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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Unidade da Intel quer lançar ônibus autônomos em 2024

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Mobileye planeja ampliar sistema de direção automatizada para além de táxis e veículos de entrega.
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TOPO
Por Reuters

Postado em 14 de fevereiro de 2022 às 19h35m

Post. N. - 4.274

Ônibus autônomo da Mobileye, Benteler EV Systems e Beep terá de 12 a 14 assentos — Foto: Benteler via Reuters
Ônibus autônomo da Mobileye, Benteler EV Systems e Beep terá de 12 a 14 assentos — Foto: Benteler via Reuters

A Mobileye, unidade da Intel, planeja construir e lançar ônibus elétricos autônomos junto com seus parceiros nos Estados Unidos em 2024, disseram executivos à Reuters.

A medida seria uma tentativa de ampliar seu sistema de direção automatizada para além de táxis e veículos de entrega.

Mobileye, Benteler EV Systems e Beep lançarão os ônibus sob demanda, com 12 a 14 assentos cada e não terão volante ou pedal.

Os veículos serão operados em "áreas georreferenciadas confinadas", onde os limites de velocidade são de cerca de 56,3 km/h, disse Hinrich Woebcken, membro do conselho consultivo da Beep, uma provedora de serviços de mobilidade.

A Mobileye planeja lançar táxis autônomos em Israel e na Alemanha até o final deste ano, mas ainda depende de aprovações regulatórias. A empresa também está trabalhando com a Udelv, startup do Vale do Silício, para colocar nas ruas dos EUA veículos elétricos automatizados de entrega até 2023.

A Mobileye que provar aos reguladores dos EUA que seu sistema de direção autônoma seria mais seguro do que um motorista humano, disse Johann Jungwirth, vice-presidente de mobilidade como serviço (MaaS, na sigla em inglês) da Mobileye.

Os executivos disseram que os ônibus vão ajudar a economizar nos custos com motoristas, solucionar a escassez de mão de obra, além de resolver problemas como emissões de gases e congestionamentos.

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Assistente Boletins diários trazem as principais notícias do Brasil e do mundo.
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Por G1

Postado em 14 de fevereiro de 2022 às 17h35m

Post. N. - 4.273

Os usuários dos assistentes de voz Alexa e Google Assistente podem ouvir diariamente as principais notícias do Brasil e do mundo por meio dos boletins produzidos pelo g1. São 3 boletins diários de voz.

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sábado, 12 de fevereiro de 2022

O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade

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Técnica que usa inteligência artificial para criar adulterações realistas já serviu para espalhar nudes falsos e vídeo editado de Mark Zuckerberg.
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Por g1

Postado em 12 de fevereiro de 2022 às 08h35m

Post. N. - 4.272

Deepfake de Mark Zuckerberg publicado em 2019 — Foto: Reprodução/BuzzFeed
Deepfake de Mark Zuckerberg publicado em 2019 — Foto: Reprodução/BuzzFeed

A criação de vídeos adulterados e realistas ficou muito mais simples com o chamado deepfake. Com ele, é possível colocar pessoas em situações constrangedoras ou, no mínimo, inusitadas. Mas o que esse termo significa?

Deepfake é uma técnica que permite mostra o rosto de uma pessoa em fotos ou vídeos alterados com ajuda de inteligência artificial. Para criar o material editado, basta ter um vídeo verdadeiro e modificá-lo com um dos vários aplicativos criados com essa finalidade.

Um dos usos mais preocupantes dessas ferramentas é a criação de vídeos pornográficos com o rosto de outras pessoas. Em 2020, um relatório da empresa Sensity indicou que nudes falsos de mais de 100 mil mulheres estavam sendo compartilhados na internet.

As imagens adulteradas também são usadas na política. Em 2019, a presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, foi vítima de um deepfake que se baseou um vídeo autêntico para sugerir que a representante democrata tinha dificuldades na fala em um discurso.

O autor desse deepfake desacelerou o vídeo original e editou a fala para dar a entender que ela estava tropeçando em suas palavras. O conteúdo com desinformação teve ampla circulação nas redes sociais e chegou a ser removido do YouTube.

Inicialmente, o Facebook se limitou a reduzir a distribuição do vídeo e a alertar usuários que o material poderia ser enganosos. No início de 2020, a plataforma anunciou que passaria a remover deepfakes, exceto em casos de sátiras.

Antes do vídeo falso de Pelosi, até mesmo o cofundador do Facebook, Mark Zuckerberg, apareceu em um deepfake. O vídeo adulterado mostra o que seria ele falando sobre dominar o mundo e foi mantido no ar pelo Instagram, controlado pela empresa do executivo. Confira:

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