O sensor principal do Moto Edge 20 Lite tem 108 megapixels, mas seu modo automático tira fotos a 12 megapixels
– isso ocorre porque a tecnologia usada na câmera "junta" vários pontos
em um, aumentando a área de captura de luz no sensor e o resultado é
uma imagem melhor.
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Moto Edge 20 Lite — Foto: Marcelo Brandt/g1
A segunda câmera é uma grande angular (com 8 megapixels de resolução) que também atua para tirar fotos no modo macro (a poucos centímetros do objeto) e a terceira é apenas um sensor de profundidade de 2 megapixels, para ajudar nas fotos de retrato.
A qualidade da câmera principal é muito boa, com imagens claras e nítidas. O modo noturno tende a deixar as imagens um pouco amareladas, dependendo da iluminação, ou com um pouco de granulação. Isso não é um problema para compartilhar fotos em redes sociais.
O Moto Edge 20 Lite não tem zoom óptico na câmera, apenas a lente grande angular, que permite inserir mais elementos à foto, ampliando a área de captura.
Já sua câmera frontal tem 32 megapixels, mas tira fotos a 8 megapixels.
Vem com um filtro de embelezamento ligado – porém, em seu nível mínimo.
O consumidor ajusta de acordo com seu gosto e necessidade.
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Câmera do Moto Edge 20 Lite: grande-angular é um bom extra — Foto: Henrique Martin/g1
O Moto Edge 20 Lite dividiu o pódio com o Moto G50 5G na categoria bateria, ficando em segundo lugar. Bateu 14h37 minutos de uso estimado, atrás das 19h14 do Moto G50 5G.
São quase 15 horas de uso para chegar a 20% de carga, mais que suficiente para passar um dia longe do carregador. Vale notar que o carregador do smartphone tem 30W de potência, o mais rápido entre os smartphones avaliados.
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Realme 8 5G é um dos celulares testados pelo g1 — Foto: g1
O Realme 8 5G também é um smartphone intermediário premium, com preço médio de R$ 2.300 na segunda semana de novembro nas lojas on-line. Foi o mais rápido nos testes de desempenho.
O Realme 8 5G traz uma tela de 6,5 polegadas, padrão na maioria dos
avaliados, pesa 185 gramas e tem 8,5 milímetros de espessura.
O sistema operacional é o Android 11, com a última atualização de segurança com data de outubro de 2021 – foi o único entre os telefones 5G avaliados com "update" mais recente de sistema.
A fabricante fornece dois anos de atualizações de segurança para seus aparelhos, mas não citou quantas atualizações de sistema vai oferecer. Isso pode causar incerteza sobre o futuro do suporte.
Para efeito de comparação, a Samsung oferece 4 anos de atualizações de
segurança e 3 atualizações de sistema operacional para quase todos seus
aparelhos mais recentes.
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Realme 8 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
O modelo avaliado pelo g1 veio com uma película aplicada na tela, uma capa plástica transparente para proteger o aparelho e o cabo USB-C com carregador rápido de 18W. Não incluiu fone de ouvido, mas tem entrada para os convencionais (padrão P2/3,5 mm).
Desempenho
A
melhor performance do Realme se deve ao fato de ele ser o único
aparelho da lista com 8 GB de memória RAM, já que os demais modelos
variam de 4 a 6 GB . Modelos topo de linha, mais caros, costumam vir com
8 GB de RAM também – a regra ali é "quanto mais, melhor".
Na prática, quanto mais memória RAM, mais rápido o uso do smartphone vai ser, com menos travamentos. Não confunda memória RAM com a capacidade de armazenamento, que às vezes as pessoas chamam de memória (e, no caso, é de 128 GB para todos os aparelhos avaliados).
É interessante observar que o processador (um Mediatek Dimensity 700)
do Realme é o mesmo utilizado no Moto G50 5G e no Xiaomi Redmi Note 10
5G.
Apesar disso, os resultados desses três modelos foram distintos porque,
além de mais memória, ajustes feitos no sistema operacional pela
fabricante ajudam o Realme 8 5G a trabalhar de forma mais eficiente.
