua própria estação espacial. Cerimônia foi no Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na província chinesa de Gansu, no dia 15 de outubro. — Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters

O terceiro membro da tripulação, Ye Guangfu, piloto do exército, ajudou de dentro da estação. A missão está programada para ser o período mais longo no espaço para os astronautas chineses, que são a segunda tripulação a visitar estação permanente. Uma equipe anterior que visitou a Tiangong retornou à Terra em setembro, após três meses na estação.

Missão

Wang – que é pilota e coronel do exército chinês – e Zhai, um ex-piloto de combate – já haviam viajado para as estações espaciais experimentais da China, hoje aposentadas. Zhai conduziu a primeira caminhada espacial do país há 13 anos.

A astronauta Wang Yaping fala em uma reunão antes do lançamento do foguete Longa Marcha-2F Y13, transportando a espaçonave Shenzhou-13 com três astronautas na segunda missão tripulada da China para construir sua própria estação espacial, no Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na, China, no dia 14 de outubro — Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters
A astronauta Wang Yaping fala em uma reunão antes do lançamento do foguete Longa Marcha-2F Y13, transportando a espaçonave Shenzhou-13 com três astronautas na segunda missão tripulada da China para construir sua própria estação espacial, no Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na, China, no dia 14 de outubro — Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters

O módulo Tianhe "harmonia dos céus", em chinês – entrou em órbita este ano e deve estar operacional em 2022. Ele será conectado no ano que vem a mais duas seções: a Mengtian ("sonhando com os céus") e Wentian ("busca pelos céus").

Quando concluída, a estação pesará cerca de 66 toneladas – bem menor que a Estação Espacial Internacional, que lançou seu primeiro módulo em 1998 e pesa cerca de 450 toneladas.

Três caminhadas espaciais estão planejadas para instalar o equipamento na preparação para a expansão da estação. A tripulação também vai avaliar as condições de vida no módulo Tianhe e conduzirá experimentos em medicina espacial e outros campos.

Astronauta chinesa Wang Yaping ajusta o capacete espacial durante treinamento em Pequim em 2013. — Foto: Reuters
Astronauta chinesa Wang Yaping ajusta o capacete espacial durante treinamento em Pequim em 2013. — Foto: Reuters

A expectativa é que a Tiangong ("palácio dos céus", ou "palácio celestial", em chinês) fique pronta no ano que vem. O programa espacial militar da China planeja enviar várias tripulações à estação nos próximos dois anos para torná-la totalmente funcional.

A Tiangong é a empreitada mais recente no esforço da China de virar uma potência espacial, depois de enviar um veículo a Marte e sondas à Lua

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domingo, 7 de novembro de 2021

Brasileiros elogiam velocidade da internet 5G no exterior, mas ainda não viram a esperada 'revolução'

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Saiba o que diz quem já usou a nova geração de banda larga móvel nos Estados Unidos, Japão e Suíça. Leilão realizado nesta semana definiu empresas que vão operar tecnologia no Brasil.
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Por Rafael Miotto, g1

Postado em 07 de novembro de 2021 às 16h25m

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Brasileiros contam como é usar o 5G no exterior — Foto: Arquivo Pessoal

O leilão da internet 5G, que aconteceu na última quinta (4) e na sexta (5), abriu caminho para a nova tecnologia chegar de vez ao Brasil. Ela já é uma realidade em alguns países, mas ainda levará um tempo para que as operadoras instalem a infraestrutura necessária para que nova banda larga funcione aqui.

Com a conexão ultrarrápida, a previsão é de muitas novidades: carros que podem dirigir sozinhos, cirurgias feitas à distância e uma infinidade de dispositivos ligados à internet ao mesmo tempo.

Brasileiros que vivem em Japão, Estados Unidos e Suíça contaram ao g1 como é poder usar o 5G no dia a dia. Para eles, o que chama mais atenção é a grande velocidade da internet, mas a esperada "revolução" ainda não aconteceu.

        Aumenta 'vício' e pega até no Alasca

          A arquiteta Camila Delvaz, de 35 anos, mora em Nova York e usa o 5G desde novembro passado. Ela aprova a nova tecnologia e diz que consegue ver filmes e seriados na qualidade máxima sem precisar se conectar ao wi-fi.

          "O negativo é aumentar o vício em se manter conectada", diz. Em viagens nos Estados Unidos, ela já passou por Utah, Arizona, Nevada e até o remoto estado do Alasca.

          "Eu fiquei impressionada, para ser sincera, que pegou em muito mais lugares do que eu imaginava", afirma Camila.

          A arquiteta Camila Delvaz usou 5G até no Alasca — Foto: Arquivo pessoal / Camila Delvaz
          A arquiteta Camila Delvaz usou 5G até no Alasca — Foto: Arquivo pessoal / Camila Delvaz

          Ela comenta que o sinal tem alguns "buracos" em regiões mais desabitadas, mas não é algo exclusivo do 5G. "Não pegava em todos os lugares, mas não apenas o 5G. Isso acontece em regiões onde o celular não funciona", explica.

          Vivendo em uma rotina de viagens entre Nova York e Miami, o economista e diretor de RH Daniel Rodrigues Ribeiro, de 34 anos, começou a usar a tecnologia neste ano, e ainda sente falhas.

          "Ele [o 5G] é mais rápido, quando pega. Ainda é uma tecnologia muito nova, e a cobertura não é tão boa como a do 4G, que já está em todos os lugares", conta o brasileiro.