Nos testes gráficos, que simulam como o smartphone lida com vídeos/games com muitos quadros por segundo, o Realme 8 5G ocupou a quarta posição,
atrás do Motorola Edge Lite 5G e dos Samsung A32 5G e A52 5G. Isso
significa que ele roda jogos de maneira razoável e sem travamentos.
Câmeras
Apesar de ter quatro lentes na traseira, o Realme 8 5G pode confundir – são apenas três câmeras: uma principal com 48 megapixels de resolução, uma lente macro (2 megapixels) e um sensor para criar efeito de profundidade em retratos.
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Realme 8 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
A câmera principal teve bons resultados, com imagens nítidas e bem iluminadas. Vale notar que, por padrão, o Realme 8 5G tira fotos de 12 megapixels
– se o consumidor quiser fotos na resolução máxima, é só mudar uma
configuração da câmera, porém os arquivos ocupam bastante espaço e o
resultado não é muito diferente.
O smartphone tem um zoom digital de 2x que, com boa luz, captura boas imagens, e um de 5x que pode ficar borrado.
O modo noturno funciona direito, mas não espere fotos muito iluminadas. E a lente dedicada a tirar fotos macro, para capturar detalhes muito de perto, funciona direito apenas com boa iluminação em volta.
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Câmera do Realme 8 5G: modo noturno — Foto: Henrique Martin/g1
A câmera frontal tem 16 megapixels.
Na hora de tirar selfies, os filtros de embelezamento já estão ativados
– como pele mais suave, olhos maiores e redução de queixo/nariz. Na prática, é melhor desligar os filtros e usar a câmera frontal no seu modo normal mesmo.
Bateria
O modelo da Realme ficou na quinta posição no teste de bateria, com 11h34 de uso estimado do aparelho. Como comparação, o primeiro lugar ficou com o Moto G50 5G, com 19h14 no teste.
Mas demorar quase 12 horas para chegar a 20% de carga é mais que suficiente para passar um dia longe da tomada.
E o carregador do Realme 8 5G tem potência de 18W, que, apesar de não
ser maior entre os testados, é bastante veloz para completar a carga.
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Samsung Galaxy A32 5G — Foto: g1
O Samsung Galaxy A32 5G tem as configurações mais básicas entre os smartphones com 5G testados. Por conta disso, seu preço médio no meio de novembro estava em torno de R$ 1.800 nas principais lojas on-line, o mais em conta da lista avaliada.
O Galaxy A32 5G roda Android 11 e, segundo a fabricante, terá direito a três atualizações de sistema e quatro anos de atualizações de segurança. Assim, a Samsung passa a impressão de dar maior suporte ao consumidor, a médio prazo.
Pesando 205 gramas e com apenas 9,1 mm de espessura, o Galaxy A32 vem com o carregador de 15 Watts (o mais “lento” em comparação aos demais smartphones), o cabo USB-C e nada mais.
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Samsung Galaxy A32 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
Desempenho
Dos seis aparelhos, o Galaxy A32 5G foi o smartphone com resultados mais distintos entre os testes.
Na avaliação de desempenho, ficou em último. Aqui, os 4 GB de memória RAM (ela ajuda a deixar o telefone mais veloz) cobraram seu preço. Pense que o Realme 8 5G, que liderou nesse quesito, tem 8 GB.
Mas, em performance gráfica, o A32 5G obteve o segundo lugar,
o que pode soar contraditório para um aparelho que aparenta ser mais
simples. Ficou atrás do Moto Edge 20 Lite. Para verificação, foram
rodados testes adicionais que comprovaram a segunda posição.
É importante notar que o A32 5G é o único smartphone da lista com taxa de atualização da tela de 60Hz, a mais baixa.
Isso corresponde a quantas vezes a tela "pisca" para atualizar por
segundo. Quanto maior o número, mais rápido o smartphone recarrega as
informações demonstradas e deixa a sensação de uso com maior fluidez.
Isso é muito importante para jogar no celular, por exemplo.
Então, o desempenho de vídeo mais rápido pode não deixar o Galaxy
lento, mas o aparelho não oferece a experiência de uso mais fluida como
os outros modelos testados, com 90Hz ou 120Hz.
Câmeras
O Galaxy A32 5G também tem quatro lentes na traseira. A câmera principal tem um sensor de 48 megapixels,
mas também inclui uma câmera ultragrande angular (para caber mais área
fotografada), uma lente macro de 5 megapixels e um sensor de
profundidade.
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Samsung Galaxy A32 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
Nas
fotos, a Samsung oferece nos seus smartphones intermediários quase a
mesma experiência dos seus aparelhos topo de linha, como o Galaxy S21.
Tem vários modos específicos, como "comida", "macro" e "câmera lenta" e até um "diversão", com filtros da rede social Snap (antigo Snapchat).
A qualidade de imagens é boa e a adição da lente ultragrande angular permite tirar boas fotos de paisagens.
À noite, as fotos ficam parecidas, mas um pouco inferiores se
comparadas às da melhor câmera desta avaliação, do Galaxy A52 5G.
A câmera frontal tira selfies de 13 megapixels, com um bom modo retrato
– quando o fundo fica desfocado. Apesar de ter apenas uma lente na
frente da tela, o Galaxy A32 5G permite ampliar o ângulo de captura,
para mais gente caber na foto.
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Câmera do Samsung Galaxy A32 5 também com grande angular — Foto: Henrique Martin/g1
Bateria
O Samsung Galaxy A32 5G ficou em quarto lugar
na duração de bateria, com 13h55 de duração estimada. Foi menos de 15
minutos atrás do terceiro colocado, o Xiaomi Redmi Note 10 5G.
Longe, ainda, das 19 horas do líder Moto G50 5G, mas ainda mais que suficiente para passar um dia todo longe da tomada.
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Samsung Galaxy A52 5G — Foto: g1
O Samsung Galaxy A52 5G tem a melhor câmera entre os aparelhos avaliados, com diversos recursos que lembram os smartphones mais caros da marca. No meio de novembro, seu preço médio nas lojas on-line era de R$ 2.600.
O smartphone pesa 189 gramas e tem somente 8,4 milímetros de espessura. Com acabamento em preto fosco, seu design é muito parecido com o do topo de linha Galaxy S21 Ultra, mas com menores dimensões (tela de 6,5 polegadas contra 6,8 do "irmão") e finalização em plástico (contra o vidro do S21 Ultra).
É o único entre os avaliados com o leitor de impressão digital integrado à tela, algo que também geralmente é restrito a aparelhos mais caros.
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Samsung Galaxy A52 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
Como o Galaxy A32 5G, ele roda Android 11 e, segundo a Samsung, também terá direito a três atualizações de sistema e quatro anos de atualizações de segurança.
Desempenho
O Galaxy A52 5G ficou em segundo lugar nos testes de desempenho,
atrás do Realme 8 5G e um pouco à frente do Moto Edge 20 Lite. Foi o
único modelo avaliado que possui chip da Qualcomm, o Snapdragon 750G. Os
demais são da MediaTek.
Nas avaliações gráficas, que medem como o smartphone lida com games e vídeo, o Galaxy A52 foi líder, com vantagem sobre o segundo colocado, seu "irmão" Galaxy A32 5G.
A
tela merece destaque. Ela usa tecnologia Super AMOLED, que deixa as
imagens mais nítidas e com mais contraste. E é única com taxa de
atualização de 120Hz, melhor para usar com games e vídeos.
Este também é um recurso mais comumente encontrado nos celulares topo
de linha. O ponto negativo é que a tela pode consumir mais bateria
quando o recurso está ativado (dá para voltar pra 60Hz).
Câmeras
As câmeras do Samsung Galaxy A52 5G são as melhores entre os smartphones da categoria testados pelo g1. As fotos têm resultados excelentes com a lente principal de 64 megapixels.