          O economista e diretor de RH, Daniel Rodrigues Ribeiro, de 34 anos, diz que 5G é bem rápido — Foto: Arquivo Pessoal / Daniel Ribeiro
          O economista e diretor de RH, Daniel Rodrigues Ribeiro, de 34 anos, diz que 5G é bem rápido — Foto: Arquivo Pessoal / Daniel Ribeiro

          Restrito a grandes cidades no Japão

          A falta de uma cobertura em toda a área de um país não é exclusividade dos EUA. Brasileiros que vivem no Japão relatam que por lá a tecnologia ainda tem foco nas grandes cidades.

          "Quando estou trocando de região, para uma em que não funciona 5G, a internet dá uma falhada quando volta para o 4G", conta a influencer Isabella Borrego, de 24 anos. Ela vive em Kanagawa, na região metropolitana de Tóquio.

          Influencer Isabella Borrego, de 24 anos, diz que sinal pode falhar quando muda para o 4G  — Foto: Arquivo pessoal / Isabella Borrego
          Influencer Isabella Borrego, de 24 anos, diz que sinal pode falhar quando muda para o 4G — Foto: Arquivo pessoal / Isabella Borrego

          Em Oizumi, na província de Gunma, a 70 km da capital japonesa, a quinta geração de banda larga móvel ainda não chegou, conta a também influencer Aline Duarte, de 26 anos.

          Ao contrário dos EUA, onde os preços se mantiveram os mesmos, segundo os entrevistados, no Japão houve algum aumento de valor para usar o 5G.

          "Mudou coisa de mil e pouco ienes [mais de R$ 50] para ter o chip com 5G", diz Aline.

          A influencer Aline Duarte, de 26 anos, não consegue usar o 5G em cidade a 70 km de Tóquio — Foto: Arquivo pessoal / Aline Duarte
          A influencer Aline Duarte, de 26 anos, não consegue usar o 5G em cidade a 70 km de Tóquio — Foto: Arquivo pessoal / Aline Duarte

          Mas faz tanta diferença assim?

          O cinegrafista Fábio Rogério Saheki, de 37 anos, morou no Japão por 20 anos e acaba de voltar ao Brasil. Ele acompanhou as evoluções tecnológicas do país asiático nas últimas décadas, inclusive a chegada do 5G.

          "Eu não senti muita diferença. Particularmente, o que senti é que vídeos do YouTube abriam mais rápido. Mas, realmente, não senti uma diferença grande, nada absurdo", comenta. "Para outras pessoas, que fazem um tipo de uso mais intenso de dados, pode ser que dê uma diferença".

          O cinegrafista Fábio Rogério Saheki, de 37 anos, morou no Japão por 20 anos, e viu chegada do 5G — Foto: Arquivo pessoal / Fábio Saheki
          O cinegrafista Fábio Rogério Saheki, de 37 anos, morou no Japão por 20 anos, e viu chegada do 5G — Foto: Arquivo pessoal / Fábio Saheki 

          Um dos primeiros efeitos para quem usa o 5G é chamada baixa latência da rede. É aquele tempo mínimo de resposta entre um aparelho e os servidores de internet – o "delay" que acontece em ligações em vídeo, quando é preciso esperar uns segundos até que a pessoa do outro lado veja e ouça o que falamos.

          Para o economista Daniel Ribeiro, que vive nos EUA, a tecnologia tem ajuda bastante no dia-dia. "Os vídeos são mais rápidos. Usamos muito Zoom e Teams. Nessas videoconferências, a ligação fica com maior qualidade", diz Daniel.

          No lugar do wi-fi

          Mesmo que o 5G seja muito potente e prometa velocidades maiores — de até 100 vezes em relação ao 4G —, a tendência é que a rede móvel sirva como um complemento ao wi-fi.

          O gestor de desenvolvimento de produtos Fernando Souza, que vive em Lucerna, na Suíça, tem "desapegado" de encontrar as redes de internet fixa.

          "Como positivo é não precisar de wi-fi para nada, nem mesmo para trabalho remoto onde quer que você esteja, como num café ou num parque", comenta Fernando.

          Ele não teve que trocar de aparelho para usar o 5G por já ter uma modelo acessível à conexão, mas a maior parte dos entrevistados precisou comprar novo smartphone compatível com a tecnologia (veja modelos que comportam o 5G à venda no Brasil).

          Fernando Souza, gestor de desenvolvimento de produtos, que vive em Lucerna, na Suíça, tem usado 5G no lugar do Wi-FI — Foto: Arquivo pessoal / Fernando Souza
          Fernando Souza, gestor de desenvolvimento de produtos, que vive em Lucerna, na Suíça, tem usado 5G no lugar do Wi-FI — Foto: Arquivo pessoal / Fernando Souza

          Uma transição para o '5G puro'

          A maioria dos locais em que a conexão 5G está disponível utiliza o padrão DSS (Compartilhamento Dinâmico de Espectro, da sigla em inglês), que oferece maiores velocidades, mas utiliza a infraestrutura existente do 4G. É o caso de algumas cidades brasileiras, por exemplo.

          O 5G DSS não chega a entregar o potencial máximo do 5G, que só é atingido com a instalação de uma infraestrutura para o 5G SA (standalone, ou autossuficiente, na tradução para o português).

          Isso explica o porquê de muitos avanços prometidos pela nova geração de banda larga ainda estarem "engatinhando". A Opensignal, empresa que analisa a qualidade das conexões de internet, disse ao g1 que a maioria das redes 5G SA estão na China e que há um investimento intenso da tecnologia nos Estados Unidos pela operadora T-Mobile.

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