As imagens noturnas até parecem dia de tão claras e nítidas. Isso ocorre por dois motivos: o A52 5G tem estabilização óptica de imagem, que reduz as fotos tremidas, e uma lente pronta para tirar fotos com mais luz.
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Samsung Galaxy A52 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
O smartphone tem também uma lente ultragrande angular de 12 megapixels –
com bons resultados –, uma câmera macro razoável de 5 megapixels e um
sensor de profundidade para ajudar nas fotos de retrato.
Um recurso adicional dos smartphones topo de linha está presente na câmera: o modo Single-Take, que tira fotos e cria vídeos de forma simultânea.
Isso é bastante útil em momentos como o parabéns em uma festa de aniversário, já que deixa o dono do smartphone fazer várias coisas ao mesmo tempo com um resultado em foto e vídeo.
A câmera frontal tira boas selfies em 32 megapixels e, além do modo Single Take, também traz o modo "Diversão do Snap", presente no Galaxy A32 5G.
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Foto noturna feita com o Samsung Galaxy A52 5G — Foto: Henrique Martin/g1
Bateria
Em comparação aos demais smartphones, a bateria do Galaxy A52 5G é a que mais desaponta. Ficou em último lugar da lista, com 8h20.
Isso acontece por dois motivos. O primeiro é a menor capacidade de bateria em comparação aos demais smartphones, que têm capacidade de 5.000 mAH. Aqui, são somente 4.500 mAH.
O segundo é a tela com taxa de atualização de 120Hz, mais alta que os demais, que consome mais bateria.
É possível ajustar para 60Hz nas configurações do sistema. Mas aí a
experiência de uso pode ser um pouco prejudicada, principalmente em
games.
O carregador rápido do Galaxy A52 5G tem capacidade de 25W, uma das maiores da lista.
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Xiaomi Redmi Note 10 5G — Foto: g1
O Xiaomi Redmi Note 10 5G
merece atenção ao nome na hora da compra. A fabricante tem quatro
modelos da linha Note 10 – incluindo o 10S, o 10 Pro e o 10 – à venda no
país, com preços e configurações distintas.
O Redmi Note 10 5G tinha preço médio de R$ 2.700 nas lojas on-line na segunda metade de novembro.
🛒 Onde comprar o produto:
O design do Xiaomi é o mais bonito
entre os smartphones testados. Claro que isso é uma escolha pessoal.
Mas o acabamento traseiro, na cor prata, ainda que de plástico, cria um
efeito diferente.
Além disso, o smartphone tem uma finalização gradiente na sua base, que fica mais azulada próxima ao conector USB-C.
O aparelho roda Android 11, como os demais. Segundo a Xiaomi, deve ter duas atualizações de sistema operacional e três anos de atualizações de segurança, o que é importante.
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Xiaomi Redmi Note 10 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
O Redmi Note 10 5G pesa somente 160 gramas e é o mais leve entre os modelos testados, e tem 9 mm de espessura. O aparelho vem com película de proteção aplicada na tela e capa de plástico em sua caixa.
A caixa também inclui um carregador de 22,5 W com cabo USB-C, porém a capacidade máxima de recarga do Redmi Note 10 5G é de 18W.
Desempenho
O Redmi Note 10 5G ficou em quarto lugar nos testes de desempenho,
um pouco à frente do Moto G 50 5G e com alguma diferença em comparação a
Moto Edge 20 Lite 5G, Galaxy A52 5G e Realme 8 5G, que lideram a lista.
Nos testes de performance gráfica, o modelo da Xiaomi foi o último.
Mas isso não é uma notícia ruim, já que a diferença entre os três
modelos à sua frente – Moto G50 5G, Realme 8 5G e Galaxy A52 5G – é
mínima.
Vale reforçar que o Moto G50 5G, o Realme 8 5G e o Redmi Note 10 5G têm
configurações muito similares, com processador MediaTek Dimension 700.
Câmeras
Aqui está uma boa surpresa: as câmeras do Xiaomi Redmi Note 10 5G são muito boas também.
O smartphone tem um conjunto de câmera tripla, com uma lente principal de 48 megapixels, uma macro de 2 megapixels e um sensor de profundidade para desfoque do fundo nos retratos.
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Xiaomi Redmi Note 10 5G — Foto: Marcelo Brandt/g1
Fotos de dia são claras e nítidas, com cores bem definidas. E o modo noturno é bom, mas não tão luminoso quanto o Galaxy A52 5G.
A câmera frontal de 8 megapixels
tira boas selfies, porém com embelezador ativado em nível baixo. A
câmera macro não merece destaque, como em grande parte dos outros
smartphones avaliados.
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Câmera do Xiaomi Redmi Note 10: modo noturno — Foto: Henrique Martin
Bateria
A bateria do Xiaomi Redmi Note 10 5G teve duração de 14h09 nos testes, pouco menos de 30 minutos em comparação ao segundo colocado, o Moto Edge 20 Lite 5G (14h37).
Conclusão
DESTAQUE NO CUSTO-BENEFÍCIO: o Moto G50 5G
tem configurações muito similares às do Realme 8 5G e do Xiaomi Redmi
Note 10 5G. E, nos testes, os resultados foram muito próximos em
desempenho total e gráfico para os três modelos. Porém, o Motorola custa menos que esses dois concorrentes. Na segunda quinzena de novembro, seu preço médio nas lojas on-line era de R$ 2.000.
SEM GASTAR DEMAIS: Considerando só preço (com pesquisa feita em meados de novembro), o Samsung Galaxy A32 5G foi opção mais econômica para quem quer se preparar para o mundo do 5G sem gastar muito agora.
QUASE UM PREMIUM: Para quem procura um smartphone quase lá no topo de linha, duas recomendações saem dos testes: o Moto Edge 20 Lite, com design e recursos muito bons, e o Samsung Galaxy A52 5G, que tem a melhor câmera, tanto para fotografar quanto para tirar selfies.
Como foram feitos os testes
O g1
selecionou smartphones na categoria intermediária das principais do
mercado brasileiro, com compatibilidade com o 5G, sistema Android e que
tivessem sido lançados neste ano. Nesta lista, todos tinham preços
médios abaixo de R$ 3.000 na segunda quinzena de novembro.
Os produtos foram cedidos em caráter de teste e serão devolvidos. Todos tinham 128 GB de capacidade de armazenamento.
Para os testes de desempenho, foram utilizados dois aplicativos: PC Mark e 3D Mark,
da UL Laboratories. Eles simulam tarefas cotidianas dos smartphones,
como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e
navegação na web, entre outros.
Esses testes rodam em várias plataformas – como Android, iOS, Windows e
MacOS – e permitem comparar o desempenho entre elas, criando um padrão
para essa comparação.
Para os testes de bateria, as telas dos smartphones foram calibradas para 70% de brilho, para poder rodar o PC Mark.
Isso nem sempre é possível, já que nem todos os aparelhos permitem esse
ajuste fino. No caso dos avaliados, só os dois da Motorola permitem
ajuste manual com porcentagem. Eles serviram de base para o ajuste dos
demais.
Para chegar ao brilho correto, as telas foram comparadas lado a lado. A
bateria foi carregada a 100% e o teste rodou até chegar ao final da
carga. Em alguns casos, ele precisou ser refeito porque o app travou –
isso pode acontecer com a chegada de uma notificação, por exemplo.
Ao atingir 20% ou menos de carga, o teste é interrompido e mostra o quanto aquele smartphone pode ter de duração de bateria, em horas/minutos.
O resultado é uma estimativa
de quanto aquela bateria pode durar longe da tomada. Na prática o
número da vida real pode ser distinto, já que não usamos o telefone da
forma intensiva o tempo todo.
Para os testes de câmera, foram feitas fotos dentro de casa e na rua (quando possível), com várias mudanças de iluminação em cenários similares para poder comparar as imagens.
Esta
reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso
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